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Pedro Reis
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Crítica da 3 temporada
0,5
Enviada em 28 de junho de 2025
A primeira e segunda temporada, são perfeitas, facilmente uma das melhores séries já feitas e bem construídas nos desenvolvimento de personagens, agora, a terceira é literalmente a pior temporada. Mata todos os importantes no começo, deixou o protagonista de lado por um bom tempo. Mortes sem sentido. Figurantes insuportáveis no final, tirou toda a carga dramática do fim da série. Não ouve quase nada de desenvolvimento. Final vazio e sem nexo nenhum com o resto das outras temporadas, ainda fica uma deixa pra uma continuação americana, que fica extremamente forçada e sem clima pra esse final.
A temporada mais importante da série. Antes de lançar, pensei que daria um ótimo desfecho para o protagonista, Gi-hun. Além de acabar com o líder e todo o jogo. Mas ao assistir, me deparo com uma temporada fraca e que acaba frustrando muito.
1- O irmão do líder, é simplesmente burro e inútil! Na demora catastrófica que ele tinha para matar ou conseguir algo do irmão ele simplesmente fica olhando e não faz nada!
2- Fim trágico: (spoiler), o protagonista tem um final péssimo e simplesmente horrível.
Ele é simplesmente morto. Tudo bem que foi para salvar o bebê da jogadora 333, mas a direção se mostrou fraca em simplesmente jogar fora todo o desfecho final que esse personagem poderia ter.
No final, vemos aquela cena nos EUA, dando corda para uma continuação e para a Netflix encher mais ainda o bolso de dinheiro. O diretor não queria fazer mais. Mas, o dinheiro fala mais alto e vemos uma série com tanto potencial terminado nesse final mentecapto.
Olha muito tempo para lançar e no final deixou a desejar e na é segunda temporada já não foi lá essas coisas, mesmo assim foi Bem melhor que a terceira quem é fan da série como eu fui vai entender o meu desprezo por essa terceira temporada. Acredito que o autor estava de saco cheio pra terminar e fez essa 2 e 3 pelas coxas não tem nexo. Façam o favor de não inventar mais .
Terceira Temporada Afunda Ainda Mais a Série que Já Estava Desmoronando
Quando Round 6 estreou, ela entregou uma crítica social poderosa e envolvente, com personagens marcantes e um roteiro afiado. Mas desde a segunda temporada, a série começou a perder sua identidade, e a terceira temporada conseguiu o impensável: descer ainda mais o nível, entregando um desfecho incoerente, preguiçoso e, acima de tudo, frustrante. A terceira temporada é um verdadeiro colapso narrativo. A decisão de transformar um bebê em vencedor dos jogos pode até ter uma intenção simbólica – “o futuro da humanidade”, como apontou o criador Hwang Dong-hyuk –, mas a execução é absurda e forçada. O público, que se envolveu com a trajetória de Gi-hun ao longo de três temporadas, é obrigado a engolir um sacrifício melodramático e sem impacto real. Pior: um final sem catarse, sem justiça e sem lógica. As mortes são gratuitas, sem peso emocional e sem consequência real. O embate final entre Gi-hun e Myung-gi parece promissor, mas termina em mais uma reviravolta bizarra – ele não havia apertado o botão? Isso só evidencia a quantidade de conveniências mal explicadas no roteiro, que se apoia em "surpresas" em vez de desenvolver com profundidade os personagens ou a própria lógica dos jogos. Além disso, diversas tramas secundárias são completamente abandonadas. Jun-ho, o irmão do Front Man, simplesmente aparece no final sem propósito real. O mistério em torno dos VIPs continua raso, e até o gancho final com o ddakji em Los Angeles soa como um artifício repetitivo e cansado. A série insiste em deixar pontas soltas como se isso fosse um charme, mas já virou um problema crônico de má escrita. A mensagem moralista, que antes era um dos pontos fortes da série, agora soa panfletária e vazia. O discurso final de Gi-hun tenta emocionar, mas falha porque o roteiro já esvaziou sua trajetória. O dinheiro deixado para a filha também não traz alívio ou fechamento: é só mais uma tentativa barata de emocionar sem sustância. No fim, a terceira temporada de Round 6 é a prova de que até as boas ideias, quando esticadas além do necessário, se tornam carcaças vazias. A série, que começou como uma crítica inteligente e original ao capitalismo selvagem, termina como um drama confuso, inchado e sem alma. Uma conclusão decepcionante para uma obra que, ironicamente, caiu vítima da própria ganância por sucesso. Nota: 0,5/5. Um desastre completo. Nada compensa o roteiro desastroso, as mortes sem propósito e o final ridiculamente simbólico que abandona toda a lógica construída até aqui.
A trama conseguiu fechar todas as perguntas. O final mostrou redenção e a esperança ainda na humanidade. O auto sacrifício do personagem 456, mostrou que a esperança para humanidade. A série destaca a arrogância e a ganância, qual o limite de maldade do homem por dinheiro. A morte do protagonista, que salva o bebê, mostra a esperança de uma nova geração. Por fim, a série da entender que por mais esforços que ocorreram, os jogos seguiram ocorrendo por todo mundo.
(comentário com spoiler)Final péssimo! O protagonista deveria vencer o jogo novamente e derrotar a ganância dos apostadores. O detetive deveria ter chegado na ilha antes do jogo terminar e assim teria salvado o 456 e a 222 (bebê) Ele teria criado a menina e teria ido ver a filha dele. Que estava esperando. Daí o chefão aparece na casa dela e entrega o cartão do banco..horrível esse final! Muito frustrante. Eu que não assisto o próximo se tiver. Foi péssimo.
Netflix dando aula de como fazer um final de série bosta, como em Round 6 temp 3 pqp, A primeira e segunda estava indo super bem, mas a terceira péssima em todos os episódios!
Final péssimo, sugestão o próprio pai da bebê poderia assassina-la para vencer e depois Gi-hun abandona todos seus princípios e acaba com a vida dele. Além daqueles detetives palermas. Ficamos a série toda aguardando sair alguma coisa,mas são um bando de idiotas.
parece que tudo que a 1 e a 2 temporada tem de bom, nessa 3 temporada acabam com tudo, matam protagonistas no início, finalistas simplesmente INSUPORTÁVEIS, mortes totalmente sem sentido, a netflix conseguiu ferrar sua maior série, só pra puxar esse spin-off americano que ninguém pediu. A trama do policial insuportável, o líder, que decepção... esperava um embate dele com o protagonista, e no trailer parecia que ele ia ter o embate, mas só foi aquela conversa ridícula, parabéns por estragarem o final dessa série maravilhosa, única coisa boa são os jogos e as atuações que são incríveis, essa temporada foi a que mais prometeu, e a que mais decepcionou.
A terceira temporada de Round 6 é a prova viva de que nem todo sucesso precisa de uma continuação. Literalmente jogaram contra a própria história da série, que era ousada, criativa e cheia de críticas sociais.
Desde o final da segunda temporada, ficou claro que queriam forçar o roteiro da 3 temporada, mas incluir uma spoiler: bebê recém-nascida e decisões forçadas para eliminar participantes antes da última rodada do jogo como saída do roteiro foi péssimo. Junto com game of thrones, uma das séries com o pior final de todos os tempos.
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