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Jorge Stark
1 seguidor
26 críticas
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4,0
Enviada em 23 de julho de 2026
Nos seus 110 minutos, o documentário constrói com maestria uma narrativa correta e coerente sobre a influência da religião na política. Especialmente, a atuação e o crescimento do segmento evangélico no Congresso Nacional, com o poder de manipular e influenciar candidatos à presidência da República e, consequentemente, os eleitores. Por vezes, o drama se sobrepõe aos fatos, com a percepção do público de que o vale-tudo instalou-se na democracia brasileira, fragilizando-a. E o ponto culminante dessa constatação são os ataques às instituições dos três Poderes da República em 8 de janeiro de 2023, preconizando o golpe de Estado -- frustrado e resultante na punição dos golpistas pela Justiça. História do Brasil: 8.
Todo filme é tendencioso, manifestando a visão do produtor. Este em questão não é diferente. Ele traz uns fatos tão inverídicos. Traz um presidente diferente da realidade, tenta passar a ideia de um incapaz, manipulado por um líder religioso. Esqueceu que u único presidente que rompe com o sistema e governa para todos. Idoladra um mentiroso, ladrão de dinheiro e de votos. Um presidente que faliu o país várias vezes, que precisa ser extirpado do cenário político para vivermos a verdadeira liberdade.
Silas Malafaia é o grande destaque como o grande articulador que transita entre os poderes e que desafia o judiciário e o sistema eleitoral assim como seu mentor Jair Bolsonaro que infelizmente culminou no ataque do 8 de janeiro, revelando a simbiose entre fé estratégica política a chamada teologia do domínio, o filme mostra como certas lideranças religiosas defendem que cristãos devem ocupar os três poderes, o filme fala que o vandalismo em Brasília não foi caso isolado, mas de anos de ataques verbais aos poderes. VIVA A DEMOCRACIA - BOLSONARO NA CADEIA. Se você gostou dessa crítica, curta e siga meu perfil no adorocinema
Para a surpresa de absolutamente ninguém, o documentário é tendencioso, mas considerando a autoria de Petra como progressista, é respeitoso com a comunidade evangélica mas dá uma certa impressão de que os crentes brasileiros são TODOS ignorantes, algo que para muitos pode soar como realidade. Teve seu papel social de mostrar a vergonha que é ter como figura religiosa o Malafaia e seu papel de Cacique na política brasileira, algo que jamais será mostrado por outras produções, como as da Brasil Paralelo. Infelizmente jamais será mostrada de maneira séria e livre de ideologias e só servirá de fetiche para a classe artística elitista.
Desnecessário, enviesado, totalmente parcial. Uma propaganda política de esquerda travestida de documentário. Os laços familiares da cineasta com Lula e sua família apenas servem para corroborar isso.
Me deu um novo personagem q acaba passando desapercebido mas um dos principais e dos mais fortes meios de dominação e adestramento da população no mundo capitalista : a fé religiosa. Novamente nada de novo mas trouxe um questionamento tão bom, e deu uma densidade teorica a mais da qual eu já tinna, ótimo filme!
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