Média
3,8
363 notas
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13 críticas
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Tudo
Fui sem qualquer expectativa e me surpreendi. um roteiro bem adaptado para continuação e ótimo desenvolvimento da trama, suave e delicado de assistir.
Filme perfeito. Excelentes atrizes e atores e um roteiro superior ao original. O nosso momento de desvalorização do jornalismo, da arte e da mod Tdo líquido e insípido. Não precisa mais de pessoas e presença, apenas dinheiro girando e IA como base.
Legal rever os personagens juntos novamente, com participação de muitas celebridades. Anne Hathaway é como o vinho, está mais linda que no primeiro filme. Valeu pela nostalgia, mas a verdade é que o filme pouco tem a acrescentar fazendo uma análise do roteiro. Se tiver um novo, iriei assistir, mas espero que parem kkk
Muito bom, leve, divertido, com novas relações. O de 2006 foi muito legal mas esse é mais atual, mais realista, mesmo que sem profundidades.
Nostalgia. Esse sentimento permeia o roteiro e nos transporta no tempo em que os filmes eram feitos de forma leve, para divertir e entreter sem exigir muito. Um deleite aos fãs, hoje adultos, formados por referências pop tão marcantes como essa, na qual somos brindados com um elenco incrível em meio ao mundo fashion e trilha sonora impecável. Não tem novidade, apenas se propõe atual ao tempo em que vivemos, ou melhor, a novidade, pode ser uma Miranda com resquícios de humanidade. Eu disse resquícios.
Chega com aquela missão delicada de justificar sua própria existência depois de duas décadas e, surpreendentemente, consegue. Ao invés de só viver de nostalgia, o filme tenta atualizar seu olhar, trazendo discussões sobre jornalismo, tecnologia e o novo consumo da moda, tudo embalado por um tom mais maduro.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha vida, com uma química que segura boa parte do filme mesmo quando o roteiro resolve abraçar mais ideias do que consegue desenvolver.
E esse é o ponto: quanto mais tenta crescer, mais se perde em camadas que nem sempre vão pra frente. Ainda assim, é difícil não se deixar levar. No fim, funciona como uma sequência que entende seu tempo e sabe que estilo e presença ainda contam muito.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha vida, com uma química que segura boa parte do filme mesmo quando o roteiro resolve abraçar mais ideias do que consegue desenvolver.
E esse é o ponto: quanto mais tenta crescer, mais se perde em camadas que nem sempre vão pra frente. Ainda assim, é difícil não se deixar levar. No fim, funciona como uma sequência que entende seu tempo e sabe que estilo e presença ainda contam muito.
O diabo veste prada 2 aconteceu 20 anos após o primeiro filme e a direção seguiu com David Frankel e roteiro Aline Brosh McKenna, Lauren Weisberger. A trama segue após 20 anos, e acompanhamos Andrea (Anne Hathaway), que acaba sofrendo uma demissão em massa da sua equipe de jornalismo. Em meio ao desemprego, Andrea recebe novo convite para trabalhar novamente na antiga revista de moda, para publicar artigos para Internet. Porém, com o falecimento do dono da revista, todos começam a temer os rumos em que isso pode afetar, principalmente Miranda ( Meryl Streep) que segue como revisora chefe. Com grande risco de ser apenas uma volta nostalgia com interesses comerciais, pois bem sabemos que o mundo editorial de 2006 para cá mundou bastante; além do risco das atitudes de Miranda se tornarem anacrônica diante das novas realidades do direito do trabalho no mundo. Porém, a produção tomou o máximo de cuidado para isso, lógico que temos vários momentos que nos faz relembrar o primeiro filme e isso gera um grande nostalgia, mas o filme nao só fica nisso. Sabemos o risco, o roteiro procurou realizar algumas atualizações, a primeira e obvia foi mostrar que a revista física ainda existe, mas com poucos assinante e que se resume a publicações em redes sociais e a caça a like, cliques e divulgação. É perceptível que tanto Miranda quanto Nigel (Stanley Tucci) lamentam que a informação seja consumida de forma simples e rapida, desprezando todo o cuidado e preparo que o corpo