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    365 DNI
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    1,7
    634 notas
    Você assistiu 365 DNI ?

    107 Críticas do usuário

    5
    13 críticas
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    50 críticas
    Gerson R.
    Gerson R.

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    0,5
    Enviada em 13 de junho de 2020
    Depois do final da terrível trilogia de 50 Tons de Cinza, sinceramente, não esperava ver outra obra que abordasse de forma tão estereotipada e absurda questões sexuais e amorosas – mas, baseando-se em um livro (ou praticamente uma fanfic) de Blanka Lipinska – uma “versão” polonesa de E.L. James, que, igualmente, precisa de sérias sessões em um analista – chega está produção da Polônia, que parece querer bater o recorde de ruindade, superficialidade, sexismo, misoginia e machismo sobre o comportamento feminino diante do sexo e de situações de abuso.

    E falo isso com pesar – porque, sendo um homem, só posso dar meu apoio e simpatia para as causas do movimento feminista – mas, vendo um filme deste (baixo) nível, imagino que qualquer mulher com um mínimo de discernimento mental desaprovaria todas as situações maniqueístas e constrangedoras criadas pelo roteiro (co-escrito pela autora do livro, inclusive). 365 Dias acompanha o mafioso italiano Massimo (Morrone), chefe do crime em sua região, ele acaba se pegando apaixonado por uma turista polonesa em visita a Sicília, a bela executiva Laura (Sieklucka) – que Massimo viu em um sonho anos antes e, por isso, fica obcecado por ela, sequestrando-a. Sendo assim, o mafioso faz uma proposta a ela: que deixe tentar faze-la se apaixonar por ele dentro de 365 dias – só assim podendo voltar para sua vida normal, que Laura aparentemente não demonstra tanto interesse, ainda mais porque tem um relacionamento áspero com seu namorado Martin (Lasowski).

    Só pela sinopse é notório como toda a trama é maniqueísta – o namorado de aparência e comportamento desleixado – propositalmente irritante, só para forçar ainda mais a ideia de que o abusador é alguém “melhor”; o sedutor e criminoso que convence qualquer mulher a fazer sexo com ele, pelo simples fato de ter características que os padrões de beleza da sociedade pedem; e, claro, o ridículo sonho que faz Massimo ficar tão perverso em sua busca por Laura – um tipo de ideia que só não é mais ridícula do que quase todos os diálogos da obra – é visível que a dupla de diretores acredita que somente a química sexual é suficiente para um casal ser “feliz para sempre” – afinal, um homem como Massimo (sim, que é um criminoso também) pode “forçar” uma aeromoça a fazer sexo oral nele ou, para despertar a vontade de Laura em ter relações com ele, a fazer assistir outra mulher lhe fazendo mais sexo oral – chama-lo de egoísta seria uma perda de tempo – ah... e, logo em seguida, este homem (descrito por Laura como alguém com um corpo desenhado por Deus e o pênis pelo diabo – sim, existe esse dialogo!) ficar enciumado por sua pretende forçada tentar fazer ciúmes usando roupas curtas e dançando com outros homens – creio que seria impossível transforma-lo numa figura mais machista do que isto.

    Massimo acaba deixando Christian Grey no chinelo quando o assunto é explorar suas taras e dominar e humilhar suas “submissas” – aliás, todo o alarde em cima do tal conteúdo de BDSM é desnecessário – a maioria das cenas de sexo são convencionais – se aproveitando de enquadramentos bem feitos e uma misce-en-scene que sabe explorar os espaços dos cenários para não enquadrar os órgãos genitais dos atores – este acaba sendo o único bom atributo técnico de 365 Dias, no final das contas – já que ainda temos uma trilha-sonora que mais parece que ligaram na Rádio Jovem Pan e deixaram tocando aleatoriamente várias músicas pop – uma ou outra até boas, convenhamos – mas é só. Sem contar ainda com a edição sofrível – por exemplo, a sequência inicial mostrando Massimo “negociando” com seus “clientes”, enquanto, ao mesmo tempo, aparece Laura sendo uma mulher emancipada e forte no trabalho – além da confusão de troca de cenas neste ponto, este momento de Laura acaba sendo uma enorme contradição para o que ela vem a fazer mais tarde.

    E quando falamos dos atores, é aí que este longa polonês descamba ainda mais – com um personagem tão raso, machista e sem personalidade, Michele Morrone só deixa seu Massimo ainda mais imbecil em suas atitudes – um ser que só tem dinheiro e beleza para oferecer – a total falta de expressões faciais do ator deixa até mesmo suas questões de caráter serem exploradas superficialmente, de um jeito que não parece ser um negócio tão sério e importante o ramo de traficar drogas na Itália – os seguranças vividos por Bronislaw Wroclawski e Otar Saralidze só sabem falar sobre a importância da família de Massimo e isso nunca parece ter relevância – mas, creio que o pior acaba ficando para a pobre Anna Maria Sieklucka, vivendo Laura – uma mulher tão mal concebida pelo roteiro que fica difícil descrever sua real personalidade – e de sabermos se a atriz está tendo alguma atuação boa ou não – o fato é que soa ridículo a maneira como ela rapidamente se apaixona por seu raptor – e a falta de profundidade dos roteiristas e diretoras torna tudo ainda pior, afinal, um conflito sobre a “síndrome de Estocolmo” poderia ser algo curioso – mas isso passa bem longe, sendo igual acontecia nas histórias de E.L. James, onde o amor parece ser algo que só existe em torno de aparecia física e dinheiro – e mesmo tendo 29 anos, Laura mais parece uma adolescente que se apaixonou pela primeira vez, tendo até uma melhor amiga igualmente de pouca idade mental, a insuportável Olga de Magdalena Lamparska – são criações vergonhosas de personagens que ofendem e rebaixam o comportamento feminino.

