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Gabriel B.
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20 críticas
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5,0
Enviada em 16 de agosto de 2014
Esse filme é ótimo, bem elaborado e mostra como é o sistema financeiro num mundo capitalista como o nosso. O personagem do Leonardo Di Cáprio é um jovem recém formado que vai trabalhar na bolsa de valores de Nova Yorque chamada: Wall Street. Nesse lugar onde investidores torram rios de dinheiro em ações de empresas que pensam em obter lucro à partir do seu investimento inicial, nos mostra que não é bem assim. Na verdade quem lucra é só o corretor, ou seja pouca coisa fica com o cliente. E nesse mundo de negócios o personagem dele vai ficando cada vez mais rico, e nessa onda ele vai pirando cada vez mais, pois o dinheiro lhe sobe à cabeça e ele começa a sofrer as consequências de suas decisões. Cada dólar que ele punha no bolso, trazia o dobro de problemas mas isso é resolvido ao longo do filme. É ótimo, sensacional recomendo.
Uma obra incrível realista sobre a verdadeira história de jordan belfort. Com cenas que somente o diretor é capaz de produzir e imaginar em sua infinita criatividade, martin scorsese, nada mais diferente do que a verdade vivida pelos corretores da bolsa de valores dos estados unidos o filme mostra como os seres humanos sao insatisfeitos por natureza e sedentos por dinheiro mais e mais até se enforcar em suas vontades e prazeres.
A crítica da Folha de SP é perfeita. São 3 horas de uma cansativa sequência de "lugares comuns". Não acrescenta nada a quem assiste. Tenta tornar simpático um personagem que é o retrato de nosso mundo atual que premia a ganância e o egoísmo. Muito periférico e sem sal. O bom artista tenta salvar o filme mas não basta isso para tornar um filme algo que possa ser lembrado por quem gosta de um cinema com mais profundidade e faça valer a pena gastar as poucas horas de lazer que possuímos atualmente. O que tornou mais torturante essa experiência foi a falta de ar condicionado na sala do CINEMARK que se mostra decadente pela forma que trata o consumidor.
Scorcese fez uma verdadeira obra-prima cinematográfica em O Lobo de Wall Street, sem censurar nada e trazendo à tona a realidade (como fez em Taxi Driver) o diretor conquistou o público através de um ótimo enredo, diálogos bem apurados, e atuações sem iniquidades em todas as cenas. Sem usar a típica emotividade excessiva para atrair o público, Martin põe comicidade nas cenas onde deveriam haver prantos e sem medo de errar mostra oque o "Lobo" realmente era: cômico, rico e "imoral". Por fim, encerro minha crítica aplaudindo -mais uma vez- essa que pode ser uma obra mestra desse diretor.
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