editorial tem. O outro é o jeitao de Miranda, dessa vez mais ponderado, diante dos vazamentos e denúncias sobre o seu comportamento enquanto chefe. Isso fez frear o seu modo, mas a essência dela estava lá ainda, sendo que controlado. Além da crise que se instaurou na revista (nao apenas pela denúncias de assédio de Miranda), que fez a empresa adotar cortes de gastos, e Miranda viu os seus seus luxos diminuírem. Porém, o filme mostra uma Andrea mais experiente profissionalmente, mas ainda com seus medos ( mesmo nao trabalhando tao diretamente para Miranda). Nesse aspecto, Miranda ainda funciona como um razão fria e Andrea com emoção. Mas creio que a personagem de Andrea foi desenvolvida com alguns problemas, entre eles, a questão amorosa, quando decidem colocar como solteira no começo do filme (ok aí ) e do nada inserem um personagem, que pouco tenmm aprofundamento ou química (ate mesmo com a história em geral) e no final acabam se dando certo, com base de uma cobrança zero un do outro. Parece que quiseram atualizar até os relacionamentos amorosos. O outro é sobre os rumos exatos de Andrea: se vai escrever um livro sobre as maldades de Miranda há 20 anos atrás, se fica apenas por um tempo na revista de moda ( e isso fica repetitivo). Ao menos, o roteiro seguiu sabendo aproveitar o personagem Nigel, com seu humor afiado e estava ali para ser um braço direito de Andrea. Gostei tbm da volta de Emily ( Emily Blunt) que seguiu carreira diferente, mas que estava casada com um ricao. Inclusive o lado "antagonista" veio dela ao tentar comprar a revista e demitir Miranda. O filme tbm ganha bons contornos ao adentrar no drama, quando coloca a ideia de que todos estamos sujeitos a falhas, que isso e humano e é o que nos torna fascinantes. Por curiosidade , o filme segue trazendo alguma celebridade, dessa vez foi Lady Gaga. No mais, a sequência foi interessante e necessária pois atualizou as dinâmicas da moda e editoriais, além do mundo corporativo. Ainda soube dosar bem o lado nostálgico, mas nao deixou de ser bem humorado e dramático quando foi necessário.
Claro. Mantive sua **nota 7/10** e aprofundei o principal ponto da sua crítica: a força da continuação está muito mais no reencontro do elenco e na nostalgia do que em conseguir reproduzir a força narrativa e a química do primeiro filme.
# O DIABO VESTE PRADA 2
**Ano de lançamento:** 2026
**Duração:** aproximadamente 2 horas
**Gêneros:** Comédia, Drama
**Principais atores:**
* **Meryl Streep** — Miranda Priestly
* **Anne Hathaway** — Andrea “Andy” Sachs
* **Emily Blunt** — Emily Charlton
* **Stanley Tucci** — Nigel Kipling
### ESTÓRIA
Existem filmes que conseguem ultrapassar a tela e entrar na memória do público. **O Diabo Veste Prada (2006)** é um deles.
Por isso, quando uma continuação reúne novamente **Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci**, a expectativa naturalmente fica enorme.
E talvez esse seja justamente o maior problema de *O Diabo Veste Prada 2*: **é muito difícil competir com a memória que temos do primeiro.**
A nostalgia funciona.
O reencontro funciona.
Ver novamente Miranda, Andy, Emily e Nigel é agradável.
Mas a história não consegue reproduzir aquela mesma sensação.
### MIRANDA ESTÁ DE VOLTA
Miranda Priestly continua sendo Miranda.
Fria, calculista, elegante e sempre vários passos à frente de todos.
Só que agora o mundo mudou.
A indústria da moda mudou.
A comunicação mudou.
O poder das revistas tradicionais já não é o mesmo diante do universo digital.
E, mais uma vez, Miranda percebe que seu trono está ameaçado.
Só que desta vez existe uma diferença importante: **ela conhece o jogo muito melhor do que todos ao seu redor.**
Enquanto Andy tenta encontrar seu espaço profissional e acaba novamente cruzando o caminho da antiga chefe, Miranda começa a movimentar suas peças.
E aí surge aquela sensação de déjà-vu.
### ANDY, EMILY E NIGEL
Andy não é mais aquela jovem ingênua que entrou na Runway sem saber absolutamente nada sobre o mundo da moda.
Agora temos uma mulher mais madura, experiente e consciente das consequências das escolhas que fez.
Emily também evoluiu profissionalmente e ocupa uma posição importante no universo da moda.
