Minha conta
    10 anos de Game of Thrones: 5 piores momentos da série que todo mundo gostaria de esquecer
    Por Nathalia Jesus — 15 de abr. de 2021 às 17:15

    Estrelada por Kit Harington, Emilia Clarke, Lena Headey e Sophie Turner, a série da HBO foi o assunto principal na sessão de terapia de muitos fãs.

    Game of Thrones é merecidamente considerada como uma das melhores séries da última década. Apesar de seu desfecho decepcionante, o seriado da HBO entregou momentos memoráveis ao longo das dez temporadas, mas também não podemos esquecer das vezes em que fomos surpreendidos de forma negativa. Por isso, o AdoroCinema trouxe uma lista com algumas situações que gostaríamos de esquecer que existiu, pelo bem das nossas sessões de terapia.

    Tortura de Theon Greyjoy

    Acreditem, a redatora que vos escreve teve calafrios só de imaginar o título desse parágrafo. Todos concordamos que Theon Greyjoy (Alfie Allen) era um pupilo arrogante e insuportável da família Stark, certo? No entanto, o personagem não merecia ter passado por tantas crueldades realizadas pelo vilanesco governante Ramsay Bolton (Iwan Rheon), embora fosse esperado que esse seria o possível resultado na vida de quem cruza o caminho de uma família cujo símbolo da casa é um homem esfolado.

    Theon Greyjoy perde as unhas, o pênis e a dignidade durante sua estadia como prisioneiro dos Boltons, e se isso é difícil para nós assistirmos, imagina para Alfie Allen realizar? O ator chegou a relatar que as cenas o fizeram desenvolver estresse pós-traumático, devido à gravidade das situações e a dificuldade de interpretar um momento tão brutal.

    Cenas de estupro

    Apesar de ter um grande elenco composto por mulheres — muito fortes e cheias de personalidade, por sinal — Game of Thrones teve muitas cenas desconfortáveis tanto para o público feminino quanto para as próprias atrizes, de acordo com o triste relato de Emilia Clarke. As excessivas cenas de estupro marcaram a série de forma negativa, a começar pela primeira temporada, logo no início, quando Daenerys Targaryen é estuprada pelo novo marido Khal Drogo (Jason Momoa), a qual foi vendida e não conseguia se comunicar devido á barreira de idioma.

    Outros momentos desprezíveis de sexo forçado acontecem ao longo de Game of Thrones, como no velório de Joffrey (Jack Gleeson), em que a Cersei (Lena Headey) é estuprada pelo irmão Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) na frente do cadáver do filho. Posteriormente, os criadores do seriado mostram que claramente não aprenderam nada com as críticas quando incluíram a cena de Sansa (Sophie Turner) sendo estuprada por Ramsay enquanto Theon assiste a irmã de criação sofrendo abuso sexual.

    Morte de Shireen Baratheon

    mortes como a execução de Ned Stark (Sean Bean) e momentos como o Casamento Vermelho que, apesar de perturbadores, foram importantes como fio condutor da narrativa contada nas temporadas seguintes. Mas e quando as cenas brutais são violências muito expositivas e desnecessárias para o enredo? É exatamente o que aconteceu quando decidiram matar Shireen Baratheon (Kerry Ingram), uma criança dócil e generosa que foi queimada viva pela sacerdotisa Melisandre (Carice van Houten), como sacrifício para que Stannis (Stephen Dillane) conquistasse o trono. Por fim, a cena não teve serventia a longo prazo, apenas serviu para nos traumatizar com os gritos da menina enquanto o fogo consumia sua pele. E a pergunta que fica é: precisava mesmo disso?

    Missão para capturar os Caminhantes Brancos

    Bom… esse não é um momento brutal ou traumático de alguma forma, mas é simplesmente estúpido. O ingênuo Jon Snow (Kit Harington) uniu aliados para irem até o norte capturar um “zumbi” (pessoa morta que volta à vida pelos poderes dos Caminhantes Brancos), e essa foi uma decisão burra em muitos sentidos. Primeiramente, ele queria levar um desses seres para o Porto Real, para mostrar a Cersei que eles existem e são grandes ameaças ao reino, porém a monarca não se importa com o povo ou o reino, desde que seu irmão e filhos estejam salvos.

    Além disso, esses zumbis não andam sozinhos e essa informação não foi considerada no “grandioso” plano que perdurou muitos episódios. A falta de planejamento inteligente levou Jon Snow e seus colegas a serem encurralados por mortos-vivos em um bloco de gelo e só sobreviveram porque Daenerys existe. Além de se prejudicarem, a missão suicida fez com que um dos dragões da Khaleesi fosse morto pelo Rei da Noite. Fizeram tudo errado e ainda deram um dragão de brinde para um dos maiores inimigos anunciados na série.

    Coroação de Bran Stark

    Considerado um dos piores finais de série de TV, é claro que não deixaríamos de mencionar essa amarga decepção! Game of Thrones foi construído magistralmente com muitos plot twists, redenção, violência, guerras e ações inteligentes de governantes maquiavélicos. O que poderia dar errado, não é mesmo?

    A última temporada da série da HBO ignorou toda a história que vinha contando ao longo dos anos e descartou em prol de um final desagradável e surpreendentemente ruim. Após a morte de Daenerys pelas mãos de Jon Snow, um novo rei foi escolhido para assumir o trono de Westeros. E essa pessoa era a mais inimaginável: Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright). Isso mesmo, o Corvo de Três Olhos que pouco se interessava por questões políticas e era apático demais para garantir um governo mais humano para outras pessoas. Game of Thrones terminou aos destroços e seu desfecho foi marcado pelo o que os fãs consideraram como preguiça.

    facebook Tweet
    Links relacionados
    Pela web
    Comentários
    Mostrar comentários
    Back to Top