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NerdCall
65 seguidores
504 críticas
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2,5
Enviada em 27 de maio de 2026
Talvez seja o maior exemplo recente de um conceito MUITO melhor do que o próprio filme. Porque os primeiros minutos realmente funcionam: corredores infinitos, iluminação amarelada, silêncio desconfortável e aquela sensação constante de que alguma coisa está errada mesmo quando não tem absolutamente nada acontecendo.
E nisso acerta muito. A atmosfera é sufocante, a estética liminal continua absurda e o filme consegue transformar vazio e repetição em algo genuinamente desconfortável. Tem momentos em que parece um pesadelo encontrado no YouTube às 3 da manhã.
O problema é quando o longa percebe que precisa virar… um longa. Quanto mais tenta explicar emoções, criar dramatização e transformar o conceito em narrativa tradicional, mais fica evidente que Backrooms funciona melhor como creepypasta, teoria da internet ou curta experimental do que como uma história de duas horas.
"Backrooms: Um Não-Lugar" é um filme que, para você entender, deverá ir de mente aberta. Eu assisti com mais duas pessoas que não sabiam absolutamente nada sobre esse universo, mas todos nós chegamos na mesma conclusão: um filme pertubador, angustiante, com uma atmosfera sufocante, mas se perde ao tentar explicar as coisas. Primeiramente, vale a pena assistir? No geral, sim, mas, como eu disse, espere algo totalmente diferente do que você ja viu, e preste atenção nos detalhes, principalmente se você for uma pessoa que nunca viu esse universo. Em relação aos efeitos especiais, trilha sonora, estrutura das cenas e o visual estético, é tudo excelente. O horror que ele traz nos primeiros 70 minutos é bizarro, realmente um pesadelo (SPOILER: pra mim a cena da corda foi o puro suco do terror!). Todavia, o filme se perde ao tentar se explicar, mas não porque o filme ficou ruim ou sem sentido, mas é que perdeu toda a magia do mistério das "backrooms", e a entidade, quando não sabíamos o que e quem era ela, era muito mais assustador. spoiler: SPOILER: o Pirate Clark é sim bizarro, mas depois ele passa a ficar um pouco cômico.
Enfim, no geral, em uma nota de 0-10, acho que seria justo um 8. É um bom filme sobre o tema
Por mim valeu a pena assistir mas é muito melhor não gastar seu dinheiro nisso, esperem sair do cartaz para ver na Netflix. Esse filme não é tão ruim assim, mas eu estou dandon 3 estrelas porque no filme foram mostrados só o lobby (escritório, sala amarela) e um pouco do nível 37 (pool rooms- sala da piscina) portanto, os outros níveis que são muito famosos não foram mostrados. Eu esperava que aparecesse o leven fun ou play rooms (aqueles níveis que tem o escorregador e o outro uma festa ), esses dois níveis na minha opinião tem muita fama e são bem conhecidos e acho que com certeza as pessoas teriam uma ótima experiencia com o filme se esses níveis fossem apresentados. Uma crítica muito negativa é que nesse filme todo não tem uma explicação exata, acredito que muitas pessoas também sairam do filme com dúvida de algumas cenas. O filme estava muito bom do começo, mas ele piora depois que o protagonista morre e aquela mulher entra nas backrooms, sinceramente eu queria muito saber oque realmente aconceteu com a Kat, porque o namorado dela morreu, mas ela ainda conseguiu falar com o Clark (o protagonista), e depois não a mostraaram mais, eu acho que ela ficou presa ou morreu. Olha de começo assim que o Clark entra nas backrooms não aparece aquela entidade do lobby que fica te perseguindo enquanto tenta achar uma saída do escritório por mim seria muito legal se tivesse isso no filme; Outra coisa também é que eu achei muito estranho a respeito de que quando as pessoas ficam lá, o lugar cria uma lembrança do sujeito e ele fica distorcido, assim pode até ter sentido isso porém eu acho que as lembranças das pessoas não deveriam ter que ser os monstros para matar assim como acontece com o Clark porque a versão dele de pirata fazendo o comercial da loja de móveis simplemente mata ele? Não tem sentidooo! Assim, ele deve ter ficado louco de tanto permecanecer nas backrooms, já que é um lugar que não tem fim, as pessoas ficam presas lá. Na hora que a Mary consegue escapar da versão distorcida do protagonista que estava tentando matá-la, ela chega num laboratório, eai ela conversa com o Phil e depois de conversar com ele o filme termina mostrando a Mary na versão distorcida, ou seja, devem ter ficado muitas dúvidas sobre esse final como, oque realmente aconteceu com ela, tudo que ela passou era no final uma ilusão por ter ficado muito tempo nas backrooms?. Mas bom, eu acho que esse é o mais importante, acho que deveriam ter explicado melhor sobre o laboratório, mas bom esse é meu comentário, perdão se tiver muitos spoilers, mas essa é minha opinião.
É... não é um filme fácil. Tem facilidades de roteiro que me parecem propositadamente, para dar uma visão mais pessoal do universo de cada um. Multi interpretativo, um drama de terror... confuso.
“The Backrooms” é um tornado de criatividade e originalidade em um segmento de filmes de terror que ainda estava tentando se encontrar. Com uma direção de arte muito autoral, clima claustrofóbico e tenso, um roteiro funcional e boas atuações, o longa — que adapta as histórias de terror oriundas do 4chan — é uma grata surpresa. Não esperava nada e saí do cinema impressionado.
O filme soube tratar algo muito importante em um terror/suspense: a angústia e o medo, e não apenas o susto transitório. A tensão é construída, e a sensação de desconforto é crescente. Esse “horror linear”, como muitos vêm chamando.
Gosto muito de suas analogias, de suas meias explicações e do fato de tudo ficar em aberto — gostaria muito de uma continuação. O diretor estreante — e criador das histórias — Kane Parsons manda muito bem. Claro que há a tutela da A24, um ótimo estúdio famoso por dar liberdade criativa aos seus realizadores.
Além disso, a fotografia amarelada e suja é muito eficaz, a maquiagem está excelente e, embora alguns poucos efeitos — pouquíssimos mesmo — pareçam estranhos (com uma “cara de IA”), isso é apenas um detalhe dentro de um conjunto muito sólido.
O ato final, apesar de contar com uma ótima cena de perseguição, me tirou um pouco da tensão construída anteriormente, mas nada que prejudique de forma significativa.
Backrooms: Um Não-Lugar é um filme de terror/ficção científica que contou com a direção de Kane Parsons e roteiro de Will Soodik. Na trama, acompanhamos Clark (Chiwetel Ejiofor), que possui uma loja de móveis. Com o divórcio Clark passa a dormir na loja e realizar consulta com sua terapeuta Dra Mary (Renate Reinsve). Em um certo dia, Clark descobre uma porta em sua loja que dá para um tipo de labirinto sem fim. Diante da curiosidade, Clark passa a perceber uma nova realidade. Parsons enfim estreou na direção com um filme de um universo que idealizou. Começando em 2019 e reacendendo en 2022, tal horror pode enfim chegar nas telas em um momento de forte investimento da indústria cinematográfica não apenas para o horror, mas para o folclore digital, mas com interferência Hollywoodianas. Provavelmente muito nao vao curtir o filme por ele nao ser didático, por nao explicar determinadas situações e contexto, mas a grande graça dos Backrooms é o inexplicável, o confuso, o perturbador, vasto e o sufocante. Assim, tiramos o chapéu para Parson por conseguir deixar essa experiência desconfortável ao nos mostrar diante da vastidão de paredes com tons verde e amarelo salas e corredores estreitos, verdadeiros labirintos infinito, o medo. Mas o medo do desconhecido. Isso foi feito pela experiência das câmeras que nos angustiava a cada virada de corredor, que poderia dar a um beco sem saída ou algum mostro que poderia aparecer. Sao muitas possibilidades. Inicialmente (e em algumas poucas cenas) o cineasta utiliza o found footage ( na verdade apenas em 2 ocasiões: na primeira cena do filme e em uma cena em que Clark decide documentar a sua ida). Ainda bem que foi usadi pouco esse recurso, pois limitava a experiência visual do terror e tbm é um tipo de filmagem já muito desgatada. Se a direção foi competente, nao posso dizer o mesmo do roteiro, que se limitou a nos trazer uma experiência minimalista e sensorial. Entendo que a premissa partiu de danos psicológicos da Dra Mary e do Clark com suas frustrações sobre o término do seu casamento e do emprego na sua própria loja de móveis quase falida, mas os diálogos foram super expositivos e favoreceu a didatismo do longa. Bastava uma ou outra cena para deixar claro que aquele nao-lugar de alguma forma procura copiar a nossa realidade, mas por ela nao ser biológica, realiza uma cópia muito desigual. E essa cópia vai além das questões físicas ( cadeira, placas, objetos no geral), mas a própria consciência de quem esteve ali. No geral, o filme tente colocar que o verdadeiro horror nao vem dos monstros, afinal esses sao criados da nossa propria mente. A mente é que deve ser temida. Filme interessante, com direção competente, que soube conduzir a mitologia, mas peca num roteiro que parece nao ter entendido o sentido e nem a atmofesra das Backrooms.
