Média
3,8
363 notas
5
24 críticas
4
13 críticas
3
18 críticas
2
22 críticas
1
12 críticas
0
5 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Gostei bastante do desenvolvimento do filme! O lugar escolhido foi incrível, deu mais vida ainda e todo glamour. Contando com a participação da Diva GAGA. Achei um filme bem bom!
Um filme maravilhoso, incrível e leve. O que eu mais gostei foi a parte que mostra o amor da Miranda pelo trabalho confesso que me identifiquei. om ela e gostei de ver como os personagens amadureceram.
O filme é bem ruim. Trama confusa, tentativa de conexão com a essência dos personagens anteriores, mas se perde justamente por fazer alusão a pessoas que não se vêem há mais de 20 anos... A trama me soou infantil, lembrando-me, inclusive, a trama do filme "Sing", e a tentativa de salvar tudo recorrendo a uma estrela desaparecida dos holofotes. As atuações são maravilhosas, mas o roteiro ficou devendo.
Claro. Mantive sua **nota 7/10** e aprofundei o principal ponto da sua crítica: a força da continuação está muito mais no reencontro do elenco e na nostalgia do que em conseguir reproduzir a força narrativa e a química do primeiro filme.
# O DIABO VESTE PRADA 2
**Ano de lançamento:** 2026
**Duração:** aproximadamente 2 horas
**Gêneros:** Comédia, Drama
**Principais atores:**
* **Meryl Streep** — Miranda Priestly
* **Anne Hathaway** — Andrea “Andy” Sachs
* **Emily Blunt** — Emily Charlton
* **Stanley Tucci** — Nigel Kipling
### ESTÓRIA
Existem filmes que conseguem ultrapassar a tela e entrar na memória do público. **O Diabo Veste Prada (2006)** é um deles.
Por isso, quando uma continuação reúne novamente **Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci**, a expectativa naturalmente fica enorme.
E talvez esse seja justamente o maior problema de *O Diabo Veste Prada 2*: **é muito difícil competir com a memória que temos do primeiro.**
A nostalgia funciona.
O reencontro funciona.
Ver novamente Miranda, Andy, Emily e Nigel é agradável.
Mas a história não consegue reproduzir aquela mesma sensação.
### MIRANDA ESTÁ DE VOLTA
Miranda Priestly continua sendo Miranda.
Fria, calculista, elegante e sempre vários passos à frente de todos.
Só que agora o mundo mudou.
A indústria da moda mudou.
A comunicação mudou.
O poder das revistas tradicionais já não é o mesmo diante do universo digital.
E, mais uma vez, Miranda percebe que seu trono está ameaçado.
Só que desta vez existe uma diferença importante: **ela conhece o jogo muito melhor do que todos ao seu redor.**
Enquanto Andy tenta encontrar seu espaço profissional e acaba novamente cruzando o caminho da antiga chefe, Miranda começa a movimentar suas peças.
E aí surge aquela sensação de déjà-vu.
### ANDY, EMILY E NIGEL
Andy não é mais aquela jovem ingênua que entrou na Runway sem saber absolutamente nada sobre o mundo da moda.
Agora temos uma mulher mais madura, experiente e consciente das consequências das escolhas que fez.
Emily também evoluiu profissionalmente e ocupa uma posição importante no universo da moda.
E Nigel continua sendo aquele personagem que, mesmo estando sempre ao lado de Miranda, possui uma identidade própria.
O reencontro desses personagens é provavelmente um dos maiores atrativos da produção.
É impossível não lembrar do primeiro filme.
E talvez esse seja justamente o problema.
**Estamos constantemente comparando.**
### AS ATUAÇÕES
Se existe algo que continua funcionando muito bem, é o elenco.
Meryl Streep parece ter nascido para interpretar Miranda Priestly.
Mesmo anos depois, basta um olhar, uma expressão ou uma pequena mudança no tom de voz para que Miranda domine uma cena.
Emily Blunt também continua excelente.
E Anne Hathaway demonstra que Andy já não é mais a mesma garota.
Stanley Tucci novamente entrega a elegância e o equilíbrio de Nigel.
É um elenco que possui uma química construída no primeiro filme e que ainda consegue funcionar.
Mas existe uma diferença.
**A química permanece, porém a surpresa desapareceu.**
No primeiro filme, não sabíamos o que esperar.
Agora já conhecemos aquelas pessoas.
E isso tira parte da magia.
### ROTEIRO E ENREDO
O roteiro tenta atualizar a história para um mundo diferente.
A transformação digital, as novas relações de poder e as mudanças na indústria da moda são elementos interessantes.
Mas a estrutura narrativa acaba lembrando demais o primeiro filme.
Novamente temos Miranda ameaçada.
Novamente temos Andy próxima daquele universo.
Novamente existem interesses profissionais, jogos de poder e decisões que colocam os personagens diante de escolhas difíceis.
Funciona?
Sim.
Mas surpreende?
Muito pouco.
E quando uma continuação repete a fórmula, existe sempre o risco de parecer mais uma reunião de personagens do que uma história que realmente precisava ser contada.
