Duna: Parte 2
Média
4,5
738 notas

178 Críticas do usuário

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118 críticas
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10 críticas
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8 críticas
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Alexsaki
Alexsaki

7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de abril de 2026
Na primeira parte um filme que demorou para desenrolar, enredo complexo que demorou e teve pouca ação. Nessa segunda parte, continuando o enredo, mas parece que agora o filme começou ! A história se desenvolve e envolve que as quase 3 horas passam voando, e aquele final que acaba já com vontade de ver a terceira parte, não curto muito esse tipo de final ! Mas a segunda parte complementou a primeira e engrandeceu a obra !
Eduardo Henrique
Eduardo Henrique

26 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de março de 2026
cara, olha, é um filme bem legal, gráficos super bons, atores ótimos e super divertido, mas é igual o primeiro, areia e mais areia e minhoca gigante
Babe Diego
Babe Diego

2 seguidores 120 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de janeiro de 2026
“Eu nunca aleguei ser um santo”. Corey Taylor sabia o que estava dizendo na música Snuff. E isso tem sentido.

Um planeta explorado pelos poderosos do império com uma sede insaciável pelas suas especiarias, produtos especiais e muito valiosos que podem determinar o equilíbrio de poder no império. Um planeta feito de areia, onde a água é escassa e onde seus habitantes sofrem com a dominação econômica imposta pelos governantes imperiais. Seus habitantes, os Fremen, sonham com uma antiga profecia. Um messias que virá de longe, de fora de suas terras para guiá-los e libertá-los. Alguém que mostrará o caminho e trará esperança. O escolhido, o predeterminado, segundo suas crenças. Lisan al-Gaib: ele renovará suas forças e construirá o paraíso verde há muito perdido e aquele não será mais um lugar de dunas intermináveis e perigos sorrateiros, um planeta submisso e explorado. Uma nova era virá.

“Não se pode eletrocutar um homem feito de luz”. Keith Buckley soube se expressar muito bem e condensar uma ideia muito pertinente na música Sly do Every Time I Die. Isso é certo também aqui. A água da vida pode fazê-lo enxergar. Se beber da misteriosa e sagrada água da vida, você encontrará as soluções que procura. Um tipo mágico de substância que abrirá sua mente e iluminará o caminho. Você verá o que ninguém mais poderá ver. E estará pronto pra ser o Lisan al-Gaib que todos acreditam que você deve ser.

Claro, essa história fabulosa não veio diretamente do cérebro de Denis Villeneuve. Apesar de ser um cineasta admirável e competente, ele se baseia na clássica obra de ficção científica de Frank Herbert para delinear com muito talento a sua história. A segunda parte de Duna é impressionante, não apenas pelos excelentes efeitos visuais, mas pela qualidade e pela ousadia de seu enredo. Um filme extraordinário que revela o potencial dessa história incomum. Mas ainda não é o fim. O desfecho virá na parte 3. Então, que venham as Grandes Casas com suas influências misteriosas, que prometem dar um impulso e uma virada ainda maiores na história e mostrar novas nuances, ainda mais fascinantes do que o que vimos até agora.
Jack Campello
Jack Campello

96 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de outubro de 2025
Filme Duna: a atuação do protagonista Chalammét é muito boa, além do visual muito bem feito. David Baitista tb está atuando muito bem. Mas a narrativa é muito lenta e não prende a atenção. Javier Barden, muito bom tb. Realmente o problema é o roteiro extenso e devagar.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de setembro de 2025
É espetacular visualmente, mas é só! Faltou profundidade real. O ritmo é arrastado, e incrivelmente chato. Filme e elenco merecia uma continuação melhor.
Everton campos
Everton campos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de setembro de 2025
Ter assistido esse filme no cinema, foi uma das experiências mais incríveis com filmes que já tive. Simplesmente incrível, incrível ao ponto de ter ficado triste de sair do cinema. Obra prima
antonio neiva de toledo tom
antonio neiva de toledo tom

1 seguidor 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de agosto de 2025
O MELHOR FILME QUE EU JÁ VI, eles fizeram o impossível, botaram nos cinemas o melhor romance de ficção científica na minha opinião, o filme é lindo, a fotografia, o cenário, os atores são muito bons, cada segundo vale a pena, respondendo quem fala que é longo demais, recomendo para mais de 12 anos, tentei pensar em críticas mas não consegui.
Paulo Gustavo
Paulo Gustavo

13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de julho de 2025
Por mais que a areia assuste, é no deserto que se revelam os profetas.

Se a Parte Um de Duna era uma promessa (de estética, de atmosfera e de fidelidade literária), a Parte Dois é a cobrança dessa dívida. E Villeneuve, mais uma vez, paga com juros.

Longe de ser uma continuação apenas mais grandiosa, Duna é um segundo ato trágico e necessário, onde o brilho messiânico de Paul Atreides começa a ofuscar os olhos ao redor, inclusive os nossos. Porque aqui, o diretor abandona a ingenuidade de heróis e se afunda na ambiguidade moral, religiosa e política do universo de Herbert.

É um épico onde cada explosão é acompanhada de dúvida. Cada vitória, de um lamento. E cada visão do futuro, de um silêncio desconfortável. Em um mundo onde a água é mais valiosa que o sangue, é fascinante ver como a guerra nunca é apresentada como libertadora, mas como inevitável, suja e profética.

Villeneuve dirige com contenção. Mesmo nas sequências de ação mais imponentes, são de tirar o fôlego. Há uma lentidão calculada, como se o tempo no deserto obedecesse a outro ritmo. O som seco das bombas, os close-ups nos olhos de Paul e Chani, os silêncios entre as falas… tudo evoca não uma fantasia de poder, mas uma tragédia inevitável em câmera lenta.

Timothée Chalamet finalmente se transforma. Se na primeira parte era um herdeiro relutante, aqui se torna algo muito mais perigoso: um líder inevitável e temível. É quando percebemos que Duna não é sobre salvar o mundo, mas sobre como os salvadores podem se tornar maldições com a melhor das intenções.

Zendaya, apesar de eu ter ressalvas à ela como atriz, brilha como Chani. Agora não mais apenas uma visão de sonho, mas uma mulher real, crítica e ferida. Sua atuação traz humanidade ao deserto. Já o elenco de apoio, Javier Bardem, Rebecca Ferguson, Austin Butler, compõe o mosaico de fanáticos, crentes e oportunistas que fazem deste universo algo tão desconfortavelmente atual.

A construção visual continua sendo um triunfo. Os rituais fremen, os duelos no deserto, a cerimônia do verme gigante (que finalmente recompensa os fãs com algo mítico em escala bíblica!), tudo é coreografado com reverência e gradiosidade. E a trilha de Hans Zimmer segue arrebatadora, misturando resquícios tribais e distorções futuristas que parecem sopros de vento de um planeta morto.

Mas talvez o maior mérito do filme seja este. Ele não entrega catarse. O que recebemos não é a paz, mas o peso da vitória. A certeza de que Paul venceu… ao custo de tudo o que o tornava humano. A "jihad" que ele tanto temia se aproxima, e Villeneuve tem coragem de mostrar que o herói que guia o povo pode ser o mesmo que o condena.

Conclusão?
Duna, Parte Dois é cinema de ficção científica com alma de tragédia grega. Não é entretenimento puro, e ainda assim, entretém. Não é aula de história, mas ensina. E, mais do que tudo, não é um conto de salvação, mas, quem sabe, um aviso.

Ao final, o que fica não é o calor das batalhas, mas o frio na espinha. Porque, como em todo deserto, o que mais assusta não é o que vemos, mas o que está por vir.
Igor C.
Igor C.

17 seguidores 427 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2025
Até agora estou tentando entender onde esse filme foi eleito o melhor do ano. De fato, é uma produção muito bem construída, com um visual abismal que impressiona do começo ao fim. No entanto, sua longa duração torna a experiência cansativa, e o roteiro, apesar de seguir uma linha sólida, apresenta lacunas que deixam a narrativa com pontos vagos e pouco aprofundados. A história, que repete a fórmula do primeiro filme, não evolui nem regride, apenas se mantém como um bom filme visualmente deslumbrante, mas sem entregar nada de realmente marcante. Bonito de se ver.
Guilherme de Melo
Guilherme de Melo

1 seguidor 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2025
Duna: Parte 2 é um espetáculo visual e narrativo que mostra como Denis Villeneuve sabe conduzir uma grandiosidade cinematográfica. Dou nota 4 de 5 porque, apesar de ser uma continuação mais intensa e com ritmo melhor que o primeiro, ainda exige um pouco de paciência — é um filme que se constrói com calma, e isso pode afastar alguns.

A estética é deslumbrante. Cada cena é um quadro, e a trilha sonora de Hans Zimmer mergulha a gente naquele universo árido e ao mesmo tempo místico de Arrakis. A construção do mundo continua impecável, e os elementos políticos e religiosos ganham mais força. A história de Paul Atreides se aprofunda, e a transformação dele em um possível messias é tão fascinante quanto preocupante. A atuação do Timothée Chalamet está muito mais intensa, e a Zendaya finalmente tem um papel mais ativo e relevante na trama. O destaque também vai para os novos personagens, como Feyd-Rautha, que traz um ar mais ameaçador pro lado dos Harkonnen.

O filme tem batalhas épicas, estratégias de guerra, fanatismo, profecias… tudo bem amarrado, mas nunca mastigado. É um filme que exige atenção e entrega. A complexidade política e a crítica ao culto de heróis são muito fortes, e Villeneuve não subestima o público.

O único ponto que me segurou de dar 5 é que, apesar de ser grandioso, ainda carrega uma frieza emocional. É tudo muito bonito e poderoso, mas faltou um pouco mais de calor humano em alguns momentos. Ainda assim, é uma continuação que honra e eleva a história, deixando um baita impacto no final. É cinema feito com ambição e propósito.
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