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Vitoria Monteiro
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5,0
Enviada em 17 de maio de 2026
Um filme realidade bom fiquei surpresa quando soube que teria o 2 principalmente porque se passaram muitos anos desde o primeiro filme, mas esse não deixou a desejar em nada
vale mais pela nostalgia do que pelo filme. passatempo legal para ver sem expectativas. achei o filme com uma linha tênue, sem um clímax. o primeiro é melhor
Na verdade, eu fui forçado aí ao cinema para assistir a este filme, mas acabei gostando muito. Kkkkkkk. Eu já conhecia o primeiro porque assisti na Sessão da Tarde, mas se eu tivesse que falar, diria que achei que a continuação seria bem mais morna. Acabou que o senso de humor desse filme é muito engraçado. Kkkk. E é isso. Todos os atores estão maravilhosos.
não gostei desse filme não, a primeira versão é muito mais animada que essa, a narrativa do filme é lenta, quando ficou mais acelerada, quase no final do filme. quando a cantora lady gaga entrou em cena para cantar na abertura do desfile de moda. dei spoiler. pronto falei. não iria ver de novo não, ainda bem que não paguei pelo assento da poltrona com movimento, que são mais caras, mesmo eu pagando meia entrada... agora é só esperar e rever o filme quando chegar no streaming da Disney... estava ancioso para ver esse filme e me decepcionei muito com ele. minha opinião pessoal. não iria ver no cinema agora não, cada um no seu quadrado e vida que segue. spoiler:
Achei o desenrolar do filme interessante e sei que traz muitas críticas e mudanças para a realidade do mundo atual, o que é BEM perceptível e bacana, contudo, achei que a Miranda se perdeu no personagem, mudando bastante a personalidade para uma pessoa extremamente submissa mediante aos problemas que foram surgindo. Sou MUITO fã dela, mas senti que tirou aquele prazer de ver ela em ação, sabendo da sua personalidade extremamente forte e imprevisível. Sei que isso também é uma crítica devido ao fato de que o mundo moderno não se encaixa mais nos padrões de quando ela liderava a empresa há duas décadas atrás, mas eu tinha mais expectativas neste ponto. Eu esperava sim que ela se tornasse uma nova mulher, mais compassiva e acolhedora, mas não tão pacífica e submissa a literalmente tudo, sem reação. A personalidade dela ficou um misto de arrogância e extrema submissão. Um pouco confuso. Antes era claro a arrogância dela, mas sentia aquela mulher forte que não fazia uma escolha errada, agora sinto mais como se ela fosse frágil. Os demais personagens seguiram o mesmo padrão de personalidade do filme anterior, embora esperasse que fossem mais a fundo na história, na trama e nos interesses de realização de cada um. O primeiro filme é focado em uma história específica que tem um desenrolar MARAVILHOSO. Esse eu já senti mais à deriva... Sem objetivo. Principalmente na solução dos problemas, é tudo muito rápido, spoiler: como a entrevista impossível que a Andrea consegue com menos de um minuto de filme... Não é aquela confusão toda do primeiro dela desesperada, pressionada ao extremo, trabalhando para uma empresa que exige muito, embora seja a mesma, correndo pra lá e pra cá, precisando de ajuda. Foi mais um filme com o roteiro bem preguiçoso, com a receita do primeiro, mas muito, muito pior e mal feita. Achei o desfecho do filme muito ruim... spoiler: De repente a Emily, depois de ter feito toda aquela trama de tomar o lugar da Miranda e criar uma tensão absurda, ganha um pé na bunda do parceiro e perde esse contrato de que ela ganharia a Runaway de presente. E o filme se encerra pouco depois com ela e a Andrea sendo amigas de novo (?) e a Miranda recebendo uma notícia de uma publicação que a Andrea lhe entregou, sorri e acaba... Achei bem sem nexo, vazio e desconexo o final. Sinto que parece aqueles filmes bem clichês que deixam espaço para continuação, mas eu duvido muito que haverá outro, porque até mesmo a Miranda nunca aceita continuações, só decidiu gravar porque o diretor aceitou todas as condições impostas por ela. Tirando isso, todos os atores do filme arrasaram! E não é por isso que deixo de ressaltar que a Miranda é uma mulher simples MARAVILHOSA! 70 e tantos anos e continua uma mulher espetacularmente elegante, linda e clássica! Sem contar a Andrea e a Emily também, o puro suco da beleza, feminilidade e sensualidade!
Enfim, o filme num geral é interessante, a trilha sonora é muito boa, os looks das personagens são DIVINOS e muito bem construídos para a geração atual, moderna e discreta, como se diz o filme, mas o final achei bem fraco e sem sentido... Infelizmente nesse ponto eu esperava muito mais.
Prefereria ter ficado com a nostalgia do primeiro filme. Tirando a excelente atuação de Meryl Streep, o resto não valeu o valor do ingresso: uma Andrea tonta, admirando Miranda (que é o diabo) igual a uma mãe; uma tentativa de salvar a revista muito pueril, afinal, estamos falando de grandes negócios e não da barraca de limonada de uma criança. Emily merecia muito mais. Por fim, um filme caça-níquel, que só serviu pra agradar os fashionistas em cenas com Andrea, sem qqer fundamento, desfilar figurinos de alta-costura até para ir ao banheiro. Quero esquecer essa "experiência".
Com o tempo, a gente aprende que algumas visitas ao passado deveriam ser proibidas por decreto. O Diabo Veste Prada II tem a petulância de quem acha que nostalgia substitui substância, entregando um espetáculo de descaracterização que dói na alma de quem viu o original no auge. A Andy Sachs de hoje, supostamente uma jornalista premiada e calejada, regride a uma insegurança adolescente que ignora duas décadas de maturidade. É um deboche vê-la mendigando validação de uma patroa e se perdendo em intrigas de escritório que qualquer profissional com um mínimo de gravitas resolveria com um e-mail seco e uma taça de vinho no fim do expediente.
O crime maior é o que fizeram com Miranda. Onde estava a força da natureza que não pedia licença para existir? Transformaram o arquétipo da autoridade em uma figura acuada pelo compliance, pendurando o próprio casaco e bebendo em copos de refeitório. Ver a mulher que definiu o "azul-cerúleo" preocupada com o que um grupo de influenciadores da Geração Z pensa no TikTok não é evolução, é castração narrativa. Miranda não precisava de humanização; ela precisava ser o que sempre foi: o padrão inalcançável de excelência que não dá a mínima para a aprovação alheia.
No fim das contas, o filme reflete um público que se contenta com o "conforto" de rever rostos conhecidos, mesmo que eles estejam irreconhecíveis em espírito. O filme é um produto higienizado, um manual de boas maneiras travestido de alta costura que teme o conflito real. Para quem busca desempenho e eficiência em vez de lições de moral açucaradas, resta a sensação de que o "Diabo" não apenas se aposentou, como foi substituído por um estagiário de relações públicas excessivamente cauteloso.
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