    Toda essa superficialidade e falta de realismo para demonstrar questões sobre o amor e sexualidade só não são piores que o final patético, onde tentam causar comoção e um pouco de suspense em uma história arrastada e repetitiva de seu meio para o fim – e, claro, uma deixa para continuação, que parece ser moda em obras assim – enfim, 365 Dias faz o primeiro filme de 50 Tons de Cinza parecer uma obra-prima – o que, sem dúvidas, é um sinal forte de como está produção vai ficar facilmente entre os piores filmes de 2020.
    Gabriel C.
    Gabriel C.

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    1,0
    Enviada em 30 de junho de 2020
    1°: Como alguém pode escrever uma porcaria dessa?
    2° Como isso pode ser aprovado para ser um longa?
    3° Como pode alguém gostar? hahah.

    Atuações horríveis, trama noveleira e diálogos sebosos de ruim.
    Nota 1 pelas belas paisagens hahaha.
    Sarah L.
    Sarah L.

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    0,5
    Enviada em 14 de junho de 2020
    Esse é, com toda certeza, o pior filme que já assisti na minha vida.
    Desde roteiro à atuações, tudo muito ruim.
    Sem contar o absurdo que é relação dos protagonistas, que não tem nada de romântica, mas na verdade é extremamente problemática e abusiva.
    Robert Barboza
    Robert Barboza

    Seguir usuário 5 seguidores Ler as 74 críticas

    0,5
    Enviada em 17 de junho de 2020
    UM DOS PIORES FILMES QUE JÁ ASSISTI NA MINHA VIDA! É basicamente um filme pornô ruim, com cenas de sexo fracas, roteiro péssimo e cheio de furos, atuações pífias, enredo sem sentido algum e doentio, além dos muitos erros de continuidade. Um verdadeiro desastre mas que incrivelmente, a Netflix manteve entre os mais assistidos por muito tempo em sua plataforma.
    Nicolly B.
    Nicolly B.

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    0,5
    Enviada em 4 de julho de 2020
    Eles romantizando o tráfico sexual, é simplesmente nojento. Tem pessoas que se sente atraídas por coisas assim, porque gostam de perigo e dominação, mas, só quando o bandido é bonito, porque se fosse um velho, eu duvido que iria ter essa romantização toda. Não importa se o cara é bonito ou rico, é nojento e doentio do mesmo jeito.
    Rodrigo o que?
    Rodrigo o que?

    Seguir usuário 71 seguidores Ler as 211 críticas

    0,5
    Enviada em 27 de junho de 2020
    Depois do terrível 50 tons de vergonha alheia
    Achei que não veria filme pior
    Mais infelizmente estava enganado...
    O filme tem diálogos péssimos, romantizam relacionamento ultra abusivo e cenas de sexo péssimas
    Já vi vários filmes pornográficos com enredo melhor
    anônimo
    Um visitante
    1,5
    Enviada em 1 de julho de 2020
    O filme definitivamente não é bom. Apesar de ter algumas qualidades técnicas boas. O roteiro e a edição são muito problemáticos, ele basicamente não se preocupar em apresentar algo minimamente consistente e linear, toda hora corta para outra cena em um contexto e lugar totalmente diferente, evitando assim ter que desenvolver decentemente os personagens e a história. As cenas sexuais são boas, mas a relação dos dois protagonistas é muito problemática e tem elementos tão problemáticos que simplesmente não dá para ignorar e analisar somente os aspectos técnicos como já fiz aqui , e o filme não mostra esse relação tão problemática entre os dois com um olhar de crítica, pelo contrário. Muita gente compara 365 dias com Cinquenta Tons, mas eu achei 365 DNI infinitamente pior e mais problemático. As atuações são bem mais ou menos, mas cumprem o papel no filme. No final o filme agrada boa parte do seu público alvo, mas para todo o resto do público,da crítica, e para mim, ele passou uma imagem bem ruim.
    Peterson A
    Peterson A

    Seguir usuário 1 seguidor Ler a crítica

    0,5
    Enviada em 18 de junho de 2020
    Infelizmente tive o desprazer de assistir todo.
    Gostaria de poder desver, pois o filme é péssimo.
    Uma abordagem criminosa, recheada de um clichê que, convenhamos, de péssimo gosto.
    2 horas de um trabalho mal feito, cortado de facão, destinado para clientes de senso crítico raso, que costumam a consumir conteúdos pobres.

    Nota Zero
    Cleibsom Carlos
    Cleibsom Carlos

    Seguir usuário 5 seguidores Ler as 73 críticas

    0,5
    Enviada em 11 de junho de 2020
    Uma verdadeira bomba!!!!!!!!É tanta afetação, pose e caras e bocas tão falsas quanto os orgasmos múltiplos dos filmes pornôs. É triste que um produto desse, claramente direcionado ao público feminino, trate este mesmo público como uma boneca inflável sem desejo próprio que existe apenas para satisfazer as vontades de seu macho alfa. Se 365 DIAS atinge tão forte o imaginário das mulheres, o movimento feminista está completamente equivocado e desconhece o que as próprias mulheres desejam, ou seja, um homem troglodita, muito rico porque ninguém é de ferro e ser pobre e ter de trabalhar é impensável, e que as puxem pelos cabelos! David Cardoso ao ver uma porcaria assim vai pensar, e com razão, que já fez diversos filmes melhores...
    Tulio Souza
    Tulio Souza

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    0,5
    Enviada em 10 de julho de 2020
    Gente que coisa foi essa que eu assisti? problemático a história, romantizam o sequestro é horrível esse filme, sinto que alguns só gostaram pelo fato de ter cenas quentes, mais não perca tempo.
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