365 DNI
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1,8
789 notas

118 Críticas do usuário

5
14 críticas
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3 críticas
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13 críticas
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28 críticas
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Laura Araújo Ferreira
Laura Araújo Ferreira

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de outubro de 2026
Pior filme que eu já vi na minha vida. Filme sem roteiro, desenvolvimento dos personagens, coerência, atores bons e só tem videoclipe inútil, um horror! Romantização absurda de síndrome de estocolmo, sequestro, assédio e abuso sexual. Só focam nas cenas de sexo ao invés de criar enredo pra história. Não sei como tem gente que acha essa merda romântica. Como aceitaram fazer um filme disso? Pior: como aceitaram publicar uma merda de livro que nem essa e ainda por cima foi best-seller??! Fora que o ator que fez o Massimo não pode nem ser chamado de ator porque a atuação dele é uma bosta, só faz expressões forçadas.
Pior cena desse filme é a do começo, o protagonista literalmente abusando da aeromoça e o filme tratando como se fosse algo sexy, pelo amor de Deus, isso é de acabar com a saúde mental de qualquer ser humano, até uma criança faria um filme melhor que essa bosta.
Sebastian Silva
Sebastian Silva

7 seguidores 107 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de agosto de 2026
Péssimo! Ele sequestrou ela e ela não desenvolveu nem amadureceu em momento algum. Ela se apaixona por ele depois que dormiram juntos. É sério que foi baseado em um livro famoso? Foi irrealista demais.
Alice Cristina
Alice Cristina

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de junho de 2026
Não sei se faço uma crítica ou apenas um desabafo: que filme medíocre. Tranquilamente, top 3 piores roteiros que já testemunhei em minha vida e olha que já assisti a muitas produções ruins. Como alguém aprovou esse lançamento e, pior ainda, continuação. A única coisa boa é a beleza do Morrone porque a atuação do gato também é trágica.
Anadija Trigueiros
Anadija Trigueiros

9 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de janeiro de 2026
Só não, muito sexo pouco desenvolvimento.
Do nada ela começa a amar ele, o mesmo não explica nada.
Rafael Hyppolito
Rafael Hyppolito

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de julho de 2025
Fico impressionado que tem gente que deu 5 estrelas para esse pedaço de fezes, o filme é p0rn0gr4fia e safadeza do inicio ao fim, fez parecer 50 tons de cinza parecer uma obra-prima, não tem roteiro, não tem uma boa direção, atuações ruins, esse filme é o verdadeiro anti-cinema, então se você gosta desse filme, sugiro assistir filmes como Lobo de Wallstreet, O poderoso chefão, Homem Aranha 2, etc, para ver o que é bom de verdade
Babi Martins
Babi Martins

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de junho de 2025
As coisas boas desse filme são: os cenários, locais, figurinos, e algumas cenas quentes mais suaves. A história é preocupante, as cenas de sexo horripilante para mulheres, o relacionamento totalmente abusivo e a interpretação dos atores é forçada. O público akvo não foram as mulheres. Preferimos o Dorama.
anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
O filme que, ao que parece, decidiu transformar as mais elementares normas do bom senso em pó, só para ver o que aconteceria se a hipocrisia e o absurdo se encontrassem de forma tão descarada. Se algum dia o mundo cinematográfico tivesse uma versão distorcida do sonho americano, 365 Dias seria sua essência destilada em três filmes. E, sim, você leu corretamente – uma trilogia! Uma monumental realização cinematográfica com um único propósito claro: um desfile de erotismo sem qualquer traço de substância, que poderia, com um pouco de sorte, ser confundido com um ensaio de como não desenvolver narrativa.

A história gira em torno de Laura, uma mulher que é sequestrada por um mafioso polonês chamado Massimo, que, claro, a "liberta" com a inusitada promessa de que ela tem 365 dias para se apaixonar por ele. Ou seja, temos o clássico cenário de uma relação baseada no "amor à força" (literalmente) e, em vez de abordar de maneira crítica questões de consentimento ou relacionamentos abusivos, o filme adota essa abordagem como se fosse a premissa de uma história romântica. Para aqueles que, como eu, ainda tentam encontrar algum tipo de lógica ou até mesmo um fio de sanidade nesse cenário, a resposta parece ser apenas um sorrisinho sarcástico e uma resignação amarga: “é isso mesmo, gente, é isso o que estamos fazendo agora”.

O enredo, ou melhor, o esboço de enredo que 365 Dias tenta oferecer, é uma caricatura da realidade, onde a profundidade emocional é substituída por cenas de sexo apelativas que mais parecem desfiles de pornografia de baixo orçamento do que qualquer outra coisa. As personagens, então, são simplesmente uma piada. Laura é basicamente uma mulher em coma existencial, cuja única função é responder aos caprichos de Massimo. E Massimo... Bem, Massimo é a encarnação de todas as ideias erradas sobre o que significa ser um “homem misterioso e dominante”. Ele é apenas um mafioso estereotipado, de intenções questionáveis, que se comporta como se estivesse em um romance de cordel, mas com muito mais dinheiro e muito menos respeito pelo público.

