O Diabo Veste Prada 2
Média
3,8
328 notas

90 Críticas do usuário

5
23 críticas
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denise bernacki
denise bernacki

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de maio de 2026
Achei o filme chato, sem graça e perdeu o glamour. As trocas de roupas foram a jato e sem sentido, roteiro perdido e tramas banais e sem graça. O discurso da Andy deveria ser mostrado mas só foi pincelado na rede social . Tudo muito solto e sem graça. Odiei ter visto . Preferia ter ficado com o encanto do original.
Deboramagalhaesgomes01
Deboramagalhaesgomes01

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1,0
Enviada em 30 de maio de 2026
unidade cine ritz joao monlevade

Hoje tive uma experiência totalmente desagradável.

Fui até a recepção e informei, de forma cordial para a recepcionista, que o som da sala estava muito baixo. Nesse momento, uma pessoa que estava em pé do lado de fora do balcão, usando uma blusa de frio e sem qualquer identificação visível que permitisse saber que era funcionária, respondeu em um tom bastante desagradável, mesmo sem que eu tivesse me dirigido a ela.

Diante da forma como fui tratada, afirmei que ela estava sendo mal-educada. A resposta que recebi foi: “E daí? Qual o problema?”.

Posteriormente, ao relatar o ocorrido pelo Instagram oficial da empresa, fui surpreendida com uma justificativa da atitude da funcionária, alegando que eu teria sido mal-educada. Fica a pergunta: como eu poderia ter sido mal-educada com uma pessoa à qual sequer me dirigi e que nem aparentava ser funcionária, já que não havia qualquer identificação visível?

Atitudes como essa demonstram falta de preparo para o atendimento ao público. Uma crítica ou observação feita de forma educada não deveria resultar em respostas grosseiras, muito menos ser posteriormente justificada pela própria empresa. O atendimento ao cliente merece mais respeito, profissionalismo e educação.

COMO SOLUÇAO A FRANQUIA DA CIDADE DE JOAO MONLEVADE, APOS JUSTIFICAR O ATO DE FALTA DE EDUCAÇÃO DA FUNCIONARIA, BLOQUEOU O INSTAGRAM, Impossibilitando ACESSO AO CONTEUDO, E PARA MIM DEIXANDO CLARO QUE PRIORIZA A FALTA DE EDUCACAO DO QUE A PRESENÇA DOS CLIENTES QUE RELATAM O QUE ACONTECE.

COMO Sujestão pode ser buscado na camera na data de hoje, o caixa, horario de 16:40 as 17:10.

Atenciosamente,
Heraldo Pereira da Silva
Heraldo Pereira da Silva

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de maio de 2026
O Glamour Diante do Algoritmo

O grande acerto do trailer de O Diabo Veste Prada 2 é mostrar que o filme não será uma mera repetição do clássico de 2006, mas sim uma colisão de eras. A prévia acerta em cheio ao situar a tradicional revista Runway no cenário atual, enfrentando o colapso do jornalismo impresso, a tirania das redes sociais e o avanço da inteligência artificial. Essa atualização contextualiza a narrativa na nossa realidade e justifica o retorno da evolução dos personagens é o motor que move o trailer. Ver Emily Charlton (Emily Blunt) não mais como uma assistente submissa, mas como uma executiva de sucesso de uma grande marca, cria uma inversão de dinâmica excelente. Ela agora bate de frente com os interesses comerciais de Miranda Priestly (Meryl Streep), provando que o mercado da moda mudou drasticamente e que as personagens evoluíram com som do pop moderno de Lady Gaga, o trailer entrega o equilíbrio perfeito entre o glamour nostálgico e a urgência corporativa atual. Ele deixa claro que, no mundo de hoje, o maior desafio de Miranda não é encontrar uma assistente perfeita, mas sim manter a relevância de seu império em um mundo governado por curtidas e algoritmos.
Stefano kerhart
Stefano kerhart

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de maio de 2026
Mais um caça níquel que o cinema produz. Nada de novo no front a não ser transformar a Miranda em uma pessoa dócil.
Taynara Santos falcao
Taynara Santos falcao

