O Lobo de Wall Street
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4,5
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André L.
André L.

86 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2014
Muito bom. Elenco afinadissimo. fotografia bem elaborada. uma profusão de erotismo e um culto ao prazer. não ganha o Oscar por não se enquadrar na cartilha da academia.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de setembro de 2022
Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio: essa parceria mais uma vez arrasando nos cinemas e fazendo um filmaço! Mesmo com três horas de duração, O Lobo de Wall Street é dinâmico, divertido e, em alguns casos, bastante realista, o que nos faz refletir sobre muitas questões sociais. Di Caprio e Margot Robbie estão simplesmente BRILHANTES como casal! Eles nos passam aquele sentimento de casal rico, que está unido somente pelas posses, e isso, no filme, foi fantástico. Gostei muito do filme, mesmo que não seja um dos meus favoritos. Sem falar na direção do Scorsese, como sempre, sem comentários: lindíssima!
Eduardo F.
Eduardo F.

183 seguidores 157 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2014
Que história! e que filme! mais uma grande direção de Scorcese, em mais uma parceria com Di Caprio, que tem uma atuação espetacular que já vale o filme, além da chocante história real de Jordan Belfort que criou uma empresa que ganhou milhões por meio de fraudes, e vivia em um mundo de ostentação e orgias. o filme também é especial por existirem poucos filmes de sucesso feitos com histórias que se passam no cativante mundo de negócios em Wall Street, o outro foi Wall Street - Poder e Cobiça, de 1987. Grande filme, grandes atuações, grande historia, obra prima do cinema.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de julho de 2015
até que em fim leonardo dicaprio não vai ficar mais só conhecido por titanic ester filme mostra que dicaprio saber fazer humor recompesado com um globo de ouro o filme tem batande droga mais não parecem nem um pouco com um filme brasileiro o que chama mais atenção no filme não e tanto sua historia mais assim a atuação de leonardo dicaprio.
Maiara T.
Maiara T.

21 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Durante a década de 1970 a declarada “Nova Hollywood” trouxe para o cinema um jeito nunca antes visto de se fazer e assistir filmes, surgiram ali nomes como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Steven Spielberg e George Lucas. Após a extinção do Código Hays, que exigia que os filmes evitassem a empatia entre personagens condenáveis e o público, o cinema foi invadido por anti-heróis que marcaram época e são ícones até os dias de hoje, como é o caso de Don Corleone em O Poderoso Chefão.

Desde então o diretor Martin Scorsese nunca se desapegou destes heróis ao avesso e em O Lobo de Wall Street conta a história real de Jordan Belfort, um homem simples que sonha grande e é corrompido pelo poder e as facilidades que o sucesso e o dinheiro de Wall Street lhe trazem. Superficialidade e materialismo se tornam, então, características que Jordan exibe com orgulho.

O estilo de vida daqueles que trabalham na região que é uma das mais poderosas do mundo não é um tema novo no cinema. Os danos morais do dinheiro e a ambição sem limites do ser humano já eram assuntos abordados desde O Lobo da Bolsa, filme que estreou em fevereiro de 1929, antes mesmo da Quebra da Bolsa naquele ano, até o clássico de Oliver Stone, Wall Street – Poder e Cobiça (1987) e sua continuação Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme (2010).

Dessa vez, porém, a história é um pouquinho mais inusitada, já que a trama vem de um livro escrito pelo próprio Jordan Belfort, quem narra suas aventuras e desventuras, do seu início inexperiente, ao topo da fama e riqueza até seu declínio alguns anos depois. Cada etapa recebe a atenção devida e nenhum detalhe é poupado, sórdido ou não. O retrato consciente e sincero dá abertura para uma abordagem cômica que é bem aproveitada por Scorsese, mesmo nas passagens mais tensas, incômodas ou sexuais.

Cenas fortes, inclusive, nunca foram problema para o diretor, que adora pegar um marginalizado por Nova Iorque que deixa sua ambição o levar por caminhos tortuosos e cheios de eventos chocantes. É o caso em Táxi Driver e Touro Indomável, dois de seus maiores sucessos, assim como em seu Oscarizado Os Infiltrados. Cenas estas que são sempre acompanhadas por uma forte trilha sonora capaz de impactar e manter o ritmo ágil dos cortes rápidos de sua câmera. Técnica que novamente vem a calhar em O Lobo de Wall Street conforme este acompanha os grandiosos fatos da vida de Jordan Belfort, contados em 180 minutos de filme, duração que só um gênio como Scorsese seria capaz de fazer passar praticamente despercebida.

