Uma Batalha Após A Outra
Média
3,1
548 notas

217 Críticas do usuário

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Lucas A.
Lucas A.

2 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de março de 2026
É incrível a extensão do elenco deste filme. Muitos estrangeiros e diversas cenas. Roteiro razoável, boa atuação de todos os atores, com destaque para Seon Penn cenografia muito bem feita e filmagem excelente.
Olivia Goldenrose
Olivia Goldenrose

16 seguidores 39 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de março de 2026
Americanóide. Perseguição, carros correndo, policiais e militares, muitos tiros, heróis improváveis e vilões evidentes. A fala mais frequente é "fuck". Só não é péssimo pela grande atuação do sempre grande Sean Penn. Nada de novo no front. Ruim mesmo.
Ricardo Costa
Ricardo Costa

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2026
Filme +ou- ! O que salva é a cena da menina escapando da perseguição de carro. No mais o filme é muito louco, a ponto de não dar pra saber em qual categoria se enquadra. Não sei como essa merd@ ganhou o Oscar
Vinicius mesmo
Vinicius mesmo

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de março de 2026
O filme se apoia em uma sequência constante de confrontos, mas não consegue desenvolver uma progressão dramática convincente. A repetição de batalhas sem aprofundamento dos personagens ou da trama gera uma sensação de monotonia, tornando o título quase literal: uma sucessão de embates sem respiro narrativo. Cabe destacar tambem que os protagonistas carecem de complexidade psicológica. Suas motivações são apresentadas de forma simplista, o que impede o espectador de criar empatia ou compreender dilemas internos. Isso reduz o impacto emocional das batalhas, que acabam parecendo apenas coreografias de ação. A mise-en-scène não explora recursos visuais ou narrativos que poderiam diferenciar o filme. A câmera se limita a registrar os combates sem oferecer enquadramentos criativos ou uma estética própria. O resultado é um visual genérico, que não se destaca em relação a outras produções do gênero. Outra coisa negativa é o ritmo mal equilibrado, a insistência em sequências de ação longas e pouco variadas compromete o ritmo. Falta contraste entre momentos de tensão e pausa, o que torna a experiência cansativa. O espectador não encontra espaço para refletir ou se conectar com a história. - Apesar de lidar com batalhas, o filme não discute de forma consistente questões maiores — como o impacto da guerra, dilemas morais ou consequências sociais. Essa falta de densidade faz com que a obra seja percebida como superficial e descartável, evidenciando ausência de profundidade tempatica.
Leo V.
Leo V.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de março de 2026
Filme horrivel, lacração em cima de lacração, exaltação de vioeses politivos e moralmente errados,. não assistam.
Cristiano Alves
Cristiano Alves

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de março de 2026
É por isso que eu gosto de filmes antigos. Já assisti a filmes ruins, a filmes muito ruins, a filmes péssimos e a este! De fato, roubaram o Oscar do Agente Secreto!

Uma Batalha após a outra traz um grupo de rebeldes sem causa, ou melhor, terroristas (são exatamente isso, pois lutam por ideias abstratas e são covardes obcecados por sangue). Não sabemos qual é a sua causa, qual é a sua ideologia, pelo quê exatamente lutam e nem contra quem exatamente. O grupo French 75 (que aliás é nome de coquetel) parece uma caricatura de grupos de esquerda feita por alguém de direita. Filmes como "O que é isso companheiro", "Che" ou até mesmo "Der Baader-Meinhoff Komplex" trazem um pintura muito melhor de grupos realmente revolucionários.

As personagens principais não geram qualquer tipo de empatia, um é viciado em drogas, a outra uma prostituta. Os vilões não são melhores, ricos capitalistas racistas, eugenistas e completos degenerados. Com personagens assim, a única "torcida" é para que o filme acabe. Como dizia o camarada Stalin, ao responder à pergunta: qual é o pior desvio, à direita ou à esquerda? Ambas são piores!

Chamam Anderson de “visionário”. Mas em que consiste sua visão? Na constatação de que essa batalha nunca terminará? Será que os na consciência de Anderson seus personagens são verdadeiramente revolucionários?

Pouco se sabe sobre a época em que tudo passa, o filme é bastante caótico e não espere leis da física neste filme.
Pessoalmente, é um dos piores filmes que já vi, não por ser político, pois há filmes políticos de boa e até excelente qualidade. Se o filme pretende ser comédia, há opções muito melhores, só consegui rir apenas 2 ou 3 vezes durante 2h40min de filme, se pretende ser de ação também é muito ruim.

Anderson dirigiu um filme grandioso (ele não sabe fazer nada em pequena escala, todos os seus filmes têm mais de 300 minutos), vistoso, mas sem conteúdo. Um nazista excitado e um sabotador "sojado" passam três horas perseguindo a filha de alguém desconhecido.

Difícil entender como um trabalho tão medíocre ganhou tantas avaliações positivas e um Oscar! Se queriam tanto dar um prêmio a um filme com uma mulher negra poderiam ter ao Agente Secreto por causa da atriz luso-angolana.
Tiago Nogueira
Tiago Nogueira

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2026
Filme bom, com um excelente roteiro, boas atuações. Mensagem principal também atemporal, nossa relação conflituosa com sistema que parece não ter fim. Geração após geração, um bom filme. Nada muito surreal, destaque p atuação Sean Penn, mas de resto um filme que daqui um ano ninguém mais lembra, um filme bem comum, não entendi o hype absurdo e as premiações no Oscar. Vale a pena assistir mas não tem nada demais
Rodrigo Silva
Rodrigo Silva

