Filme perfeito. Excelentes atrizes e atores e um roteiro superior ao original. O nosso momento de desvalorização do jornalismo, da arte e da mod Tdo líquido e insípido. Não precisa mais de pessoas e presença, apenas dinheiro girando e IA como base.
Legal rever os personagens juntos novamente, com participação de muitas celebridades. Anne Hathaway é como o vinho, está mais linda que no primeiro filme. Valeu pela nostalgia, mas a verdade é que o filme pouco tem a acrescentar fazendo uma análise do roteiro. Se tiver um novo, iriei assistir, mas espero que parem kkk
Nostalgia. Esse sentimento permeia o roteiro e nos transporta no tempo em que os filmes eram feitos de forma leve, para divertir e entreter sem exigir muito. Um deleite aos fãs, hoje adultos, formados por referências pop tão marcantes como essa, na qual somos brindados com um elenco incrível em meio ao mundo fashion e trilha sonora impecável. Não tem novidade, apenas se propõe atual ao tempo em que vivemos, ou melhor, a novidade, pode ser uma Miranda com resquícios de humanidade. Eu disse resquícios.
Chega com aquela missão delicada de justificar sua própria existência depois de duas décadas e, surpreendentemente, consegue. Ao invés de só viver de nostalgia, o filme tenta atualizar seu olhar, trazendo discussões sobre jornalismo, tecnologia e o novo consumo da moda, tudo embalado por um tom mais maduro.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha vida, com uma química que segura boa parte do filme mesmo quando o roteiro resolve abraçar mais ideias do que consegue desenvolver.
E esse é o ponto: quanto mais tenta crescer, mais se perde em camadas que nem sempre vão pra frente. Ainda assim, é difícil não se deixar levar. No fim, funciona como uma sequência que entende seu tempo e sabe que estilo e presença ainda contam muito.
O diabo veste prada 2 aconteceu 20 anos após o primeiro filme e a direção seguiu com David Frankel e roteiro Aline Brosh McKenna, Lauren Weisberger. A trama segue após 20 anos, e acompanhamos Andrea (Anne Hathaway), que acaba sofrendo uma demissão em massa da sua equipe de jornalismo. Em meio ao desemprego, Andrea recebe novo convite para trabalhar novamente na antiga revista de moda, para publicar artigos para Internet. Porém, com o falecimento do dono da revista, todos começam a temer os rumos em que isso pode afetar, principalmente Miranda ( Meryl Streep) que segue como revisora chefe. Com grande risco de ser apenas uma volta nostalgia com interesses comerciais, pois bem sabemos que o mundo editorial de 2006 para cá mundou bastante; além do risco das atitudes de Miranda se tornarem anacrônica diante das novas realidades do direito do trabalho no mundo. Porém, a produção tomou o máximo de cuidado para isso, lógico que temos vários momentos que nos faz relembrar o primeiro filme e isso gera um grande nostalgia, mas o filme nao só fica nisso. Sabemos o risco, o roteiro procurou realizar algumas atualizações, a primeira e obvia foi mostrar que a revista física ainda existe, mas com poucos assinante e que se resume a publicações em redes sociais e a caça a like, cliques e divulgação. É perceptível que tanto Miranda quanto Nigel (Stanley Tucci) lamentam que a informação seja consumida de forma simples e rapida, desprezando todo o cuidado e preparo que o corpo editorial tem. O outro é o jeitao de Miranda, dessa vez mais ponderado, diante dos vazamentos e denúncias sobre o seu comportamento enquanto chefe. Isso fez frear o seu modo, mas a essência dela estava lá ainda, sendo que controlado. Além da crise que se instaurou na revista (nao apenas pela denúncias de assédio de Miranda), que fez a empresa adotar cortes de gastos, e Miranda viu os seus seus luxos diminuírem. Porém, o filme mostra uma Andrea mais experiente profissionalmente, mas ainda com seus medos ( mesmo nao trabalhando tao diretamente para Miranda). Nesse aspecto, Miranda ainda funciona como um razão fria e Andrea com emoção. Mas