Jordan tem o carisma e a confiança de um líder, comanda seus funcionários e quem quer que deseja enganar com classe e um sorriso conquistador. Habilidades perfeitamente executadas por um Leonardo DiCaprio que parece se sentir em casa ao realizar seu quinto filme em parceria com o diretor. Já Jonah Hill apesar de não ser tão experiente no gênero dramático, provou sua capacidade e diversidade ao lado de Brad Pitt no longa O Homem que Mudou o Jogo (2011) e novamente usa seu timing humorístico nos momentos que o filme precisa. No elenco vale também o destaque para Matthew McConaughey, o nome da hora em Hollywood, que faz uma pequena, porém fundamental participação como o grande mentor de Jordan.

Ajudados por vezes pela quebra da quarta parede que permite um tipo de conversa mais íntima entre personagem e espectador, Leonardo DiCaprio e Jonah Hill, Jordan Belfort e Donnie Azoff, conquistam clientes, mulheres, o mundo dos negócios e o público. No melhor estilo John Dillinger de ser, estes fora da lei americanos ganham a atenção e simpatia de quem testemunha esta história, incapaz de não embarcar nesta jornada maluca e aproveitar cada segundo ao lado deles.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2014
Sensacional. Direção. Roteiro e Elenco. Sem comentarios. Só vendo. Matthew McConaughey roubou a cena....
Gabriel M.
Gabriel M.

13 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de junho de 2014
Filme longo, tem que gostar para assistir. Um otimo filme, porem não agrada a todos, o que é bem dificil, mas particularmente nao tenho o que reclamar. No filme tem muita cena de sexo e uso de drogas, e se assistir em ingles muitos palavroes. Não tenho o que dizer do filme, vale a pena assitir, mas com o que falei acima tem que pensar antes de assistir.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de janeiro de 2014
Martin Scorsese é um gênio. Disso, todos já sabem. O diretor é responsável por grandes clássicos do cinema como "Taxi Driver", "Touro Indomável" e "Os Bons Companheiros", que estão em muitas listas dos melhores filmes da história. Repare que todos esses longas citados são frutos da parceria do diretor com o ator Robert De Niro. Com tão boa carreira, Scorsese poderia facilmente viver de seus grandes filmes. Porém depois da virada do milênio, o diretor se renovou. Começou uma nova parceria, agora com o ator Leonardo DiCaprio. O primeiro filme dessa parceria foi "Gangues de Nova York", seguido por "O Aviador", "Os Infiltrados", "Ilha do Medo" e agora "O Lobo de Wall Street". O que mais me fascina em Scorsese é sua facilidade de mudar de gênero e continuar num alto patamar. Vamos tomar por exemplo os três filmes anteriores ao Lobo. Em 2010, Scorsese dirigiu o excelente suspense psicótico "Ilha do Medo". Em 2011, o diretor dirigiu um documentário sobre a vida do beatle George Harrison intitulado "George Harrison: Living in the Material World". No mesmo ano, ele fez o filme infantil "A Invenção de Hugo Cabret". Um suspense, um documentário, uma aventura. O que viria em seguida? "O Lobo de Wall Street" veio. O filme é uma comédia baseada na autobiografia de Jordan Belfort. Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) é um homem muito ambicioso que decide trabalhar numa agência de valores em Wall Street. Ele é instruído por Mark Hanna (Matthew McConaughey), porém acontece uma crise financeira que quebra a Bolsa de Valores e então ele é despedido. Pelo seu próprio talento de persuadir as pessoas a comprar o que ele indica, Jordan cria uma agência de valores juntamente com parceiros seus, dentre eles Donnie Azoff (Jonah Hill) e passa a ganhar muito dinheiro. A partir de então Jordan e seus parceiros apresentam uma literal história de sexo, drogas e rock'n roll e de como o dinheiro pode corromper o ser-humano.