E Nigel continua sendo aquele personagem que, mesmo estando sempre ao lado de Miranda, possui uma identidade própria.
O reencontro desses personagens é provavelmente um dos maiores atrativos da produção.
É impossível não lembrar do primeiro filme.
E talvez esse seja justamente o problema.
**Estamos constantemente comparando.**
### AS ATUAÇÕES
Se existe algo que continua funcionando muito bem, é o elenco.
Meryl Streep parece ter nascido para interpretar Miranda Priestly.
Mesmo anos depois, basta um olhar, uma expressão ou uma pequena mudança no tom de voz para que Miranda domine uma cena.
Emily Blunt também continua excelente.
E Anne Hathaway demonstra que Andy já não é mais a mesma garota.
Stanley Tucci novamente entrega a elegância e o equilíbrio de Nigel.
É um elenco que possui uma química construída no primeiro filme e que ainda consegue funcionar.
Mas existe uma diferença.
**A química permanece, porém a surpresa desapareceu.**
No primeiro filme, não sabíamos o que esperar.
Agora já conhecemos aquelas pessoas.
E isso tira parte da magia.
### ROTEIRO E ENREDO
O roteiro tenta atualizar a história para um mundo diferente.
A transformação digital, as novas relações de poder e as mudanças na indústria da moda são elementos interessantes.
Mas a estrutura narrativa acaba lembrando demais o primeiro filme.
Novamente temos Miranda ameaçada.
Novamente temos Andy próxima daquele universo.
Novamente existem interesses profissionais, jogos de poder e decisões que colocam os personagens diante de escolhas difíceis.
Funciona?
Sim.
Mas surpreende?
Muito pouco.
E quando uma continuação repete a fórmula, existe sempre o risco de parecer mais uma reunião de personagens do que uma história que realmente precisava ser contada.
### NOSTALGIA
Para mim, este é um daqueles filmes em que **a nostalgia é praticamente um personagem**.
Ver Meryl Streep novamente como Miranda.
Ver Anne Hathaway novamente como Andy.
Ver Emily Blunt e Stanley Tucci.
Ouvir aqueles diálogos e reencontrar aquele universo.
Tudo isso traz uma sensação muito boa.
Mas nostalgia sozinha não sustenta uma grande continuação.
O primeiro filme tinha uma força própria.
Era uma descoberta.
Andy descobria aquele mundo e nós descobríamos junto com ela.
Aqui, nós já conhecemos aquele universo.
E, por isso, o impacto é menor.
### CRÍTICA
*O Diabo Veste Prada 2* não é um filme ruim.
Longe disso.
Ele possui um elenco extraordinário, boas atuações, produção elegante e momentos que certamente vão agradar aos fãs do primeiro.
O problema é justamente carregar o peso de ser a continuação de um filme tão marcante.
O primeiro tinha personalidade.
Tinha novidade.
Tinha uma química que parecia espontânea.
Tinha aquela relação quase hipnótica entre Miranda e Andy.
Aqui existe competência, existe carinho pelos personagens e existe nostalgia.
Mas falta aquele **“algo a mais”**.
É como voltar a um restaurante que você amava depois de muitos anos.
A comida continua boa.
O ambiente continua bonito.
As pessoas continuam conhecidas.
Mas aquela primeira experiência... aquela não volta.
### VEREDITO
*O Diabo Veste Prada 2* é um reencontro agradável com personagens que ficaram marcados na história do cinema.
Mas também é uma continuação que demonstra como é difícil recriar uma magia que surgiu de maneira tão natural.
**O primeiro filme criou o fenômeno. Este segundo filme celebra a memória dele.**
E talvez seja justamente por isso que funciona melhor como homenagem aos fãs do que como uma obra capaz de superar seu antecessor.
Não é ruim.
É divertido.
É elegante.
É nostálgico.
Mas quando os créditos terminam, fica aquela sensação:
**“Foi bom rever todos vocês... mas o primeiro ainda veste o melhor Prada.”**
**⭐ MINHA NOTA: 7/10**
# O DIABO VESTE PRADA 2
**Ano de lançamento:** 2026
**Duração:** aproximadamente 2 horas
**Gêneros:** Comédia, Drama
**Principais atores:**
* **Meryl Streep** — Miranda Priestly
* **Anne Hathaway** — Andrea “Andy” Sachs
* **Emily Blunt** — Emily Charlton
* **Stanley Tucci** — Nigel Kipling
### ESTÓRIA
Existem filmes que conseguem ultrapassar a tela e entrar na memória do público. **O Diabo Veste Prada (2006)** é um deles.
