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Diogo Codiceira
26 seguidores
960 críticas
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3,5
Enviada em 9 de setembro de 2026
No limite do amanhã é um filme de ficção científica/ação que contou com a direção de Doug Liman e roteiro de Christopher McQuarrie e Jez Butterworth. Em um futuro, a Terra está em guerra contra alienígenas e Tenente William Cage ( Tom Cruise), mesmo sem experiência em combate é enviado para uma base militar, para compor um frente de ataque na França. Porém, ao começar o ataque, Cage percebe que sempre quando morre volta no tempo sempre no mesmo dia e lugar. Preso em um eterno ciclo, Cage passa a contar com a ajuda de Vrataski (Emily Blunt), uma militar considerada heroína na última batalha. Filmes com viagem no tempo tem que ter um roteiro bem amarrado, e esse filme veio na época para tentar oxigenar o sub- gênero já desgatado. Numa mistura de tropas estrelares e feitiço no tempo, o roteiro não perde tempo apresentando o seu protagonista, um militar de gabinete, que apenas servia para mostrar a boa imagem militar. Diante dos fracassos recentes dos esquadrões terráqueo, Cage é jogado na cova dos leões, sendo acusado de deserção e é rebaixado para um simples soldado no pelotão do sargento Farell (Bil Paxton). Sendo tratado com tal, Cage é morto por um alienígena e acaba ressuscitando no momento de sua apresentar (chegada) na base. O roteiro faz ótimas referências ao romance japonês de Hiroshi Sakurazaka, além de lembrar do dia D, e o começo do Resgate do Soldado Ryan, mostrando em imagens e percepções de que uma guerra é guerra, independente do período. Ao repetir a morte, e ao treinar e desenvolver meios para tentar sobreviver, a missão de ficar vivo e vencer o conflito parece algo impossível. Daí vemos a sátira de que mesmo diante do caos, a humanidade ainda se passa a fazer suas guerras. No quesito de volta no tempo, o roteiro foi muito eficiente ao saber bem como conduzir as cenas de volta ao tempo sem que ficasse cansativo ou didático demais. No geral, o filme tem boas cenas de ação, com voas sequências. Os alienígenas estão até convincentes. A dupla Cruise e Blunt tem uma boa química e o saudoso Paxton esteve sensacional na pele de um sargento ranzinza. O terceito ato acaba se afundando ao tentar impor um romance ali entre a fria ( mas boa personagem) Vrataski e Cage. Fazendo com que o desfecho se ajuste de uma forma que acabe com todos bem, e virando o jogo contra os ets. O filme ainda sobe os créditos com a empolgante música Love Me Again", do cantor britânico John Newman, que anos depois viraria viral nos feeds do Instagram.
Um bom filme de aventura e ficção. Tom Cruise, mestre dos filmes de ação, num filme onde o roteiro mistura extraterrestres e “Feitiço no Tempo”. Acho Emily Blunt insossa. O desenho “O Máskara” teve um episódio assim.
o filme é legalzinho mais não chega a ser TUDOOO ISSO é o tipo de filme que a gente assiste uma vez só, o primeiro momento da história é muito bom porém depois vai ficando carregada, e o final é o final de sempre né, tudo fica bem, vale a pena se for um dos dias que vc não sabe muito oq assistir só para passar o tempo, pq ele é um filme longo
Um filme feito para bugar a mente e transmitir toda a agonia de um loop temporal. A produção é impecável, o roteiro é extremamente bem construído e as atuações são de mestre, conduzindo a trama de forma hipnótica até um final magicamente bem fechado. A experiência é intensa e prende do início ao fim. E claro, a grande pergunta que fica no ar é: quantos loops realmente foram dados?
Tudo bem se você já assistiu o filme, e tudo bem também se você não assistiu o filme, porque não tem nada de espetacular, porque as únicas coisas que diferem este filme de outros é que este conta com os grandes astros Tom Cruise e Emily Blunt. No mais é um filme apenas razoável, que chega a dar um certo sono em alguns momentos. Os efeitos também são razoáveis, bem como sua ação. Filme que não cativa, não emociona e nem causa impacto. Diria que é apenas assistível.
Com um enredo indiscutivelmente dinâmico que nos deixa extasiados, No Limite do Amanhã é uma excelente proposta de roteiro para analisar. O filme é impactante e conta a história de um integrante das forças armadas, inepto com armas, mas que é obrigado a combater os aliens. Depois de ter chocantemente descoberto que ele entrou num loop temporal, ele retorna várias vezes para a estaca zero com intuito de criar uma maneira de vencer aquela batalha importante. Enquanto viaja nesse loop, o protagonista descobre pessoas que podem ajudá-lo nessa missão árdua. Sendo assim, ele secretamente elabora um esquema para destruir o inimigo. Trata-se de um plano de ação secreto, longe do alto escalão, fora do radar e das averiguações dos chefes acima deles na hierarquia. Trata-se de um plano milindroso, discutido em um recinto escondido, insuspeito, juntamente com um cientista inusitado e que pode ser decisivo naquela guerra. No Limite do Amanhã nos encanta por ser criativo, impactante e por ter dinamismo na dosagem ideal. Se uma continuação irá se realizar, não sabemos e não importa. Esse é o filme certo para podermos viajar, do começo ao fim, em um loop que certamente acabará, mas que valerá a apena embarcar. Quantas vezes for necessário.
Major do Exército arruma confusão com o General e é mandado pra guerra onde consegue o poder de controlar o tempo... após muitas tentativas vai descobrindo como vencer o inimigo de outro planeta... Filme é uma obra prima...
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