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Amandacht
1 crítica
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4,0
Enviada em 20 de novembro de 2025
O filme Frankenstein surpreende por ser muito mais do que uma história de terror, trazendo uma carga emocional forte e momentos realmente tocantes. É um filme que consegue emocionar e surpreender, mostrando o lado humano e a beleza por trás de um clássico.
A fotografia é boa, mas a história longa demais, entediante e MUITO diferente da original. O Frankenstein fitness e a romantização da relação dele com o criador, foi bem forçado. Me incomodou muito que, em nenhum momento o filme falou sobre a verdade criadora do Frankenstein, a mulher que o escreveu e de fato o inventou, achei que a Mia Goth faria esse papel. Pra mim, o pior de tudo foi o Frankenstein mesmo, sem condições. Mas a pesar de tudo, ate a metade do filme me prendeu!
Tudo incrível! Guillermo Del Toro deu seu nome nesse longa metragem. Espetacular em termos de técnica, roteiro e fotografia. Jacob Elordi me surpreendeu completamente, com uma grande maestria conseguiu dar veracidade e sentimentos a um monstro que é ícone na literatura e cinema. Assistam, vocês não vão se arrepender.
A adaptação de Frankenstein dirigida por Guillermo del Toro funciona como uma leitura sensível e profundamente humana do clássico. O que mais se destaca é a capacidade do filme de provocar emoção sem recorrer a exageros: ele constrói momentos de dor, empatia e estranhamento com uma delicadeza que pesa. A narrativa é coesa, com um fio dramático claro que guia o espectador do início ao fim, e isso reforça o impacto emocional das cenas mais intensas. Apesar dessa força, alguns detalhes parecem pedir um pouco mais de polimento, certos trechos poderiam ter sido melhor aprofundados, no desenvolvimento de personagens secundários e na transição entre alguns eventos-chave, que às vezes soam rápidos demais para o peso que carregam. O ponto mais alto, porém, é a performance do ator que interpreta o monstro. Ele entrega uma mistura de vulnerabilidade, brutalidade e inocência que sustenta todo o filme. É uma atuação que não depende apenas de maquiagem ou postura, mas de nuances emocionais que fazem a criatura realmente existir, com sentimentos contraditórios e uma presença que domina a tela. No conjunto, é uma adaptação que honra o espírito da obra original, mas com a marca autoral de del Toro: sombria, poética e capaz de despertar uma gama intensa de sentimentos.
Uma boa fotografia e só. Inserções forçadas, como a leitura do poema Ozymandias de Percy Shelley, ou a tentativa de adaptar personagens para os padrões atuais fracassaram. Não há muito que dizer: é uma péssima adaptação do romance de Mary Shelley, para quem leu o livro ou assistiu a adaptação cinematográfica do romance, estrelada por Robert Deniro em 1994, é uma decepção.
Este filme é um assombro metafísico. Ao mesmo tempo que ele desperta horror, nojo, é sensível e muito emocionante ao mesmo tempo. Se Jacob Elordi não ganhar um Oscar, desista!
Chato, cansativo, roteiro fraco. O filme vai se arrastando e a expectativa de que algo surpreendente aconteça vai se esgotando, dando lugar a decepção. A maquiagem de frankstaim também é muito ruim. O trailer é muito bom e vende bem o filme, mas a decepção foi grande.
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