creio que a personagem de Andrea foi desenvolvida com alguns problemas, entre eles, a questão amorosa, quando decidem colocar como solteira no começo do filme (ok aí ) e do nada inserem um personagem, que pouco tenmm aprofundamento ou química (ate mesmo com a história em geral) e no final acabam se dando certo, com base de uma cobrança zero un do outro. Parece que quiseram atualizar até os relacionamentos amorosos. O outro é sobre os rumos exatos de Andrea: se vai escrever um livro sobre as maldades de Miranda há 20 anos atrás, se fica apenas por um tempo na revista de moda ( e isso fica repetitivo). Ao menos, o roteiro seguiu sabendo aproveitar o personagem Nigel, com seu humor afiado e estava ali para ser um braço direito de Andrea. Gostei tbm da volta de Emily ( Emily Blunt) que seguiu carreira diferente, mas que estava casada com um ricao. Inclusive o lado "antagonista" veio dela ao tentar comprar a revista e demitir Miranda. O filme tbm ganha bons contornos ao adentrar no drama, quando coloca a ideia de que todos estamos sujeitos a falhas, que isso e humano e é o que nos torna fascinantes. Por curiosidade , o filme segue trazendo alguma celebridade, dessa vez foi Lady Gaga. No mais, a sequência foi interessante e necessária pois atualizou as dinâmicas da moda e editoriais, além do mundo corporativo. Ainda soube dosar bem o lado nostálgico, mas nao deixou de ser bem humorado e dramático quando foi necessário.
Se no primeiro vimos o glamour das revistas de moda, aqui inverte-se tudo. Infelizmente, temos o fim das revistas impressas, a luta do jornalismo por seu lugar ao sol e o fim do glamour. O filme mostra bem o que a tecnologia já está fazendo com a moda, o jornalismo e editoras. É até triste. Mas, elenco continua afinado, esbanjando graça.
Sinceramente eu esperava muito mais. O filme prometeu muito no marketing e entregou um filme de Sessão da Tarde sem nenhum impacto forte.
Se passaram 20 anos, mas a personagem da Anne Hathaway parece que não amadureceu em nada. A Andy continua a mesma trouxa que viraria o mundo pela Miranda, até parece que aprendeu nada no primeiro filme nem no decorrer desses 20 anos.
A Miranda é a personagem que dá título ao filme, mas nesta vez o título ficou até desconexo. A personagem ficou boba. spoiler: Se ela queria tanto ser a chefe, onde está a ganância? É algo que eu esperava dela, mas ela não a demonstrou em momento nenhum. Como podemos chamar este filme de continuação se nem o título cabe mais?
A Emily foi a única personagem que mudou um pouquinho, mas mesmo assim não me agradou. Podiam ter feito ela mais excêntrica e arrogante para tomar o trono e ser O NOVO DIABO QUE VESTE PRADA, mas nem tentaram.
Eu entendi que a intenção do filme era spoiler: mostrar como os jornais e revistas de modas tiveram que se adaptar à geração da internet, mas isso foi demonstrado de uma maneira tão superficial e pouco impactante que nem dá para sentir que foi um arco com começo, meio e fim.
Estou decepcionada com essa continuação. O primeiro filme é cativante, te prende do início ao fim, os personagens tem personalidade. Esse segundo tem diálogos pobres e rasos, como disseram, a Andy em 20 anos nao amadureceu nada, a Emily continua tosca, se passaram 20 anos e a pessoa simplesmente nao mudou..dificil isso né? Mas a que mais me aborreceu foi Miranda q no início é cruel..simplesmente má mesmo, diferentemente do primeiro filme onde víamos uma mulher hiper exigente mas nao chegava a ser tao cruel. Mas nesse segundo filme chega um momento que ela fica boa e até boba, meio estranho o comportamento dela. O pretendente da Andy é completamente sem sal..alias todos os homens do filme sao sem graça, afeminados, nao ha testosterona. Nao é um filme que te prende, parece que foi feito de qualquer jeito, é uma lástima completa!! A Anne Hatway é incrivel como atriz, ela nao tem culpa..a direção que é péssima mesmo.
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