### NOSTALGIA
Para mim, este é um daqueles filmes em que **a nostalgia é praticamente um personagem**.
Ver Meryl Streep novamente como Miranda.
Ver Anne Hathaway novamente como Andy.
Ver Emily Blunt e Stanley Tucci.
Ouvir aqueles diálogos e reencontrar aquele universo.
Tudo isso traz uma sensação muito boa.
Mas nostalgia sozinha não sustenta uma grande continuação.
O primeiro filme tinha uma força própria.
Era uma descoberta.
Andy descobria aquele mundo e nós descobríamos junto com ela.
Aqui, nós já conhecemos aquele universo.
E, por isso, o impacto é menor.
### CRÍTICA
*O Diabo Veste Prada 2* não é um filme ruim.
Longe disso.
Ele possui um elenco extraordinário, boas atuações, produção elegante e momentos que certamente vão agradar aos fãs do primeiro.
O problema é justamente carregar o peso de ser a continuação de um filme tão marcante.
O primeiro tinha personalidade.
Tinha novidade.
Tinha uma química que parecia espontânea.
Tinha aquela relação quase hipnótica entre Miranda e Andy.
Aqui existe competência, existe carinho pelos personagens e existe nostalgia.
Mas falta aquele **“algo a mais”**.
É como voltar a um restaurante que você amava depois de muitos anos.
A comida continua boa.
O ambiente continua bonito.
As pessoas continuam conhecidas.
Mas aquela primeira experiência... aquela não volta.
### VEREDITO
*O Diabo Veste Prada 2* é um reencontro agradável com personagens que ficaram marcados na história do cinema.
Mas também é uma continuação que demonstra como é difícil recriar uma magia que surgiu de maneira tão natural.
**O primeiro filme criou o fenômeno. Este segundo filme celebra a memória dele.**
E talvez seja justamente por isso que funciona melhor como homenagem aos fãs do que como uma obra capaz de superar seu antecessor.
Não é ruim.
É divertido.
É elegante.
É nostálgico.
Mas quando os créditos terminam, fica aquela sensação:
**“Foi bom rever todos vocês... mas o primeiro ainda veste o melhor Prada.”**
**⭐ MINHA NOTA: 7/10**
# O DIABO VESTE PRADA 2
**Ano de lançamento:** 2026
**Duração:** aproximadamente 2 horas
**Gêneros:** Comédia, Drama
**Principais atores:**
* **Meryl Streep** — Miranda Priestly
* **Anne Hathaway** — Andrea “Andy” Sachs
* **Emily Blunt** — Emily Charlton
* **Stanley Tucci** — Nigel Kipling
### ESTÓRIA
Existem filmes que conseguem ultrapassar a tela e entrar na memória do público. **O Diabo Veste Prada (2006)** é um deles.
Por isso, quando uma continuação reúne novamente **Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci**, a expectativa naturalmente fica enorme.
E talvez esse seja justamente o maior problema de *O Diabo Veste Prada 2*: **é muito difícil competir com a memória que temos do primeiro.**
A nostalgia funciona.
O reencontro funciona.
Ver novamente Miranda, Andy, Emily e Nigel é agradável.
Mas a história não consegue reproduzir aquela mesma sensação.
### MIRANDA ESTÁ DE VOLTA
Miranda Priestly continua sendo Miranda.
Fria, calculista, elegante e sempre vários passos à frente de todos.
Só que agora o mundo mudou.
A indústria da moda mudou.
A comunicação mudou.
O poder das revistas tradicionais já não é o mesmo diante do universo digital.
E, mais uma vez, Miranda percebe que seu trono está ameaçado.
Só que desta vez existe uma diferença importante: **ela conhece o jogo muito melhor do que todos ao seu redor.**
Enquanto Andy tenta encontrar seu espaço profissional e acaba novamente cruzando o caminho da antiga chefe, Miranda começa a movimentar suas peças.
E aí surge aquela sensação de déjà-vu.
### ANDY, EMILY E NIGEL
Andy não é mais aquela jovem ingênua que entrou na Runway sem saber absolutamente nada sobre o mundo da moda.
Agora temos uma mulher mais madura, experiente e consciente das consequências das escolhas que fez.
Emily também evoluiu profissionalmente e ocupa uma posição importante no universo da moda.
E Nigel continua sendo aquele personagem que, mesmo estando sempre ao lado de Miranda, possui uma identidade própria.
O reencontro desses personagens é provavelmente um dos maiores atrativos da produção.
É impossível não lembrar do primeiro filme.
E talvez esse seja justamente o problema.
**Estamos constantemente comparando.**
### AS ATUAÇÕES
Se existe algo que continua funcionando muito bem, é o elenco.
Meryl Streep parece ter nascido para interpretar Miranda Priestly.
Mesmo anos depois, basta um olhar, uma expressão ou uma pequena mudança no tom de voz para que Miranda domine uma cena.
Emily Blunt também continua excelente.
E Anne Hathaway demonstra que Andy já não é mais a mesma garota.
