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    Mês do Orgulho LGBTQI+: 5 filmes para celebrar
    Por Vitória Pratini — 5 de jun. de 2020 às 19:06
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    Produções de diferentes gêneros e nacionalidades para ver em junho.

    Junho é o mês do orgulho LGBTQI+. Para celebrar toda forma de amor, o AdoroCinema selecionou cinco filmes (e um bônus!) que retratam relacionamentos LGBTQI+ de forma sensível e pertinente. Poderíamos lembrar daquelas histórias famosas, produções indicadas ao Oscardocumentários no streaming ou mesmo romances adolescentes que ficaram populares entre o público. Porém, desta vez resolvemos indicar como maratona nesta quarentena produções com temática LGBTQI+ de diferentes gêneros e nacionalidades não-americanas (com exceção de uma produção). Confira na lista abaixo!

    A (não tão típica) comédia romântica
    Netflix

    Os Estados Unidos são produtores de uma série de ótimos filmes sobre a temática LGBTQI+. Um dos mais recentes é o elogiado filme da Netflix Você Nem Imagina. Na trama, Ellie Chu (Leah Lewis) possui uma paixão secreta pela bela Aster Flores (Alexxis Lemire). Só que quando Paul (Daniel Diemer), um jogador de futebol, pede que a ajuda da menina para escrever uma carta de amor justamente para Aster, Ellie entra em conflito. Leia a crítica do AdoroCinema e nossa entrevista exclusiva com a diretora e roteirista Alice Wu.

    Um suspense sobre a sedução do perigo

    O suspense policial francês Um Estranho no Lago, premiado no Festival de Cannes, é ambientado em um lago paradisíaco onde os homens vão atrás de relações casuais com outros homens. O protagonista (Pierre Deladonchamps) testemunha o que parece ser um assassinato e, logo depois, é seduzido pelo possível criminoso (Christophe Paou). Questionando a atração do público e dos personagens por perigo e história de mistério, crime e terror. Leia a crítica do AdoroCinema.

    Um drama erótico com reviravoltas surpreendentes

    O surpreendente drama erótico sul-coreano A Criada traz em seu enredo um relacionamento homossexual, mas o filme é muito mais do que o romance ou erotismo. A produção é perversa, sexy e com reviravoltas incríveis e memoráveis que vão puxar o tapete do espectador que acredita ter entendido do que se trata o filme. Ambientado na Coreia do Sul, anos 1930, durante a ocupação japonesa, o longa segue a jovem vigarista Sook-Hee (Kim Tae-ri), contratada para trabalhar para uma herdeira nipônica, Hideko (Kim Min-Hee). O plano de roubar a fortuna da moça corre bem até que as duas se apaixonam. Mas nem tudo é o que parece. Leia a crítica.

    Um documentário que trata transgeneridade sob um olhar diferenciado

    Selecionado para o Festival de Berlim e para o Festival de Brasília, o documentário brasileiro Bixa Travesty acompanha a história de Linn da Quebrada, cantora transexual negra, perfomer e ativista e sya incessante luta da artista pela desconstrução de esteriótipos de gênero, classe e raça. Radical, progressista e com um olhar empático às minorias, a elogiada produção mistural documental com ficcional. Leia a crítica do AdoroCinema e nossa entrevista com os diretores Kiko Goifman e Cláudia Priscilla.

    Um drama premiado que une cinema e ativismo

    Vencedor de Melhor Filme no César (considerado o Oscar francês), o drama 120 Batimentos por Minuto é ambientado na França no início dos anos 1990 e aborda a epidemia de HIV e a luta das associações militantes de maneira realista e respeitosa. Na trama, Nathan (Arnaud Valois) é recém-chegado ao grupo e fica impressionado com a dedicação de Sean (Nahuel Pérez Biscayart), apesar de seu estado de saúde delicado. Leia a crítica do AdoroCinema e nossa entrevista com o diretor Robin Campillo.

    Bônus: Um romance adolescente sobre descobertas e formação

    Não poderíamos deixar de citar como bônus mais um brasileiro queridinho para a lista. O sutil e tocante romance Hoje Eu Quero Voltar Sozinho acompanha o adolescente cego Leonardo (Ghilherme Lobo), que busca sua independência enquanto tenta lidar com a mãe superprotetora. Quando conhece Gabriel (Fabio Audi), começa a descobrir mais sobre si mesmo e sua sexualidade. A produção começou como um curta, se transformou em longa-metragem, foi escolhido para representar o Brasil na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro 2014 e ainda levou o Prêmio FIPRESCI e o Teddy Award no Festival de Berlim 2014. Leia a nossa crítica.

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