Eu achei o filme muito bom, e superou minhas expectativas porque consegue transmitir uma tensão constante e desconforto que prende muito a atenção e deixa com vontade de ver cada vez mais do lugar. Os cenários são lindos e muito bem construídos, e dá pra imaginar que assistir no cinema deve ser uma experiência ainda mais intensa. Gostei tanto que até tive pesadelos depois, o que mostra o quanto ele mexe com a gente kkkkk
spoiler: Apesar disso, duas coisas me incomodaram bastante... primeiro, o boneco de Olinda, que achei deslocado e até meio bobo, já que esperava algo mais perturbador, talvez um alien esquisito ou um gore mais pesado...
segundo, a pouca profundidade do roteiro, porque dava pra explorar muito mais e o filme acaba deixando um gostinho de “quero mais” sem desenvolver todo o potencial.
O final também ficou confuso e excessivamente aberto e olha que eu gosto de filmes difíceis, mas nesse caso achei exagerado, porque queria mais informações e mais história.
Ainda assim, praspoiler: mim o filme é ótimo, intenso e marcante, mas definitivamente não é para qualquer um.
Um filme confuso, meio sem nexo e ao mesmo tempo a gente fica pensando qual a moral por trás disso. Não entendi muita coisa, não assistiria novamente, pois é chato.
A ideia de existir um lugar em lugar nenhum, como se fosse um bug do sistema de redenrização do planeta terra é incrível, é boa, abre espaço para muitas histórias interessantes.
Mas aqui pelo menos para quem assistiu o filme sem conhecer a creepypast da internet foi mais confuso do que impressionante, sinceramente eu sai do cinema sem entender quase nada do filme. História realmente bem dificil de entender, ai no fim entra de repente uma empresa bilionária estudando esse tipo de entidade que é a backroom, ai ficamos mais ainda sem entender nada porque nos dez minutos finais do filme estão te apresentando uma peça importante da história que é a empresa que está estudando, então essa backroom é como se fosse uma entidade viva que recria memória das pessoas que passam ali ? Existe a porta na loja do protagonista, existem mais portas por ai ? A entidade é apresentada como aquele boneco de capitão pirata ou aquele monstro é só um enviado para matar todo humano que encontrar após esses não serem mais úteis com suas memórias ?
Muitas perguntas e nenhuma resposta.
Agora quero falar dos pontos positivos que são poucos, o cenário criado em tamanho real para as filmagens ficou muito bonito e confuso pra quem assiste aqui mandaram muito bem, o monstro de pirata também ficou no equilibrio em ser algo assustador e algo engraçado conseguiram equilibrar muito bem, só esse os pontos positivos, a historia é extremamente confusa e repetitiva primeiro é o protagonista conhecendo a backroom, depois é o protagonista com dois funcionários conhecendo de novo a backroom, por fim é a doutora indo também conhecer a backroom.
Não recomendo que assistam, vai ser perda de tempo.
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