O Diabo Veste Prada 2
Média
3,8
363 notas

94 Críticas do usuário

5
24 críticas
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Leandro M.
Leandro M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de agosto de 2026
Nossa havia esquecido o quanto o primeiro filme já era ruim. Assisti o segundo com minha namorada, péssimo! As atuações fracas, os diálogos rasos, uma frescuragem, e a personagem evoluiu NADA em todo esses 20 anos, continua imatura, e dependente emocional. Não recomendo nem ao meu pior inimigo.
Maria Eduarda Gretter
Maria Eduarda Gretter

6 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2026
O Diabo Veste Prada 2 consegue resgatar a essência do primeiro filme ao mesmo tempo em que apresenta uma nova fase para seus personagens. Para quem cresceu assistindo ao clássico de 2006, a sequência desperta um forte sentimento de nostalgia e mostra que ainda havia espaço para contar uma boa história nesse universo.

Um dos grandes destaques é o elenco. Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci retornam com a mesma química e carisma que marcaram o primeiro filme. É impossível não perceber o profissionalismo de todos: o tempo parece ter jogado a favor do elenco, que envelheceu muito bem e entrega atuações naturais e convincentes.

Diferentemente do primeiro longa, que equilibrava a vida profissional de Andy com seus conflitos pessoais, esta sequência concentra muito mais sua narrativa no universo da moda. O filme explora os bastidores da indústria fashion, as mudanças do mercado editorial e os desafios de manter uma revista de prestígio relevante em tempos de transformação.

O principal conflito gira em torno do futuro da revista Runway. A possibilidade de sua compra adiciona uma camada dramática à história e levanta uma questão interessante: quem realmente é digno de dar continuidade ao legado construído por Miranda Priestly? Esse conflito funciona como o eixo central da narrativa e mantém o interesse do espectador até o final.

Mais do que uma simples continuação, O Diabo Veste Prada 2 é um reencontro com personagens que marcaram uma geração. O filme entrega elegância, boas atuações e uma boa dose de nostalgia, agradando especialmente aos fãs do original. Talvez não tenha o mesmo impacto revolucionário do primeiro, mas é uma sequência competente, envolvente e que respeita o legado da franquia.
Mafalda White
Mafalda White

9 seguidores 155 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2026
Se no primeiro vimos o glamour das revistas de moda, aqui inverte-se tudo. Infelizmente, temos o fim das revistas impressas, a luta do jornalismo por seu lugar ao sol e o fim do glamour. O filme mostra bem o que a tecnologia já está fazendo com a moda, o jornalismo e editoras. É até triste. Mas, elenco continua afinado, esbanjando graça.
César Maraschiello Vilela
César Maraschiello Vilela

