Duna: Parte 2
Média
4,5
714 notas

175 Críticas do usuário

5
118 críticas
4
35 críticas
3
9 críticas
2
8 críticas
1
0 crítica
0
5 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Jack Campello
Jack Campello

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de outubro de 2025
Filme Duna: a atuação do protagonista Chalammét é muito boa, além do visual muito bem feito. David Baitista tb está atuando muito bem. Mas a narrativa é muito lenta e não prende a atenção. Javier Barden, muito bom tb. Realmente o problema é o roteiro extenso e devagar.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.111 seguidores 538 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de setembro de 2025
É espetacular visualmente, mas é só! Faltou profundidade real. O ritmo é arrastado, e incrivelmente chato. Filme e elenco merecia uma continuação melhor.
Everton campos
Everton campos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de setembro de 2025
Ter assistido esse filme no cinema, foi uma das experiências mais incríveis com filmes que já tive. Simplesmente incrível, incrível ao ponto de ter ficado triste de sair do cinema. Obra prima
antonio neiva de toledo tom
antonio neiva de toledo tom

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de agosto de 2025
O MELHOR FILME QUE EU JÁ VI, eles fizeram o impossível, botaram nos cinemas o melhor romance de ficção científica na minha opinião, o filme é lindo, a fotografia, o cenário, os atores são muito bons, cada segundo vale a pena, respondendo quem fala que é longo demais, recomendo para mais de 12 anos, tentei pensar em críticas mas não consegui.
Paulo Gustavo
Paulo Gustavo

13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de julho de 2025
Por mais que a areia assuste, é no deserto que se revelam os profetas.

Se a Parte Um de Duna era uma promessa (de estética, de atmosfera e de fidelidade literária), a Parte Dois é a cobrança dessa dívida. E Villeneuve, mais uma vez, paga com juros.

Longe de ser uma continuação apenas mais grandiosa, Duna é um segundo ato trágico e necessário, onde o brilho messiânico de Paul Atreides começa a ofuscar os olhos ao redor, inclusive os nossos. Porque aqui, o diretor abandona a ingenuidade de heróis e se afunda na ambiguidade moral, religiosa e política do universo de Herbert.

É um épico onde cada explosão é acompanhada de dúvida. Cada vitória, de um lamento. E cada visão do futuro, de um silêncio desconfortável. Em um mundo onde a água é mais valiosa que o sangue, é fascinante ver como a guerra nunca é apresentada como libertadora, mas como inevitável, suja e profética.

Villeneuve dirige com contenção. Mesmo nas sequências de ação mais imponentes, são de tirar o fôlego. Há uma lentidão calculada, como se o tempo no deserto obedecesse a outro ritmo. O som seco das bombas, os close-ups nos olhos de Paul e Chani, os silêncios entre as falas… tudo evoca não uma fantasia de poder, mas uma tragédia inevitável em câmera lenta.

Timothée Chalamet finalmente se transforma. Se na primeira parte era um herdeiro relutante, aqui se torna algo muito mais perigoso: um líder inevitável e temível. É quando percebemos que Duna não é sobre salvar o mundo, mas sobre como os salvadores podem se tornar maldições com a melhor das intenções.

Zendaya, apesar de eu ter ressalvas à ela como atriz, brilha como Chani. Agora não mais apenas uma visão de sonho, mas uma mulher real, crítica e ferida. Sua atuação traz humanidade ao deserto. Já o elenco de apoio, Javier Bardem, Rebecca Ferguson, Austin Butler, compõe o mosaico de fanáticos, crentes e oportunistas que fazem deste universo algo tão desconfortavelmente atual.

A construção visual continua sendo um triunfo. Os rituais fremen, os duelos no deserto, a cerimônia do verme gigante (que finalmente recompensa os fãs com algo mítico em escala bíblica!), tudo é coreografado com reverência e gradiosidade. E a trilha de Hans Zimmer segue arrebatadora, misturando resquícios tribais e distorções futuristas que parecem sopros de vento de um planeta morto.

Mas talvez o maior mérito do filme seja este. Ele não entrega catarse. O que recebemos não é a paz, mas o peso da vitória. A certeza de que Paul venceu… ao custo de tudo o que o tornava humano. A "jihad" que ele tanto temia se aproxima, e Villeneuve tem coragem de mostrar que o herói que guia o povo pode ser o mesmo que o condena.

Conclusão?
Duna, Parte Dois é cinema de ficção científica com alma de tragédia grega. Não é entretenimento puro, e ainda assim, entretém. Não é aula de história, mas ensina. E, mais do que tudo, não é um conto de salvação, mas, quem sabe, um aviso.

Ao final, o que fica não é o calor das batalhas, mas o frio na espinha. Porque, como em todo deserto, o que mais assusta não é o que vemos, mas o que está por vir.
Igor C.
Igor C.

13 seguidores 369 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de maio de 2025
Até agora estou tentando entender onde esse filme foi eleito o melhor do ano. De fato, é uma produção muito bem construída, com um visual abismal que impressiona do começo ao fim. No entanto, sua longa duração torna a experiência cansativa, e o roteiro, apesar de seguir uma linha sólida, apresenta lacunas que deixam a narrativa com pontos vagos e pouco aprofundados. A história, que repete a fórmula do primeiro filme, não evolui nem regride, apenas se mantém como um bom filme visualmente deslumbrante, mas sem entregar nada de realmente marcante. Bonito de se ver.
Guilherme de Melo
Guilherme de Melo

1 seguidor 102 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de abril de 2025
Duna: Parte 2 é um espetáculo visual e narrativo que mostra como Denis Villeneuve sabe conduzir uma grandiosidade cinematográfica. Dou nota 4 de 5 porque, apesar de ser uma continuação mais intensa e com ritmo melhor que o primeiro, ainda exige um pouco de paciência — é um filme que se constrói com calma, e isso pode afastar alguns.

A estética é deslumbrante. Cada cena é um quadro, e a trilha sonora de Hans Zimmer mergulha a gente naquele universo árido e ao mesmo tempo místico de Arrakis. A construção do mundo continua impecável, e os elementos políticos e religiosos ganham mais força. A história de Paul Atreides se aprofunda, e a transformação dele em um possível messias é tão fascinante quanto preocupante. A atuação do Timothée Chalamet está muito mais intensa, e a Zendaya finalmente tem um papel mais ativo e relevante na trama. O destaque também vai para os novos personagens, como Feyd-Rautha, que traz um ar mais ameaçador pro lado dos Harkonnen.

O filme tem batalhas épicas, estratégias de guerra, fanatismo, profecias… tudo bem amarrado, mas nunca mastigado. É um filme que exige atenção e entrega. A complexidade política e a crítica ao culto de heróis são muito fortes, e Villeneuve não subestima o público.

O único ponto que me segurou de dar 5 é que, apesar de ser grandioso, ainda carrega uma frieza emocional. É tudo muito bonito e poderoso, mas faltou um pouco mais de calor humano em alguns momentos. Ainda assim, é uma continuação que honra e eleva a história, deixando um baita impacto no final. É cinema feito com ambição e propósito.
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

19 seguidores 171 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2025
Dennis Villeneuve criou um mundo deslumbrante e imersivo, as paisagens os efeitos especiais e o design da produção são excepcionais, a trilha sonora contribue para uma experiência envolvente, e em relação aos personagens eles foram desenvolvidos de uma forma bem complexa, principalmente de Timothee que foi bem executada, o filme explora temas como poder e religião de uma maneira bem inteligente e provocativa
ARLAN Junior
ARLAN Junior

18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
O melhor filme do ano com toda certeza do mundo fotografia absurda atuações impecáveis e uma história muito boa
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

20 seguidores 727 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2025
Duna: parte 2 Continuou com a direção do canadense Denis Villeneuve que também se manteve no roteiro junto om Jon Spaihts. O filme foi recentemente indicado ao melhor filme e melhor, melhor fotografia e melhor efeitos visuais, melhor direção de arte e melhor som. Villeneuve segue sendo desafiado a adaptar o roteiro da obra de Frank Hebert, mas nessa sua continuação, se manteve sobre um controle a ponto desta sua continuação ser melhor em diversos aspectos do primeiro filme. Nesse segundo filme, a história continua seguindo os passos de Paul Atreides (Timothée Chalamet) na qual junto com a sua mãe, Jéssica (Rebecca Ferguson) se une a Chani (Zendaya) e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores de sua família. Neste filme percebemos que finalmente Paul se aproxima cada vez mais do seu papel de predestinado e para isso o filme procura (diferente do primeiro) focar além dos conflitos políticos, as questões de crenças dos Fremen (inclusive mostrando uma clara divisão entre os próprios). O filme proporcionou que outros personagens secundários tivessem um maior desenvolvimento e tempo dela, ajudando a enriquecer a história. Mas Villeneuve não descarta Paul que também tem a sua história individual muito bem desenvolvida. Talvez o erro do roteiro foi procurar resolver problemas políticos e religiosos de forma simplista, deixando a guerra com um grande trunfo para o final. Apesar do filme ser longo,percebe-se que existiu um “sacrifício” de personagens importantes como o Barão Harkonnen (Stellan Skarsgard) e poucas cenas de Feyd-Rautha (Austin Butler) que poderiam ser melhores apresentadas. Até mesmo porque estamos falando do vilão deste filme. Se a primeira parte foi lenta, a segunda foi ágil e mais agradável ao grande público.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa