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Assuero Breckinridge
1 seguidor
38 críticas
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2,5
Enviada em 13 de maio de 2026
Uma direção magnífica, como o cineasta Guilhermo Del Toro costuma demonstrar, iluminando sobremaneira a adaptação de uma obra clássica da literatura internacional, dando a ela novos contornos e uma estética poderosa capaz de nos impactar. Como a maioria dos filmes relevantes, a versão moderna de Frankenstein é uma metáfora ousada de certos aspectos sociais atualmente sob holofotes. Mais precisamente, Del Toro retrata o ocidente como uma civilização decadente que agoniza e que implora pela morte, sem nunca obtê-la. Claro, a metáfora é imponente e até mesmo rebuscada, mas não vai muito além disso. O filme soa cansativo e desestimulante, vago em alguns momentos, inconsistente em outros, como tentar segurar fumaça. Poderia ser mais impactante e mais plural, só que Del Toro optou por não ousar demais para não tornar a obra estranha. Como metáfora, o filme funciona e produz algum efeito mensurável, mas não é o suficiente. Os dramas são um tanto rasos e poderiam ser mais aprofundados. A sensação que experimentamos ao rolar dos créditos é a de que assistimos a mais um filme qualquer apenas pelo gosto do entretenimento. Ou por falta de opção melhor. O fato de ter sido aclamado pela academia não constitui bem uma incógnita, já que isso se repete todos os anos com uma ou mais obras. A metáfora, com seu poder arrasador, com certeza conferiu ao filme uma relevância extraordinária, mas também serviu para provar que ela sozinha não sustenta um bom filme. Pelo menos essa é uma lição que podemos tirar da experiência, e podemos nos contentar que não foi totalmente em vão.
Eu simplesmente amei, li o livro e é quase idêntico, mudando obviamente parte da lore, mas isso fica melhor! Eu ODEIO o Victor, e vou continuar odiando, e o filme conseguiu me fazer odiar mais ele, eu amo o monstro, vou amar para sempre ele, mesmo no livro ele sendo completamente diferente, isso me agrada, pois me deu outra visão.
QUE OBRA DE ARTE! Essa obra prima é espetacular, podem até falar que faltou isso ou aquilo mas esse filme é perfeito principalmente para quem nunca nem leu o livro de Frankenstein e tinha curiosidade sobre a história. Mostra a vida de um cientista egocêntrico e narcisista (Victor Frankenstein) e a sua criação, e faz esse jogo com o público de nós nos perguntamos “Quem é o vilão afinal?” E percebemos que os dois fazem parte da nossa vida e do nosso dia a dia. Mostra como a sociedade moldou cada um deles, como o grande filósofo Rosseau diz que “O homem não nasce nem bom nem mau, nasce neutro. E o ambiente social e a vida em sociedade o corrompe”. Logo, compreendemos que todos os seres que estão presentes nessa obra eles tem um motivo para serem desse jeito. E não vou deixar de elogiar o maravilhoso Guillermo del Toro por apresentar tão bem essa obra. A nossa querida Mia Goth (Pearl), Oscar Isaac (Duna), Jacob Elordi (Euphoria) e Cristoph Waltz (Bastardos Inglórios) se saíram maravilhosos. De verdade foi um filme ótimo para me questionar sobre o comportamento humano em sociedade. Mas enfim indico demais! Vale a pena!
Grande versão. O guarda-roupa é extraordinário, os cenários estão lindíssimos e a atenção ao detalhe nota-se em cada momento. É daqueles trabalhos que nos agarram logo no início e não largam até ao fim. Fiquei completamente preso à história, ao ritmo e à forma como tudo foi construído. Um verdadeiro prazer de ver.
Bem estilo Del Toro.... ambientação, maquiagem e vestimentas. Atuação e significado, nota 10!!!
A versão de Guillermo del Toro para Frankenstein não é apenas um filme de terror, é uma tragédia gótica sobre abandono, humanidade e culpa. Del Toro transforma a história clássica de Mary Shelley em algo mais emocional e filosófico, colocando o foco menos no horror e mais no drama entre criador e criatura.
A história todos conhecem -- calcula-se que há mais de 400 versões entre filmes, séries e curta-metragens. O brilhante cientista Victor Frankenstein dá forma a uma criatura, costurada a partir de membros dissecados de vários cadáveres, que passa a ter vida própria. O filme vai além da lenda. Uma fotografia esplêndida, boas interpretações, figurino deslumbrante, um roteiro inteligente -- que traz as versões do criador e da criatura --, e uma direção precisa: o resultado é um thriller que toma ares ora de suspense, ora de terror. A audácia de Del Toro em contar uma história tantas vezes recontada (e muitas vezes requentada) é premiada com uma obra magnífica, que certamente encantará plateias de diferentes gostos. Vale um 9.
Gostei, um tema batido que já teve inúmeros filmes, clássicos e alguns bem ruins, essa versão gostei, achei o filme com o enredo se desenvolvendo do começo ao fim numa sequência legal, consegue ti prender mesmo sabendo pelo tema "popular" como deve ser mais ou menos, achei que o final podia ter uma pimenta a mais para fechar esse bom filme !
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