O roteiro é adaptado do livro com o mesmo nome de Jordan Belfort. O roteirista é Terence Winter ("Família Soprano") e ele faz um bom trabalho. O roteiro apresenta diálogos rápidos e cativantes, que tornam o filme divertido. Os personagens são bem desenvolvidos, assim como a relação entre eles. É interessante a forma como o roteiro enaltece a habilidade de Jordan Belfort em enganar as pessoas, pois desse jeito o filme mostra do que ele era capaz para suprir sua ambição. O roteiro é bem fiel aos fatos, não escondendo nada e não demonstrando fatos fictícios. Outra coisa bem interessante do filme é o fato dele ser narrado em primeira-pessoa pelo protagonista, pois assim parece que ele próprio está contando a sua história. O roteiro apesar de bem fiel e divertido pode chatear algumas pessoas pela duração. São 3 horas de um filme de comédia, onde as cenas de ação empolgantes são raras. Talvez o roteiro tenha sido um pouco longo demais para algumas pessoas, e isso é absolutamente compreensível. A direção de Martin Scorsese é excelente. O diretor usa das ambientações que o filme propõe para usar ângulos de câmera inteligentes. Além disso, principalmente no escritório da agência, o diretor faz a câmera passear pelo cenário de forma totalmente orgânica, mostrando cada corretor fazendo sua respectiva tarefa. O diretor também acerta nas cenas em que Jordan fala diretamente com a câmera. Elas fazem parecer que o corretor está dando conselhos ao espectador e isso faz com que a atenção prenda-se mais.

O elenco está sensacional. Leonardo Di Caprio está muito bem no papel principal. Ele representa de forma ótima as obsessões e vícios de Jordan. O ator apresenta ótima fluidez nos diálogos, nas mudanças de tom de voz, nas caras e bocas... Uma coisa que me fascina no ator é a sua construção de carreira. Após o sucesso de "Titanic", onde ele não estava tão bem no papel, muitos achavam que ele não faria mais nada. Porém o ator escolheu os melhores diretores que podiam ajudá-lo a melhorar sua caracterização. Ele trabalhou nos 5 filmes já citados com Scorsese, além de atuar com outros grandes diretores como Quentin Tarantino em "Django Livre", Clint Eastwood em "J. Edgar" e Cristopher Nolan em "A Origem". Parece que com tantos grandes filmes, Leo ganhou experiência e moral e atualmente é um grande ator que tem uma grandiosa carreira pela frente. O ator coadjuvante principal é Jonah Hill ("Anjos da Lei"). O ator atua de forma muito caricata. Nas cenas em que ele é exigido ele faz um papel engraçadíssimo e todas são motivos de risadas. O esforço do ator é notável e ele dá um desenvolvimento próprio ao personagem. Matthew McConaughey (indicado ao Oscar por "Clube de Compras Dallas") dá só uma palinha no filme, mas a cena do restaurante onde ele dá conselhos para Jordan é excepcional. Todo o resto do elenco atua de forma razoável, principalmente porque esses 3 atores citados roubaram a cena totalmente.

O filme não possui nenhum efeito especial relevante e a fotografia não é notada. O figurino porém está ótimo, assim como a maquiagem. A trilha sonora musical foi escolhida belamente, pois cada música tem o ritmo certo para cada situação em que ela é colocada. O filme é indicado a 5 Oscars: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor ator e melhor ator coadjuvante (Jonah Hill). A força do filme não é muito grande perante aos outros na Academia, mas não seria maldade dar um ou dois prêmios ao Lobo. O filme ganhou um Globo de Ouro pela atuação de DiCaprio. Scorsese ousa ao contar uma história que precisava ser conhecida de uma forma cômica que faz jus a expressão "sexo, drogas e rock'n roll".
EdBergo
EdBergo

8 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de janeiro de 2016
Atuação brilhante de Dicaprio. Cenas muito bem dirigidas. Bom roteiro, mas talvez um pouco forçado. Do meio pro fim fica meio maçante, mas nada que estrague esse filme genial!
Vale a pena.
Contém cenas de sexo, orgias, corrupção e drogas. Tire as crianças da sala!
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Assistir um filme do Scorsese, mesmo que acabou de estrear, é ser convidado para os anos 70. O que eu quero dizer com isso é que sexo, drogas, violência e moral serão mostradas sem aquele filtro horrível que infantiliza a nossa época. Curiosamente, se há uma característica que os "heróis" de O Lobo de Wall Street carregam em comum é a imaturidade. Porém, uma maturidade animalesca, que faz jus ao personagem-título.
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