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de março de 2026
O Oscar errou feio. Pronto, falei. Não dá pra engolir que Uma Batalha Após a Outra tenha levado Melhor Filme, e ainda por cima 6 estatuetas numa noite. Sério, o que exatamente as pessoas viram nisso tudo? Porque eu, sinceramente, não vi nada que justificasse esse nível de aclamação.
O Leonardo DiCaprio interpreta um ex-revolucionário que volta à ativa pra resgatar a filha. No papel parece interessante, cheio de drama… mas na prática? Zero impacto. Ele passa o filme inteiro com a mesma expressão, os mesmos trejeitos de sempre. Parece que tá no piloto automático, só cumprindo contrato. E o pior é que o resto do elenco acompanha, um monte de nome grande sem entregar absolutamente nada memorável. Sem química, sem energia, sem vida.
O filme não conta uma história, ele faz discurso. É praticamente um panfleto político disfarçado de cinema. Não é nem sobre ter posicionamento, isso vários filmes fazem muito bem, mas aqui é tudo jogado na cara, sem sutileza nenhuma. Os personagens não parecem pessoas reais, parecem porta-vozes. Cada cena soa como um sermão. Fica cansativo, pesado e, principalmente, chato. Muito chato. Daquele tipo que você fica pensando “cara, quanto tempo falta pra acabar isso aqui?”
Agora, quando você compara com Pecadores, aí bate até revolta. E o Michael B. Jordan? Entregou uma atuação absurda, intensa, daquelas que ficam na cabeça depois que o filme acaba. Ali tinha alma, tinha energia, tinha algo real sendo dito.
E perdeu pra quê? Pra um filme frio, calculado, que parece mais preocupado em parecer importante do que em realmente ser bom.
No fim, pra mim, Uma Batalha Após a Outra entra fácil na lista dos piores vencedores de Melhor Filme da história. E Pecadores foi, de longe, muito, mas MUITO melhor.
jrnilton
jrnilton

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de março de 2026
Achei uma bosta. Lacração total que mostra a rotina e a vida de um revolucionário inútil e coloca o general como um homem branco machista. A única coisa que salva é atuação do Sean Penn.
Jorge Basilio
Jorge Basilio

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de março de 2026
O cinema de Paul Thomas Anderson não é um cinema de confirmação de valores, é um cinema de fricção, atrito. Então, se você lê no literal, parece absurdo. Mas, se você entra no simbólico, tudo muda. E, francamente, se for para falar no literal, Uma Batalha Após a Outra é "absolute cinema". Tem ação, comédia, drama, aventura, crítica política e social.

O personagem do Leonardo DiCaprio não está perdido, ele só já sacou que “chegar lá” é meio ilusório. Então, ele para de tentar se definir e só… vai. A identidade nos filmes de PTA está sempre sendo confrontada pelo absurdo do sistema que vivemos, como acontece em seus filmes anteriores, como em Magnolia, por exemplo.

De Boogie Nights a Magnolia, era gente desmoronando. Agora, "segue o fluxo". Porque, mesmo num mundo onde tudo virou performance, os personagens dele continuam buscando algo quase que ingênuo: amor, pertencimento, reconhecimento, redenção… qualquer coisa que diga “você é alguém”. Só que essa promessa nunca se cumpre completamente. E sobra um estado meio beckettiano... um tempo meio travado, tipo Esperando Godot, onde nada resolve, tudo apenas continua, revelando o absurdo. E PTA ri disso. Não pra aliviar, mas porque é um jeito de encarar a vida.

Essa leitura de “lacração” nem se sustenta muito. O filme é político, sim, mas porque o mundo já o é. A crítica, inclusive, aponta ele como um retrato direto da histeria política e social dos EUA hoje. E PTA faz isso com uma ironia magistral. A imagem dos “campos” de imigrantes não é mera analogia histórica, mas é um incômodo eco visual sobre como o poder trata quem considera descartável. Linguagem, não panfleto.

E a cena de sexo "estranha" que muita gente fala? É grotesca de propósito. PTA mistura poder, desejo e controle tudo bagunçado. Não é pra ser bonito, é pra incomodar mesmo, arte é para isso. O coronel é um supremacista branco com várias questões, e uma delas é fetichizar, de forma quase clichê, corpos negros e racializados. Perfidia sabe disso e se aproveita disso, e, no fundo ela é quem está subvertendo as lógicas de poder, e isso, claro, incomoda os conservadores. Seria alguma questão também? Ou seja, o coronel do Sean Penn não sai por cima, ele cai na própria armadilha, engolido por uma lógica que ele mesmo representa. É uma ironia fina, mas brutal (literalmente!).

No fim, é isso: quem dá nota baixa geralmente tá esperando um filme que explique tudo, organize tudo, entregue sentido pronto. Uma lógica "os vingadores", de blockbuster. Apesar do orçamento de blockbuster (dizem que foi de mais de US$ 130 milhões), PTA faz o oposto.

spoiler: A cena final é magistral e realmente me pergunto o que se passa na cabeça das pessoas para não entenderem a ironia fina, quando o coronel cai na própria armadilha e é engolido pela mesma lógica violenta que ele sustenta, morto por supremacistas brancos, o que ecoa a ideia de “pureza” que ele mesmo "rompeu" (segundo o grupo de homens brancos velhos do filme), sendo morto de forma simbólica, numa "câmara de gás": fina ironia histórica. Mas o motivo de não perceberem é bem simples: vão assistir esperando um filme "de ação", com explicação mastigada, quando PTA trabalha com sugestão e camada. Sem repertório histórico e leitura simbólica, passa batido mesmo.


Ele deixa aberto. E é exatamente por isso que fica. O final é maravilhoso, e a cena de reencontro, ótima, ótimas atuações.
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