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Alexandre da Silva de Souza
4 críticas
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5,0
Enviada em 28 de julho de 2026
Eu recomendaria as pessoas a jogar o jogo ou estudar um pouco a história do Backrooms até ter virado um filme, se nunca ouviu falar e for ver o filme não vai gostar nem entender. Na minha opinião faltou um pouco mais de sangue, também daqueles gritos estridentes que os monstros tem. Achei o filme muito bom e também que ele deixou diversos ganchos para uma continuação 2 ou até 3. Gostei porque fez uma boa introdução e deixou a gente realmente curioso para tentar entender mais. Não precisaram lacrar para fazer o bom filme e isso é raro hoje em dia então dou um 5, é um filme memorável que será lembrado por muito tempo. Não sei porque mas ele me lembrou muito a série "Round 6", eu acredito que o segundo filme vai mostrar uma organização gigante por traz de tudo, querendo esconder algum erro que cometeram, algo tipo Iluminati ou terceira dimensão. Estou animado e ansioso pela continuação, se não tiver continuação é um filme 1 estrela.
rapaz , como pode ter gente que gostou de um filme ruim desse? não tem como não ! kk filme nada com nada ! esse aí vai ficar na minha mente por um bom tempo como um dos piores filmes que já assisti !
“The Backrooms” é um tornado de criatividade e originalidade em um segmento de filmes de terror que ainda estava tentando se encontrar. Com uma direção de arte muito autoral, clima claustrofóbico e tenso, um roteiro funcional e boas atuações, o longa — que adapta as histórias de terror oriundas do 4chan — é uma grata surpresa. Não esperava nada e saí do cinema impressionado.
O filme soube tratar algo muito importante em um terror/suspense: a angústia e o medo, e não apenas o susto transitório. A tensão é construída, e a sensação de desconforto é crescente. Esse “horror linear”, como muitos vêm chamando.
Gosto muito de suas analogias, de suas meias explicações e do fato de tudo ficar em aberto — gostaria muito de uma continuação. O diretor estreante — e criador das histórias — Kane Parsons manda muito bem. Claro que há a tutela da A24, um ótimo estúdio famoso por dar liberdade criativa aos seus realizadores.
Além disso, a fotografia amarelada e suja é muito eficaz, a maquiagem está excelente e, embora alguns poucos efeitos — pouquíssimos mesmo — pareçam estranhos (com uma “cara de IA”), isso é apenas um detalhe dentro de um conjunto muito sólido.
O ato final, apesar de contar com uma ótima cena de perseguição, me tirou um pouco da tensão construída anteriormente, mas nada que prejudique de forma significativa.
Um filme confuso, meio sem nexo e ao mesmo tempo a gente fica pensando qual a moral por trás disso. Não entendi muita coisa, não assistiria novamente, pois é chato.
Backrooms: Um Não-Lugar é um filme de terror/ficção científica que contou com a direção de Kane Parsons e roteiro de Will Soodik. Na trama, acompanhamos Clark (Chiwetel Ejiofor), que possui uma loja de móveis. Com o divórcio Clark passa a dormir na loja e realizar consulta com sua terapeuta Dra Mary (Renate Reinsve). Em um certo dia, Clark descobre uma porta em sua loja que dá para um tipo de labirinto sem fim. Diante da curiosidade, Clark passa a perceber uma nova realidade. Parsons enfim estreou na direção com um filme de um universo que idealizou. Começando em 2019 e reacendendo en 2022, tal horror pode enfim chegar nas telas em um momento de forte investimento da indústria cinematográfica não apenas para o horror, mas para o folclore digital, mas com interferência Hollywoodianas. Provavelmente muito nao vao curtir o filme por ele nao ser didático, por nao explicar determinadas situações e contexto, mas a grande graça dos Backrooms é o inexplicável, o confuso, o perturbador, vasto e o sufocante. Assim, tiramos o chapéu para Parson por conseguir deixar essa experiência desconfortável ao nos mostrar diante da vastidão de paredes com tons verde e amarelo salas e corredores estreitos, verdadeiros labirintos infinito, o medo. Mas o medo do desconhecido. Isso foi feito pela experiência das câmeras que nos angustiava a cada virada de corredor, que poderia dar a um beco sem saída ou algum mostro que poderia aparecer. Sao muitas possibilidades. Inicialmente (e em algumas poucas cenas) o cineasta utiliza o found footage ( na verdade apenas em 2 ocasiões: na primeira cena do filme e em uma cena em que Clark decide documentar a sua ida). Ainda bem que foi usadi pouco esse recurso, pois limitava a experiência visual do terror e tbm é um tipo de filmagem já muito desgatada. Se a direção foi competente, nao posso dizer o mesmo do roteiro, que se limitou a nos trazer uma experiência minimalista e sensorial. Entendo que a premissa partiu de danos psicológicos da Dra Mary e do Clark com suas frustrações sobre o término do seu casamento e do emprego na sua própria loja de móveis quase falida, mas os diálogos foram super expositivos e favoreceu a didatismo do longa. Bastava uma ou outra cena para deixar claro que aquele nao-lugar de alguma forma procura copiar a nossa realidade, mas por ela nao ser biológica, realiza uma cópia muito desigual. E essa cópia vai além das questões físicas ( cadeira, placas, objetos no geral), mas a própria consciência de quem esteve ali. No geral, o filme tente colocar que o verdadeiro horror nao vem dos monstros, afinal esses sao criados da nossa propria mente. A mente é que deve ser temida. Filme interessante, com direção competente, que soube conduzir a mitologia, mas peca num roteiro que parece nao ter entendido o sentido e nem a atmofesra das Backrooms.
Eu achei o filme muito bom, e superou minhas expectativas porque consegue transmitir uma tensão constante e desconforto que prende muito a atenção e deixa com vontade de ver cada vez mais do lugar. Os cenários são lindos e muito bem construídos, e dá pra imaginar que assistir no cinema deve ser uma experiência ainda mais intensa. Gostei tanto que até tive pesadelos depois, o que mostra o quanto ele mexe com a gente kkkkk
spoiler: Apesar disso, duas coisas me incomodaram bastante... primeiro, o boneco de Olinda, que achei deslocado e até meio bobo, já que esperava algo mais perturbador, talvez um alien esquisito ou um gore mais pesado...
segundo, a pouca profundidade do roteiro, porque dava pra explorar muito mais e o filme acaba deixando um gostinho de “quero mais” sem desenvolver todo o potencial.
O final também ficou confuso e excessivamente aberto e olha que eu gosto de filmes difíceis, mas nesse caso achei exagerado, porque queria mais informações e mais história.
Ainda assim, praspoiler: mim o filme é ótimo, intenso e marcante, mas definitivamente não é para qualquer um.
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