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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
O paralelismo que acontece, mostrando duas fases na vida de Tony é uma das grandes sacadas do roteiro, escrito pela própria diretora e pela roteirista Etienne Comar. Impressionante como as duas fases se encontram no final fazendo tudo um grande sentido para o público...
Variety
[...] a atriz francesa Maiwen, agora diretora, se preocupa, antes de mais nada, com os seus personagens, que estão entre os mais vívidos personagens que agraciaram os cinemas nos últimos tempos...
Almanaque Virtual
O diálogo entre corpo e mente proposto por “Mon Roi” é uma qualidade que eleva o longa ao lugar da singularidade. Filmar relacionamentos no cinema é hábito corriqueiro, não muito comum é sair da mesmice e ainda assim manter uma metodologia inovadora que consiga preservar a proximidade com o público.
Estado de São Paulo
Não há muito espaço para mal-entendidos, ou silêncios. Ou então tudo é mal-entendido, porque ao falar muito não se diz muita coisa. O silêncio torna-se incômodo. É um cinema visceral.
Folha de São Paulo
Suas cenas de martírio físico são intercaladas com suas memórias sobre a relação com Georgio - uma escolha que abre espaço para um tanto de psicologia barata e metáforas banais sobre queda, recuperação, superação.
O Globo
A estrutura em flashback, um tanto engessada, parece se justificar apenas para que se entenda que a história é contada do ponto de vista de Tony. Portanto, o Georgio que vemos em cena é aquele que se molda às expectativas dela.
Washington Post
"Meu Rei" transborda de detalhes intimistas, adicionando um senso de autenticidade que é raramente encontrado no cinema. Se desenrola como um pesadelo, e ainda assim parece total e assustadoramente plausível.
Zero Hora
Um dos trunfos de "Meu Rei" é a atuação soberba de Emmanuelle Bercot e Vincent Cassel, cujo entrosamento em cena impregna de intensidade e autenticidade [...]. O lastro desse drama romântico, entretanto, está na direção segura e no roteiro de Maïwenn e Etienne Comar...
Cineweb
O que mais parece preocupar Maïwenn é afirmar e reafirmar a contradição em si de um amor tão tóxico, vivido por uma mulher que, em tese, poderia livrar-se das situações que ele produz. Assim, torna-se um filme reiterativo e sem maiores voos, apesar do empenho visível de seus intérpretes.
The Hollywood Reporter
[...] a diretora Maiwenn, sua corroteirista Etienne Comar e o excepcional elenco liderado por Emmanuelle Bercot e Vincent Cassel possuem um olhar preciso o suficiente em relação aos detalhes dos arquétipos criados para fazer com que o material seja inovador e muito vivo.
Veja
A diretora e atriz francesa Maïwenn buscou na própria vida algumas das referências para compor a atribulada história de amor do drama "Meu Rei". Mas, na plateia, muitos casais de longa data se identificarão com o retrato do romance...
Preview
É óbvio e repetitivo. Uma boa cortada na edição e uma pitada de sutileza faria muito bem a "Meu Rei". Maïwenn pode se tornar uma grande cineasta. Ainda não é.
Screen International
[...] o exagero melodramático de "Meu Rei" incomoda mais do que convence [...] apesar de toda a dureza de sua narrativa, este é um filme que se afoga em seus exageros.
The Guardian
"Meu Rei", dirigido e co-escrito por Maïwenn [...] é um nonsense fabricado, complacente e autoindulgente: um filme raso, narcisista, histriônico e falso.