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matenai plantas
1 crítica
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0,5
Enviada em 23 de dezembro de 2025
Achei nojento e me assusta que as pessoas romantizem um relacionamento pedo de um adulto com uma criança de 12 anos. Não acho nem um pouco normal isso, me embrulha o estômago
Natalie Portman já mostrava que era baita atriz mesmo jovem entregou uma atuação foda, o filme é muito bom um clássico de ação mas ficou datado pela sexualização infantil que o diretor fez mas enfim bom filme Nota:
Gostei do filme. Há uma parte é polêmica, não dá pra ignorar totalmente uma sexualização exagerada de uma jovem, mesmo que em dentro de um contexto. Mas a história do filme é ótima, atuações magníficas. Os dois personagens, o matador experiente e a menina querendo vingança, se completam de uma forma maravilhosa. E, conseguiu acertar e muito no final, com o desfecho sendo uma cena absolutamente marcante.
O filme transcende os limites do gênero ação, oferecendo uma boa história profunda, que, ao decorrer do filme, nos emociona também, nos fazendo refletir sobre a natureza humana. O filme mostra que até mesmo os personagens menos prováveis de ter um bom desenvolvimento e desempenho são capazes de ter profundidade e complexidade, explorando as suas emoções e conflitos internos de forma surpreendente.
Filme envolvente, violento, com elenco estrelado, bem conduzido e com ótima trama. Você vai se envolver e torcer pelos personagens principais, porque é um filme que te surpreende. Com ótimo ritmo e com ótimo desfecho, assim é O Profissional. Filme que envelheceu bem e não perdeu suas virtudes com os anos. Pode assistir, porque vai gostar com certeza.
O filme "O profissional" de fato é um clássico do gênero ação dos anos 1990, mesmo tendo poucos minutos de telas dedicados a isso. Entretanto, poderia ser mais bem lembrado se não fosse o seu mal envelhecimento no decorrer do tempo. Aqui encontramos brilhantemente Jean Reno e a atriz mirim Gary Oldman, que se diga de passagem: foi o filme que fez sua carreira em Hollywood deslanchar. É inegável como o roteiro conseguiu amarrar muito bem o inicio e final de cada ato do filme de forma brilhante e mostrando como o desenvolvimento afetivo foi crescendo com o passar da história. O ogro sem jeito, matado profissional que não sabe ler e não tem traquejo com o lado carinhoso e do outro lado uma adolescente de 12 anos, carente, órfã, querendo vingança pela sua família assassinada ( especificamente o seu irmãozinho). Existe um boa química até aí, porém erram a mão ao tentar sensualizar a figura da personagem da Matilda. Poderiam colocar uma atriz mais velha para isso ou simplesmente evitar , pois não trouxe nada a acrescentar no filme. O pior que não houve um "arrependimento" ou algo claro para que notássemos que a Matilda na flor de sua puberdade percebesse que o carinho oferecido pelo profissional fosse fraternal, de pai, de família mesmo. Uma pena, pois o resto do filme tem seus erros como alguns clichês aqui e outros ali, mas no geral ( tirando toda essa parte constrangedora) foi bom.
É sério que esse filme tem todo esse cartaz? Pelo amor de Deus. Tem uma criança num contexto sexualizado. Qual a necessidade disso? Se tirasse a responsabilidade dessa criança de ter que se envolver num mundo adulto com todas as suas taras, seria um bom filme. Mas achar que isso tá tudo bem e sugerir a relação sexual e amorosa de um adulto com uma criança?! Colocando-o na defensiva e ela como a personagem que provoca? Pelo amor de Deus. Quando que isso vai ser normal? Me assusta que alguém ache isso, aceite isso.
O filme é bem feito? Sim. Porém isso não o exime de ter cenas implicitamente voltadas para a sexualização de uma criança (a personagem Matilda tem apenas 12 anos e a própria Natalie Portman fez o filme com 13 anos), e para a relação incômoda de um adulto com ela, que se sente atraído por sua infantilidade e que deseja nitidamente a menina. Ela, que passou por tantos traumas, violência extrema, carente de atenção, confusa e vulnerável, se sentindo faminta por segurança, atenção vingança e proteção a qualquer custo, provoca a atenção masculina dele. E a atitude dele, o torna sim, uma pessoa voltada para a tendência pedófila. Uma pessoa normal nem cogitaria tal contexto. Sentiria nojo e repulsa e a afastaria sem o menor esforço. Normalizar e justificar isso é mais nojento ainda, como vi em várias opiniões aqui. É um pedófilo sim, mesmo sendo um adulto infantilizado. E o Luc besson reflete toda a sua mente torta nesse roteiro, que aliás foi bastante modificado porque o original, extremamente doentio e claramente pedófilo não seria aprovado. Olhe aqui em O ROTEIRO CENSURADO DE LEON - O PROFISSIONAL com críticas sobre a visão original de Luc Besson. (https://www.youtube.com/watch?v=bTkdCK2vVn8). Esse cineasta tem diversos problemas com a temática, já foi acusado de estrupo e teve uma relação aos 31 anos com uma jovem de 15, que engravidou aos 16. Então, não é de se estranhar que ela tenha trazido para sua obra toda a natureza de uma aparente normalidade sobre relacionamentos dessa natureza. Me incomoda muito que a gente se sinta obrigado a valorizar algo bem feito do ponto de vista técnico e da atuação, se o conteúdo apoia/sugere comportamentos que defendam algo criminoso e a/imoral. Eu me recuso a achar isso normal e sadio. Fica aqui minha opinião e protesto. Assistam cientes do quão tortuosa pode ser a alma humana e tirem lições se possível.
Uma verdadeira obra prima, os 3 personagens principais entregam tudo que o roteiro pede, o filme transita entre um humor sutil e inocente, um humor sádico, violência e ação, fazendo isso com extrema maestria, ambientação, produção, figurino, personagens secundários, perfeitos tanto na atuação quanto na caracterização. Filmaço.
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