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8 críticas
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Crítica da série
0,5
Enviada em 27 de junho de 2025
Quê série horrível, preguiçosa com atores ruins que parecem que saíram de malhação, e eu que pensei que she-hulk foi ruim mas a marvel/Disney sempre nos mostra que ela pode se superar.
Maior perca de tempo personagem fraca e trama rasa vi o primeiro EP e dropei mais vi por opiniões que piora e muito kkkkkkkkkkkkkk tem que ri pra não chorar
“Se Tony Stark...” — quase parei de assistir nessa hora. A lacração forçada que a Disney insiste em empurrar goela abaixo está estragando quase todos os projetos, e já virou algo saturado. Mas vamos à série em si: o roteiro é simplesmente ridículo, a protagonista é intragável, chata e sem carisma algum, chega a fazer a gente torcer contra. As atuações, então, beiram o artificial, sem alma. A única coisa que se salvou foi o Mefisto, e ainda assim o final conseguiu ser péssimo. Disparado a pior série do MCU até agora.
Pensei em dar uma chance, assisti um pouco do primeiro episódio não consegui assistir tudo, cara pessoal que escreveu o roteiro não conhece nada de homem de ferro pra escrever uma merda dessa a frase Tony Stark só fez o que fez por que tinha dinheiro e de f@der!!! Disney minha querida pra vc fazer uma série de sucesso vc tem que fazer o público querer ver mais prender a atenção no primeiro episódio ou que pessoal de uma chance para segundo e terceiro olha pode ter coisa legal vai se juntar com Vingadores mas pra mim não deu assisti uma parte do primeiro episódio mas não consegui boa sorte pra quem quiser tentar!
Historia jogada para cumprir calendário, nada empolgante, cheio de conveniências de roteiro, a atriz, por mais que seja boa, não consegue salvar a série.
Simplesmente não entendo esses comentários dizendo que a série é ruim, discordo, eu achei horrível, impossível digerir, o chat GPT criaria um roteiro melhor, sem mais.
Olha eu tentei, mesmo por que adoro o homem de ferro, Thor e Batman. Depois o superman. Esses são meus super herois. Mas a série é puramente veiculo para ideologia, você tenta acompanhar mas os diálogos são infantis, aí vc entende por que teve apenas 16 números publicados nas bancas. Não sei por que a Disney insiste nisso, chega a ser ofensivo, os personagens são planos sem qualquer profundidade, diálogos bobos. Triste isso, assisti 2 episódios e nunca mais.
A promessa de uma jovem gênio assumindo o legado do Homem de Ferro soa incrível no papel. Mas o que vemos na tela é uma personagem mal explorada, cercada por coadjuvantes sem carisma e um enredo que alterna entre o genérico e esquecível.
Roteiro repetitivo, justificativa fraca, conversas ruins, enredo pobre, muito cansativo de se assistir, me esforcei e nao consegui assistir todos os episódios.
Série Medíocre, início arrastado. Péssima introdução da personagem, desprezo total ao seu antecessor. Pegaram fatos pre estabelecidos e cagaram em cima. Horrivel
Desde o seu anúncio, “Coração de Ferro” enfrentou um desafio que nenhuma série do MCU deveria carregar: a necessidade de justificar sua existência antes mesmo de mostrar a que veio. Introduzida em “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, Riri Williams, vivida por Dominique Thorne, não teve uma estreia carismática ou marcante. Sua participação no filme passou quase despercebida por muitos, sem o impacto necessário para gerar empolgação pela própria série solo. E a falta de empolgação, infelizmente, não foi compensada pelo produto final.
“Coração de Ferro” tenta se sustentar com base no potencial da personagem nos quadrinhos, onde Riri é uma jovem gênia que constrói sua própria armadura inspirada em Tony Stark. Mas o que vemos em tela está longe de entregar essa proposta de forma crível. A série se contenta em fazer referências superficiais a Stark, sem nunca aprofundar como sua figura inspirou ou influenciou a protagonista. A narrativa, que poderia mergulhar no peso de carregar esse legado, opta por uma abordagem genérica e sem identidade, muito mais próxima das produções infantojuvenis dos anos 2000 do Disney Channel do que da proposta mais sóbria e conectada do MCU.
O que chama a atenção logo de cara é a estratégia incomum de lançamento: três episódios de uma vez, seguidos de mais três na semana seguinte. A mensagem implícita parece clara: a Marvel queria se livrar logo da estreia. E não é difícil entender o porquê. Os primeiros episódios são um festival de clichês e personagens sem carisma. A tentativa de dar profundidade a Riri através de perdas pessoais e relações familiares é tão mal conduzida que em nenhum momento gera empatia. Os coadjuvantes são esquecíveis, suas relações soam forçadas e os conflitos parecem escritos com base em descrições de arquétipos e não em pessoas reais.
O roteiro de “Coração de Ferro” é didático, expositivo e, em muitos momentos, irritante. A trama se desenvolve sem nenhuma naturalidade, como se cada fala estivesse ali apenas para explicar algo ao público ou jogar mais uma referência cultural descolada. A série se esforça tanto para soar atual, jovem e descolada, que acaba perdendo qualquer autenticidade. As analogias à cultura pop se tornam cansativas e as tentativas de humor soam deslocadas, como se tentassem a todo custo arrancar uma reação do espectador.
Visualmente, a série também é inconsistente. A armadura da protagonista é mal renderizada em várias cenas, e os efeitos visuais oscilam entre o aceitável e o embaraçoso. Em alguns momentos, a sensação é de estar vendo um piloto de série de baixo orçamento, não uma produção da Marvel Studios. A narrativa também tropeça ao tentar apresentar um grupo de adolescentes com habilidades específicas, como hackers e especialistas em explosivos, mas sem nunca dar tempo ou contexto para que essas habilidades sejam levadas a sério.
Existem, é claro, momentos que se destacam. O embate final entre Riri e o vilão Capuz é talvez o ponto mais alto da série, ao colocar em confronto direto magia e tecnologia.spoiler: A introdução de Sacha Baron Cohen como Mephisto também chama atenção, com o ator encaixando perfeitamente na proposta do personagem, mesmo com pouco tempo em tela. Esses momentos, porém, são exceções em meio a uma temporada que parece caminhar sem rumo.
Em sua essência, “Coração de Ferro” não consegue justificar sua existência nem como parte do MCU, nem como uma obra isolada. Serve apenas para preparar terreno para futuras séries, como a do Visão, ao introduzir conceitos como IAs personificadas e localizações como Madripoor. Mas em termos de narrativa, desenvolvimento de personagem e impacto emocional, entrega muito pouco.
No fim, o maior problema de “Coração de Ferro” é que ela não acredita na força da sua protagonista. A série tem medo de deixar Riri Williams crescer, preferindo envolvê-la em tramas rasas, relacionamentos artificiais e cenas de ação pouco inspiradas. Com isso, o que poderia ser a ascensão de uma nova heroína se transforma em um dos pontos mais fracos do MCU. Um final pouco digno para uma fase que já vinha sendo questionada.
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