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de agosto de 2026
Que filme, Além da narrativa mostrar a evolução e transformação do mundo e dos personagens desde o primeiro filme há 20 anos, mostrando a "desumanização" das coisas, por conta das mídias sociais e da tecnologia impactando a sociedade e nos abrigando a renascer e a sobreviver, o filme mostra a Redenção de Andy que no primeiro filme não conseguiu vencer aquele sistema frio e rude que reflete como o mundo era e o quanto a sociedade (as pessoas) tinham menos consciência de tudo naquela epoca... Nesse filme agora Andy com sua generosidade, fidelidade vence e faz a diferença, mostrando que apesar da mudança no mundo dessa vez o bem venceu e a sociedade está mais consciente e por um lado mais humana em outros aspectos! Chorei no final muito lindo!!!!
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 977 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de agosto de 2026
O diabo veste prada 2 aconteceu 20 anos após o primeiro filme e a direção seguiu com David Frankel e roteiro Aline Brosh McKenna, Lauren Weisberger. A trama segue após 20 anos, e acompanhamos Andrea (Anne Hathaway), que acaba sofrendo uma demissão em massa da sua equipe de jornalismo. Em meio ao desemprego, Andrea recebe novo convite para trabalhar novamente na antiga revista de moda, para publicar artigos para Internet. Porém, com o falecimento do dono da revista, todos começam a temer os rumos em que isso pode afetar, principalmente Miranda ( Meryl Streep) que segue como revisora chefe. Com grande risco de ser apenas uma volta nostalgia com interesses comerciais, pois bem sabemos que o mundo editorial de 2006 para cá mundou bastante; além do risco das atitudes de Miranda se tornarem anacrônica diante das novas realidades do direito do trabalho no mundo. Porém, a produção tomou o máximo de cuidado para isso, lógico que temos vários momentos que nos faz relembrar o primeiro filme e isso gera um grande nostalgia, mas o filme nao só fica nisso. Sabemos o risco, o roteiro procurou realizar algumas atualizações, a primeira e obvia foi mostrar que a revista física ainda existe, mas com poucos assinante e que se resume a publicações em redes sociais e a caça a like, cliques e divulgação. É perceptível que tanto Miranda quanto Nigel (Stanley Tucci) lamentam que a informação seja consumida de forma simples e rapida, desprezando todo o cuidado e preparo que o corpo editorial tem. O outro é o jeitao de Miranda, dessa vez mais ponderado, diante dos vazamentos e denúncias sobre o seu comportamento enquanto chefe. Isso fez frear o seu modo, mas a essência dela estava lá ainda, sendo que controlado. Além da crise que se instaurou na revista (nao apenas pela denúncias de assédio de Miranda), que fez a empresa adotar cortes de gastos, e Miranda viu os seus seus luxos diminuírem. Porém, o filme mostra uma Andrea mais experiente profissionalmente, mas ainda com seus medos ( mesmo nao trabalhando tao diretamente para Miranda). Nesse aspecto, Miranda ainda funciona como um razão fria e Andrea com emoção. Mas creio que a personagem de Andrea foi desenvolvida com alguns problemas, entre eles, a questão amorosa, quando decidem colocar como solteira no começo do filme (ok aí ) e do nada inserem um personagem, que pouco tenmm aprofundamento ou química (ate mesmo com a história em geral) e no final acabam se dando certo, com base de uma cobrança zero un do outro. Parece que quiseram atualizar até os relacionamentos amorosos. O outro é sobre os rumos exatos de Andrea: se vai escrever um livro sobre as maldades de Miranda há 20 anos atrás, se fica apenas por um tempo na revista de moda ( e isso fica repetitivo). Ao menos, o roteiro seguiu sabendo aproveitar o personagem Nigel, com seu humor afiado e estava ali para ser um braço direito de Andrea. Gostei tbm da volta de Emily ( Emily Blunt) que seguiu carreira diferente, mas que estava casada com um ricao. Inclusive o lado "antagonista" veio dela ao tentar comprar a revista e demitir Miranda. O filme tbm ganha bons contornos ao adentrar no drama, quando coloca a ideia de que todos estamos sujeitos a falhas, que isso e humano e é o que nos torna fascinantes. Por curiosidade , o filme segue trazendo alguma celebridade, dessa vez foi Lady Gaga. No mais, a sequência foi interessante e necessária pois atualizou as dinâmicas da moda e editoriais, além do mundo corporativo. Ainda soube dosar bem o lado nostálgico, mas nao deixou de ser bem humorado e dramático quando foi necessário.
Lívia Valeriano
Lívia Valeriano

21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de agosto de 2026
Tão bom quanto o primeiro!!
Causa várias emoções, além da nostalgia!!
Vale e muuuuito a pena assistir. Não entendi a nota tão baixa aqui..
Sebastian Silva
Sebastian Silva

7 seguidores 107 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de agosto de 2026
Sinceramente eu esperava muito mais. O filme prometeu muito no marketing e entregou um filme de Sessão da Tarde sem nenhum impacto forte.

Se passaram 20 anos, mas a personagem da Anne Hathaway parece que não amadureceu em nada. A Andy continua a mesma trouxa que viraria o mundo pela Miranda, até parece que aprendeu nada no primeiro filme nem no decorrer desses 20 anos.