Agora, para aqueles que estão se perguntando, "mas a parte boa é que é erótico, não é?", sim, eu posso confirmar: o filme tem cenas de sexo. Muitas. E a quantidade de cenas eróticas é de fato surpreendente, não porque são bem feitas, mas porque o próprio enredo se apoia nelas como se o mero ato de dois corpos se encontrando fosse o suficiente para justificar a construção de uma história. Mas não se enganem, essas cenas, longe de serem uma celebração do prazer humano, mais se assemelham a uma exibição de voyeurismo barato, em que tudo é reduzido a uma sequência interminável de corpos nus, rosnados e olhares intensos, com uma narrativa secundária que, se fosse um mero acidente, teria sido uma fatalidade para o filme.

E se você pensou que um único filme não seria suficiente para explorar esse emaranhado de desequilíbrio entre um pseudo-romance e o que basicamente é uma vitrine de fetiches sem contexto, prepare-se para a mais humilhante revelação de todas: 365 Dias ganhou uma trilogia. Uma obra de arte cinematográfica foi tão bem recebida que gerou mais duas sequências, como se o simples fato de manter os mesmos elementos básicos de um roteiro insuportável fosse suficiente para manter a audiência envolvida. A fórmula é tão simples quanto uma equação de dois termos: mais cenas de sexo, menos enredo. E quem diria que as mentes criativas por trás dessa “trilogia” acharam que a adição de mais duas partes ajudaria a vender a ideia de que isso é cinema.

Entretanto, há uma ironia fina por trás dessa sequência de eventos. A trilogia de 365 Dias revela, em sua essência, o mais puro distanciamento da arte cinematográfica. Aqueles que buscam um entretenimento que não exija nenhum tipo de reflexão ou compreensão do que está sendo projetado, encontram em 365 Dias a perfeita fuga para um tipo de prazer que exige o mínimo de esforço cognitivo. Uma produção vazia que, em sua tentativa de chocar e seduzir, acaba revelando sua mais profunda falência intelectual. Uma história de amor que não é apenas imprópria para qualquer pessoa com um senso básico de moralidade, mas é também uma enorme afronta ao conceito de narrativa. O filme não só falha ao abordar um tema sensível como o abuso e o consentimento, como também transforma um terreno fértil para crítica social em um festival de superficialidade e desrespeito.

Enfim, a conclusão que podemos tirar de toda essa bagunça é clara: 365 Dias não é apenas um filme ruim – é um projeto cinematográfico que encarna a banalidade do entretenimento descompromissado, onde o roteiro é só um meio de sustentar cenas vazias e repetitivas, e os personagens, meros pretextos para a exibição de desejos estereotipados e sem substância. Em vez de nos proporcionar uma reflexão sobre relações abusivas e sobre o que realmente significa consentimento, 365 Dias oferece uma representação distorcida e extremamente perigosa de uma dinâmica humana complexa, enquanto se esconde atrás de cenas eróticas como uma muleta para uma trama que não vai a lugar algum.

Se você está procurando uma obra cinematográfica que desafie os limites do bom senso e ofenda seu intelecto de maneira eficaz, pode parar de procurar: 365 Dias é sua obra-prima. E, caso você ache que uma trilogia vai melhorar a experiência, pense novamente – ela apenas a prolonga, com a graça de um acidente de trem que, ao invés de terminar, insiste em fazer mais uma volta.
Luci FS
Luci FS

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de janeiro de 2025
Filme ruim hein, não precisei nem terminar de assistir, atuações pífias, diálogo sem conteúdo, a única coisa bonita é o cenário dos lugares. É um filme baseado em sexo, assim que comecei assistir lembrei de 50 tons de cinza e logo de cara da para perceber que não é um filme americano, não que isso seja um problema, mas a dinâmica e envolvimento do filme o clichê com os atores, um relacionamento fraco entre a protagonista e o namorado que obviamente não chega aos pés da beleza do mafioso. Enfim, me baseie nos trinta primeiros minutos do filme. Afinal, haja paciência para suportar um filme tão chato e de conteúdo que não agregam.
Maria Cecília Lucas de carvalho Carvalho
Maria Cecília Lucas de carvalho Carvalho

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de dezembro de 2024
UMA BOMBA,esse filme consegue ser pior que a série elite,só tem sexo e nada além disso,esse filme é muito ruim
Diogo Teixeira
Diogo Teixeira

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 18 de outubro de 2024
Pior filme que já vi, sem roteiro, tema repugnante.
Me surpreende muito a Netflix manter essa porcaria no seu catálogo!
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