Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Constante
1 crítica
Seguir usuário
5,0
Enviada em 23 de novembro de 2025
Não sou de dar críticas sobre filmes mais preciso dizer sobre esse. Incrivelmente bom! Ótimo efeito visual e sonoro, história emocionante que te deixa com raiva e também comovida pela história do Frankenstein!
Caramba! Esse filme é ótimo! Um enredo bom, história que envolve e prende quem assiste para querer saber mais sobre o que vai e o que aconteceu! Eu confesso não ter gostado de como a história foi contada pelos dois personagens principais e do final feliz completamente clichê, porém todo o resto é simplesmente magnífico!spoiler:
A muito tempo que não via um filme de excelência do começo ao fim, a história muito bem feita, drama, suspense, reviravoltas na dose certa, os atores principais então nem se fala, impecáveis, seguraram os personagens de uma nobreza ímpar, no começo Victor parecia ser vítima do pai mas a história muito bem contada nos mostra apenas um homem egoísta, querendo fazer apenas as suas vontades a ponto de outras pessoas padecendo por causa das suas extravagância, é o personagem que fez a criatura, perfeito, deu medo, deu pena, deu esperança, ótimo filme, um dos melhores do ano.
Such a Terrifying entrance for the film, and the Horror of what is happening that we are to be witness to. Mia Goth is a Force to be Reckoned with, the more you're witness to her Veracity she gives each character is Unparalleled. The visuals are exceedingly spectacular and colorful and the dark hues filled with a beautiful gothic macabre to each piece making a whole. A new perspective comes to light, one of Loneliness, Trauma, and of Yearning to part of this life as we call it. Life lessons being learned and lived, even if only too briefly, and then once again the inevitable search through the loneliness continues. Such a Beautifully Haunting version of a favorite tale I've sought after, in so many many years to see in any incarnation. This is a must see for fans of Gothic Literature, and Especially the Frankenstein Novel.
Em uma das frases do filósofo Immanuel Kant, há uma em específico que me chama atenção: "A inumanidade que se causa a um outro destrói a humanidade em mim." É uma citação poética, mas ao mesmo tempo reflexiva, uma vez que trás a tona o questionamento ético e moral que devemos ter como seres humanos.
Nesse sentido, ao observar o filme "Frankenstein" percebe-se que mais uma vez Guilherme Del Toro demonstrou ter o domínio no assunto quando se fala em "dar vida a criaturas," vimos isso em outras obras suas, como por exemplo, "Hellboy", "A Fórmula da Água" e "O Labirinto do Fauno," onde ele externa para o público que até mesmo "monstros" podem ter sentimentos.
Ademais, esse filme carrega uma fotografia muito bonita, a qualidade visual está boa demais, além disso, possui uma ótima direção. Entretanto, o roteiro achei um pouco solto em certos momentos, principalmente no personagem do Felix Kammerer, achei ele meio jogado nesse filme, a personagem da Mia Goth me incomodou um pouco também, entendo a importância da personagem e o seu conceito, porém me incomodou um pouquinho o seu desenvolver.
Fica claro, dessa forma, que Frankenstein é um filme recheado de mensagens que transborda alusões acerca da cobiça, ambição e da crueldade humana, mas eu diria que a sua mensagem central é a busca pela compreensão do sentido de humanidade.
As expectativas geradas sempre que Del Toro está na direção podem acabar decepcionando se o filme não entregar algo acima da média ou ao menos diferente.
O filme é muito bonito e com boa caracterização dos personagens e também gostei bastante da caracterização da criatura. As pouquíssimas cenas com cgi são mal feitas.
Em questão de roteiro acredito que o filme tenta mostrar que o ser humano busca pertencimento, busca algum lugar em que possa ser ele mesmo, busca conseguir se identificar, mas no fim acaba entregando mais do mesmo. Mostrar um ou mais humanos com atitudes monstruosas e a criatura tendo atitudes humanas é algo diversas reprisado. Não gostei da forma com que a personagem feminina interage no filme, sempre flertando com o cunhado, sem nem ser criado um clima pra tal. Já as interações da criatura com a personagem feminina do filme reprisa “A bela e a fera” e também faz parecer um pouco com “a forma da água” do próprio Del Toro.