A Miranda é a personagem que dá título ao filme, mas nesta vez o título ficou até desconexo. A personagem ficou boba. spoiler: Se ela queria tanto ser a chefe, onde está a ganância? É algo que eu esperava dela, mas ela não a demonstrou em momento nenhum.
Como podemos chamar este filme de continuação se nem o título cabe mais?

A Emily foi a única personagem que mudou um pouquinho, mas mesmo assim não me agradou. Podiam ter feito ela mais excêntrica e arrogante para tomar o trono e ser O NOVO DIABO QUE VESTE PRADA, mas nem tentaram.

Eu entendi que a intenção do filme era spoiler: mostrar como os jornais e revistas de modas tiveram que se adaptar à geração da internet, mas isso foi demonstrado de uma maneira tão superficial e pouco impactante que nem dá para sentir que foi um arco com começo, meio e fim.
Lady
Lady

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de agosto de 2026
O filme trás a nostalgia e demonstra bem a mudança da revista e do modo de ler e consumir conteúás reflexões sobre mudanças e tradições, como por exemplo também as revistas físicas para as digitais.
Algumas coisas são tratadas de forma um pouco mais corrida sem se aprofundarem muito, como por exemplo a entrevista que a Andy consegue.
Filme ótimo para assistir no fim de tarde em um fim de semana com a familia
Vinicius Monteiro
Vinicius Monteiro

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de julho de 2026
Retornar a um clássico é sempre arriscado, e "O Diabo Veste Prada 2" acaba tropeçando ao tentar equilibrar o conforto da nostalgia dos anos 2000 com a urgência de debater a crise da mídia impressa. O que se vê na tela é um filme com crise de identidade, conduzido por uma direção burocrática que parece mais preocupada em cumprir metas de engajamento do que em apresentar uma visão ousada. Esse receio de arriscar se reflete imediatamente no visual da continuação: a textura e a energia caótica de Nova York do longa original dão lugar a uma fotografia digital polida, estéril e sem vida, transformando os luxuosos e opressores corredores da Runway em cenários inofensivos, genéricos e pasteurizados.

No roteiro, o problema se aprofunda com uma estrutura de "soft reboot" que recicla os exatos mesmos conflitos do passado, ignorando que as personagens estão em momentos de vida diferentes. A promissora premissa sobre o colapso do mercado editorial na era digital, envolvendo inteligência artificial e redes sociais, é tratada de forma superficial e quase caricata, esvaziando a crítica. Além disso, o ritmo do filme sofre uma queda brusca no segundo ato, quando a necessária tensão corporativa cede espaço para negociações contratuais enfadonhas e subtramas românticas sem química, culminando em resoluções convenientes demais. A obra parece não saber que tom adotar, flutuando desajeitadamente entre a comédia ácida e o drama melancólico.

O maior desperdício, no entanto, está no uso do seu elenco estelar. A eletricidade inegável entre Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt desapareceu, substituída por interações que soam ensaiadas e frias. O roteiro cometeu um erro grave ao tentar humanizar Miranda Priestly, reduzindo a editora implacável e aterrorizante a uma executiva exausta, o que tira todo o peso de sua autoridade. De forma semelhante, o enorme talento de Emily Blunt é subutilizado em uma personagem que parou no tempo, repetindo as mesmas queixas amarguradas de vinte anos atrás como puro alívio cômico reciclado. Como os novos rostos da revista também não trazem carisma, fica evidente que a química brilhante ficou restrita ao passado.

No fim das contas, a continuação se revela uma vítima de sua própria herança, preferindo a segurança comercial de reciclar dinâmicas antigas a entregar uma visão analítica sobre o jornalismo contemporâneo. Ainda assim, a relação do espectador com grandes marcos da cultura pop é muito particular. Apesar de todos os defeitos estruturais e do roteiro indeciso, a obra pode funcionar perfeitamente para quem busca apenas o abraço reconfortante da nostalgia e o reencontro com rostos queridos. Relevar essas falhas é possível, e vale a pena conferir o filme para tirar as suas próprias conclusões.
MC Minions
MC Minions

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de julho de 2026
Muito ruim!! Deveriam ter parado no primeiro filme. Uma sequência desnecessária! Roteiro sem pé nem cabeça.
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