Média
3,3
252 notas
5
28 críticas
4
27 críticas
3
12 críticas
2
15 críticas
1
5 críticas
0
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Tudo
Um filme ambicioso que reescreve as regras do terror moderno mostrando que o silencio ensurdecedor é capaz de ser muito mais aterrorizante que sustos e reviravoltas inesperadas. O medo nasce de formas geométricas através de ângulos focados na arquitetura de um sufocante lugar desconhecido. A direção de arte consegue fazer o espectador sentir o cheiro de mofo e o calor das lâmpadas através da tela. A fotografia reproduz de forma impecável o desconforto dos tetos rebaixados, o zumbido incessante das lâmpadas fluorescentes e o tom amarelado sufocante e claustrofóbico. Destaque para Chiwetel Ejiofor que entrega homem falido e alcoólatra cujo apego obsessivo pelo labirinto parece ser um reflexo de sua própria decadência profissional. Brilha também Renate Reinsve que serve como a âncora, equilibrando o horror psicológico com uma busca desesperada por respostas. O filme ainda carece de algumas respostas e algumas pontas que ficam soltas no decorrer do longa. Pode ser uma experiência hipnotizante e perturbadora para uns ou uma experiência frustrada para aqueles que não comprarem a ideia de uma forma de terror pouco vista no cinema comercial.
que venha continuações, o filme da um medo, não tanto mais dá, mas é realmente muoto mais muito bem pensado, um conceito maravilhoso!, boas cenas, o ator do cara é muito bom, e o jeito de como ele fica lá, meu deus, é muito bom isso, só não é perfeito por isso não dou 5
Pessimo, não percam as horas da sua vida vendo isto, muito enrolado pra acontecer alguma coisa, e quando acontece é algo bem mais ou menos, tem muitas coisas que deixam em aberto sem explicação, joguei jogos indi sobre Backrooms, e é 1milhao de vezes melhor que este filme.
Eu vi este filme com meu irmão semana passada e cara...que filme sensacional. Adoro como as Backrooms é retratada como um lugar que você tem a sensação que é familiar, mas não sabe, o terror que este filme carrega é medonho, um medo primitivo sobre um lugar enorme, desconhecido, vazio, nunca sabendo o que pode estar lá com você, carregando aquele pensamento de estar sendo observado.
Apesar do ritmo ser meio lento e de início você não conseguir entender, faz com que desperte a curiosidade de conhecer sobre a obra, prendendo a sua atenção. O que eu mais gosto do filme das Backrooms é como o protagonista e a antagonista vão sendo desenvolvidos, quando você pensa mais sobre eles ao passar do tempo, percebe que ambos são paralelos um ao outro. Outra coisa que eu preciso elogiar é a complexidade sobre a escrita desse filme e mais precisamente dos personagens...sem spoilers!! Espero que há um segundo filme, pois eu amei demais, nada de ruim na minha opinião. Kane e os produtores fizeram um ótimo trabalho, e esse filme abrirá uma nova porta para o gênero de terror, pois trabalhou muito com temas psicológicos.
Apesar do ritmo ser meio lento e de início você não conseguir entender, faz com que desperte a curiosidade de conhecer sobre a obra, prendendo a sua atenção. O que eu mais gosto do filme das Backrooms é como o protagonista e a antagonista vão sendo desenvolvidos, quando você pensa mais sobre eles ao passar do tempo, percebe que ambos são paralelos um ao outro. Outra coisa que eu preciso elogiar é a complexidade sobre a escrita desse filme e mais precisamente dos personagens...sem spoilers!! Espero que há um segundo filme, pois eu amei demais, nada de ruim na minha opinião. Kane e os produtores fizeram um ótimo trabalho, e esse filme abrirá uma nova porta para o gênero de terror, pois trabalhou muito com temas psicológicos.
Por mim valeu a pena assistir mas é muito melhor não gastar seu dinheiro nisso, esperem sair do cartaz para ver na Netflix. Esse filme não é tão ruim assim, mas eu estou dandon 3 estrelas porque no filme foram mostrados só o lobby (escritório, sala amarela) e um pouco do nível 37 (pool rooms- sala da piscina) portanto, os outros níveis que são muito famosos não foram mostrados. Eu esperava que aparecesse o leven fun ou play rooms (aqueles níveis que tem o escorregador e o outro uma festa ), esses dois níveis na minha opinião tem muita fama e são bem conhecidos e acho que com certeza as pessoas teriam uma ótima experiencia com o filme se esses níveis fossem apresentados. Uma crítica muito negativa é que nesse filme todo não tem uma explicação exata, acredito que muitas pessoas também sairam do filme com dúvida de algumas cenas.
