Críticas dos usuários
Críticas da imprensa
Veja críticas dos usuários para
Todas as temporadas
- Todas as temporadas
- Única temporada 1
- Única temporada 2
- Única temporada 3
Média
4,2
1420 notas
5
54 críticas
4
34 críticas
3
30 críticas
2
24 críticas
1
35 críticas
0
49 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
O final só podia dar nisso... Embora fiquei torcendo até o final, as escolhas só levariam a esse resultado.. gostei muito de saber de uma possibilidade de sequência e a atriz que participou!
Kdorama: ROUND 6 3ª PARTE @squidgamenetflix @round6br Assistido: 28/6/25
Elenco: @from_jjlee @byunghun0712 @lavieenbluu @yim_siwang @boxabum @@wi_wi_wi @heosungtae @kanghaneul_official
Modelo: #suspense #games
Duração: 6 episódios Ano: 2025
Minha opinião: Vai ter spoiler: 95% morrem. E as mortes cortam o coração, pois o diretor conseguiu colocar emoção de forma inteligente para cada personagem. E leva esta emoção até o final. No final temos Gi-hun (Lee) e o bebê, somente 1 pode sobreviver e ficar com todo dinheiro. É claro que Gi-hun cai para a morte e assim acaba o ciclo de Round 6. Mas a morte dele, nos deixa um vazio, tipo queria que ele vivesse. E com este final, não aparece os verdadeiros idealizadores dos jogos, algo que imaginávamos que seria decifrado. In-ho (Byung-hu) o líder dos games Coreia vive e seu irmão Junj-ho (Wi) também e fica com a bebê, ja que os seus pais morreram nos games e com todo dinheiro. E a parte de gi-hun seus pertences e o dinheiro que tinha fica com sua filha. E termina a série com uma nova linha Round 6 EUA. Que deve ser uma nova série.
Vale apena assistir? Sim. Esta 3ª parte fecha o ciclo e mostrando que a ganância do ser humano é uma verdadeira doença, que de repente não pode ser vencida. Mas isso não se generaliza, pois também foi mostrado que existe humanidade, mas que é uma minoria. E que não podemos perder a fé no ser humano.
Nota: 8 se Gi-hun vivesse seria 8,5
Elenco: @from_jjlee @byunghun0712 @lavieenbluu @yim_siwang @boxabum @@wi_wi_wi @heosungtae @kanghaneul_official
Modelo: #suspense #games
Duração: 6 episódios Ano: 2025
Minha opinião: Vai ter spoiler: 95% morrem. E as mortes cortam o coração, pois o diretor conseguiu colocar emoção de forma inteligente para cada personagem. E leva esta emoção até o final. No final temos Gi-hun (Lee) e o bebê, somente 1 pode sobreviver e ficar com todo dinheiro. É claro que Gi-hun cai para a morte e assim acaba o ciclo de Round 6. Mas a morte dele, nos deixa um vazio, tipo queria que ele vivesse. E com este final, não aparece os verdadeiros idealizadores dos jogos, algo que imaginávamos que seria decifrado. In-ho (Byung-hu) o líder dos games Coreia vive e seu irmão Junj-ho (Wi) também e fica com a bebê, ja que os seus pais morreram nos games e com todo dinheiro. E a parte de gi-hun seus pertences e o dinheiro que tinha fica com sua filha. E termina a série com uma nova linha Round 6 EUA. Que deve ser uma nova série.
Vale apena assistir? Sim. Esta 3ª parte fecha o ciclo e mostrando que a ganância do ser humano é uma verdadeira doença, que de repente não pode ser vencida. Mas isso não se generaliza, pois também foi mostrado que existe humanidade, mas que é uma minoria. E que não podemos perder a fé no ser humano.
Nota: 8 se Gi-hun vivesse seria 8,5
120,222,456 e entre outros não deveriam ter morrido e pq colocaram uma bebê pra jogar?
spoiler:
spoiler:
Pra começar, essa continuação nem deveria ter existido e o resultado prova isso. O roteiro é uma bagunça, com uma história sem sentido, diálogos horríveis e um excesso de dramaturgia que cansa mais do que envolve. A trama se arrasta sem entregar nada realmente relevante, mas, pelo menos, o fechamento final consegue ser um pouco interessante, salvando o mínimo da experiência. No geral, é uma sequência totalmente dispensável.
