O Som ao Redor
Média
3,7
471 notas

78 Críticas do usuário

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Angélica S.
Angélica S.

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2,5
Enviada em 28 de janeiro de 2015
O som é ruim, não dá para ouvir direito o que dizem. Muitas cenas totalmente desnecessárias e sem nenhum sentido. Por ser um filme premiado, eu esperava bem mais. Não recomendo.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Porque todos ajudam a perpetuá-la, ninguém escapa da violência: os barões das grandes cidades, a classe média medíocre, os habitantes de uma cidade rural aparentemente pacata e até os cães de guarda. Eis um retrato ruidoso e crítico do crescimento urbano desordenado e desumanizado, que aprisiona mais do que liberta, expoente do cinema nacional maduro, para além das belezas cariocas que a cinematografia da Globo tenta impor.
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2014
Existe uma narrativa pungente por trás das simplórias micro-histórias que compõem este fabuloso O Som ao Redor, que se revela através da eficiente diegese sonora que dá título ao filme. Rigorosamente falando, não existe necessariamente uma grande trama que costure todas as narrativas do filme, mas verdadeiros flagrantes do cotidiano dos personagens que têm sua importância intensificada através da captura eficiente de sons ambientes, cujo design sonoro eficaz nos ajudará a mergulhar naquele ambiente e compreender melhor aquele universo.

Universo esse que diz respeito à indivíduos de um condomínio de classe média de Recife que, enquanto lidam cada um a seu modo com pequenas situações do cotidianos, estão cada vez mais preocupados com a própria segurança, sobretudo depois que o carro de uma jovem amanhece arrombado. Aliás, esse é o pontapé da trama: depois de passar a noite com uma desconhecida, o personagem João, ao levar sua jovem amante até o carro dela, encontra-o arrombado e roubado. Após despedirem-se, João passa a investigar o fato entre os vizinhos até começar a desconfiar de seu primo, Dinho. Cenas depois, seguranças particulares estão circulando pela mesma rua oferecendo seus serviços aos moradores que, cada vez mais ressabiados, aceitam sem questionamentos... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
daniedson
daniedson

60 seguidores 19 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de maio de 2014
Sinceramente não consigo pensar em outra possibilidade senão que a produção desse filme tenha comprado a crítica positiva do Adoro Cinema para este filme.

Eu acreditei na crítica do Adoro Cinema e peguei o filme para assistir e foi um dos piores filmes que eu já vi na minha vida. Um filme parado, sem sal nem açucar, que não se desenrola, só se arrasta do começo ao fim.

Tanto eu quanto minha esposa achamos esse filme péssimo.
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de outubro de 2014
Orgulho do cinema Nacional e principalmente do cinema pernambucano. O Som ao Redor nos mostra que para fazer bom cinema não é preciso que se conte uma estória no centro-sul do país, não é preciso atores globais, não é preciso apelas para baixarias e humores questionáveis. O Som ao Redor é o retrato da sociedade em que vivemos e por isso, é universal. Poderia ter sido feito em qualquer cidade. Genial!!! Grande obra cinematográfica para ser vista e estudada.
Alexandre O.
Alexandre O.

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0,5
Enviada em 22 de abril de 2014
Olá, me decepcionei com o filme, não vou repetir o que já escreveram, apenas reforçar: um filme em que nada acontece em 130 minutos... muito cansativo e a única expectativa passou a ser a hora dele acabar, levantar e ir embora... frustrado. Um filme literalmente chato.... mas algo de positivo foi mostrar as relações entre patrão e suas empregadas... além da concentração de renda de uns... Mas será que este era o mote do filme??? outro dia li de uma pessoa criticando o sudeste... que em SP se constrói apartamentos com quartos para empregadas... Este cidadão deveria ir conhecer Recife e as relações que supostamente disse só acontecer em SP...
Maressa B.
Maressa B.

12 seguidores 7 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de abril de 2014
Achei cansativo e chato, não aguentei terminar de ver!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de março de 2014
A presença de uma milícia em uma rua de classe média na zona sul do Recife muda a vida dos moradores do local. Ao mesmo tempo em que alguns comemoram a tranquilidade trazida pela segurança privada, outros passam por momentos de extrema tensão. Ao mesmo tempo, casada e mãe de duas crianças, Bia (Maeve Jinkings) tenta encontrar um modo de lidar com o barulhento cachorro de seu vizinho. E difícil ver bons filmes nacionais como esse , depois de muitos fracassos esse ano o. Brasil acerta com som ao redor com atuações ótimas as e uma história interessante recomendo nota 9.0
Praxedes, M.
Praxedes, M.

25 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
O filme de Kleber Mendonça Filho traz à tona algo que é caro ao cinema nacional, principalmente o atual, algo que chamo de “legítimo drama”. Os aqui referidos “legítimos dramas”, são filmes sem closes excessivos e sem diálogos forçados (diferentemente dos filmes que têm como base o estilo brasileiro de se fazer novelas), deixando apenas os diálogos típicos do cotidiano, sem exageros. O título “O Som ao Redor” faz muito sentido quando se vê a película, já que, em pelo menos algum momento de quase todas as cenas, senão todas, é possível evidenciar algum ruído, como sons de carros passando, buzinas e cachorros latindo, mostrando, desta forma, o caos que é a vida urbana contemporânea. Outra crítica que o filme de Mendonça Filho faz a sociedade atual é o medo exacerbado da violência e de assaltos, que os cidadãos de grandes cidades, e até os de pequenas atualmente, sentem, fato este é o gerador da narrativa.
“O Som ao Redor” não é um filme que terá uma legião de fãs, nem perto disso, mas não é algo de se estranhar. É um filme que possui uma beleza e franqueza difícil de se “degustar”, principalmente para a população que se acostumou a Michael Bays e repudia quase tudo que a isso foge.
Alipio F.
Alipio F.

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0,5
Enviada em 7 de janeiro de 2014
Um dos queridos da imprensa brasileira este ano. Filme indicado pelo Brasil pra tentar uma indicação ao Oscar. Não é favela movie. Não tem o apoio da Globo Filmes. Era muita coisa e muito elogio pra cima deste e por isso, fui com muita coragem assisti-lo. Puf! Que porcaria!

O filme acompanha a rotina de moradores de uma rua em Recife. E aí há todo tipo de gente na vizinhança: os que se incomodam com o latido de cachorro, a ex e a atual que moram na mesma rua, o bandidinho, venda de maconha e, pra movimentar história, os espertos que oferecem segurança privada.

E o filme vai acompanhando alguns desses personagens passivamente, esperando que algo aconteça. Não é engraçado, não é dramático, não é nada. É apenas como se você ficasse debruçado na janela, olhando seus vizinhos irem pra lá e para cá.

O problema é que tudo isso é muito chato e no final das contas, fiquei apenas sem entender o motivo de tantos elogios e tanto favorecimento.
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