O Lobo de Wall Street
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4,5
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Sidney  M.
Sidney M.

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4,0
Enviada em 20 de janeiro de 2014
Quando assisti pela primeira vez não havia gostado, também porque não estava prestando muita atenção, então resolvi ir no cinema novamente. E olha, é um bom filme, não é o melhor de Scorsese mas é a melhor interpretação de Leonardo DiCaprio. È uma história de ambição, desejos, vícios, e consequências. Não é um filme para todos, confesso que em muitas cenas fiquei constrangido, mas eram ações de Jordan. Lobo de Wall Street conta com um elenco de apoio muito bom, e um Jona Hill fora da realidade. São praticamente três horas de filme, então se for assistir no cinema, escolham um bem confortado. 9,0
Luciano C.
Luciano C.

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2015
Filme interessante, diálogos inteligentes e cenas marcantes. características do diretor
Mauricio C.
Mauricio C.

10 seguidores 49 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de novembro de 2017
Martin Scorcesse e Dicaprio . Não preciso falar mais nada. filme longo porém fantástico. Ótima atuação do Dicaprio
Marcelo Marques
Marcelo Marques

67 seguidores 194 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2020
Filme bom, diferente, tem algumas cenas muito engraçadas, história repleta de curtição, prostituição, drogas, uma vida vivida no limite, proporcionada pelo excesso de dinheiro, enfim filme bacana, só acho que não precisava ser tão grande assim, 3 horas foi demais pra esse tipo de filme.
Lukas V.
Lukas V.

34 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de abril de 2015
Filme fodástico. É um dos mais empolgantes que já assisti nos últimos anos
Flora
Flora

9 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2016
Otimo filme, com otimas interpretações, otima direçao. Conta a historia de uma maneira que ela nem parece verídica, mas é. Leonardo está digno de Oscar. Filme longo porém vale a pena te faz enxergar as coisa de um outro modo. Resumindo amei e indico.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Um excelente filme , Leonardo dicaprio parece escolher a dedos os seus trabalho.Nesse filme o espectador é levado para um mundo de ambições , ganancia , traições. E não tem como negar que o protagonista era um líder motivador Nato. Uma pena que usou todo seu talento com o propósito errado.
Alex FreireRP
Alex FreireRP

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
Ou 8 ou 80, acho que é a frase que melhor define este filme, mais de 20 pessoas (especialmente casais) saíram do cinema bem antes do fim. The Wolf é um filme para os politicamente incorretos ou os caretas como eu que veem uma certa crítica em tudo aquilo, muita droga, sexo, etc, porém acho que o filme consegue mostrar um mundo que existe, onde quase não há limites, é importante mostrá-lo, pois isso não é ficção para 1% da população mundial, enfim, vale muito a pena, torcerei por ele no Oscar, tendo a certeza que não vai vencer, DiCaprio se não levar nessa só postumamente pois o mesmo está genial, vi duas vezes e verei mais e jamais me arrependerei por isso, um filme de tirar o fôlego.
Roberto R.
Roberto R.

22 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
“Essa é a lei da oferta e da procura”. Através dessa frase, Jordan Belfort, interpretado por Leonardo DiCaprio, quer demonstrar que, qualquer coisa pode ser vendida, bastando existir procura. Mas essa fala, não se resume a sua semântica ou ao seu papel de pedra basilar, para o que chamamos de economia. Ela transcende sua mera interpretação gramatical. Martin Scorcese consegue então, expandir e demonstrar, algo que a obra de Jordan Belfort, tem como limitação: sua literalidade.

Ao apresentar ao público, a história de ascensão e declínio de um jovem ambicioso de Wall Street, Scorcese atinge diretamente, a nossa procura. Ele sabe que existe uma demanda do público, por ver uma representação visceral do que é o mercado de ações. Sabe que, mais do que premiações ou laureamentos, tudo não passa de uma maneira de inflar e impulsionar as vendas de um filme, fazendo produtores e o estúdio, felizes com esse sucesso.

Você pode não admitir querido leitor ou leitora, mas vivemos assim, e nós só temos a oportunidade de ver esse filme, justamente por que nós somos um número, um valor para indústria. Ao longo de 3 horas, portanto, somos expostos a uma fábula sobre a ganância, pela qual, qualquer um de nós poderia se encaixar. Não se tratada do “american dream” e sim de ser rico. Esse tipo de temática já foi abordada ao longo da extensa filmografia de Scorcese. “O Lobo de Wall Street” é o “sucessor espiritual” de “Cassino”. A mesma estrutura, ascensão do protagonista, estabilização do mesmo e declínio total.

Nesse ponto, Socrcese não mudou. Contou uma história à maneira tradicional. Sem maiores rodeios, com narração em off do protagonista – beirando a quebra da quarta parede, ao conversar com o público – para explicar que, não é preciso saber ou gostar do tema, para se maravilhar e surpreender com o filme. Contudo, a diferença crucial existente entre “Cassino” e seu mais recente filme, não esta nos detalhes e sim na espinha dorsal de todo e qualquer filme; seu protagonista.

Jordan Belfort não é só um homem cujo o principal objetivo de vida é ser rico. Ele é um líder, um messias de uma sociedade, que precisa de alguém como ele para prosperar. Comparar seu papel, ao de um líder religioso não é absurdo, pois tal como uma empresa existe, a igreja é também considera um negócio, que só se sustenta pela procura do público.

Desde às primeiras cenas do filmes, temos á clara noção de que Leonardo DiCaprio não teria construído tal personagem, se não fosse suas atuações anteriores. Existe muito improviso, tal como o personagem Calvin Candie (do filme “Django Livre”), a sedução e confiança de Jay Gatsby (em “O Grande Gatsby”) e a complexidade de um J. Edgard (no filme de mesmo nome, incompreendido pela crítica). Muitas de suas sequências, ainda que sejam monólogos (verborrágicos, com palavrões mil), quebram a quarta parede, pois, são como diálogos, com cada um de nós na plateia, nos vendendo o filme, explicando através de metáforas, que estamos lá, o assistindo, pois investimos nele.

“O Lobo de Wall Street” é mais do que uma obra de cinema. Classificar o filme como comédia, drama, thriller ou suspense, seja qual for o gênero, é pormenorizar algo que vivenciamos em nosso dia à dia. Dinheiro é a alma do negócio e o cinema, não foge dessa máxima. Hipócrita é aquele, que afirma que cinema é só arte e vai sempre vê-lo dessa maneira. Martin Scorcese escancara os desejos mais profundos do ser humano e choca à todos. Mas é claro que isso iria ocorrer. Numa sociedade em que a moralidade diz ser preservada, a exposição aos nossos desejos mais íntimos, nunca será fácil.
bcco11
bcco11

9 seguidores 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Essa parceria Scorsese e DiCaprio realmente é espetacular. Que filme! Alucinante, apesar do filme ser longo ele passa que nem se nota, espetacular, e que atuação de DiCaprio. È uma loucura o filme e a história e passa-nos o sabor do que foi a época de altas especulações em Wall Street.
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