Não recomendado para menos de 14 anos
Meu Rei acompanha Marie Antoinette Jézéquel, conhecida como Tony, que após um grave ferimento no joelho se muda para o sudoeste da França para realizar um longo tratamento, capaz de ajudá-la a caminhar normalmente. Mas esta não é a sua maior dor: ela ainda amarga um relacionamento infeliz com Georgio Milevski, um homem violento e possessivo com quem tem um filho. Aos poucos Tony consegue se recompor e aprende a se defender de seu marido.
3,5
Bom
Meu Rei
Montanha russa
por Bruno Carmelo
“Não é possível trabalhar como atriz sem ser neurótica”. A frase é pronunciada por Maïwenn, em sua primeira experiência na direção, O Baile das Atrizes. Ela interpreta a si mesma, num falso documentário sobre atrizes histéricas, carentes e complexadas. Desde então, a cineasta tem compreendido conflitos como sinônimo de catarse: em seus filmes, os personagens estão sempre rindo, chorando, gritando. O silêncio ou o tédio não interessam à diretora.
Depois de uma comédia (O Baile das Atrizes) e um drama social (Polissia), a incursão de Maïwenn pelo romance poderia despertar receio. No entanto, o estilo exagerado da cineasta, aplicado ao melodrama, trouxe o melhor filme de sua carreira até o momento. A história parte de uma premissa simples: Tony (Emmanuelle Bercot) é uma mulher frágil que se apaixona por Georgio (Vincent Cassel), homem sedutor e independente. Eles se casam, têm um filho, e a
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Um dama pesado e muito bom. Emmanuelle Bercot, em atuação magnífica, vive Tony, uma mulher que após um acidente vai se recuperar numa espécie de estação de tratamento de fisioterapia e começa a rememorar seu casamento desastroso com Giorgio (Vincent Cassel) muito bem no papel. O realismo passado pelos atores te deixa um pouco angustiado e com raiva das situações, mas é exatamente esse realismo que torna o filme muito bom. Ainda existe ...
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Filme francês grandioso que trata da relação de um casal. Os protagonistas com atuações geniais e merecidas todas indicações de prêmios. Corram.
Ótimo. Mais uma excelente atuação de Vincent Cassel ("Irreversível", "O Apartamento"), aqui como um sedutor cafajeste contracenando com uma mulher apaixonada "cegamente". A relação leva a mulher à exaustão emocional. A diretora Maïwenn (do excelente "Polissia") foi extremamente competente ao descrever a lógica emocional de cada personagem.
Uma história cheia de exageros sim, desde as brigas em vários lugares do casal até ao amor deles que parecia destruí-los e nunca acabar, mas na minha opinião não foi de forma nenhuma cansativo ou exagerado no drama ou na duração. Eu gostei e achei muito realista, os protagonistas são muito naturais na tela, da pra acreditar na relação, no amor, o início, meio e fim, porque tudo segue esse processo.
Inspiração na vida real
O casamento do roteirista e diretor, Maïwenn com Jean-Yves Le Fur inspirou vagamente a história do filme.
Nacionalidade
França
Distribuidor
Mares Filmes
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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