Por isso, quando uma continuação reúne novamente **Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci**, a expectativa naturalmente fica enorme.
E talvez esse seja justamente o maior problema de *O Diabo Veste Prada 2*: **é muito difícil competir com a memória que temos do primeiro.**
A nostalgia funciona.
O reencontro funciona.
Ver novamente Miranda, Andy, Emily e Nigel é agradável.
Mas a história não consegue reproduzir aquela mesma sensação.
### MIRANDA ESTÁ DE VOLTA
Miranda Priestly continua sendo Miranda.
Fria, calculista, elegante e sempre vários passos à frente de todos.
Só que agora o mundo mudou.
A indústria da moda mudou.
A comunicação mudou.
O poder das revistas tradicionais já não é o mesmo diante do universo digital.
E, mais uma vez, Miranda percebe que seu trono está ameaçado.
Só que desta vez existe uma diferença importante: **ela conhece o jogo muito melhor do que todos ao seu redor.**
Enquanto Andy tenta encontrar seu espaço profissional e acaba novamente cruzando o caminho da antiga chefe, Miranda começa a movimentar suas peças.
E aí surge aquela sensação de déjà-vu.
### ANDY, EMILY E NIGEL
Andy não é mais aquela jovem ingênua que entrou na Runway sem saber absolutamente nada sobre o mundo da moda.
Agora temos uma mulher mais madura, experiente e consciente das consequências das escolhas que fez.
Emily também evoluiu profissionalmente e ocupa uma posição importante no universo da moda.
E Nigel continua sendo aquele personagem que, mesmo estando sempre ao lado de Miranda, possui uma identidade própria.
O reencontro desses personagens é provavelmente um dos maiores atrativos da produção.
É impossível não lembrar do primeiro filme.
E talvez esse seja justamente o problema.
**Estamos constantemente comparando.**
### AS ATUAÇÕES
Se existe algo que continua funcionando muito bem, é o elenco.
Meryl Streep parece ter nascido para interpretar Miranda Priestly.
Mesmo anos depois, basta um olhar, uma expressão ou uma pequena mudança no tom de voz para que Miranda domine uma cena.
Emily Blunt também continua excelente.
E Anne Hathaway demonstra que Andy já não é mais a mesma garota.
Stanley Tucci novamente entrega a elegância e o equilíbrio de Nigel.
É um elenco que possui uma química construída no primeiro filme e que ainda consegue funcionar.
Mas existe uma diferença.
**A química permanece, porém a surpresa desapareceu.**
No primeiro filme, não sabíamos o que esperar.
Agora já conhecemos aquelas pessoas.
E isso tira parte da magia.
### ROTEIRO E ENREDO
O roteiro tenta atualizar a história para um mundo diferente.
A transformação digital, as novas relações de poder e as mudanças na indústria da moda são elementos interessantes.
Mas a estrutura narrativa acaba lembrando demais o primeiro filme.
Novamente temos Miranda ameaçada.
Novamente temos Andy próxima daquele universo.
Novamente existem interesses profissionais, jogos de poder e decisões que colocam os personagens diante de escolhas difíceis.
Funciona?
Sim.
Mas surpreende?
Muito pouco.
E quando uma continuação repete a fórmula, existe sempre o risco de parecer mais uma reunião de personagens do que uma história que realmente precisava ser contada.
### NOSTALGIA
Para mim, este é um daqueles filmes em que **a nostalgia é praticamente um personagem**.
Ver Meryl Streep novamente como Miranda.
Ver Anne Hathaway novamente como Andy.
Ver Emily Blunt e Stanley Tucci.
Ouvir aqueles diálogos e reencontrar aquele universo.
Tudo isso traz uma sensação muito boa.
Mas nostalgia sozinha não sustenta uma grande continuação.
O primeiro filme tinha uma força própria.
Era uma descoberta.
Andy descobria aquele mundo e nós descobríamos junto com ela.
Aqui, nós já conhecemos aquele universo.
E, por isso, o impacto é menor.