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de maio de 2026
Fraco infelizmente chato sem nada relevante o primeiro é infinitamente melhor. A velha mal abre a boca
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de maio de 2026
Enfim, foram exatos 20 anos após o primeiro filme estrear nas telas de cinema. E a indústria do cinema apostou na continuação com pitada de ficção. Sim, o primeiro “Diabo Veste Prada” foi baseado num livro narrando experiências verídicas.
A segunda versão de “O Diabo Veste Prada” quase não foi feita, visto que as atrizes principais Meryl Streep e Anne Hathaway relutavam com o projeto. Bom ressaltar que Meryl Streep não gosta de fazer continuação de filmes. Mas, anteriormente, ela fez uma exceção no musical “Mamma Mia”.
O resultado de participar ou não da edição de 2026 está lá, bem em frente à poltrona do espectador. Os mais saudosistas aplaudiram.
A tônica da película é investida em reviravoltas, lances de amor, controle, poder e com a onda gigante das tecnologias. Sim, Miranda Priestly está em crise com a avassaladora invasão do digital e da Inteligência Artificial.
De um lado, aguarda a promoção de seu chefe, Irv. Por outro lado, Miranda tem que se acostumar com as declarações de sua edição impressa da “Runway”, a qual está caduca. Que hoje, a preferência é de leituras fáceis, curtas e de acesso instantâneo. Uma executiva autoritária e despótica que se vê no recheio do sanduíche.
Enquanto isso, Andy (personagem de Anne Hathaway) é uma jornalista bem-sucedida. Dedicada ao jornalismo investigativo, ela está prestes a receber um prêmio durante um evento chique. Até que ela e seus companheiros de profissão recebem a notícia de que todos foram demitidos pelo celular.
Indignada, ela faz um discurso inflamado, mas não há o que fazer. Os acontecimentos e a realidade são mais líquidos, sem consistências, sem garantias. Até que Irv a “descobre”; a mesma pessoa e o mesmo superior de Miranda.
Miranda tem que lidar com uma matéria de sua revista, que elogiou algumas indústrias praticantes da exploração de mão de obra. Isso chama a atenção da publicidade. Não tendo opção, Miranda vai buscar uma grife, onde trabalha sua ex-assessora Emily (Emily Blunt). Andy percebe que a química entre as duas não é boa.
E tende a piorar: pois o namorado de Emily pretende comprar a revista. Além disso, Irv morre, seu filho Jay assume os negócios e manda uma equipe de consultores e especialistas para proporem mudanças na empresa, cogitando substituições de funcionários. A saia fica muito justa e, talvez, o emprego vai acabar.
Miranda busca a ajuda de Andy na intenção de que alguém concorrente aos planos de Jay e de Emily compre a empresa.
Enquanto assistimos a um vaivém rápido de diálogos e de viradas de mesa, percebe-se que a tirania, o exercício ilimitado de poder e as humilhações de Miranda são arrefecidos. Não desaparecem por completo, o que dá um tempero muito bom ao filme. Sua personalidade nesta versão adquire um toque suave, uma fragilidade escondida, mas que salta à tona durante a exibição.
Querendo provar sua capacidade, Andy sobressai com desenvoltura, não abandona sua chefe. Atura tudo. Joga com ela. Aposta. E também aposta no amor em que diálogos menos ásperos, mas não menos ágeis dão interesse ao filme.
Injustiçado e humilhado por Miranda, Nigel (vivido por Stanley Tucci) tem sua redenção no momento mais crucial de Miranda, a qual foi convencida pela habilidade e percepção de Andy. Uma troca de favores, já que dentro do filme, Nigel faz uma importante revelação a Andy.
Duas horas agradáveis: as locações na Itália são belíssimas e é bom rever certos ícones por alguns instantes como Donatella Versace ou Lady Gaga, que faz uma boa apresentação boa de sua música dedicada ao filme.
Há momentos de comédia e também de aventura e tensão. Embora retrate a tendência atual de que tudo é inesperado, digital e de que as coisas não são o que realmente são, “O Diabo Veste Prada 2” descortina essa incerteza que as tecnologias digitais trouxeram e impactam no mercado.
Como não podia deixar de ser, as roupas e afins possuem ótima elegância e bom gosto. Tanto Meryl quanto Stanley acertam em cheio e servem de modelo para quem quiser investir ou quem gosta de estilo.
O roteiro tem sua sabedoria, impedindo aquela fatalidade de que a segunda versão é pior do que a primeira. Prima por sua independência e autenticidade. Só nos lembramos que se trata de uma continuação por causa dos atores e, num certo instante, na audição de Madonna.
A película acerta em discutir temas delicados como o tradicionalismo do jornalismo e sua transformação, a invasão das tecnologias digitais, o acesso à moda para poucos, a relação de trabalho efêmera e sem compromisso para toda “a eternidade”.
Ademais, para quem trabalha em empresas, a identificação é imediata: aspereza, reuniões longas e pouco agradáveis, puxadas de tapete, reorganização ou realinhamento da empresa, entre outros elementos.
A leveza do roteiro e a aposta nos personagens originais garantem uma ótima diversão sem tédio ou repetição. Cada personagem tem sua autoafirmação proclamada e evidenciada, não ficando preso à primeira edição. Uma habilidade digna de se destacar.
E outra coisa importante: a condução e o desenvolvimento da história pelas duas horas de duração fazem e até superam o questionamento de valer a pena o ingresso. Voilà, cherie!
ISABEL TEIXEIRA
ISABEL TEIXEIRA

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de maio de 2026
Filme chato e cansativo...me causou sono...muito longe das situações cômicas pesada ...não recomendo
Geziele P.
Geziele P.

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1,0
Enviada em 20 de maio de 2026
História muito fraca. Cenas sem nexo e contexto...
Sabe aquela sensação: que horas vai começar de verdade?!
Milton Ribeiro
Milton Ribeiro

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de maio de 2026
O diabo veste Prada 2,e uma sinopse atualizada do numero 1, gostei das tramas que continua existindo nas grandes corprações, Nada esta perdido, tudo vale quando e a grana, satutus, poder e dinheiro esta em jogo, nada diferente do mundo real, que não estamos habituados a ver como reles mortais das classes menos favorecidas.
Roberto P.
Roberto P.

44 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de maio de 2026
Ótimos atores, mas o roteiro é fraco! Chega a ser um desperdício um elenco tão bom, mas as falas tão fracas! Não gostei!
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