Uma Batalha Após A Outra
Média
3,1
528 notas

210 Críticas do usuário

5
32 críticas
4
28 críticas
3
15 críticas
2
14 críticas
1
43 críticas
0
78 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Rodrigo Silva
Rodrigo Silva

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de março de 2026
O Oscar errou feio. Pronto, falei. Não dá pra engolir que Uma Batalha Após a Outra tenha levado Melhor Filme, e ainda por cima 6 estatuetas numa noite. Sério, o que exatamente as pessoas viram nisso tudo? Porque eu, sinceramente, não vi nada que justificasse esse nível de aclamação.
O Leonardo DiCaprio interpreta um ex-revolucionário que volta à ativa pra resgatar a filha. No papel parece interessante, cheio de drama… mas na prática? Zero impacto. Ele passa o filme inteiro com a mesma expressão, os mesmos trejeitos de sempre. Parece que tá no piloto automático, só cumprindo contrato. E o pior é que o resto do elenco acompanha, um monte de nome grande sem entregar absolutamente nada memorável. Sem química, sem energia, sem vida.
O filme não conta uma história, ele faz discurso. É praticamente um panfleto político disfarçado de cinema. Não é nem sobre ter posicionamento, isso vários filmes fazem muito bem, mas aqui é tudo jogado na cara, sem sutileza nenhuma. Os personagens não parecem pessoas reais, parecem porta-vozes. Cada cena soa como um sermão. Fica cansativo, pesado e, principalmente, chato. Muito chato. Daquele tipo que você fica pensando “cara, quanto tempo falta pra acabar isso aqui?”
Agora, quando você compara com Pecadores, aí bate até revolta. E o Michael B. Jordan? Entregou uma atuação absurda, intensa, daquelas que ficam na cabeça depois que o filme acaba. Ali tinha alma, tinha energia, tinha algo real sendo dito.
E perdeu pra quê? Pra um filme frio, calculado, que parece mais preocupado em parecer importante do que em realmente ser bom.
No fim, pra mim, Uma Batalha Após a Outra entra fácil na lista dos piores vencedores de Melhor Filme da história. E Pecadores foi, de longe, muito, mas MUITO melhor.
jrnilton
jrnilton

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de março de 2026
Achei uma bosta. Lacração total que mostra a rotina e a vida de um revolucionário inútil e coloca o general como um homem branco machista. A única coisa que salva é atuação do Sean Penn.
Jorge Basilio
Jorge Basilio

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de março de 2026
O cinema de Paul Thomas Anderson não é um cinema de confirmação de valores, é um cinema de fricção, atrito. Então, se você lê no literal, parece absurdo. Mas, se você entra no simbólico, tudo muda. E, francamente, se for para falar no literal, Uma Batalha Após a Outra é "absolute cinema". Tem ação, comédia, drama, aventura, crítica política e social.

O personagem do Leonardo DiCaprio não está perdido, ele só já sacou que “chegar lá” é meio ilusório. Então, ele para de tentar se definir e só… vai. A identidade nos filmes de PTA está sempre sendo confrontada pelo absurdo do sistema que vivemos, como acontece em seus filmes anteriores, como em Magnolia, por exemplo.

De Boogie Nights a Magnolia, era gente desmoronando. Agora, "segue o fluxo". Porque, mesmo num mundo onde tudo virou performance, os personagens dele continuam buscando algo quase que ingênuo: amor, pertencimento, reconhecimento, redenção… qualquer coisa que diga “você é alguém”. Só que essa promessa nunca se cumpre completamente. E sobra um estado meio beckettiano... um tempo meio travado, tipo Esperando Godot, onde nada resolve, tudo apenas continua, revelando o absurdo. E PTA ri disso. Não pra aliviar, mas porque é um jeito de encarar a vida.

Essa leitura de “lacração” nem se sustenta muito. O filme é político, sim, mas porque o mundo já o é. A crítica, inclusive, aponta ele como um retrato direto da histeria política e social dos EUA hoje. E PTA faz isso com uma ironia magistral. A imagem dos “campos” de imigrantes não é mera analogia histórica, mas é um incômodo eco visual sobre como o poder trata quem considera descartável. Linguagem, não panfleto.

