Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Bruce M.
7 críticas
Seguir usuário
1,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2026
“Quando o inimigo ressurge depois de 16 anos, o ex-revolucionário sai da aposentadoria… e leva a gente junto pro fundo do poço.”
Paul Thomas Anderson decidiu que precisava provar que consegue fazer um filme de 2h41 que parece 4 horas e meia. Missão cumprida. Aqui temos Leonardo DiCaprio interpretando um revolucionário fracassado, chapado, paranoico e off-grid — basicamente o que acontece quando o Jack Dawson do Titanic envelhece mal, descobre maconha de boa qualidade e resolve que o capitalismo é o vilão… mas esquece de escrever um roteiro decente pra si mesmo. O filme começa prometendo uma mistura de ação, comédia negra e drama familiar. Acaba entregando uma overdose de pretensão, diálogos que soam como se Thomas Pynchon tivesse sido contratado pra escrever legendas de Instagram motivacional e cenas de ação que duram tanto que você começa a torcer pro vilão (Sean Penn com cara de quem comeu limão azedo por 16 anos) simplesmente ganhar logo e acabar com o sofrimento. DiCaprio tenta fazer o seu “modo intenso” de sempre — olhos arregalados, respiração pesada, monólogos sobre o sistema —, mas dessa vez parece que ele está atuando com um tutorial de respiração holística no fone de ouvido. A filha dele (Chase Infiniti) é a única que parece entender que está num filme e tenta salvar a pátria com carisma, mas nem ela aguenta o peso de um roteiro que confunde “profundo” com “arrastar o espectador pela areia do deserto por 45 minutos sem motivo”. Tem tiroteio? Tem. Tem perseguição de carro? Tem. Tem reviravolta? Tem umas três… todas péssimas. Tem piada? Tem, mas são do tipo que fazem você rir de nervoso pensando “será que o estúdio deixou o montador ir embora mais cedo?”. No fim, o que sobra é a sensação de que gastaram milhões pra fazer um cosplay muito caro de “revolução dos anos 70 que ninguém pediu”. Leonardo DiCaprio continua bonito, Sean Penn continua bravo, e eu continuo me perguntando por que assisti até o final em vez de ir lavar louça — que pelo menos teria um começo, meio e fim mais satisfatórios. Recomendo apenas pra quem coleciona decepções cinematográficas ou pra quem quer ver o que acontece quando um diretor genial decide fazer um “filme grande” só pra mostrar que consegue. Spoiler: consegue, mas ninguém pediu.
Nota final: 1/5 — um ponto pela cara de sofrimento do DiCaprio, que pelo menos espelha a nossa.
Filme perfeito, quem está criticando, está de Mimimi, O filme é moderno, aborda temas atuais, valoriza questões de minorias culturas e étnicas. Aborda o empoderamento de culturas subjugadas. Dá voz aos Anti- sistemas. Sentimentos de raiva e indignação, são postos em cenas. …filme top. . Ponto final.
Um grande filme indicado ao Oscar. Aqui temos uma história muito boa e eletrizante, com um elenco de peso, como DiCaprio e Penn, com uma boa direção Paul Thomas Anderson. O filme têm boas atuações, edição, fotografia, trilha sonora, e o final foi muito bom. Aprovo também o prólogo, serviu muito bem de base e construção pra história principal. Apesar de ser muito bom, é imperfeito, pois em algumas partes, a história é confusa, outras se arrasta ou fica lento, e alguns personagens secundários não tiveram muito destaque, e alguns furos de roteiro sem lógica. Mesmo assim, é bom. Parabéns a todos os envolvidos.
O filme realmente vale esse hype todo! Que trama interessante e eletrizante! Simplesmente não para... Adorei as atuações, o texto, as reviravoltas, o sarcasmo e toda essa situação caótica que foi causada. Muito bom mesmo!
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade