Tudo incrível! Guillermo Del Toro deu seu nome nesse longa metragem. Espetacular em termos de técnica, roteiro e fotografia. Jacob Elordi me surpreendeu completamente, com uma grande maestria conseguiu dar veracidade e sentimentos a um monstro que é ícone na literatura e cinema. Assistam, vocês não vão se arrepender.
A adaptação de Frankenstein dirigida por Guillermo del Toro funciona como uma leitura sensível e profundamente humana do clássico. O que mais se destaca é a capacidade do filme de provocar emoção sem recorrer a exageros: ele constrói momentos de dor, empatia e estranhamento com uma delicadeza que pesa. A narrativa é coesa, com um fio dramático claro que guia o espectador do início ao fim, e isso reforça o impacto emocional das cenas mais intensas. Apesar dessa força, alguns detalhes parecem pedir um pouco mais de polimento, certos trechos poderiam ter sido melhor aprofundados, no desenvolvimento de personagens secundários e na transição entre alguns eventos-chave, que às vezes soam rápidos demais para o peso que carregam. O ponto mais alto, porém, é a performance do ator que interpreta o monstro. Ele entrega uma mistura de vulnerabilidade, brutalidade e inocência que sustenta todo o filme. É uma atuação que não depende apenas de maquiagem ou postura, mas de nuances emocionais que fazem a criatura realmente existir, com sentimentos contraditórios e uma presença que domina a tela. No conjunto, é uma adaptação que honra o espírito da obra original, mas com a marca autoral de del Toro: sombria, poética e capaz de despertar uma gama intensa de sentimentos.
Uma boa fotografia e só. Inserções forçadas, como a leitura do poema Ozymandias de Percy Shelley, ou a tentativa de adaptar personagens para os padrões atuais fracassaram. Não há muito que dizer: é uma péssima adaptação do romance de Mary Shelley, para quem leu o livro ou assistiu a adaptação cinematográfica do romance, estrelada por Robert Deniro em 1994, é uma decepção.
Este filme é um assombro metafísico. Ao mesmo tempo que ele desperta horror, nojo, é sensível e muito emocionante ao mesmo tempo. Se Jacob Elordi não ganhar um Oscar, desista!
Chato, cansativo, roteiro fraco. O filme vai se arrastando e a expectativa de que algo surpreendente aconteça vai se esgotando, dando lugar a decepção. A maquiagem de frankstaim também é muito ruim. O trailer é muito bom e vende bem o filme, mas a decepção foi grande.
Quero agradecer ao Guilhermo del Toro pela magnífica obra que fez nesse filme. Simplesmente um absurdo de tão incrível! Isso foi uma poesia. Pra nós que amamos cinema, esse filme foi uma poesia em imagens. Roteiro impecável, história bastante filme ao livro de Mary Selley e ambientação e fotografia INCRÍVEIS! Eu tô em êxtase.
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