O terceiro ato do filme tem um começo MUITO clichê: Na parte em que o monstro retorna pra encontrar o idoso cego, tava na cara que ele seria morto e que a família iria achar que a criatura matou ele, porém ele matou vários lobos dentro da casa pra tentar ajudar o cego e quando a família chega não mostra nenhum dos lobos mortos no chão 嵐 Também tem um roteiro confuso, com os personagens mudando seu comportamento e tomando decisões que diferem bastante de suas personalidades. spoiler: A cena de perdão entre o criador e a criatura não faz o menor sentido.
É um filme com algumas cenas visualmente belas. A caracterização do monstro me agrada muito, suas cores pálidas, os movimentos de um corpo que é um remendo de cadáveres que tenta se posicionar no mundo., e a atuação surpreendente de Jacob Elordi, que deu o tom da voz, do olhar e dos movimentos perfeito para a proposta do personagem. Também a personagem da Mia Goth é muito interessante, e sua atuação me agrada muito. Mas senti que a primeira parte do filme promete um desenvolvimento da personagem dela que não se cumpre, e sua morte parece não provocar absolutamente nada de substancial na trajetória emocional dos 2 personagens principais, visto que o movimento que eles já haviam iniciado anteriormente apenas continua escalando. Outra coisa bem estranha é o arco de redenção dos personagens: spoiler: o pedido de perdão surge inesperadamente do personagem do Victor, que até então não demostrava nenhum sinal de que seria capaz de atitude tão nobre, fazendo a cena perder o peso que deveria ter. Ficou faltando alguma parte da história que justificasse aquele momento. O victor é um personagem interessantíssimo na infanciaa, mas na vida adulta se torna muito plano, uma caricatura de um homem transtornado por uma obsessão. Ele, um ser humano nascido de uma mãe amorosa, é o verdadeiro monstro, spoiler: sugere seu proprio irmão . E o monstro, uma quimera de cadáveres, tem uma humanidade admirável que nos comove, e que promete se estender para a eternidade. Ou seja, sua monstruosidade consiste apenas em não poder morrer, mas isso sustenta um monstro? Os monstros mitológicos nascem de diversas formas, frequentemente a partir do caos, da ira dos deuses, de combinações proibidas pelos deuses mas fruto da teimosia dos mortais, e sempre representam um perigo, e sua ira é irrefreável. É preciso lutar para derrotar os monstros. Neste filme, Guilhermo Del toro destrói a noção de monstro, dilui o sentido do perdão numa água insossa, apenas para construir esteticamente o Monstro com o qual ele sonhava, e que não assusta a ninguém.
Frankestein é um terror/drama que contou com a direção e roteiro de Guillermo del Toro. Na trama, acompanhamos um cientista Victor Frankenstein (Oscar Isaac) brilhante e ambicioso, que procura realizar pesquisas pra evitar a morte. Com ajuda financeira de um ex-médico Harlander (Christoph Waltz), Victor consegue traz uma criatura monstruosa à vida. Porém, tal criatura (Jacob Elordi) coloca em risco à vida de Victor. Convenhamos que a obra literária de Frankenstein, de Mary Shelley era algo que faltava para del Toro fazer no cinema. A narrativa do filme segue linhas temporais diferentes e visões distintas tbm. Inicialmente temos o presente, na região polar, em que Victor é encontrado ferido por uma embarcação que está presa no gelo e acaba contando toda a sua história ( da infância até tal momento em que foi encontrado). A parte 2 do filme é contada pela visão da criatura que invade o barco e conta a história para o Capitão Anderson (Lars Mikkelsen) que é o ouvinte de ambas as narrativas. A trama segue a cartilha da obra, mas adicionamos o tempero macabro em diversas cenas que é bem típico de del Toro. Precisamos destacar o bom elenco, e aqui acrescento a belíssima Mia Goth, que tem uma repulsa por Victor e uma ingênua atração pela criatura. Por falar nisso, a atuação de Jacob Elordi como a criatura foi muito boa. Outro ponto do filme é que a criatura em nenhum momento é taxada como monstro, mas vítima da insensibilidade do seu criador. Tal ato nos faz refletir quem é o verdadeiro monstro no filme. Outro ponto a se pensar é: quando a criatura não ficou mais dependente de Victor, o seu criado, soube se virar sozinha e parou de adora-lo. Mas quando viu o seu criador frágil, resolveu perdoa por entender que é capaz de errar ( e errou ao brincar de Deus).
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade