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Carlos Castro
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349 críticas
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5,0
Enviada em 31 de março de 2026
Os canceladores de chinelo e os que acham que a Nike vai implantar o comunismo no Brasil estão aqui também? kkkkk Nunca terão cabeça para captar um filme de PTA, nem aquele do Adam Sandler kkkk
Existem filmes que parecem concebidos diretamente para o circuito de premiações: narrativas fragmentadas, longos silêncios, simbolismos densos e um ritmo contemplativo que divide o público entre admiração e impaciência. One Battle After Another (no Brasil Uma Batalha Após a Outra), lançado em 2025, com cerca de 138 minutos de duração, é exatamente esse tipo de produção — um drama ambicioso que conquistou a crítica e levou 6 estatuetas no Academy Awards de 2026.
Gêneros: Drama psicológico, Drama de guerra, Cinema autoral
Apesar do reconhecimento da indústria, o filme evidencia um velho dilema do cinema contemporâneo: nem sempre o que agrada a crítica consegue envolver o público comum.
Principais atores e personagens Soldado Elias Ward — Leonardo DiCaprio Comandante Roth — Sean Penn Marta Klein — Marion Cotillard Enredo
A trama acompanha a jornada psicológica do soldado Elias Ward, um homem marcado pelas experiências traumáticas da guerra.
Após anos em combate, ele retorna para um mundo que parece completamente desconectado da realidade que viveu. O filme se constrói através de memórias fragmentadas, lembranças de batalhas e momentos de introspecção que revelam o peso psicológico deixado pelo conflito.
Cada “batalha” apresentada no título não representa apenas confrontos armados, mas também as guerras internas que continuam dentro de um soldado mesmo depois que o campo de batalha desaparece.
易 Estória e desenvolvimento
A narrativa tenta explorar temas profundos como trauma, culpa, memória e identidade.
No entanto, o roteiro opta por uma abordagem extremamente contemplativa e simbólica. Em muitos momentos, o filme parece mais preocupado em construir metáforas visuais do que em contar uma história envolvente.
Essa escolha narrativa acaba tornando o desenvolvimento irregular: cenas longas, diálogos escassos e um ritmo lento que pode fazer o tempo parecer ainda mais longo do que as quase duas horas e meia de duração.
Mesmo com boas atuações — especialmente de Leonardo DiCaprio, que entrega uma interpretação emocionalmente intensa — o filme muitas vezes parece perdido em sua própria pretensão artística.
️ Filmes semelhantes
Algumas produções que exploram o impacto psicológico da guerra de forma mais envolvente incluem:
Apocalypse Now The Thin Red Line 1917
Esses filmes conseguem equilibrar melhor profundidade temática e narrativa cinematográfica.
⭐ Avaliação Final
Uma Batalha Após a Outra é o típico exemplo de filme que a crítica celebra, mas que muitos espectadores comuns têm dificuldade em apreciar.
Tecnicamente impecável, com fotografia elegante e atuações consistentes, o filme ainda assim sofre com uma narrativa excessivamente abstrata e um ritmo arrastado.
Para quem aprecia cinema contemplativo e simbólico, pode ser uma experiência interessante. Para quem busca uma história clara e envolvente, a sensação pode ser exatamente a oposta.
Vale a pena assistir? Apenas se você gosta de cinema mais artístico e introspectivo. Caso contrário, a experiência pode se tornar cansativa.
É incrível a extensão do elenco deste filme. Muitos estrangeiros e diversas cenas. Roteiro razoável, boa atuação de todos os atores, com destaque para Seon Penn cenografia muito bem feita e filmagem excelente.
Americanóide. Perseguição, carros correndo, policiais e militares, muitos tiros, heróis improváveis e vilões evidentes. A fala mais frequente é "fuck". Só não é péssimo pela grande atuação do sempre grande Sean Penn. Nada de novo no front. Ruim mesmo.
Filme +ou- ! O que salva é a cena da menina escapando da perseguição de carro. No mais o filme é muito louco, a ponto de não dar pra saber em qual categoria se enquadra. Não sei como essa merd@ ganhou o Oscar
O filme se apoia em uma sequência constante de confrontos, mas não consegue desenvolver uma progressão dramática convincente. A repetição de batalhas sem aprofundamento dos personagens ou da trama gera uma sensação de monotonia, tornando o título quase literal: uma sucessão de embates sem respiro narrativo. Cabe destacar tambem que os protagonistas carecem de complexidade psicológica. Suas motivações são apresentadas de forma simplista, o que impede o espectador de criar empatia ou compreender dilemas internos. Isso reduz o impacto emocional das batalhas, que acabam parecendo apenas coreografias de ação. A mise-en-scène não explora recursos visuais ou narrativos que poderiam diferenciar o filme. A câmera se limita a registrar os combates sem oferecer enquadramentos criativos ou uma estética própria. O resultado é um visual genérico, que não se destaca em relação a outras produções do gênero. Outra coisa negativa é o ritmo mal equilibrado, a insistência em sequências de ação longas e pouco variadas compromete o ritmo. Falta contraste entre momentos de tensão e pausa, o que torna a experiência cansativa. O espectador não encontra espaço para refletir ou se conectar com a história. - Apesar de lidar com batalhas, o filme não discute de forma consistente questões maiores — como o impacto da guerra, dilemas morais ou consequências sociais. Essa falta de densidade faz com que a obra seja percebida como superficial e descartável, evidenciando ausência de profundidade tempatica.