Stanley Tucci novamente entrega a elegância e o equilíbrio de Nigel.
É um elenco que possui uma química construída no primeiro filme e que ainda consegue funcionar.
Mas existe uma diferença.
**A química permanece, porém a surpresa desapareceu.**
No primeiro filme, não sabíamos o que esperar.
Agora já conhecemos aquelas pessoas.
E isso tira parte da magia.
### ROTEIRO E ENREDO
O roteiro tenta atualizar a história para um mundo diferente.
A transformação digital, as novas relações de poder e as mudanças na indústria da moda são elementos interessantes.
Mas a estrutura narrativa acaba lembrando demais o primeiro filme.
Novamente temos Miranda ameaçada.
Novamente temos Andy próxima daquele universo.
Novamente existem interesses profissionais, jogos de poder e decisões que colocam os personagens diante de escolhas difíceis.
Funciona?
Sim.
Mas surpreende?
Muito pouco.
E quando uma continuação repete a fórmula, existe sempre o risco de parecer mais uma reunião de personagens do que uma história que realmente precisava ser contada.
### NOSTALGIA
Para mim, este é um daqueles filmes em que **a nostalgia é praticamente um personagem**.
Ver Meryl Streep novamente como Miranda.
Ver Anne Hathaway novamente como Andy.
Ver Emily Blunt e Stanley Tucci.
Ouvir aqueles diálogos e reencontrar aquele universo.
Tudo isso traz uma sensação muito boa.
Mas nostalgia sozinha não sustenta uma grande continuação.
O primeiro filme tinha uma força própria.
Era uma descoberta.
Andy descobria aquele mundo e nós descobríamos junto com ela.
Aqui, nós já conhecemos aquele universo.
E, por isso, o impacto é menor.
### CRÍTICA
*O Diabo Veste Prada 2* não é um filme ruim.
Longe disso.
Ele possui um elenco extraordinário, boas atuações, produção elegante e momentos que certamente vão agradar aos fãs do primeiro.
O problema é justamente carregar o peso de ser a continuação de um filme tão marcante.
O primeiro tinha personalidade.
Tinha novidade.
Tinha uma química que parecia espontânea.
Tinha aquela relação quase hipnótica entre Miranda e Andy.
Aqui existe competência, existe carinho pelos personagens e existe nostalgia.
Mas falta aquele **“algo a mais”**.
É como voltar a um restaurante que você amava depois de muitos anos.
A comida continua boa.
O ambiente continua bonito.
As pessoas continuam conhecidas.
Mas aquela primeira experiência... aquela não volta.
### VEREDITO
*O Diabo Veste Prada 2* é um reencontro agradável com personagens que ficaram marcados na história do cinema.
Mas também é uma continuação que demonstra como é difícil recriar uma magia que surgiu de maneira tão natural.
**O primeiro filme criou o fenômeno. Este segundo filme celebra a memória dele.**
E talvez seja justamente por isso que funciona melhor como homenagem aos fãs do que como uma obra capaz de superar seu antecessor.
Não é ruim.
É divertido.
É elegante.
É nostálgico.
Mas quando os créditos terminam, fica aquela sensação:
**“Foi bom rever todos vocês... mas o primeiro ainda veste o melhor Prada.”**
**⭐ MINHA NOTA: 7/10**
Estou decepcionada com essa continuação. O primeiro filme é cativante, te prende do início ao fim, os personagens tem personalidade. Esse segundo tem diálogos pobres e rasos, como disseram, a Andy em 20 anos nao amadureceu nada, a Emily continua tosca, se passaram 20 anos e a pessoa simplesmente nao mudou..dificil isso né? Mas a que mais me aborreceu foi Miranda q no início é cruel..simplesmente má mesmo, diferentemente do primeiro filme onde víamos uma mulher hiper exigente mas nao chegava a ser tao cruel. Mas nesse segundo filme chega um momento que ela fica boa e até boba, meio estranho o comportamento dela. O pretendente da Andy é completamente sem sal..alias todos os homens do filme sao sem graça, afeminados, nao ha testosterona. Nao é um filme que te prende, parece que foi feito de qualquer jeito, é uma lástima completa!! A Anne Hatway é incrivel como atriz, ela nao tem culpa..a direção que é péssima mesmo.
achei mais fraco que o primeiro filme com um roteiro fraco mais com boas atuações,já que esperamos 20 anos essa sequencia do primeiro filme ele poderia ter sido melhor elaborado,mais está longe de ser um filme ruim e com bom elenco,uma nota 6.
Um dosmelhores filmes dos últimos anos, gostei demais, super recomendo assistirem essa maravilha espetacular
um dos melhores filmes desse ano, gostei bastante do que eu assisti, tem ótimas atuações e uma direção e escrita boa, o elenco é impecável.
Horrível! O excesso de texto deixou o filme chato e cansativo. Tentaram trazer mais do mesmo e falaram muito! A impressão que deu é que fizeram esse segundo filme somente para lacrar mesmo.
Achei bem tedioso. Os primeiros 30 minutos quase desisti, pois nem parecia a sequência do de 20 anos.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa