O Som ao Redor
Média
3,7
470 notas

78 Críticas do usuário

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Ana P.
Ana P.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Filme mal construído, personagens dispensáveis, narrativa fraca, dicção péssima... tenho o hábito de assistir filmes cuts e independentes, mas francamente, tentaram fazer algo inteligente, mas que ficou muito fraco, quase uma experimentação de estudantes de cinema... o pior é acreditar que este filme tinha chances de chegar ao Oscar... foram as horas mais dolorosas do meu ano... o tema daria um bom documentário porém, a proposta foi absurdamente mal trabalhada... cenas dispensáveis, diálogos que não acrescentam nada a narrativa... Aff! Resumindo: Horrível!
Vinicius M.
Vinicius M.

25 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2013
Um ótimo filme sempre deixa o seu público impressionado, e dessa forma, O Som ao Redor não foge dessa ''regra''. A forma que o filme retrata a vida daqueles moradores (além da relação empregado-pratão e patrão-empregado) é incrível. Sem dúvidas entra para minha lista de melhores filmes brasileiro.
Lucci
Lucci

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de dezembro de 2013
Não entrando no mérito da história em si, o que mais me chamou atenção é que os filmes brasileiros ainda continuam com um péssimo áudio. A captação do som é ridícula... Mesmo com a TV no último, consegui captar uns 50% do diálogo do filme. Por incrível que pareça, faltou uma legenda para um filme... brasileiro! Ironicamente, um filme que leva a palavra "som" em seu título, foi realmente um teste de audição conseguir ouvi-lo...
Tiago31
Tiago31

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de dezembro de 2013
Pequenos retratos do cotidiano de famílias recifenses são o mote do filme, que dá ênfase ao diálogo e às relações pessoais. Não espere por uma história elaborada, com começo, meio e fim. O filme flui como a vida, sem espaço e nem direção definidos. O público brasileiro com certeza vai se familiarizar com algumas das situações protagonizadas pelos atores, seja no seu aspecto trágico ou cômico. Sempre que comparo a realidade da classe média brasileira à dos países desenvolvidos me surpreendo com o quanto vivemos enjaulados em nossas casas, receosos da violência urbana. No geral, um bom filme, para fugir do agito hollywoodiano.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2013
O filme trata da vida de três personagens que moram em uma rua, do bairro da Boa Viagem, em Recife. O tema e o enredo são interessantes, a qualidade não, embora tenha sido feito com muito esforço, cuidado e atenção. Algumas cenas ficaram soltas e sem sentido e o som poderia ter sido melhor em outras. Também, não poderíamos esperar uma obra de arte vindo de um lugar sem tradição na arte do cinema, embora seja um bom começo. Eu diria que Maeve Jinkings, como Bia, foi perfeita. Irandhir Santos, como Clooaldo, Gustavo Jahn, como João estão ótimos, Waldemar José Solha, como Francisco, não. A simplicidade do enredo exige uma superação na qualidade das interpretações e direção, que não aconteceu, embora, repito, tenha havido muito esforço para isso.
Isabel
Isabel

7 seguidores 48 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de novembro de 2013
Fui assistindo ao filme, é como a própria vida,uma linha paralela, da onde submerje alguns apelos ,mas a narrativa apesar sombria e sem qualquer pretensão de chegar ou firmar alguma coisa,vc fica apreensiva com a narrativa e da qualidade de vc acreditar que as diferenças e modalidades de sons intriga o expectador,que acredita em algum climax que não irá acontecer na histó bonita do filme é quando o ótimo ator Gustavo Jahn,põe no colo a garota do momento a atriz Irma Brown, e ela encosta a mão no teto de uma casa,e ele a abraça acertando que áquilo era mesmo uma relacionamento fugazParabéns ao elenco,totalmente desconhecido do filme.Não sei se o diretor tbém desconhecido pra mim é amante dos filme Bergman, acho esse filme tem uma áurea do diretor sueco, e rodado todo na área urbana de Recife,faz do filme uma grande curiosidade e um carimbo notável do jovem diretor Kleber Mendonça Filho,acho que foi uma boa escolha para ser uns dos escolhidos de filme estrangeiro do Brasil ao prêmio do Oscar este ano,só acho que diante de lobismo e infinitos países concorrendo,para tal categoria é uma agulha no palheiro,sem conseguir,mas quem sabe os membros da academia?
Henrique F.
Henrique F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de outubro de 2013
Narrativa extremamente lenta em que a expectativa de qualquer acontecimento é quase sempre frustrada. O único mérito do filme é a apropriação do espaço urbano do Recife em relação ao espaço rural do Engenho e a evidenciação destes conflitos. Peca, no entanto, pela insistência nos conflitos sociais latentes que, por força de sua repetição, acaba empobrecendo metáfora.
Lidiana C.
Lidiana C.

24 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2013
Filme de 2012 dirigido e escrito por Kleber Mendonça Filho conhecido por produzir curtas como: Vinil Verde, Eletrodoméstica e Recife Frio, este é o primeiro longa de ficção do cineasta que sem sombra de dúvidas conseguiu a façanha de refazer o cinema, retratando a classe média como nunca tinha sido mostrada.
Trata-se sim de uma crítica à sociedade. Mas não a sociedade dos morros, do tráfico de drogas, dos presídios, como estamos acostumados a ver em filmes como Carandiru, Tropa de Elite e tantos outros que expõem tão bem os problemas de um Brasil oprimido e que levianamente são criticados por quem acha que cinema nacional resume-se a: favela, palavrões, tráfico, seca do nordeste.
O Som ao Redor mostra o cotidiano de uma rua de classe média no Recife. Aparentemente o que vemos realmente é o dia-a-dia dos personagens, nada demais. No entanto, logo no início do filme nos deparamos com fotos em preto e branco mostrando trabalhadores rurais, plantações de cana-de-açúcar, casarões antigos, e em seguida um condomínio moderno cheio de crianças brincando. É o ponto de partida da história e um belo contraste social!
A chegada de seguranças particulares muda a rotina da vizinhança. Uma vizinhança que parece ser comandado por um coronel dos tempos antigos: Sr. Francisco (Waldemar José Solha) que é dono de vários imóveis na região e exerce grande influência entre os moradores.
Talvez tudo que eu escreva aqui já tenha sido escrito antes. E não é para menos, eu realmente nunca tinha visto a classe média como ponto central em um filme brasileiro. Geralmente vemos o imigrante nordestino, o bandido, a polícia, o morador de rua. Não que isto seja ruim, mas retratar um outro grupo de pessoas preocupado com a sua segurança, preocupado com o recebimento intacto da Revista Veja, é algo realmente novo.
A obra de Mendonça Filho tem essas nuances que podem passar despercebidas, mas que merecem ser discutidas.
Um outro ponto curioso é o do menino que escala as casas. Ele é mostrado em duas cenas: a primeira é quando Bia, incomodada com os latidos do cão, perde o sono e vai para a varanda. Ela então vê um garoto escalando os telhados de uma casa.
Na outra cena, a filha de Bia sonha com vários meninos que sobem em árvores e em casas. Ela fica apavorada!
Há uns anos atrás no Recife de fato existiu um "menino-aranha" que roubava os apartamentos escalando-os. Tiago João da Silva foi morto a tiros com 18 anos. Kleber Mendonça Filho recria essa personalidade que ficou tão popular no Recife, transformando-a em uma figura quase fantasmagórica. É o medo da classe média que vê sua segurança abalada, ou medo da ascensão dos que sempre foram oprimidos?
Quando o neto do Sr. Francisco vai visita-lo no antigo engenho podemos entender as fotos que são mostradas no início do filme e como Sr. Francisco conseguiu tantos imóveis. E o mais curioso, é que seu neto, o personagem mais simpático da trama é quem tem um pesadelo com a cachoeira da fazenda. Ele sabe que o patrimônio do avô e que um dia será dele, foi construído às custas de trabalhadores que deram o suor e certamente a vida pelo engenho.
Realmente não sei se consegui escrever uma crítica a altura do filme. Depois de assisti-lo entendi porque tem sido tão falado e esta sendo cotado para representar o Brasil no Oscar 2014.
O que posso afirmar é que se você tem aqueles velhos conceitos contra o cinema nacional, esta perdendo uma grande chance de assistir grandes obras como O Som ao Redor. Com Oscar ou sem Oscar não tenha dúvidas de que Kleber Mendonça Filho revela-se como um cineasta promissor e de que seu primogênito é uma reviravolta no nosso cinema.
Márcio M.
Márcio M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2013
"O Som ao Redor" reflete uma tendência mostrada por diversos exemplares da produção cinematográfica contemporânea.

Passado em Setúbal, região de classe média bem próxima da praia de Boa Viagem, no Recife, retrata o cotidiano e as neuroses da cidade grande, onde predominam os prédios com suas portarias controladas e as casas de muro alto, com suas cercas eletrificadas. Faz ainda uma projeção do sistema de patriarcado e poder dos antigos engenhos para o ambiente urbano.

Sem bairrismos inconsequentes e nefastos procuramos as razões do sucesso do cinema feito no Estado e chegamos a algumas conclusões.
1. Existe realmente uma geração de cineastas talentoso, com ideias originais e inteligentes.
2. Os roteiros baseados em contextos sociais, políticos e filosóficos despertam o interesse de um público variado.
3. Predomina a liberdade de criação, o que só é possível graças às verbas captada através das diversas leis de incentivo.

Um dos fatores responsáveis pelo sucesso do cinema pernambucano como um todo é a colaboração mútua que prevalece sobre um possível duelo de vaidades.
Com isso faz-se um cinema sem lugar para concessões de qualquer natureza.
E "O Som ao Redor"só reafirma esse momento ímpar do cinema pernambucano.
AndréIsaque
AndréIsaque

17 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de setembro de 2013
Filmaço , apesar de não ter ação , tem uma história diferente , bastante interessante , filme para quem gosta de drama , um ótimo filme
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