É por isso que eu gosto de filmes antigos. Já assisti a filmes ruins, a filmes muito ruins, a filmes péssimos e a este! De fato, roubaram o Oscar do Agente Secreto!
Uma Batalha após a outra traz um grupo de rebeldes sem causa, ou melhor, terroristas (são exatamente isso, pois lutam por ideias abstratas e são covardes obcecados por sangue). Não sabemos qual é a sua causa, qual é a sua ideologia, pelo quê exatamente lutam e nem contra quem exatamente. O grupo French 75 (que aliás é nome de coquetel) parece uma caricatura de grupos de esquerda feita por alguém de direita. Filmes como "O que é isso companheiro", "Che" ou até mesmo "Der Baader-Meinhoff Komplex" trazem um pintura muito melhor de grupos realmente revolucionários.
As personagens principais não geram qualquer tipo de empatia, um é viciado em drogas, a outra uma prostituta. Os vilões não são melhores, ricos capitalistas racistas, eugenistas e completos degenerados. Com personagens assim, a única "torcida" é para que o filme acabe. Como dizia o camarada Stalin, ao responder à pergunta: qual é o pior desvio, à direita ou à esquerda? Ambas são piores!
Chamam Anderson de “visionário”. Mas em que consiste sua visão? Na constatação de que essa batalha nunca terminará? Será que os na consciência de Anderson seus personagens são verdadeiramente revolucionários?
Pouco se sabe sobre a época em que tudo passa, o filme é bastante caótico e não espere leis da física neste filme. Pessoalmente, é um dos piores filmes que já vi, não por ser político, pois há filmes políticos de boa e até excelente qualidade. Se o filme pretende ser comédia, há opções muito melhores, só consegui rir apenas 2 ou 3 vezes durante 2h40min de filme, se pretende ser de ação também é muito ruim.
Anderson dirigiu um filme grandioso (ele não sabe fazer nada em pequena escala, todos os seus filmes têm mais de 300 minutos), vistoso, mas sem conteúdo. Um nazista excitado e um sabotador "sojado" passam três horas perseguindo a filha de alguém desconhecido.
Difícil entender como um trabalho tão medíocre ganhou tantas avaliações positivas e um Oscar! Se queriam tanto dar um prêmio a um filme com uma mulher negra poderiam ter ao Agente Secreto por causa da atriz luso-angolana.
Filme bom, com um excelente roteiro, boas atuações. Mensagem principal também atemporal, nossa relação conflituosa com sistema que parece não ter fim. Geração após geração, um bom filme. Nada muito surreal, destaque p atuação Sean Penn, mas de resto um filme que daqui um ano ninguém mais lembra, um filme bem comum, não entendi o hype absurdo e as premiações no Oscar. Vale a pena assistir mas não tem nada demais
O Oscar errou feio. Pronto, falei. Não dá pra engolir que Uma Batalha Após a Outra tenha levado Melhor Filme, e ainda por cima 6 estatuetas numa noite. Sério, o que exatamente as pessoas viram nisso tudo? Porque eu, sinceramente, não vi nada que justificasse esse nível de aclamação. O Leonardo DiCaprio interpreta um ex-revolucionário que volta à ativa pra resgatar a filha. No papel parece interessante, cheio de drama… mas na prática? Zero impacto. Ele passa o filme inteiro com a mesma expressão, os mesmos trejeitos de sempre. Parece que tá no piloto automático, só cumprindo contrato. E o pior é que o resto do elenco acompanha, um monte de nome grande sem entregar absolutamente nada memorável. Sem química, sem energia, sem vida. O filme não conta uma história, ele faz discurso. É praticamente um panfleto político disfarçado de cinema. Não é nem sobre ter posicionamento, isso vários filmes fazem muito bem, mas aqui é tudo jogado na cara, sem sutileza nenhuma. Os personagens não parecem pessoas reais, parecem porta-vozes. Cada cena soa como um sermão. Fica cansativo, pesado e, principalmente, chato. Muito chato. Daquele tipo que você fica pensando “cara, quanto tempo falta pra acabar isso aqui?” Agora, quando você compara com Pecadores, aí bate até revolta. E o Michael B. Jordan? Entregou uma atuação absurda, intensa, daquelas que ficam na cabeça depois que o filme acaba. Ali tinha alma, tinha energia, tinha algo real sendo dito. E perdeu pra quê? Pra um filme frio, calculado, que parece mais preocupado em parecer importante do que em realmente ser bom. No fim, pra mim, Uma Batalha Após a Outra entra fácil na lista dos piores vencedores de Melhor Filme da história. E Pecadores foi, de longe, muito, mas MUITO melhor.
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