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Pior filme que já vi, muito ruim!
A história é muito ruim e cansativa.
Ótima atuação, mas o fim deixa muito a desejar.
A história é muito ruim e cansativa.
Ótima atuação, mas o fim deixa muito a desejar.
Filme horrível, sem pé e nem cabeça.
A história não se desenvolve, chega a dar agonia.
Até ver o filme do Pelé é melhor que isso.
A história não se desenvolve, chega a dar agonia.
Até ver o filme do Pelé é melhor que isso.
Simplesmente brilhante. Embora seja um filme "pequeno" (1h38min) consegue ter um início, meio e fim, sem "desfocar" da ideia principal em nenhum momento.Tudo isto,claro, graças à direção absolutamente incrível de Woody Allen, mas também muito graças aos atores. Destaco aqui Cate Blanchett, que podemos dizer que está 100% entregue ao papel, e que lhe dá vida como ninguém mais poderia; mas destaco também Sally Hawkins que está, também, incrível; e estas duas juntas fazem uma das melhores contracenas que eu já vi. "Blue Jasmine" é um daqueles filmes que acho que toda a gente devia ver, pelo menos, uma vez na vida.
-7/03/2023
-7/03/2023
Achei um filme bom, da pra assistir sem ficar entediado, foi bem pensado, e a protagonista nos faz ver o que acontece quando se tem de tudo e de uma hora pra outra muitas pessoas perdem a riqueza e se negam a viver uma vida mais humilde.
Ela perdeu os "amigos" que tinha, o filho preferiu se ver livre dela, e a única que ofereceu ajuda foi sua irmã, que ela claramente não concorda com as escolhas dela.
Ela perdeu os "amigos" que tinha, o filho preferiu se ver livre dela, e a única que ofereceu ajuda foi sua irmã, que ela claramente não concorda com as escolhas dela.
Cate Blanchett esta perfeita, linda e elegante! O roteiro é simples, mas envolvente. Woody Allen acertou nesse.
Eu gostei da história, conseguiu assistir até o final. Porém achei um pouco fraco, fiquei com a sensação de que faltou algo.
Não gosto dos filmes de Wood Allen, mas esse drama com pitadas sábias de humor agradou muito. Destaque para as atuações de Cate Blanchett e Sally Hawkins que conduzem o filme de forma agradável do começo ao fim. Vale a pena conferir.
Excelentes atores... Cate Blanchett mais que incrível, o filme é dela, inteirinho! Vale a pena, recomendo por sua atuação, principalmente. Mas, hunf.. não dou mais estrelas não!
Os créditos iniciais mais uma vez aparecem e com eles mais um filme de Woody Allen: neurose, traição, problemas financeiros. Não há dessa vez a questão existencialista (quando irei morrer?) e essa ausência é por si só uma novidade. A personagem de Cate Blanchett (a Jasmine do título) está mais preocupada em se recompor de sua vida passada como uma madame sem preocupações, o que ironicamente a faz ter constantemente ataques de pânico. Ela está em busca de um novo marido, fortuna e mimos.
Este filme é brilhante em vários aspectos. Isto porque, percebemos que cada detalhe dele foi muito bem pensado e cuidado.
Em relação à direção de arte e figurino, percebemos que as cores utilizadas são bastante expressivas. A dramaticidade não nos deixa depressivos, em razão da utilização tons de amarelos e cores quentes, principalmente nas cenas que se passam em Nova York. Em São Francisco, o amarelo levemente pálido cria um contraste com o sentimento de tristeza de Jasmine em estar naquela situação, mas os toques de azul claro e branco equilibram perfeitamente ao sentimento de esperança de uma vida melhor nas novas “condições” em que a personagem se encontra. Ainda, nas cenas de paixão e ciúme percebemos a presença de tons de vermelho.
O roteiro é brilhante: simples e ao mesmo tempo complexo. É dramático, mas a desgraça se torna até cômica. A personagem Jasmine carrega tristeza e melancolia e, mesmo assim, Woody Allan consegue tirar risos do espectador. Em toda a narrativa percebemos as várias faces da personalidade da protagonista, mostrando o quão humana e complicada ela é. Diálogos muito inteligentes e até filosóficos durante todo o filme.
Os flashbacks do começo ao fim foram muito bem feitos e a montagem foi muito bem executada, porém, teve um final já previsível.
Em relação à direção e a direção de fotografia, não poderiam ser melhor. Planos longos, abertos e fechados, travelings, panorâmicas, ou seja, vários recursos maravilhosamente utilizados que compõem a narrativa e, principalmente, representam o contraste dos diferentes sentimentos que a protagonista vivencia.
Cate Blanchett é a atriz mais notável desta obra, consegue perfeitamente retratar a complexidade da personagem e as variações (e bipolaridade) de comportamento entre a lucidez e a loucura, os quais fazem despertar sentimentos de amor e ódio do espectador. Baldwin também traz muitos momentos cômicos de forma excepcional e o resto do elenco são tão competentes quanto, fazendo um trabalho de qualidade.
Em relação à direção de arte e figurino, percebemos que as cores utilizadas são bastante expressivas. A dramaticidade não nos deixa depressivos, em razão da utilização tons de amarelos e cores quentes, principalmente nas cenas que se passam em Nova York. Em São Francisco, o amarelo levemente pálido cria um contraste com o sentimento de tristeza de Jasmine em estar naquela situação, mas os toques de azul claro e branco equilibram perfeitamente ao sentimento de esperança de uma vida melhor nas novas “condições” em que a personagem se encontra. Ainda, nas cenas de paixão e ciúme percebemos a presença de tons de vermelho.
O roteiro é brilhante: simples e ao mesmo tempo complexo. É dramático, mas a desgraça se torna até cômica. A personagem Jasmine carrega tristeza e melancolia e, mesmo assim, Woody Allan consegue tirar risos do espectador. Em toda a narrativa percebemos as várias faces da personalidade da protagonista, mostrando o quão humana e complicada ela é. Diálogos muito inteligentes e até filosóficos durante todo o filme.
Os flashbacks do começo ao fim foram muito bem feitos e a montagem foi muito bem executada, porém, teve um final já previsível.
Em relação à direção e a direção de fotografia, não poderiam ser melhor. Planos longos, abertos e fechados, travelings, panorâmicas, ou seja, vários recursos maravilhosamente utilizados que compõem a narrativa e, principalmente, representam o contraste dos diferentes sentimentos que a protagonista vivencia.
Cate Blanchett é a atriz mais notável desta obra, consegue perfeitamente retratar a complexidade da personagem e as variações (e bipolaridade) de comportamento entre a lucidez e a loucura, os quais fazem despertar sentimentos de amor e ódio do espectador. Baldwin também traz muitos momentos cômicos de forma excepcional e o resto do elenco são tão competentes quanto, fazendo um trabalho de qualidade.
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