Uma boa serie mas não acho justo o dono do jogo ter saído vivo fiquei muito triste o que ganhou o jogo anterior ter morrido a mãe da bebê ter morrido aquela velhinha ter morrido e aquele homem com cabelo de mulher que ajudou a mãe da bebê e a velhinha ter morrido fiquei muito triste chorei poxa tinha que ter um final feliz e pelo final o jogo continua aquela loira tá testando o cara lá poxa
]
Péssima.
spoiler:
Todos os personagens favoritos morrem. Muitos personagens e cenas desnecessários. Pontas soltas. As temporadas 2 e 3 são desnecessárias e nada funciona, chega a ser bizarro.
Todos os personagens favoritos morrem. Muitos personagens e cenas desnecessários. Pontas soltas. As temporadas 2 e 3 são desnecessárias e nada funciona, chega a ser bizarro.
Quem mais aí achou que isso virou um Dorama forçado pra caramba nessa temporada?
Simplesmente virou Dramaturgia de olhos puxados, com os jogos servindo apenas para gerar lágrimas e lágrimas de crocodilo.
Achei assistivel, o problema é que destoou muito da qualidade da primeira temporada o que é uma pena.
Simplesmente virou Dramaturgia de olhos puxados, com os jogos servindo apenas para gerar lágrimas e lágrimas de crocodilo.
Achei assistivel, o problema é que destoou muito da qualidade da primeira temporada o que é uma pena.
Sério mesmo, Netflix? Essa foi a melhor continuação que vocês conseguiram bolar depois do fenômeno mundial que foi a primeira temporada?
• O episódio da jogada 222… pra quê SE MATAR pulando, se dava tranquilamente pra passar RASTEJANDO? Me poupe. Era só usar o cérebro — ou pelo menos a barriga no chão.
• Deixaram o Gi-hun (o protagonista da 1ª temporada!) completamente de lado, e tudo isso pra dar destaque pra uma trama rasa, com personagens novos que não seguram nada. Achei que ele ia voltar com tudo… e veio um “bebê drama” no lugar. Sério?
• A tensão e crítica social que marcaram a série original sumiram. Agora parece só um apanhado de “drama de quinta com jogos de tabuleiro”. Nem a morte tem o mesmo peso.
• E o roteiro… olha, tá mais perdido que participante em jogo de vidro.
• O episódio da jogada 222… pra quê SE MATAR pulando, se dava tranquilamente pra passar RASTEJANDO? Me poupe. Era só usar o cérebro — ou pelo menos a barriga no chão.
• Deixaram o Gi-hun (o protagonista da 1ª temporada!) completamente de lado, e tudo isso pra dar destaque pra uma trama rasa, com personagens novos que não seguram nada. Achei que ele ia voltar com tudo… e veio um “bebê drama” no lugar. Sério?
• A tensão e crítica social que marcaram a série original sumiram. Agora parece só um apanhado de “drama de quinta com jogos de tabuleiro”. Nem a morte tem o mesmo peso.
• E o roteiro… olha, tá mais perdido que participante em jogo de vidro.
Temporada muito abaixo.. tanto é que só terminei agora.. quase um mês depois. Parece que o roteiro foi escrito por outra pessoa de tão ruim que ficou. O policial não fez absolutamente nada, os VIP´s que coisa tosca e as cenas finais lamentáveis.
Minha opinião: Nesta série a Netflix acerta. Bem que em várias séries #koreanas tem se dado bem com a Netflix. Produzindo bons produtos, seja #filme ou #séire E neste eletrizante série, conseguiram criar nos primeiros capítulos todo um contexto para dar logica e sequência para a produção. Parabéns ao roteiro bem elaborado. O papel de Jung sendo bem dramatizado, do cara azarão na vida. Outro papel bem feito e do 001, quem iria imaginar de quem ele seria. Kim Joo outra atriz que trabalhou impecável em seu papel de louca. E do amigo traira Park que também teve uma boa atuação. Uma seleção impecável nos atores e seus papeis caíram como uma luva. E suas interpretações. Sem esquecer do mal caráter de Heo. Só com está base a serie estava em bom caminho. A idéia de fazer um jogo com perdedores na vida não é a primeira vez, já tivemos #13ojogador #jasonstatham souberam criar algo novo e com jogos nada cabulosos ou que tenha cortar a perna ou as mãos. Não com brincadeiras infantis e simples, #cabodeguerra #batatinha123 #bolinhadegude e do simples souberam fazer bem. Parabéns. E falta as produções fora da caixa.