O filme estava muito bom do começo, mas ele piora depois que o protagonista morre e aquela mulher entra nas backrooms, sinceramente eu queria muito saber oque realmente aconceteu com a Kat, porque o namorado dela morreu, mas ela ainda conseguiu falar com o Clark (o protagonista), e depois não a mostraaram mais, eu acho que ela ficou presa ou morreu. Olha de começo assim que o Clark entra nas backrooms não aparece aquela entidade do lobby que fica te perseguindo enquanto tenta achar uma saída do escritório por mim seria muito legal se tivesse isso no filme; Outra coisa também é que eu achei muito estranho a respeito de que quando as pessoas ficam lá, o lugar cria uma lembrança do sujeito e ele fica distorcido, assim pode até ter sentido isso porém eu acho que as lembranças das pessoas não deveriam ter que ser os monstros para matar assim como acontece com o Clark porque a versão dele de pirata fazendo o comercial da loja de móveis simplemente mata ele? Não tem sentidooo! Assim, ele deve ter ficado louco de tanto permecanecer nas backrooms, já que é um lugar que não tem fim, as pessoas ficam presas lá. Na hora que a Mary consegue escapar da versão distorcida do protagonista que estava tentando matá-la, ela chega num laboratório, eai ela conversa com o Phil e depois de conversar com ele o filme termina mostrando a Mary na versão distorcida, ou seja, devem ter ficado muitas dúvidas sobre esse final como, oque realmente aconteceu com ela, tudo que ela passou era no final uma ilusão por ter ficado muito tempo nas backrooms?.
Mas bom, eu acho que esse é o mais importante, acho que deveriam ter explicado melhor sobre o laboratório, mas bom esse é meu comentário, perdão se tiver muitos spoilers, mas essa é minha opinião.
O filme estava muito bom do começo, mas ele piora depois que o protagonista morre e aquela mulher entra nas backrooms, sinceramente eu queria muito saber oque realmente aconceteu com a Kat, porque o namorado dela morreu, mas ela ainda conseguiu falar com o Clark (o protagonista), e depois não a mostraaram mais, eu acho que ela ficou presa ou morreu. Olha de começo assim que o Clark entra nas backrooms não aparece aquela entidade do lobby que fica te perseguindo enquanto tenta achar uma saída do escritório por mim seria muito legal se tivesse isso no filme; Outra coisa também é que eu achei muito estranho a respeito de que quando as pessoas ficam lá, o lugar cria uma lembrança do sujeito e ele fica distorcido, assim pode até ter sentido isso porém eu acho que as lembranças das pessoas não deveriam ter que ser os monstros para matar assim como acontece com o Clark porque a versão dele de pirata fazendo o comercial da loja de móveis simplemente mata ele? Não tem sentidooo! Assim, ele deve ter ficado louco de tanto permecanecer nas backrooms, já que é um lugar que não tem fim, as pessoas ficam presas lá. Na hora que a Mary consegue escapar da versão distorcida do protagonista que estava tentando matá-la, ela chega num laboratório, eai ela conversa com o Phil e depois de conversar com ele o filme termina mostrando a Mary na versão distorcida, ou seja, devem ter ficado muitas dúvidas sobre esse final como, oque realmente aconteceu com ela, tudo que ela passou era no final uma ilusão por ter ficado muito tempo nas backrooms?.
Mas bom, eu acho que esse é o mais importante, acho que deveriam ter explicado melhor sobre o laboratório, mas bom esse é meu comentário, perdão se tiver muitos spoilers, mas essa é minha opinião.
Filme sem pé nem cabeça, joguei dinheiro no lixo assistindo esse filme bosta, não imagino um público para esse filme.
