Zizo (Irandhir Santos) é um poeta inconformado e anarquista, que banca a publicação de seu tablóide. Em seu mundo próprio, onde o sexo é algo tão corriqueiro quanto fumar maconha, ele conhece Eneida (Nanda Costa). Zizo logo sente um forte desejo por Eneida, mas, apesar de seus constantes pedidos, ela se recusa a ter relações sexuais com ele. Isto transtorna a vida do poeta, que passa a sentir falta de algo que jamais teve.
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3,5
Bom
Febre do Rato
Anarquia e sexo
por Francisco Russo
Febre do rato é uma expressão típica do Nordeste, que significa estar fora de controle. Metáfora apenas aparente para Zizo, personagem principal de Febre do Rato, o filme. Poeta por vocação, ele dedica a vida à publicação de seu jornaleco, cujo nome é o mesmo do título. O objetivo é expor suas ideias, repletas de propostas anárquicas que valorizam o livre arbítrio das pessoas, sem se prender às amarras morais impostas pela vida civilizada. Quem não conhece o mundo de Zizo pode imaginar que ele esteja com a febre do rato, ou seja, fora de controle. Só que a verdade é justamente o oposto.A imersão por este mundo livre, leve e solto ao qual Zizo pertence é a grande proposta apresentada pelo diretor Cláudio Assis em seu novo filme. Uma viagem feita não apenas de palavras, explorando os versos e brados proferidos pelo protagonista, mas especialmente através de costumes e imagens. Fiel à máxim
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15 Notícias e Matérias Especiais
Mais um soco no estômago da dupla Hilton Lacerda e Cláudio Assis. Filme impactante, poético e que tem como maior legado a entrega incondicional do elenco. Sobre o roteiro, eu diria que trata do real cotidiano das comunidades do Recife ou qualquer outra cidade, onde apesar da miséria e injustiça social, a vida pulsa como em todo lugar. As pessoas se divertem, sofrem, amam... Gosto também do sotoque fora do eixo (Rio/São Paulo) e da enorme ...
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Filme fantástico, poesia em todas as formas possíveis de se existir.
No cenário recifense se passa a vida de um poeta que capito o seu mal estar social frenético transformando-a em uma poesia crua,seca e mesmo assim cheia de desejos utópicos cedentes de existência.
No cenário recifense se passa a vida de um poeta que capito o seu mal estar social frenético transformando-a em uma poesia crua,seca e mesmo assim cheia de desejos utópicos cedentes de existência.
Febre do Rato é um tapa na cara. O convencional não palavra que usa neste filme. A exposição do sexo e do nú e exacerbada de forma proposital. Algumas cenas do filme constrangem. A fotografia é, sem dúvida, o ponto forte deste filme. Uma obra de arte. É admirável a coragem dos atores na exposição frontal do nú. Irandhir Santos em uma atuação que há muito não se via no cinema nacional, sem exagero, digna de Oscar. Nanda Costa com ...
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Cláudio Assis nos presenteia com uma das boas obras do cinema nacional de 2011 com um roteiro bem feito, mesmo em meio as dificuldades de filmar no Nordeste. Vale muito a pena vê.
O significado do título
"Febre do rato" é uma expressão popular típica do Nordeste, que significa aquele que está fora de controle.
O pontapé inicial
O projeto de Febre do Rato nasceu em 2003, durante as filmagens de Amarelo Manga e ganhou forma através de uma parceria entre o diretor, o roteirista Hilton Lacerda e a produtora Parabólica Brasil.
Apoio holandês
Em 2005, o projeto recebeu apoio do Fundo Hubert Bals, do Festival de Rotterdam, na Holanda, para desenvolvimento de roteiros.
curiosidades
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2011
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
11 curiosidades
Orçamento
2 000 000 USD
Idiomas
Português
Formato de produção
35mm
Cor
Preto & Branco
Formato de áudio
Dolby Digital
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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