Roteiro: parabéns, muito bem elaborado
Vale apena assistir? SIM
Nota: 10
Roteiro: parabéns, muito bem elaborado
Vale apena assistir? SIM
Nota: 10
Quando Round 6 estreou em 2021, o impacto foi imediato. A série sul-coreana não apenas conquistou o mundo com seus jogos mortais e comentários sociais afiados, mas também apresentou personagens marcantes e uma direção ousada. Era uma história fechada, com um final agridoce, mas coerente, que deixava reflexões profundas sobre o sistema, a desigualdade e a moral humana. A decisão da Netflix de renovar a série para mais duas temporadas foi, para muitos, um sinal claro do desejo de capitalizar o sucesso estrondoso — mesmo que isso significasse comprometer a integridade da história original. Agora, com a terceira e última temporada lançada, essa suspeita se confirma. O que vemos é um encerramento apressado, desequilibrado e que entrega muito menos do que prometeu.
A redução para apenas seis episódios já levanta suspeitas. Em comparação com os nove da primeira temporada e os sete da segunda, a última leva de episódios parece mais um corte estratégico do que uma escolha criativa. E isso se reflete diretamente na narrativa. A terceira temporada tenta dar conta de três arcos centrais — todos derivados da segunda —, além de resolver subtramas e entregar um encerramento satisfatório para a jornada de Gi-Hun. Mas o que se vê é uma série correndo contra o tempo, comprimindo desenvolvimento emocional, matando personagens de forma apressada e criando soluções fáceis para questões complexas. O impacto é claro: o vínculo com os personagens, já fragilizado desde a temporada anterior, se desfaz quase por completo.
Um dos maiores problemas está na forma como Gi-Hun, protagonista da trama, é tratado. Após um final trágico na segunda temporada, esperava-se que ele tivesse seu momento de redenção ou pelo menos um protagonismo claro na reta final. No entanto, metade da temporada o mantém escanteado, dando espaço a coadjuvantes cujo tempo de tela parece mais uma urgência narrativa. Para piorar, a justificativa que move o retorno da trajetória de Gi-Hun — salvar uma criança recém-nascida durante os jogos — é forçada e beira o absurdo. O roteiro exige do espectador um acordo de descrença gigantesco, ao apresentar uma personagem que dá à luz em plena competição e, milagrosamente, vê o bebê sobreviver por dias, sem cuidados, comida ou qualquer explicação plausível. A cena é emocionalmente manipulativa e mal escrita, servindo apenas para catalisar a motivação de Gi-Hun, sem qualquer construção convincente até esse ponto.
As decisões narrativas parecem desenhadas mais para justificar a existência dessa terceira temporada do que para finalizar de maneira digna a história iniciada na primeira. A sensação é de que a Netflix interrompeu a segunda temporada propositalmente, dividindo-a em duas partes para prolongar o engajamento do público. O resultado é que todo o ritmo da série sofre, com uma quebra brusca entre as temporadas e uma falta de fluidez nas tramas. O que era para ser o clímax emocional e dramático se transforma em uma maratona apressada de conclusões mal elaboradas.
Nem mesmo os jogos, que sempre foram o grande atrativo da série, funcionam com o mesmo impacto. A escolha por brincadeiras infantis como esconde-esconde e pular corda poderia ter gerado tensão e desconforto, como foi tão bem feito na primeira temporada. Porém, as execuções são mornas, previsíveis e sem o mesmo nível de criatividade visual ou carga simbólica. O último jogo, em especial, sofre com efeitos visuais toscos, que destoam completamente do cuidado estético demonstrado anteriormente. O CGI de baixa qualidade compromete não só a imersão, mas a própria credibilidade da produção — uma falha difícil de justificar, especialmente considerando o orçamento que a Netflix costuma reservar para suas grandes séries.
No fim, a última temporada de Round 6 até tenta entregar respostas, concluir arcos e amarrar pontas soltas. Existe uma mensagem final, que tenta resgatar o espírito crítico e humano da primeira temporada, mas ela chega tarde demais, sufocada por um roteiro que corre, tropeça e não convence. A série se encerra deixando a impressão de que seu maior erro foi não saber quando parar. A primeira temporada era, por si só, um comentário completo, envolvente e impactante. Estender a história apenas diluiu o seu poder, e o que deveria ser um clímax emocionante tornou-se um epílogo cansado.
Para piorar, os últimos minutos ainda se preocupam em preparar terreno para a já anunciada versão americana da série, sob a supervisão de David Fincher. É o golpe final: uma prova clara de que, para a Netflix, Round 6 deixou de ser uma história para se tornar uma marca. E isso, mais do que qualquer outra falha técnica ou narrativa, é o que mais amarga o adeus.
