Uma Batalha Após A Outra
Média
3,1
548 notas

217 Críticas do usuário

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Jackson Maldonado
Jackson Maldonado

37 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2026
Duvduvjsjsjdjdjdjdjdkdkdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjdjrjjdjdjdjddjdjdkkdkfkfkfkfkfkfkfkfkfk
Rivanir Castro
Rivanir Castro

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0,5
Enviada em 25 de julho de 2026
Simplesmente terrível, antigamente se escrevia histórias boas e depois adicionava alguma crítica com fundamento e específica. Esse filme não tem nenhuma história, simplesmente juntaram um monte de tentativas de "lutas" mas sem nenhuma lógica, o que acaba atrapalhando qualquer reivindicação, porque são vazias. E pior ainda as pessoas têm medo de falar o real pra não se queimarem com a imprensa. Triste onde chegamos com essa disputa estúpida!!
Lael Reis
Lael Reis

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0,5
Enviada em 24 de julho de 2026
Esse filme sem dúvidas é muito ruim, não aguentei ver tudo, pois é muito enfadante, sem carisma, uma trilha sonora ruim, uma mensagem chata, e que não se consolida.
Cadin Cadin
Cadin Cadin

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de julho de 2026
Excelente, mto tempo tempo nao via um filme com atores de renome e realmente juntando com uma produção ótima o resultado geralmente é a excelência 
Moisés Santos
Moisés Santos

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 24 de junho de 2026
O pior filme que eu já assisti de Di Caprio. Mas pra ganhar o Oscar hj em dia precisa lacrar né. Infelizmente o cinema acabou. Incrível é a crítica do Adoro cinema dar uma nota pra isso.
Assuero Breckinridge
Assuero Breckinridge

1 seguidor 39 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de junho de 2026
Há uma frase popular muito interessante que diz "você só vê o que quer ver". Se quisermos ser um pouco mais técnicos, podemos chamar isso de viés de confirmação. Quando esse viés é quebrado, uma reação violenta é desencadeada, chamada de dissonância cognitiva. Esse sentimento é muito poderoso e desconfortável. E nos empurra em direção a justificativas que, se não falsas, são incoerentes. Um mecanismo de defesa primitivo.

É de impressionar qualquer um o fato de que o uso de drogas recreativas (vamos chamá-las de psicoativas para facilitar) está incomodando o público brasileiro. Precisamos perguntar: é só isso que veem? Não conseguem analisar o filme sem esse desconforto emocional relativo a maconha? Não conseguem largar o viés conservador por duas horas para ver o filme? Uma batalha após a outra é um filme riquíssimo. Não é um filme político. Não é um filme anti-capitalista (na verdade, está mais próximo do contrário). Não é um filme de apologia às drogas (não conseguem enxergar o drama do personagem e como isso enriquece a história? Em que mundo estamos?). Não é um filme cômico para atacar a direita. Então, vamos dar o papo reto. Uma batalha após a outra conta a história de uma garota com um passado comprometido. Sua mãe a largou e sua paternidade é incerta. Sim, o filme é sobre isso. Aborda um conflito de pertencimento familiar e uma jornada pelo verdadeiro pai dela. DiCaprio é um pai tranquilo e preocupado. Faria tudo por ela. O outro é um verdadeiro monstro, um neo-nazista. Pode parecer difícil de ver, mas o filme tenta nos convencer do quanto NÃO precisamos de movimentos revolucionários precipitados, sugerindo que a paternidade de uma garota é mais importante. Ela é o centro. A violência revolucionária está sendo, sem dúvida, detonada, esmagada e desacreditada. A mensagem: se é disso que precisamos, estamos perdidos. Acho que devemos frisar de novo: esse não é um filme político, portanto não considerar assim é prudente e responsável. Se doer por causa de uma questão de drogas mal compreendida não é lúcido. Uma análise concisa requer cuidado e paciência para que a pessoa não siga uma estupidez. É por isso que a autoilusão é tão convincente. Não se pode mais questionar, nem mesmo em um filme. Filmes são obras sociais e, portanto, possuem críticas. Mas são críticas inteligentes que precisam de um tempo para serem processadas. E um viés de confirmação é tudo de que um cineasta brilhante como Paul Thomas Anderson não precisa. Entender e reconhecer esse fato é mais inteligente do que vociferar ideias fruto da dissonância, que, segundo psicólogos, é um defeito de raciocínio comum. E, quando se perde o fio da meada, só o orgulho fala. Uma batalha após a outra, por sinal, foi aclamado pelo público do ocidente capitalista. Mas, de novo, nenhuma análise se sustenta se você não estiver disposto a ver o que foi intrincadamente elaborado. Ou se abster da pretensão de análise quando a coisa explode. Não há mal nisso. É saudável. Mas, cabe dizer, Freud já sabia.
Alan
Alan

18 seguidores 376 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de junho de 2026
A organização revolucionária inventada por Paul Thomas Anderson não ficou convincente, talvez por não ter um referencial histórico ou por ser muito inverossímil para a realidade atual ou pelo tom cômico do filme. A trilha sonora principal também é ruim, e o personagem de Leonardo Di Caprio é muito histérico. Mas pelo menos o filme é agitado e tem boas cenas de ação. Destaque também para a boa atuação de Sean Penn. O filme Pecadores é melhor e talvez merecesse o Oscar.
Juliano Rufatto
Juliano Rufatto

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de maio de 2026
Esse filme é um belo jeito de disperdiçar 2h40 da própria vida. A história não tem pé e nem cabeça, os personagens são caricaturais, há lapsos na história dos personagens (que fim levou Perfídia?) e até mesmo a mensagem que tenta ser enfiada goela abaixo saiu deturpada. Que decepção!
Chato de bosta
Chato de bosta

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de maio de 2026
Criei essa conta por causa desse filme!!

Só pra vir aqui e falar NÃO ASISTAM!!

Filme ruim, militante, se fosse bem feito, qq causa vale, mas mostra que os militantes são uns bandos de drogados e com “cérebros fudidos” (palavras do personagem do Leonardo di Caprio). Mostra que tem “uma Sociedade Secreta que controla todos os poderes dos EUA”.

Sean Pean, um personagem caricato e com tanto tique forçado que parece um dos Trapalhões, se tivessem colocado o Sargento Pincel, passava mais credibilidade.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

28 seguidores 533 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de agosto de 2026
"Uma Batalha Após a Outra" apresenta uma abordagem intrigante ao unir comédia negra e action-thriller, oferecendo ao espectador uma narrativa que promete ação e crítica social. Paul Thomas Anderson, ao adaptar o romance "Vineland", demonstra sua habilidade em extrair humor e angústia em um contexto profundamente relevante, abordando temas como autoritarismo e insegurança.

A atuação do elenco, com estrelas como Leonardo DiCaprio e Sean Penn, é um dos pontos altos do filme, proporcionando uma dinâmica interessante entre os personagens. As performances são convincentes e ajudam a construir a tensão necessária para uma história que lida com dilemas morais e a luta contra a opressão.

Contudo, a complexidade do material de origem pode não ser totalmente acessível a todos os espectadores, levando a momentos em que o enredo pode parecer sobrecarregado. Embora o filme tenha suas qualidades, seu ritmo irregular e algumas transições abruptas entre os momentos cômicos e os de ação podem desviar a atenção da mensagem central, gerando uma experiência um pouco fragmentada.

"Uma Batalha Após a Outra" se destaca como uma obra ambiciosa, refletindo as inquietações contemporâneas, mas pode deixar alguns espectadores desejando um pouco mais de coesão na narrativa.
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