O Hobbit: Uma Jornada Inesperada: Recentes críticas
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
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Diogo Codiceira
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4,5
Enviada em 27 de dezembro de 2025
O Hobbit: uma jornada inesperada é o 4ª filme no universo do Senhor do Anéis, e aconteceu 9 anos após o último filme. A direção e parte do roteiro continua nas mãos de Peter Jackson, e o roteiro também foi para Guilermo del Toro, Fran Walsh e Phillipa Boyens. O filme recebeu 3 indicações ao Oscar de 2013: melhor efeitos visuais, melhor direção de arte e melhor maquiagem e penteados. A trama se passa anos antes dos acontecimentos do Senhor dos Anéis, e aqui acompanhamos o passado do Hobbit Bilbo Bolseiro (Martin Freeman). Bilbo levava uma vida tranquila até ser convocado por Gandalf (Ian McKellen) para uma missão: acompanhar um grupo de anões em uma jornada até a Montanha Solitária para libertar o reino de Erebor do dragão. Inegavelmente essa nova franquia desse universo fica muito atrás da competência da sua obra principal. A ideia de esticar em 3 filmes com quase 3 horas uma aventura despretensiosa de apenas 1 livro de aventura (sem tons sombrios) desagradou demais. Além disso, Jackson exagerou demais nas tomadas longas e sem graça. Outro problema são os 13 anões que a maioria deles não acrescentam em nada na narrativa e perdemos certo tempo na apresentação deles. Por outro lado, a direção acertou em logo no começo começa narrando toda a história, contextualizando-a. Nesse primeiro filme temos um vilão que não veio do livro, mas foi criado: um orc albino gigante e sem braço. Ainda assim, a jornada de Bilbo é interessante, a equipe de artes caprichou em muitos detalhes.
Sinopse: Como a maioria dos hobbits, Bilbo Bolseiro leva uma vida tranquila até o dia em que recebe uma missão do mago Gandalf. Acompanhado por um grupo de anões, ele parte numa jornada até a Montanha Solitária para libertar o Reino de Erebor do dragão Smaug.
Crítica: "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" é um filme que desperta uma interessante reflexão sobre a adaptação de obras literárias para o cinema. Em sua essência, o longa captura o espírito de aventura e fantasia que permeia o livro de . Tolkien, mas acaba se perdendo em algumas de suas escolhas narrativas e estéticas.
O filme se destaca pela sua grandiosidade visual. A direção de Peter Jackson traz de volta a rica mitologia da Terra Média, com paisagens deslumbrantes e uma cinematografia que realmente cativa o espectador. Os efeitos especiais, especialmente na representação do dragão Smaug, são notáveis e acrescentam um elemento de emoção e tensão às cenas de ação.
Entretanto, a narrativa pode ser considerada um tanto arrastada. A extensão da adaptação em comparação com o material original gera momentos de filler que parecem prolongar a trama desnecessariamente. A obra original é mais simples em sua essência, e a tentativa de ampliar a história para caber em três filmes causa uma dilatação que, em certas partes, resulta em uma perda de ritmo e foco.
Em relação aos personagens, a escolha de Martin Freeman como Bilbo foi bastante acertada. Sua performance traz um frescor ao personagem, equilibrando a vulnerabilidade e a bravura que acompanham sua jornada. Contudo, outros personagens, como os anões liderados por Thorin, acabam não recebendo o mesmo desenvolvimento que Bilbo, o que pode fazer com que o espectador sinta uma desconexão com eles.
A trilha sonora de Howard Shore, por outro lado, continua a ser um ponto forte, evocando emoção e nostalgia, especialmente nos momentos mais dramáticos. A música tem o poder de transportar o público de volta à Terra Média e reforçar a sensação de aventura.
Por fim, "O Hobbit: Uma Jornada Inesperada" é um filme que oferece um espetáculo visual e uma fuga para um mundo de fantasia, mas que, ao mesmo tempo, deixa a desejar no que diz respeito à profundidade de sua narrativa e à construção de personagens. É uma experiência que, embora cativante, não consegue capturar completamente a magia e a simplicidade do livro que a inspirou. Se você é fã do universo de Tolkien, vale a pena assistir, mas pode não ressoar com a mesma força que as obras anteriores de Jackson.
Esta aventura irá levá-los à Terra Selvagem por caminhos desconhecidos e traiçoeiros repletos de Gnomos, Orcs, Wargs mortíferos e Feiticeiros. Apesar do seu destino se situar no Leste, nas terras desertas da Montanha Solitária, primeiro terão de escapar aos túneis dos Gnomos, onde Bilbo conhece a criatura que irá mudar a sua vida para sempre…Gollum. Aqui, a sós com Gollum, nas margens de um lago subterrâneo, o modesto Bilbo Baggins não só descobre níveis de engenho e coragem que até a ele o surpreendem, como ainda consegue apoderar-se do “precioso” anel do Gollum que tem inesperados e úteis poderes… Um simples anel de ouro que está ligado ao futuro de toda a Terra Média de uma forma que Bilbo nem imagina ainda.
Esse filme e especial, pois retrata uma série de mistérios em forma de magias, , magos com suas mágicas , uma certa disputa de conhecimentos ,que trás a tona tempos bem remotos.
É uma boa aventura mesmo sendo um filme muito longo, mas cada parte é incrível, está muito bem feito, tem o cenário incrível, maquiagem, roteiro, atores, efeitos. E deixa uma curiosidade no ar para o próximo. Recomendo muitíssimo
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