A redução para apenas seis episódios já levanta suspeitas. Em comparação com os nove da primeira temporada e os sete da segunda, a última leva de episódios parece mais um corte estratégico do que uma escolha criativa. E isso se reflete diretamente na narrativa. A terceira temporada tenta dar conta de três arcos centrais — todos derivados da segunda —, além de resolver subtramas e entregar um encerramento satisfatório para a jornada de Gi-Hun. Mas o que se vê é uma série correndo contra o tempo, comprimindo desenvolvimento emocional, matando personagens de forma apressada e criando soluções fáceis para questões complexas. O impacto é claro: o vínculo com os personagens, já fragilizado desde a temporada anterior, se desfaz quase por completo.
Um dos maiores problemas está na forma como Gi-Hun, protagonista da trama, é tratado. Após um final trágico na segunda temporada, esperava-se que ele tivesse seu momento de redenção ou pelo menos um protagonismo claro na reta final. No entanto, metade da temporada o mantém escanteado, dando espaço a coadjuvantes cujo tempo de tela parece mais uma urgência narrativa. Para piorar, a justificativa que move o retorno da trajetória de Gi-Hun — salvar uma criança recém-nascida durante os jogos — é forçada e beira o absurdo. O roteiro exige do espectador um acordo de descrença gigantesco, ao apresentar uma personagem que dá à luz em plena competição e, milagrosamente, vê o bebê sobreviver por dias, sem cuidados, comida ou qualquer explicação plausível. A cena é emocionalmente manipulativa e mal escrita, servindo apenas para catalisar a motivação de Gi-Hun, sem qualquer construção convincente até esse ponto.
As decisões narrativas parecem desenhadas mais para justificar a existência dessa terceira temporada do que para finalizar de maneira digna a história iniciada na primeira. A sensação é de que a Netflix interrompeu a segunda temporada propositalmente, dividindo-a em duas partes para prolongar o engajamento do público. O resultado é que todo o ritmo da série sofre, com uma quebra brusca entre as temporadas e uma falta de fluidez nas tramas. O que era para ser o clímax emocional e dramático se transforma em uma maratona apressada de conclusões mal elaboradas.
Nem mesmo os jogos, que sempre foram o grande atrativo da série, funcionam com o mesmo impacto. A escolha por brincadeiras infantis como esconde-esconde e pular corda poderia ter gerado tensão e desconforto, como foi tão bem feito na primeira temporada. Porém, as execuções são mornas, previsíveis e sem o mesmo nível de criatividade visual ou carga simbólica. O último jogo, em especial, sofre com efeitos visuais toscos, que destoam completamente do cuidado estético demonstrado anteriormente. O CGI de baixa qualidade compromete não só a imersão, mas a própria credibilidade da produção — uma falha difícil de justificar, especialmente considerando o orçamento que a Netflix costuma reservar para suas grandes séries.
No fim, a última temporada de Round 6 até tenta entregar respostas, concluir arcos e amarrar pontas soltas. Existe uma mensagem final, que tenta resgatar o espírito crítico e humano da primeira temporada, mas ela chega tarde demais, sufocada por um roteiro que corre, tropeça e não convence. A série se encerra deixando a impressão de que seu maior erro foi não saber quando parar. A primeira temporada era, por si só, um comentário completo, envolvente e impactante. Estender a história apenas diluiu o seu poder, e o que deveria ser um clímax emocionante tornou-se um epílogo cansado.
Para piorar, os últimos minutos ainda se preocupam em preparar terreno para a já anunciada versão americana da série, sob a supervisão de David Fincher. É o golpe final: uma prova clara de que, para a Netflix, Round 6 deixou de ser uma história para se tornar uma marca. E isso, mais do que qualquer outra falha técnica ou narrativa, é o que mais amarga o adeus.
Série muito boa. Ideia muito inovadora, além do intercâmbio cultural, trazendo à tona uma boa série do Oriente. Claro que a última temporada é um tanto quanto polêmica, mas merece estar entre as melhores séries já produzidas nos dias de hoje.
É uma temporada estranhamente arrastada, ainda mantendo muitas qualidades narrativas, mas diferentes de sua antecessoras, mostra erros narrativos e provocações claras pra criar discussão.
Simplesmente decepcionante, final sem peso algum e deixa muitas questões em aberto, com a morte do protagonista. Sem peso algum na série, eliminando todos os personagens importantes no segundo episódio. Deixando apenas personagens desimportantes para série, inclusive jogador 100 que era insuportável, e o 125 que sabíamos que não teria chance alguma para ser finalista. Final entre o protagonista e uma bebê que nunca iria lembrar deste jogo ou sacrifício do protagonista, claramente o protagonista deveria ter sacrificado o bebê que nem era dele. Pensou na criança dos outros e esqueceu a sua própria. Primeira e segunda temporada nota 10, alcançou a fama que teve, e não foi atoa, terceira estava sendo mega superestimado e foi péssima!