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Yanna Ribeiro
1 crítica
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0,5
Enviada em 28 de junho de 2020
Péssimo. Pior filme do ano. Fui inocente e não me informei do conteúdo do mesmo (culpa minha, mas não gosto de pesquisar sobre filmes antes de ver). Sem enredo. Sem sentido e profundidade, focado apenas das cenas de sexo com um ator que não me atraiu em nada. Não recomendo pra ninguém, a não seja que estejam procurando alguma coisa ruim pra assistir.
um chefe da máfia chamado Massimo (Michele Morrone), que tem uma experiência extrema, e vê a imagem de uma jovem mulher (Anna Maria Sieklucka) quando está próximo da morte. Anos depois, ele encontra uma mulher por acaso, a sequestra, e dá a ela 365 dias para se apaixonar por ele.
O filme para mim não passou de uma cópia de 50 tons de cinza trocando um milionário masoquista por um mafioso mas de resto praticamente é tudo igual fora que eu não sabia que é o primeiro de uma trilogia por isso que eu já estava xingando muito pelo final ridículo ⭐⭐
Péssimo. Um dos piores filmes que já vi na vida. Roteiro fraco. Parece mais uma prévia de filme pornô. Aguentei assistir 15 minutos, foi o máximo que consegui.
Depois do terrível 50 tons de vergonha alheia Achei que não veria filme pior Mais infelizmente estava enganado... O filme tem diálogos péssimos, romantizam relacionamento ultra abusivo e cenas de sexo péssimas Já vi vários filmes pornográficos com enredo melhor
Eu amei o filme sim. Me desculpe um monte de mulher falando que ela se vendeu. E vocês que sofrem abuso psicológico desses pobretões e ficam aí. Faça me o favor. Homem lindo, tem mulher que gosta daquele homem tipo alfa protetor e cuidador. Quem me dera um mafioso desse kkkkk
Uma palavra basta para classificar esse filme: Ruim. Tem cara de filme, sim. Mas tudo é mal feito. O roteiro não convence; as interpretações, tampouco. Os cenários são tão bem escolhidos que parecem ter sido criados na ficção, só para parecerem ricos e inacessíveis aos simples mortais. Uma confusa e pobre mistura de "sou macho, rico, bonito, e bandido" - por isso, tudo posso - , com "você é mulher, e está à minha disposição". Fantasia de adolescente que nunca viu um "peitinho" na vida. Isso só bastaria para desencorajar a vista do filme, mas tem mais: a carga de elementos preconceituosos em relação ao machismo e à misoginia chega a doer, em quem tem um pouco de inteligência e amor à especie humana. Aos outros, que sintonizam a mesma frequência dos pervertidos que produziam a esse amontoado de imagens mal costuradas, certamente há de fazer bem. Só não lamento tê-lo assistido, por causa do incentivo que me deu para escrever esta crítica. Havia tempo que eu não ficava tão estimulado.
Por mais que a intenção tenha sido para trazer conforto e realismo fiquei decepcionado, o filme cruza muitas polêmicas e contradições "reais" da sociedade, se tornado um lixo, utilizaram no contexto a síndrome de Estocolmo para definir o romance, porém, é apenas capa de um abuso esmagador por trás da história, triste, o pior filme que assistir, irá servir só para amantes pornográficos.
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