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Edmar Monte
1 crítica
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2,0
Enviada em 5 de maio de 2026
Considero o filme muito ruim!!! Quem esperava ver "O Diabo", Miranda em ação, não chegou nem perto já que o filme mostra que no momento atual que vivemos não há espaço para Assédio Moral, Discriminação de qualquer tipo, raça, gênero ou até mesmo aparência. Minha expectativa era ver a Miranda em ação, a "graça do filme", ficção, estava nos seus assédios, daí o nome "O diabo veste prada"
Adorei o filme, mas o roteiro não fez sentido pois era sobre o novo cargo aí depois de pouco tempo era salvar a runway mas, o resto está tudo ótimo os figurinos, elenco e etc.
Continuação de sucessos raramente chegam no nível do primeiro. E esse filme não foi exceção. Figurinos, musica, cenários, tudo ok. Mas não me convenceu uma Miranda fraca, uma Andy que ainda parecia uma recém formada querendo agradar, um Nígel que continua na sombra e uma Emily que oscila entre ser uma vilã e tentar ser engraçada, não conseguindo nenhum dos dois. No mais, um ritmo frenético que torna tudo muito raso, impedindo a conexão com os personagens. Ainda assim, mesmo decepcionante, valeu pela nostalgia. Mas só.
É um bom filme, não é incrivel e surpreendente, mas vale a pena assistir. Ao longo do filme vc dá varias risadinhas. É basicamente uma repetição do filme 1, em outro cenário e história, pq é sem emoção e sem momentos marcantes como o 1º. Mas gostei.
Está versão não deixa nada a desejar para a primeira. O que foi uma grata surpresa. A Miranda está impagável tentando se adaptar ao politicamente correto. Vale a pena assistir, fiquei feliz por ter ido.
Chega com aquela missão delicada de justificar sua própria existência depois de duas décadas e, surpreendentemente, consegue. Ao invés de só viver de nostalgia, o filme tenta atualizar seu olhar, trazendo discussões sobre jornalismo, tecnologia e o novo consumo da moda, tudo embalado por um tom mais maduro.
Ao mesmo tempo, sabe exatamente quando voltar para o conforto do que já funcionava. O reencontro com o elenco é onde tudo ganha vida, com uma química que segura boa parte do filme mesmo quando o roteiro resolve abraçar mais ideias do que consegue desenvolver.
E esse é o ponto: quanto mais tenta crescer, mais se perde em camadas que nem sempre vão pra frente. Ainda assim, é difícil não se deixar levar. No fim, funciona como uma sequência que entende seu tempo e sabe que estilo e presença ainda contam muito.
A continuação do fenômeno de 2006 entrega exatamente o que se espera — nem mais, nem menos. O filme aposta forte na nostalgia, trazendo de volta o universo da moda e personagens marcantes, mas sem o mesmo frescor que fez o original se destacar. O maior trunfo continua sendo Meryl Streep, que mantém presença e autoridade em cena, ainda que sua personagem não evolua tanto quanto poderia. Já o retorno de Anne Hathaway e Emily Blunt funciona mais como um agrado ao público do que como um desenvolvimento realmente necessário para a história.
O roteiro tenta se atualizar com temas contemporâneos — redes sociais, influência digital e mudanças na indústria da moda — mas faz isso de forma superficial, sem a mesma crítica afiada do primeiro filme. Em alguns momentos, a narrativa parece repetir fórmulas já conhecidas, o que dá uma sensação de previsibilidade.
Visualmente, o filme continua com certo charme, figurinos bem trabalhados e direção competente, mas isso não é suficiente para compensar a falta de impacto emocional mais forte.
É um filme agradável e bem produzido, que diverte e cumpre seu papel, mas dificilmente alcança o status do original.
Não dou 1 estrela, pela nostalgia, é muito legal rever personagens que marcaram tanto, como estão atualmente, mas a história é fraca, a Miranda que era um personagem icônico, destemido e forte, agora se apresenta totalmente diferente, tirando a identidade dela, a deixando mais maleável, oq não me agradou e acredito que mtos também não curtiram, enquando a Andy continua agindo como a estagiária que quer salvar o mundo, como se tudo ela pudesse resolver, como se precisasse dar jeito em tudo, onde vimos no 1, que não é bem assim. O final é previsível, ja esperávamos que ela desse o jeito em tudo. Filme previsível, história fraca e sem emoções. A própria nova relação da Andy foi super rasa, sem aprofundamento, sem que pudéssemos nos conectar com o novo o personagem, algo mto por cima. Vale a pena assistir pela nostalgia, mas sem expectativas, pois é apenas, mais do mesmo.
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