E a cena de sexo "estranha" que muita gente fala? É grotesca de propósito. PTA mistura poder, desejo e controle tudo bagunçado. Não é pra ser bonito, é pra incomodar mesmo, arte é para isso. O coronel é um supremacista branco com várias questões, e uma delas é fetichizar, de forma quase clichê, corpos negros e racializados. Perfidia sabe disso e se aproveita disso, e, no fundo ela é quem está subvertendo as lógicas de poder, e isso, claro, incomoda os conservadores. Seria alguma questão também? Ou seja, o coronel do Sean Penn não sai por cima, ele cai na própria armadilha, engolido por uma lógica que ele mesmo representa. É uma ironia fina, mas brutal (literalmente!).

No fim, é isso: quem dá nota baixa geralmente tá esperando um filme que explique tudo, organize tudo, entregue sentido pronto. Uma lógica "os vingadores", de blockbuster. Apesar do orçamento de blockbuster (dizem que foi de mais de US$ 130 milhões), PTA faz o oposto.

spoiler: A cena final é magistral e realmente me pergunto o que se passa na cabeça das pessoas para não entenderem a ironia fina, quando o coronel cai na própria armadilha e é engolido pela mesma lógica violenta que ele sustenta, morto por supremacistas brancos, o que ecoa a ideia de “pureza” que ele mesmo "rompeu" (segundo o grupo de homens brancos velhos do filme), sendo morto de forma simbólica, numa "câmara de gás": fina ironia histórica. Mas o motivo de não perceberem é bem simples: vão assistir esperando um filme "de ação", com explicação mastigada, quando PTA trabalha com sugestão e camada. Sem repertório histórico e leitura simbólica, passa batido mesmo.


Ele deixa aberto. E é exatamente por isso que fica. O final é maravilhoso, e a cena de reencontro, ótima, ótimas atuações.
Rodrigo Cavalcanti
Rodrigo Cavalcanti

3 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 17 de março de 2026
Muito ruim , nem sei pq ganhou o oscar muita lacração e chato cenas sem sentido e cenas pro mundo woke
Evandro H
Evandro H

11 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 17 de março de 2026
Como um filme horroroso desse ganhou tanto!???
LACRAÇÃO, não recomendo pra quem tem o mínimo de bom senso.
Luciano F.
Luciano F.

7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 17 de março de 2026
não consegui assistir uma hora de filme , foi um dos filmes mais nojentos que comecei a ver , de veredade o roteiro deve ter sido escrito nos sonhos molhados de algum esquerdista
Márcio M.
Márcio M.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de março de 2026
Um dos piores filmes que já assisti na vida. Já queria parar nos primeiros 30 minutos, mas dei a chance só por ter vencido o Oscar e perdi mais 2 horas da minha vida. Horrível, chato, militante, sem graça, história sem pé nem cabeça. Acho uma vergonha esse filme ganhar o Oscar. Pecadores com Michael B. Jordan é um filme muito melhor, com contexto histórico, roteiro coeso. Não recomendo nem cego e surdo assistir esse filme do Leonardo Dicaprio.
MAYCON
MAYCON

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de março de 2026
Não sou de avaliar filmes, mas esse filme é tão lixo que me sinto na obrigação de deixar meia estrela aqui. Paul Thomas Anderson é um racista viciado em pornografia raceplay.
Isaque
Isaque

1 seguidor 21 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de março de 2026
Um filme muito bom, bem produzido e muito bem dirigido. Estrelado por Leonardo DiCaprio é uma atuação excelente, emocionante e com muita ação, foi o vencedor do Oscar com na noite do dia 15 de março de 2026 ganhando 6 estatuetas e considerado o maior vencedor da noite, ganhando de obras primas como Sinners (pecadores), Hamnet, Marty Supreme e O Agente Secreto, filme brasileiro estrelado por Wagner Moura. One Battle After Another traduzida para o português como Uma Batalha Após A Outra foi dirigida por Paul Thomas Anderson e se tornou um dos filmes mais aclamados pela crítica de 2025.

spoiler:
Conta a história de um revolucionário com o nome de Pat (Leonardo DiCaprio) que participa de um grupo de revolucionários extremistas e se apaixona por uma das integrantes do grupo, Perfidia Beverly Hills (Teyana Taylor) e mostra uma tentativa de libertar imigrantes. Perfídia, a principal isca para atrair o comandante Steven J. Lockjaw, desmoraliza sexualmente o comandante, criando seu fascínio por Perfidia.

spoiler:
Perfidia dá a luz a sua primeira filha Charlene, Pat tenta convencer em criar um lar saudável e de afeto principalmente pela sua filha Charlene, tentando criar uma estabilidade, porém Perfidia discorda e abandona Pat e Charlene ainda bebê para continuar a sua jornada revolucionária. Perfidia é presa por assassinar um segurança e Lockjaw tenta criar uma troca, pela sua liberdade ele pede informações sobre os membros do grupo de revolucionários. Pat e Charlene trocam as suas identidades para as suas seguranças, trocando o nome de Pat para Bob e de Charlene para Willa . Depois de um tempo, Bob vivendo com Willa, criando uma falsa memória de que Perfidia era uma heroína e fazendo com que Charlene acreditasse nisso. Lockjaw após descobrir que tinha uma filha (Willa), procura matá-la para esconder o seu relacionamento com Perfidia. Antes da festa de formatura de Willa, ela é resgatada por uma membro do grupo de revolucionários, antes da festa ser invadida pelos agentes, levando-a para um convento, porém o convento é invadido pelo rastreador no celular de Willa. Bob descobrindo que Willa tinha ido para o convento, pede ajuda a Sérgio, um Sensei que ajuda Bob a encontrar Willa. Bob em sua tentativa de fugir, sendo procurado por agentes e polícia é preso após cair de um telhado.

spoiler:
Lockjaw após encontrar Willa faz o teste de DNA pra comprovar se realmente ela era filha dele, assim descobrindo que Willa era verdadeiramente sua filha em comprovação ao DNA. Sérgio organiza uma fuga da prisão de Bob, fazendo com que ele consiga escapar da prisão e seja levado ao convento pra encontrar Willa. Sendo perseguidos por policiais e Sérgio faz com que ele seja jogado para fora do veículo para poder procurar Willa. Bob rouba um carro e acha o convento, encontrando Lockjaw e tentando assassinar com um rifle de longe, porém sem sucesso. O comandante contrata Avanti para matar Willa, porém Avanti diz que não mata Willa pela sua idade (considerando uma criança), instruído posteriormente a entregar Willa a uma milícia para ser morta.

spoiler:
Avanti leva Willa, porém desiste e acaba morrendo. Willa foge porém é perseguida após fugir com um carro e uma arma. Bob também tenta encontrar Willa, criando um cenário de muita ação e adrenalina. Willa após um plano consegue fazer com que seu perseguidor tenha uma colisão mortal e atire nele. Willa é Bob se encontram porém Willa sem confiar mais em nada aponta a arma para Bob, porém Bob convence de ser o real pai dela e faz com que baixe a arma e acabam finalizando com um abraço.

spoiler:
Bob entrega a Willa uma carta de sua mãe , onde Perfidia pede perdão e promete algum dia se reunir com Bob e Willa. Mais tarde, Bob dá sua bênção a Willa quando ela parte para um protesto em Oakland, assim finalizando o filme.

Enredo: 4,5/5
Produção: 5/5
Cenários: 4/5
Atuação: 5/5
Fotografia: 4,5/5
Pombo Fatal
Pombo Fatal

5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de março de 2026
Só pelo trailer já dá pra ver que é uma mesmice americana. Nem perderei meu tempo, pois o mundo é vasto e com produções que surpreendem e trazem a imersão em novas culturas.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa