Filme perfeito. Excelentes atrizes e atores e um roteiro superior ao original. O nosso momento de desvalorização do jornalismo, da arte e da mod Tdo líquido e insípido. Não precisa mais de pessoas e presença, apenas dinheiro girando e IA como base.
Nostalgia. Esse sentimento permeia o roteiro e nos transporta no tempo em que os filmes eram feitos de forma leve, para divertir e entreter sem exigir muito. Um deleite aos fãs, hoje adultos, formados por referências pop tão marcantes como essa, na qual somos brindados com um elenco incrível em meio ao mundo fashion e trilha sonora impecável. Não tem novidade, apenas se propõe atual ao tempo em que vivemos, ou melhor, a novidade, pode ser uma Miranda com resquícios de humanidade. Eu disse resquícios.
Chega com aquela missão delicada de justificar sua própria existência depois de duas décadas e, surpreendentemente, consegue. Ao invés de só viver de nostalgia, o filme tenta atualizar seu olhar, trazendo discussões sobre jornalismo, tecnologia e o novo consumo da moda, tudo embalado por um tom mais maduro.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha vida, com uma química que segura boa parte do filme mesmo quando o roteiro resolve abraçar mais ideias do que consegue desenvolver.
E esse é o ponto: quanto mais tenta crescer, mais se perde em camadas que nem sempre vão pra frente. Ainda assim, é difícil não se deixar levar. No fim, funciona como uma sequência que entende seu tempo e sabe que estilo e presença ainda contam muito.
A continuação do fenômeno de 2006 entrega exatamente o que se espera — nem mais, nem menos. O filme aposta forte na nostalgia, trazendo de volta o universo da moda e personagens marcantes, mas sem o mesmo frescor que fez o original se destacar. O maior trunfo continua sendo Meryl Streep, que mantém presença e autoridade em cena, ainda que sua personagem não evolua tanto quanto poderia. Já o retorno de Anne Hathaway e Emily Blunt funciona mais como um agrado ao público do que como um desenvolvimento realmente necessário para a história.
O roteiro tenta se atualizar com temas contemporâneos — redes sociais, influência digital e mudanças na indústria da moda — mas faz isso de forma superficial, sem a mesma crítica afiada do primeiro filme. Em alguns momentos, a narrativa parece repetir fórmulas já conhecidas, o que dá uma sensação de previsibilidade.
Visualmente, o filme continua com certo charme, figurinos bem trabalhados e direção competente, mas isso não é suficiente para compensar a falta de impacto emocional mais forte.
É um filme agradável e bem produzido, que diverte e cumpre seu papel, mas dificilmente alcança o status do original.
Me decepcionei, queria ver , o que no primeiro trouxe uma Miranda que nunca se esqueceu, ate no oscar se fazia piadinha pela personagem única excêntrica, queria ver as humilhações, a soberba, mas vi uma Miranda mudada, politicamente correta,Outra coisa, e tudo da muito certo pra Andreia, spoiler: como ela consegue rapido a entrevista, achei q ia ter alguma pegdinha e nada, deu certo mesmo Nada do que foi no primeiro eu vi no segundo.
É um bom filme, não é incrivel e surpreendente, mas vale a pena assistir. Ao longo do filme vc dá varias risadinhas. É basicamente uma repetição do filme 1, em outro cenário e história, pq é sem emoção e sem momentos marcantes como o 1º. Mas gostei.
Está versão não deixa nada a desejar para a primeira. O que foi uma grata surpresa. A Miranda está impagável tentando se adaptar ao politicamente correto. Vale a pena assistir, fiquei feliz por ter ido.
Não dou 1 estrela, pela nostalgia, é muito legal rever personagens que marcaram tanto, como estão atualmente, mas a história é fraca, a Miranda que era um personagem icônico, destemido e forte, agora se apresenta totalmente diferente, tirando a identidade dela, a deixando mais maleável, oq não me agradou e acredito que mtos também não curtiram, enquando a Andy continua agindo como a estagiária que quer salvar o mundo, como se tudo ela pudesse resolver, como se precisasse dar jeito em tudo, onde vimos no 1, que não é bem assim. O final é previsível, ja esperávamos que ela desse o jeito em tudo. Filme previsível, história fraca e sem emoções. A própria nova relação da Andy foi super rasa, sem aprofundamento, sem que pudéssemos nos conectar com o novo o personagem, algo mto por cima. Vale a pena assistir pela nostalgia, mas sem expectativas, pois é apenas, mais do mesmo.
Achei bem piegas, Miranda estava muito bobona e estranha, ate pensei que ela estivesse com demencia ou Alzheimer, enfim..... Ela ficou parecendo uma coitada que não sabe se posicionar.
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