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Audrei A.
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1 crítica
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2,0
Enviada em 3 de setembro de 2026
Estou decepcionada com essa continuação. O primeiro filme é cativante, te prende do início ao fim, os personagens tem personalidade. Esse segundo tem diálogos pobres e rasos, como disseram, a Andy em 20 anos nao amadureceu nada, a Emily continua tosca, se passaram 20 anos e a pessoa simplesmente nao mudou..dificil isso né? Mas a que mais me aborreceu foi Miranda q no início é cruel..simplesmente má mesmo, diferentemente do primeiro filme onde víamos uma mulher hiper exigente mas nao chegava a ser tao cruel. Mas nesse segundo filme chega um momento que ela fica boa e até boba, meio estranho o comportamento dela. O pretendente da Andy é completamente sem sal..alias todos os homens do filme sao sem graça, afeminados, nao ha testosterona. Nao é um filme que te prende, parece que foi feito de qualquer jeito, é uma lástima completa!! A Anne Hatway é incrivel como atriz, ela nao tem culpa..a direção que é péssima mesmo.
achei mais fraco que o primeiro filme com um roteiro fraco mais com boas atuações,já que esperamos 20 anos essa sequencia do primeiro filme ele poderia ter sido melhor elaborado,mais está longe de ser um filme ruim e com bom elenco,uma nota 6.
Horrível! O excesso de texto deixou o filme chato e cansativo. Tentaram trazer mais do mesmo e falaram muito! A impressão que deu é que fizeram esse segundo filme somente para lacrar mesmo.
Nossa havia esquecido o quanto o primeiro filme já era ruim. Assisti o segundo com minha namorada, péssimo! As atuações fracas, os diálogos rasos, uma frescuragem, e a personagem evoluiu NADA em todo esses 20 anos, continua imatura, e dependente emocional. Não recomendo nem ao meu pior inimigo.
O Diabo Veste Prada 2 consegue resgatar a essência do primeiro filme ao mesmo tempo em que apresenta uma nova fase para seus personagens. Para quem cresceu assistindo ao clássico de 2006, a sequência desperta um forte sentimento de nostalgia e mostra que ainda havia espaço para contar uma boa história nesse universo.
Um dos grandes destaques é o elenco. Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci retornam com a mesma química e carisma que marcaram o primeiro filme. É impossível não perceber o profissionalismo de todos: o tempo parece ter jogado a favor do elenco, que envelheceu muito bem e entrega atuações naturais e convincentes.
Diferentemente do primeiro longa, que equilibrava a vida profissional de Andy com seus conflitos pessoais, esta sequência concentra muito mais sua narrativa no universo da moda. O filme explora os bastidores da indústria fashion, as mudanças do mercado editorial e os desafios de manter uma revista de prestígio relevante em tempos de transformação.
O principal conflito gira em torno do futuro da revista Runway. A possibilidade de sua compra adiciona uma camada dramática à história e levanta uma questão interessante: quem realmente é digno de dar continuidade ao legado construído por Miranda Priestly? Esse conflito funciona como o eixo central da narrativa e mantém o interesse do espectador até o final.
Mais do que uma simples continuação, O Diabo Veste Prada 2 é um reencontro com personagens que marcaram uma geração. O filme entrega elegância, boas atuações e uma boa dose de nostalgia, agradando especialmente aos fãs do original. Talvez não tenha o mesmo impacto revolucionário do primeiro, mas é uma sequência competente, envolvente e que respeita o legado da franquia.
Se no primeiro vimos o glamour das revistas de moda, aqui inverte-se tudo. Infelizmente, temos o fim das revistas impressas, a luta do jornalismo por seu lugar ao sol e o fim do glamour. O filme mostra bem o que a tecnologia já está fazendo com a moda, o jornalismo e editoras. É até triste. Mas, elenco continua afinado, esbanjando graça.
Que filme, Além da narrativa mostrar a evolução e transformação do mundo e dos personagens desde o primeiro filme há 20 anos, mostrando a "desumanização" das coisas, por conta das mídias sociais e da tecnologia impactando a sociedade e nos abrigando a renascer e a sobreviver, o filme mostra a Redenção de Andy que no primeiro filme não conseguiu vencer aquele sistema frio e rude que reflete como o mundo era e o quanto a sociedade (as pessoas) tinham menos consciência de tudo naquela epoca... Nesse filme agora Andy com sua generosidade, fidelidade vence e faz a diferença, mostrando que apesar da mudança no mundo dessa vez o bem venceu e a sociedade está mais consciente e por um lado mais humana em outros aspectos! Chorei no final muito lindo!!!!
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