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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinética
Em "Febre do Rato", a poesia é inquietação, agitação, levar as coisas ao limite, viver a mise en scène.
Críticos.Com.Br
O diretor Claudio Assis fez filmes muito bons antes [...] mas há em seu novo filme uma complexidade bem maior, [...] uma notável maturidade na sua maneira de se expressar.
Omelete
Há um estado de coisas inviável nas nossas metrópoles, pedindo para se reorganizar, e quem acha que nudez no cinema brasileiro é sinônimo de baixaria infelizmente não vai perceber que "Febre do Rato" toma uma posição política atual em nome da coletividade.
Rubens Ewald
... Este filme [é] libertário, anárquico, brilhante, que funciona porque Claudio (sempre auxiliado pela fotografia do excepcional de Walter Carvalho) é um grande realizador.
Cineweb
É o filme mais bonito de Assis, de uma beleza crua e rude, mas que ele encontra de verdade, tirando o belo da pedra, de onde não se procura, nem se espera, mas está lá.
A Tarde
Como toda entrega passional, "Febre do Rato" transita entre o realismo e a fantasia. Suas licenciosidades poéticas, tão deliciosamente sujas, certamente não agradarão a todas as plateias.
CineClick
Mais do que um tipo inquieto e aguerrido, Assis volta a se afirmar como cineasta que domina plenamente o ofício. Seu filme lança a isca intelectual de que a arte pode servir como meio de libertação psicológica e criativa ...
Cineplayers
["Febre do Rato"] é uma antítese de um cinema limpo, educado e cartesiano demais ...
Estado de Minas
"Febre do rato" tem inegável apreço estético. A fotografia em preto e branco de Walter Carvalho reforça o ar lírico presente no universo do poeta suburbano.
Instituto Moreira Salles
Há excessos e desequilíbrios no filme [...], mas é dessa desmesura (nos vários sentidos da palavra) que ele se alimenta e extrai sua força. Se alguma coisa enfraquece o conjunto, por paradoxal que pareça, é o seu discurso poético verbal, um tanto prolixo, redundante, datado ...
O Globo
Como o protagonista, Cláudio Assis defende uma arte de resistência. Após "Amarelo manga" e "Baixio das bestas", segue apostando num cinema incômodo, que investe na autoria do espectador ...
Folha de São Paulo
Não será no entanto mera mesquinharia indagar porque esse filme de gente rude opta por uma fineza estética que o coloca nos limites do esteticismo. Seria uma maneira de compensar os maus modos dos protagonistas?
Preview
Assis tem um estilo definivo, o que é positivo. Agora, se Zizo é uma espécie de alter ego do cineasta, reclamar do mundo, mas pouco fazer para mudá-lo - já que o poeta só bebe e transa o dia inteiro - também não chega a servir como bom exemplo.
Revista Interlúdio
Assis tem enorme prazer em jogar o espectador dentro de um pseudo mundo-cão ... [Mas] a fauna concebida por Assis agora não está espalhada, e se mostra capaz de formar um núcleo.