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Luciana Wiegand
1 crítica
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1,0
Enviada em 4 de agosto de 2025
Filme tendencioso, com claro objetivo de falar mal do Bolsonaro e falar mal da fé em Deus em geral. A narradora já começa dizendo que não entende nada de religião, e q começou a ler a Bíblia por causa do filme. Não entendi se o intuito dela foi criticar mais a religião ou o Bolsonaro, e ainda USAR o Silas para confundir o público. Olha, passei longe de ser católica ou evangélica,.mas o filme está um ataque ridículo . Triste. Achei que seria um documentário imparcial. Péssimo.
Bom, a produção tem o som baixo, voz inaudível da narrador (as vezes parece uma adolescente choramingando) e no mais, nos aspectos técnicos, é muito próximo do que sempre se produziu no Brasil, ou seja, ruim. Ao que se propõe, carrega nas tintas quando esquadrinha o nascimento do movimento evangélico no seio do poder. Sem perspectiva histórica, como se o fato fosse inédito na história do mundo. Os ataques ao Bolsonaro poderiam ser mais sutis. Os arcos narrativos são e enfadonhos. Enfim, serve como registro histórico com o viés da autora, claro. Mas nada mais do que isso.
Como evangélico a mais de 20 anos presenciei esse fenômeno. Filme retrata exatamente nossa atual situação...Os Pastores ricos manipulnado a Política de seus próprios interesses...
Apocalipse nos Trópicos é um feito cinematográfico verdadeiramente impressionante, que nos mergulha em uma narrativa tão cativante quanto perturbadora. A forma como o filme constrói sua atmosfera de tensão e desespero, ambientada na exuberância sufocante do cenário tropical, é absolutamente magistral. A cinematografia é de tirar o fôlego, capturando a beleza brutal e a decadência iminente de forma inesquecível.
As atuações são cruas e poderosas, trazendo à tona a complexidade de personagens que lutam não apenas contra uma ameaça externa, mas também contra seus próprios demônios internos. O roteiro é inteligentíssimo, tecendo uma trama que explora temas profundos como a natureza humana, a sobrevivência e o colapso social, sem nunca perder o ritmo ou a capacidade de prender o espectador. É um filme que fica com você muito depois que os créditos sobem, provocando reflexões e discussões. Uma obra que merece ser vista e revisitada!"
O cenário da política brasileira estampado. O que vivemos hoje, é uma eterna luta contra o retrocesso. Todas as conquitas históricas, são postas em prova. Iremos vencer. No palco e nos livros da história, com grandes lutas, sempre vencemos!
O documentário tenta se vender como uma reflexão profunda sobre política e religião, mas é evidente que seu objetivo real é desacreditar o pensamento conservador, rotulando-o como irracional, manipulador e perigoso. Em vez de buscar compreensão ou pluralidade, opta por uma narrativa marcada por generalizações e estereótipos, em especial contra os evangélicos, retratados quase como uma massa homogênea e manipulada — o que não corresponde à diversidade real desse grupo.
Sob a aparência de análise política, o que se vê é a tentativa de impor uma visão progressista e liberal travestida de neutralidade acadêmica. Trata-se de uma narrativa conduzida por vozes que defendem abertamente pautas de esquerda, sem contraponto verdadeiro, reforçando a impressão de que o documentário serve mais como panfleto ideológico do que como obra jornalística ou investigativa.
É o clássico exemplo da “crítica ao sistema feita com iPhone na mão” — uma visão elitizada, desconectada da realidade das camadas populares que justamente abraçaram o conservadorismo como forma de proteção a valores culturais, morais e espirituais que lhes são caros. Ao invés de tentar entender esse fenômeno, o documentário o reduz a um erro a ser combatido.
O resultado é uma obra com pouca honestidade intelectual e forte preconceito disfarçado de crítica social. Uma pena, pois o tema merecia um debate mais sério, plural e desprovido de arrogância ideológica.
Um filme tendencioso e parcial, não é um documentário. Ignorou fatos, e fez uma leitura superficial. Lula foi solto por causa do recurso que o adv entrou sobre a jurisdição que o julgol e com a prescrição do crime não podia ser julgado novamente e não por causa das trocas de mensagens. Não passa de desinformação e de uma tentativa mostrar Lula como Salvador da pátria, enquanto toma café com a Janja.
Se você busca entender como discursos religiosos têm influenciado decisões políticas no Brasil recente, este documentário é uma excelente porta de entrada.
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