se eu fosse voce, assistia em casa... o filme prometeu muito! no começo tava até que interessante, mas o
spoiler:
protagonista morreu muito rápido(pelo menos eh oque parece)
e depois foi ficando chato e confuso, eu espero de coração que essa tenha sido apenas a parte 1! pq n fez sentido nenhum, (SE VC NAO ASSISTIU AINDA, NAO LÊ O RESTO) spoiler: a terapeuta chegando numa salinha com um tiozao tentando descobrir mais dos lugares, faz perguntas pra ela, ela nao responde, ele nao chega nem a falar o nome do lugar e nem oque eh esse lugar, e o filme acaba com cut scenes como se o filme tivesse continuacao
e outra, achei que os bixo seriam mais assustadores mas so eh um negocio com os olhao pra fora, esperava mais
e depois foi ficando chato e confuso, eu espero de coração que essa tenha sido apenas a parte 1! pq n fez sentido nenhum, (SE VC NAO ASSISTIU AINDA, NAO LÊ O RESTO) spoiler: a terapeuta chegando numa salinha com um tiozao tentando descobrir mais dos lugares, faz perguntas pra ela, ela nao responde, ele nao chega nem a falar o nome do lugar e nem oque eh esse lugar, e o filme acaba com cut scenes como se o filme tivesse continuacao
e outra, achei que os bixo seriam mais assustadores mas so eh um negocio com os olhao pra fora, esperava mais
Mt bom mesmo, faz sentido com a versão das backrooms que o kane pixels criou, não entendi porque tantas pessoas não gostaram
Meus filhos deram nota 9, filme integrante não é possível entender como tudo começou o que deixa o mais interessante
gostei pq a salas pontecializa o que tem de ruim dentro de alguns personagens...
gostei pq a salas pontecializa o que tem de ruim dentro de alguns personagens...
O filme Backrooms, do diretor Kane Pixels, não é uma adaptação das centenas de níveis criados pela comunidade da WikiDot. Ele parte do conceito original surgido no 4chan em 2019: um labirinto infinito de paredes amarelas, carpete molhado, lâmpadas que zumbem e uma sensação opressiva de desolação. O diretor expande essa premissa com elementos de terror psicológico e sobrenatural, adiciona sua própria mitologia e entrega um longa que funciona como introdução para quem nunca ouviu falar do fenômeno e como reinterpretação para quem já conhece o universo.
Introdução eficiente ao conceito
Nos primeiros minutos, o filme já estabelece o essencial: existe um labirinto amarelo, há criaturas desconhecidas e uma equipe de pesquisadores estuda o local. Não há exposição cansativa. A imagem mostra, o público entende. Quem nunca viu nada sobre Backrooms sai da sala sabendo do que se trata em partes.
spoiler:
Protagonista e trauma
O protagonista não é apenas um "cara que entrou sem querer". Ele carrega um trauma real: foi expulso de casa pela esposa, vive sozinho, trabalha numa loja vazia, e tem um comercial de televisão como sua única vitrine pública. Quando ele cai nas Backrooms, o ambiente reage às suas memórias. Aparecem uma família falsa, uma cozinha com figuras imóveis, e uma entidade que usa o figurino do seu próprio em dos seus comercial da loja que é um mascote da loja. O monstro não é uma criatura genérica. É um reflexo do protagonista, nascido das suas frustrações e solidão.
Morte temática
A morte do protagonista não é anticlimática. Ele é consumido pela entidade que o espelha, dentro de um espaço que simulou a família que ele perdeu. É um fim coerente com a lógica que o filme estabeleceu: as Backrooms se alimentam de memórias, distorcem desejos, e transformam as pessoas em parte do ambiente. Não há fuga heroica. Há desfecho trágico e necessário.
Psicóloga como ponte
A psicóloga pode parecer um personagem secundário subutilizado à primeira vista, mas ela cumpre um papel essencial. Ela é o olhar do público dentro da história: descobre as Backrooms junto com a gente, testemunha o horror, e no final é resgatada pela equipe de pesquisa, servindo de conexão entre o mundo comum e a organização que estuda o fenômeno. O passado dela (a menção à mãe) fica em aberto, provavelmente para ser explorado na sequência.
Mistura dos dois terrores
O grande acerto do filme é unir terror psicológico e terror sobrenatural de forma que um não existe sem o outro. O labirinto infinito e a entidade funcionam porque o protagonista tem um trauma pessoal. O trauma ganha forma porque o ambiente sobrenatural o materializa. Os dois se alimentam, e o resultado é um desconforto que vai além do susto barato.
Falta de ritmo e espaços subexplorados
O filme não é perfeito. O ritmo é irregular. A vida do protagonista antes de entrar nas Backrooms se estende por mais tempo do que o necessário, e o final (o resgate da psicóloga) é apressado. As subáreas mostradas de relance – as piscinas, as casas, a cozinha – poderiam receber mais tempo de tela, permitindo que o desconforto se instalasse com mais calma. A própria psicóloga, que ganha uma breve menção ao passado, nunca vê esse fio ser puxado.
Para quem é o filme?
Backrooms não é para o fã nostálgico que queria ver uma adaptação da WikiDot com seus centenas de níveis, entidades catalogadas e a famosa bactéria correndo pelos corredores. O filme é para quem aceita uma releitura do conceito original. É uma introdução longa – quase um primeiro ato de uma série maior. O segundo filme pode explorar o que ficou em aberto: a conspiração da Async, a expansão das subáreas e o papel da psicóloga dentro da organização.
Veredito
O filme acerta no essencial. Apresenta o conceito de forma visual e econômica. Constrói um protagonista cujo trauma se integra à trama. Substitui a criatura genérica por um monstro personalizado que reflete a psique do personagem. Mistura os dois tipos de terror de maneira orgânica. E deixa ganchos promissores para a sequência, sem depender de uma conclusão fechada.
Os problemas de ritmo, a subutilização de certos elementos e o final apressado impedem a nota máxima. Mas, como primeiro ato de uma história maior, Backrooms recebe 8/10. Se o segundo filme corresponder à promessa, a nota do primeiro pode até subir. spoiler:
Introdução eficiente ao conceito
Nos primeiros minutos, o filme já estabelece o essencial: existe um labirinto amarelo, há criaturas desconhecidas e uma equipe de pesquisadores estuda o local. Não há exposição cansativa. A imagem mostra, o público entende. Quem nunca viu nada sobre Backrooms sai da sala sabendo do que se trata em partes.
spoiler:
Protagonista e trauma
O protagonista não é apenas um "cara que entrou sem querer". Ele carrega um trauma real: foi expulso de casa pela esposa, vive sozinho, trabalha numa loja vazia, e tem um comercial de televisão como sua única vitrine pública. Quando ele cai nas Backrooms, o ambiente reage às suas memórias. Aparecem uma família falsa, uma cozinha com figuras imóveis, e uma entidade que usa o figurino do seu próprio em dos seus comercial da loja que é um mascote da loja. O monstro não é uma criatura genérica. É um reflexo do protagonista, nascido das suas frustrações e solidão.
Morte temática
A morte do protagonista não é anticlimática. Ele é consumido pela entidade que o espelha, dentro de um espaço que simulou a família que ele perdeu. É um fim coerente com a lógica que o filme estabeleceu: as Backrooms se alimentam de memórias, distorcem desejos, e transformam as pessoas em parte do ambiente. Não há fuga heroica. Há desfecho trágico e necessário.
Psicóloga como ponte
A psicóloga pode parecer um personagem secundário subutilizado à primeira vista, mas ela cumpre um papel essencial. Ela é o olhar do público dentro da história: descobre as Backrooms junto com a gente, testemunha o horror, e no final é resgatada pela equipe de pesquisa, servindo de conexão entre o mundo comum e a organização que estuda o fenômeno. O passado dela (a menção à mãe) fica em aberto, provavelmente para ser explorado na sequência.
Mistura dos dois terrores
O grande acerto do filme é unir terror psicológico e terror sobrenatural de forma que um não existe sem o outro. O labirinto infinito e a entidade funcionam porque o protagonista tem um trauma pessoal. O trauma ganha forma porque o ambiente sobrenatural o materializa. Os dois se alimentam, e o resultado é um desconforto que vai além do susto barato.
Falta de ritmo e espaços subexplorados
O filme não é perfeito. O ritmo é irregular. A vida do protagonista antes de entrar nas Backrooms se estende por mais tempo do que o necessário, e o final (o resgate da psicóloga) é apressado. As subáreas mostradas de relance – as piscinas, as casas, a cozinha – poderiam receber mais tempo de tela, permitindo que o desconforto se instalasse com mais calma. A própria psicóloga, que ganha uma breve menção ao passado, nunca vê esse fio ser puxado.
Para quem é o filme?
Backrooms não é para o fã nostálgico que queria ver uma adaptação da WikiDot com seus centenas de níveis, entidades catalogadas e a famosa bactéria correndo pelos corredores. O filme é para quem aceita uma releitura do conceito original. É uma introdução longa – quase um primeiro ato de uma série maior. O segundo filme pode explorar o que ficou em aberto: a conspiração da Async, a expansão das subáreas e o papel da psicóloga dentro da organização.
Veredito
O filme acerta no essencial. Apresenta o conceito de forma visual e econômica. Constrói um protagonista cujo trauma se integra à trama. Substitui a criatura genérica por um monstro personalizado que reflete a psique do personagem. Mistura os dois tipos de terror de maneira orgânica. E deixa ganchos promissores para a sequência, sem depender de uma conclusão fechada.
Os problemas de ritmo, a subutilização de certos elementos e o final apressado impedem a nota máxima. Mas, como primeiro ato de uma história maior, Backrooms recebe 8/10. Se o segundo filme corresponder à promessa, a nota do primeiro pode até subir. spoiler:
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