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Diego Ferreira
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14 críticas
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1,0
Enviada em 3 de maio de 2026
Típico filme brasileiro que quando diz " indicado ao premio" ... caia fora! Mídia comprada, filme lixo atuações ruim roteiro e falas que terminam sem nexo com pausas nas falas.
Assisti a esse filme no lançamento e já naquela época foi completamente esquecível. Anos depois, me deparei com uma lista dos “melhores filmes brasileiros”, segundo diversos diretores e atores, e lá estava ele em terceiro lugar. Pensei: “Será que fui injusto?”. Dei uma nova chance… e apenas perdi meu tempo. Kleber Mendonça se apresenta como um diretor “intelectualizado”, mas seus filmes falam para uma bolha restrita. Ele tenta retratar uma camada popular da sociedade, mas o resultado revela apenas uma visão preconceituosa, limitada, ingênua e pretensiosa desse universo.
O resultado é uma obra voltada para uma elite blasé, para aqueles que adoram filosofar excessivamente sobre a vida, mas que pouco conhecem a realidade que dizem representar.
É um filme tedioso do começo ao fim, reflexo de um cinema brasileiro elitizado, que acredita estar falando sobre nós, mas que, na verdade, está a anos-luz de estabelecer um diálogo real com o público.
Esse é o pior filme que vi na minha vida inteira, e olha que eu já vi muito filme ruim. Pra começar o filme tem atores que falam parece que pra dentro, não tem boa fala. A imagem do filme é ruim, o câmera não enquadra direito ou de forma correta a cena. E pra piorar o filme não desenvolve, parece que é um tanto de cena sem sentido jogada o filme inteiro. Pensa em um filme ruim, mas ruim mesmo, é esse. São 2 horas de filme e chegou uma hora que eu não conseguia parar de ver quanto tempo faltava pra acabar de tão ruim.
Tá de brincadeira... nada com nada, um pseudo envolvimento de famílias no período da escravidão mas mesmo assim muito forçado... nunca uma avaliação positiva me enganou tanto.
(Toda essa review vai ser baseada na minha interpretação original do filme, sem nenhuma pesquisa sobre o verdadeiro conceito do filme)
•Escravidão | •Racismo | • Desigualdade Sistema de castas
Crítica Esses 3 pontos são as características principais pra você entender o mínimo da história do filme, os pontos estão em ordem, pois para a Desigualdade surgir teve que ter o Racismo, que querendo ou não nos leva a um Sistema de Castas, ou seja, existir um privilégio diferente para cada tipo de grupo/pessoa presente em sociedade, sendo exibido geralmente em formato de pirâmide do mais ao menos favorecido na sociedade nesse caso, e para surgir o Racismo teve que haver a Escravidão, que inclusive umas das propriedades de um dos personagens do filme é uma propriedade onde as pessoas eram subordinadas aos trabalhos escravagistas.
Na 2° Parte enquanto um dos personagens está levando pessoas a conhecer um apartamento, ele olha para baixo e vê uma área de favela dividida com os prédios de Boa Viagem, onde em um Sistema de Castas, comparado a outros bairros do Recife provavelmente Boa Viagem em um gráfico de pirâmide, estaria no topo.
Nas 3 Partes do filme, o diretor faz questão de querer mostrar como em quase todas as casas tinham empregadas, provavelmente para reforçar como muitas pessoas não tinham condições de estudo melhores e de empregos pelos 3 fatores que eu citei no começo, Focando agora principalmente na 3° Parte, quando um dos personagens vai visitar as propriedades com ante-passados escravagistas, consegue-se escutar gritos, como se fossem gritos de tortura a pedidos de ajuda. Olhando dentro da casa na propriedade, nos porões mostra-se um visual desgastado e antigo, mesmo que a casa por inteira tenha um visual antigo é nítido como os porões tem a aparência abandonada, desgastada, precária e mal cuidada.
• Segurança A segurança, foi algo que eu não entendi o propósito alí na crítica que o filme passa, talvez, seja uma forma de mostrar como o bairro é "seguro", mas na realidade eles são praticamente corruptos e fingem fazer um trabalho duro, provavelmente se baseando em muitas manifestações ao redor do Brasil, isso poderia ser uma critica a PM que faz rondas por Boa Viagem
• FINAL É um filme bom, nem sempre considerem nota 3,5 uma nota ruim, apenas não tenho tanta certeza se consegui entender tudo do filme e conseguir raciocinar bem num todo a história do filme, é engraçado, realista aos nossos olhos como quase todo filme nacional e em muitas cenas consegue prender o seu fôlego.
Filme horroroso. Retrata vidas totalmente ordinárias. Atuações horrorosas. Tédio total. Sem moral alguma. Quase R$2 mi investidos foram demais para um filme que até minha antiga turma do ensino médio faria melhor. Não tem como assistir até o final. Uma tristeza para o cinema brasileiro, já que este filme se encontra no top 15 de melhores da história do Brasil. Que tenham misericórdia das próximas pessoas que assistirem esse chorume.
Esse filme é péssimo, não assistam. Certeza que o site foi pago pra promover essa porcaria. Não tem nexo nenhum, não tem sentido nenhum, fiquei esperando as cenas se interligarem e não aconteceu, colocaram esse como melhor filme brasileiro, mas os grandes de verdade como Tropa de Elite, Cidade de Deus, Dois filhos de Francisco, Bingo, Alto da Compadecida choram de desgosto. HORRÍVEL
Kleber Mendonça já demonstrava o grande diretor que era, numa direção formidável, com um roteiro incrível, bem distribuídos em três atos ótimos, um elenco compenetrado e muito compromissado com a história. Grande filme.
A história se baseia na rotina de personagens quesão "tipos comuns" da classe média pernambucana. A proposta do filme parece ser contemplar o todo de uma comunidade composta por personagens singulares. No entanto, o filme é extremamente lento e a história não tem um núcleo definido. O retrato do cotidiano de classe média é uma ideia bacana, mas no filme isso aparece de forma muito desinteressante, de forma que você não se envolve com nenhuma das personagens apresentadas e nem com o conjunto. O filme parece uma espécie de "documentário ficcional" com muitos eventos aleatórios e sem nenhum enredo central. Vai de pessoa incomodada com cachorro até reunião de condomínio. A ausência completa de um foco na história fez, na minha visão, o filme parecer uma colcha de retalhos de pessoas, com cada vez mais personagens sendo incluídas sem a menor necessidade para a construção da história. Além do trabalho de áudio, que realmente envolve o espectador, destaco como ponto positivo o suspense do último diálogo do filme. A cena, que foi a única que realmente me cativou, auxiliou para pelo menos fazer um fechamento no filme.
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