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Cesar Foeppel
3 seguidores
89 críticas
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4,0
Enviada em 16 de outubro de 2024
Boa continuação do primeiro filme, na deixou a desejar, bastante ação e com certeza haverá um novo filme! Afinal ainda tem muita história pra contar...
"Duna: Parte Dois" não apenas mantém o ritmo impressionante do primeiro filme, como também eleva a complexidade de sua trama, oferecendo uma experiência cinematográfica ainda mais rica e envolvente. A narrativa expande de maneira magistral, mergulhando o espectador nas intrigas políticas, traições e tensões crescentes das guerras em Arrakis. Cada cena parece cuidadosamente orquestrada para prender a atenção, e a construção do mundo continua a deslumbrar com seu design visual impressionante, capturando a vastidão desértica e a grandiosidade dos cenários futuristas.
O desenvolvimento do protagonista, Paul Atreides, é um dos pontos altos do filme. Sua jornada emocional e psicológica ganha ainda mais profundidade, revelando novas camadas de sua complexa personalidade e de seu destino como Kwisatz Haderach. A luta interna de Paul e os dilemas morais que ele enfrenta tornam sua evolução particularmente envolvente.
As atuações continuam impecáveis, com destaque para os personagens coadjuvantes, cujas presenças enriquecem a trama e a tornam mais densa. As interações entre os personagens são cheias de nuances, e o elenco entrega performances carregadas de emoção e intensidade. Além disso, a trilha sonora poderosa e a direção de fotografia contribuem para criar um ambiente imersivo, onde cada detalhe visual e sonoro parece pensado para potencializar a tensão e a imersão do público.
Apesar de "Duna: Parte Dois" não concluir completamente a saga, o filme constrói um final que, embora deixe muitas questões em aberto, é satisfatório e deixa o público ansioso pela próxima fase dessa épica jornada. A sensação de urgência e a expectativa pelo que está por vir são palpáveis, tornando este capítulo uma continuação digna e eletrizante da saga de ficção científica.
Não gosto muito de filmes de ficção científica, mas filmes como Duna valem a pena assistir, ótimos efeitos visuais e sonoros, e uma espetacular trilha musical de Hans Zimmer, e uma trama bem envolvente , confesso que fiquei querendo mais quando terminou, agora estou esperando com ansiedade a terceira parte.
Filme visualmente lindo. Trilha sonora maravilhosa. Porém vago em conteúdo, 3 horas se passam e você novamente não entenderá as razões por trás das ações do filme, chega a ser curioso como um filme tão longo consegue ser tão vago e corrido. Vilão muito fraco e mal explorado, sofre uma derrota irreal no maior estilo hollywoodiano para construir o herói. Atuacão do trio principal (Zendaya, Timothee e Rebecca Ferguson) é o que salva a trama. Ainda assim, impossível de assistir sem cochilar, da mesma forma que o primeiro.
Essa continuação é uma experiência cinematográfica que expande com profundidade o universo já apresentado no primeiro filme, entregando uma narrativa mais intensa, emocional e visualmente incrível. Assim, ela acompanha o amadurecimento de Paul Atreides, agora totalmente imerso na cultura Fremen e diante do peso de um destino que envolve fé, política, vingança e poder. Contudo, a grandiosidade da obra não está apenas nas paisagens desérticas ou nos efeitos visuais impecáveis, mas na forma como constrói cada camada da trama com calma, precisão e impacto.
Dito isso, o filme avança com mais ritmo que o anterior, trazendo uma dinâmica mais fluida e momentos de ação que surgem no tempo certo, sem comprometer a densidade da história. As batalhas são bem coreografadas e os conflitos internos ganham força, especialmente no que diz respeito ao dilema de Paul, que precisa lidar com o fardo de ser visto como um messias e as consequências que isso implica. Além disso, a construção do personagem é um dos pontos altos do filme, pois conseguimos sentir seu crescimento e suas angústias, o que aproxima o espectador da jornada proposta.
A respeito do visual, o filme continua impressionando, já que mantém o padrão estético impecável, com enquadramentos simbólicos, cenários grandiosos e uma trilha sonora que intensifica cada cena com precisão. Há um cuidado extremo com cada detalhe, o que torna o mundo de Duna ainda mais palpável e fascinante e a ambientação é densa, mas não arrastada, e mesmo nas cenas mais contemplativas, há uma tensão constante que mantém o envolvimento com a narrativa.
Bem feito boa fotografia, mas para aí. Para quem leu os primeiros 3 livros da saga Duna sabe que Chani é um personagem secundário e nessa versão nesse filme é colocada em pé de.paridade ao Paul Atreides, o que é ridículo. A atuação da Zendaya é exagerada e ridícula. Aliás a mesma tática de sempre diminua o papel masculino, escolha um ator fraco sem carisma para o papel masculino. Valorize os papéis femininos. É assim que funciona a cultura woke. Poderia ter sido bem.melhor. poderia ter sido como nos livros.
Amei, super bem produzido cheio de ação, os efeitos super bem feitos super indico para todos que gosta desse tipo de filme e quem ainda não viu vale a pena vão gostar muito.
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