Desde a partida de Stan Lee e a entrega de seu legado à Disney, é impossível não perceber que muitas produções perderam aquilo que antes as tornava especiais. Não se trata de rejeitar mudanças, mas de reconhecer que, em diversas obras recentes, falta a alma que outrora guiava essas histórias.
Os heróis já não parecem heróis no sentido mais profundo da palavra, e as narrativas, em vez de inspirar, muitas vezes soam vazias, distantes da grandeza que marcou gerações. Não é uma questão de quem está na tela, mas de como as histórias são contadas e do respeito ao espírito que as criou.
O mais triste é perceber que, com cuidado, dedicação e escuta verdadeira aos fãs, qualquer criador comprometido poderia construir roteiros mais fortes, mais humanos e mais memoráveis. Ignorar isso não é apenas um erro criativo, mas um afastamento silencioso do legado de quem sonhou tudo isso Lee acreditava em heróis imperfeitos, mas cheios de propósito. Talvez ele dissesse algo como: “Heróis não existem apenas para refletir o mundo como ele é, mas para lembrar às pessoas do que elas podem se tornar.”
Não tenho nada contra os atores e produtores e não sou levado pelos haters. Respeito o trabalho de todos eles. Mas, como série, achei a série sofrível e muito fraca. A história parece confusa em vários momentos, alguns personagens não são bem desenvolvidos e várias cenas dão a impressão de que aconteceram rápido demais. A protagonista tinha muito potencial, mas a série não conseguiu aproveitá-lo, pelo contrário, criou um cenário que prejudicou seu talento. No final, para mim, foi uma série esquecível e bem abaixo do que eu esperava da Marvel.
Uma serie que reúne todos os defeitos possíveis, não tem um bom vilão, não tem uma boa heroína, ainda desmerece os próprios personagens que fizeram a marvel ser o que é, realmente pessimo
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