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Vitor R
51 críticas
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4,0
Enviada em 15 de novembro de 2025
Mais um filme que Guillermo Del Toro consegue surpreender com sua filmografia linda e qualidade excepcional. Temos aqui uma boa adaptação da história de Frankenstein, com um olhar profundo e bem estabelecido, tem uma retratação histórica muito boa (nada menos esperado vindo de Del Toro). Jacob Ellord surpreende com sua atuação, se desvinculando daquela imagem construída de galã babaca e mostra uma outra faceta, nos dando uma vontade de ver mais o que tem à mostrar. Oscar Isaac também dá aula de atuação, com suas variações de personalidade, já vistas em outras produções, mas que aqui vem recheada de um ótimo roteiro de um grande diretor. É um ótimo filme para conhecer um pouco sobre a historia da criatura de Frankenstein, e introduzir ao universos de monstros clássicos da literatura. Acaba sendo um pouco arrastado em alguns momentos, pela longa duração, mas acredito que para quem se interesse pela filmografia do diretor, vá ser uma boa experiência.
Muito fraco! De uma hora pra outra ele deixa de falar só uma palavra pra descobrir o quê é uma família e desejar ter uma companhia igual a ele!spoiler:
Filme: Frankenstein #frankenstein Assistido: 11-11-25 Elenco: @gdtreal @ @miaxgoth @oscarisaachourly @christophwaltz_ @ @felix.kammerer_ @ Modelo: #fantasia #ficção Duração: 2h 29m Ano: 2025 Minha opinião: Depois do sucesso de Pinóquio de Del Toro, agora faz mais esta obra Frankenstein, tendo Elordi no papel do monstro mais bonitão que vi de Frankenstein. E a interpretação de Isaac como o doutor louco Victor e pegando várias partes de cadáveres e monta um quebra cabeça e da uma descarga e nasce Frankenstein. E ele é imortal, pois pode explodir, atirar, cortar, morder e não morre. E a busca de sua paz esta em acertar as contas com seu criador. Não vemos um Franke malvado graças ter cruzado com um velho sábio e cego que o ensina como viver com caráter e hombridade, amor e paz. E em sua vida houve mais uma pessoa que o faz sentir sentimentos como amor que era a namorada do irmão caçula de Victor. Elizabeth (Goth) com um estilo gótico, mas que cria uma ligação com Franke, mas acaba em tragédia com sua morte. E o filme começa do fim, quando são encontrados por um navio encalhado que esta indo ao polo Norte. E onde narra no momento que encontra com Victor e o capitão de tudo que aconteceu em sua vida e de sua imortalidade e de como acabaram em um local tão remoto. E com o perdão liberado e o amor declarado Franke esta livre. Vale apena assistir?:Livre para uma nova estória. Tudo encantador, desde a estória, enredo, arte, fotografia e os efeitos especiais e suas atuações. Nota: 8,5
Obra-prima! Com toda certeza um dos melhores filmes do ano. Tudo ficou impecável no filme. Ainda nos consegue trazer valores que nos faltam no dia de hoje, a sensibilidade e o perdão. O filme mais fidedigno com a o verdadeiro romance de Mary Shelley!
Profundo, arrebatador, por vezes lento. Contudo, fiel às emoções e complexidades de ser humano, mostrando as várias camadas dos personagens. Riquíssimo em detalhes, mergulha na história levando junto o espectador que embalado pela música pode acompanhar cada detalhes desta história, que agora com esse filme deixa todos os anteriores no chinelo como tentativas superficiais de contar uma história tão rica. E deixa várias reflexões, morais, éticas, sobre a vida de fato vivida em plenitude e as complexidades de cada ser humano. Filme excelente!
Desde sempre, o homem nutriu o desejo de transcender sua própria humanidade e assumir o papel de um deus criador. No entanto, o filme Frankenstein não se limita a uma abordagem puramente criacionista. Ele se inclina mais ao cientificismo, como evidencia a cena em que Victor Frankenstein apresenta seu primeiro experimento de criação a uma plateia que, em sua maioria, o rejeita e ridiculariza.
O resultado dessa empreitada revela as limitações humanas diante da tentativa de desafiar o divino — como se dissesse: “tentarás, mas não triunfarás.” Contudo, à medida que a trama se desenvolve, essa lógica se inverte. Surge uma criatura que, embora fisicamente grotesca aos olhos humanos, revela traços de bondade e sensibilidade, desafiando a associação tradicional entre beleza, pureza e virtude.
Ao colocar a criatura como protagonista e permitir que ela supere seu criador, o filme subverte ideologias arraigadas. Ele questiona os padrões estéticos e morais, mostrando que a verdadeira humanidade pode emergir justamente daquilo que é considerado monstruoso.
Guillermo del Toro sempre deixou claro seu desejo de adaptar Frankenstein para o cinema. Desde os primeiros anos de sua carreira, o diretor mexicano manifestava fascínio pela obra de Mary Shelley e pela dualidade entre o criador e a criatura — temas que dialogam diretamente com seu estilo visual e emocional. Ver esse projeto finalmente sair do papel é como testemunhar a realização de um sonho antigo, não apenas para ele, mas também para o público que acompanha sua filmografia repleta de sensibilidade e imaginação. E o resultado, embora irregular, reflete com honestidade a paixão do cineasta por esse universo.
Há uma beleza inegável no filme. Del Toro imprime emoção em cada gesto e cada olhar de seus personagens. Sua versão de Frankenstein não é sobre o medo do monstro, mas sobre a solidão de ser humano. O cineasta resgata a essência melancólica da obra de Shelley — a dor de existir e a busca por aceitação — e a reinterpreta com sua sensibilidade habitual. Mesmo quando a execução tropeça, a intenção artística é clara e genuína.
Em resumo, Frankenstein de Guillermo del Toro é um filme que vive entre a grandiosidade e a imperfeição. Não alcança toda a potência que promete, mas é difícil não admirar o esforço e o sentimento por trás da obra. É uma produção que, apesar das limitações técnicas e dos excessos narrativos, permanece fiel à alma do diretor: um contador de histórias apaixonado por monstros, que encontra na escuridão um espelho da condição humana. O que antes era apenas o “e se del Toro fizesse Frankenstein?” agora se torna realidade — e, mesmo com falhas, é um sonho digno de ser visto.
O filme tem muita qualidade e se concentra mais no lado humano da criatura, em detrimento do Terror, ainda que possua boas cenas nesse sentido. Elenco com boas atuações, sobretudo o Criador Victor. Sem dúvida um filme que será lembrado.
O pai de Victor tem uns 70, 80 anos, QUANDO A EXPECTATIVA ERA DE UNS 50 fora os 14,15 de Victor. Del Toro sobressai em meio AO NADA. PIOR FASE DO CINEME.
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