### CRÍTICA
*O Diabo Veste Prada 2* não é um filme ruim.
Longe disso.
Ele possui um elenco extraordinário, boas atuações, produção elegante e momentos que certamente vão agradar aos fãs do primeiro.
O problema é justamente carregar o peso de ser a continuação de um filme tão marcante.
O primeiro tinha personalidade.
Tinha novidade.
Tinha uma química que parecia espontânea.
Tinha aquela relação quase hipnótica entre Miranda e Andy.
Aqui existe competência, existe carinho pelos personagens e existe nostalgia.
Mas falta aquele **“algo a mais”**.
É como voltar a um restaurante que você amava depois de muitos anos.
A comida continua boa.
O ambiente continua bonito.
As pessoas continuam conhecidas.
Mas aquela primeira experiência... aquela não volta.
### VEREDITO
*O Diabo Veste Prada 2* é um reencontro agradável com personagens que ficaram marcados na história do cinema.
Mas também é uma continuação que demonstra como é difícil recriar uma magia que surgiu de maneira tão natural.
**O primeiro filme criou o fenômeno. Este segundo filme celebra a memória dele.**
E talvez seja justamente por isso que funciona melhor como homenagem aos fãs do que como uma obra capaz de superar seu antecessor.
Não é ruim.
É divertido.
É elegante.
É nostálgico.
Mas quando os créditos terminam, fica aquela sensação:
**“Foi bom rever todos vocês... mas o primeiro ainda veste o melhor Prada.”**
**⭐ MINHA NOTA: 7/10**
Se no primeiro vimos o glamour das revistas de moda, aqui inverte-se tudo. Infelizmente, temos o fim das revistas impressas, a luta do jornalismo por seu lugar ao sol e o fim do glamour. O filme mostra bem o que a tecnologia já está fazendo com a moda, o jornalismo e editoras. É até triste. Mas, elenco continua afinado, esbanjando graça.
Sinceramente eu esperava muito mais. O filme prometeu muito no marketing e entregou um filme de Sessão da Tarde sem nenhum impacto forte.
Se passaram 20 anos, mas a personagem da Anne Hathaway parece que não amadureceu em nada. A Andy continua a mesma trouxa que viraria o mundo pela Miranda, até parece que aprendeu nada no primeiro filme nem no decorrer desses 20 anos.
A Miranda é a personagem que dá título ao filme, mas nesta vez o título ficou até desconexo. A personagem ficou boba. spoiler: Se ela queria tanto ser a chefe, onde está a ganância? É algo que eu esperava dela, mas ela não a demonstrou em momento nenhum.
Como podemos chamar este filme de continuação se nem o título cabe mais?
A Emily foi a única personagem que mudou um pouquinho, mas mesmo assim não me agradou. Podiam ter feito ela mais excêntrica e arrogante para tomar o trono e ser O NOVO DIABO QUE VESTE PRADA, mas nem tentaram.
Eu entendi que a intenção do filme era spoiler: mostrar como os jornais e revistas de modas tiveram que se adaptar à geração da internet, mas isso foi demonstrado de uma maneira tão superficial e pouco impactante que nem dá para sentir que foi um arco com começo, meio e fim.
Se passaram 20 anos, mas a personagem da Anne Hathaway parece que não amadureceu em nada. A Andy continua a mesma trouxa que viraria o mundo pela Miranda, até parece que aprendeu nada no primeiro filme nem no decorrer desses 20 anos.
A Miranda é a personagem que dá título ao filme, mas nesta vez o título ficou até desconexo. A personagem ficou boba. spoiler: Se ela queria tanto ser a chefe, onde está a ganância? É algo que eu esperava dela, mas ela não a demonstrou em momento nenhum.
Como podemos chamar este filme de continuação se nem o título cabe mais?
A Emily foi a única personagem que mudou um pouquinho, mas mesmo assim não me agradou. Podiam ter feito ela mais excêntrica e arrogante para tomar o trono e ser O NOVO DIABO QUE VESTE PRADA, mas nem tentaram.
Eu entendi que a intenção do filme era spoiler: mostrar como os jornais e revistas de modas tiveram que se adaptar à geração da internet, mas isso foi demonstrado de uma maneira tão superficial e pouco impactante que nem dá para sentir que foi um arco com começo, meio e fim.
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