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2964 notas
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“. Eu Te Amo: Um Enredo Promissor, Fragilizado pelo Roteiro”
Um filme com um bom enredo mas que merecia uma abordagem narrativa mais
consistente. Do latim post scriptum: a abreviatura . designa algo que vem escrito
depois da assinatura em uma carta. (. I Love You, 2007) possui o livro homônimo da
escritora irlandesa Cecelia Ahern, que serve de base para o roteiro do longa. Embora
seja um filme que cause empatia, sua estrutura narrativa apresenta fragilidades que
comprometem a força dramática e a coerência interna. Mesmo comoventes, as cartas
funcionam mais como artifício sentimental do que como motor dramático. Cada
mensagem é uma ponte entre passado e futuro, permitindo que Holly sinta a presença
do marido, mesmo após sua morte.
O roteiro não explora suficientemente o impacto psicológico de cada carta. A grandiosa
cena de abertura do filme gera; uma expectativa que não se conecta organicamente ao
restante da narrativa. A fraca narrativa revelou a falta de verossimilhança no romance
dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler): em um O roteiro que não
oferece elementos que justifiquem a devoção de Holly, essa que, mesmo assim,
oferece uma atuação sensível oscilando entre a dor, humor involuntário e hesitação,
apesar do texto apostar em cenas lacrimosas sem aprofundar os seus dilemas
internos, o que pode soar como manipulativo, em vez de como verdade.
O personagem de Butler é pouco desenvolvido, o que torna o romance central menos
verossímil e deixa a desejar em relação ao potencial dramático. Nada contra locadores
de limousines, mas Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine, ou participar da
organização da seção de cartas de algum jornal - para citar um dos aspectos falhos -
na construção de seu personagem.
O filme ganha fôlego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas
dos musicais da Broadway) cantando e dançando em grande estilo, e Holly fazendo um
karaokê dramático, assistindo-a em um filme exibido na TV. Entretanto, deve-se levar
em conta momentos hilários em que parte da tridimensionalidade dos personagens é
exposta: em Holly, quando sua mãe Patrícia (Kathy Bates) traz à tona o comentário que
ela estava sem tomar banho e; com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo – sem querer
ironizar relacionamentos - que é mais barato namorar do que pagar prostitutas. Os
diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é o que dá força
à narrativa que deveria seguir assim por todo percurso da história. Trata-se de um filme
com um bom enredo, mas que poderia ser contado de outra forma: as amigas e a mãe
de Holly trazem leveza e humor; à história equilibrando o peso emocional, mas são
usadas apenas como suporte cômico ou emocional quando dispunham de potencial
para enriquecer a narrativa .
Ricardo Lens
Um filme com um bom enredo mas que merecia uma abordagem narrativa mais
consistente. Do latim post scriptum: a abreviatura . designa algo que vem escrito
depois da assinatura em uma carta. (. I Love You, 2007) possui o livro homônimo da
escritora irlandesa Cecelia Ahern, que serve de base para o roteiro do longa. Embora
seja um filme que cause empatia, sua estrutura narrativa apresenta fragilidades que
comprometem a força dramática e a coerência interna. Mesmo comoventes, as cartas
funcionam mais como artifício sentimental do que como motor dramático. Cada
mensagem é uma ponte entre passado e futuro, permitindo que Holly sinta a presença
do marido, mesmo após sua morte.
O roteiro não explora suficientemente o impacto psicológico de cada carta. A grandiosa
cena de abertura do filme gera; uma expectativa que não se conecta organicamente ao
restante da narrativa. A fraca narrativa revelou a falta de verossimilhança no romance
dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler): em um O roteiro que não
oferece elementos que justifiquem a devoção de Holly, essa que, mesmo assim,
oferece uma atuação sensível oscilando entre a dor, humor involuntário e hesitação,
apesar do texto apostar em cenas lacrimosas sem aprofundar os seus dilemas
internos, o que pode soar como manipulativo, em vez de como verdade.
O personagem de Butler é pouco desenvolvido, o que torna o romance central menos
verossímil e deixa a desejar em relação ao potencial dramático. Nada contra locadores
de limousines, mas Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine, ou participar da
organização da seção de cartas de algum jornal - para citar um dos aspectos falhos -
na construção de seu personagem.
O filme ganha fôlego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas
dos musicais da Broadway) cantando e dançando em grande estilo, e Holly fazendo um
karaokê dramático, assistindo-a em um filme exibido na TV. Entretanto, deve-se levar
em conta momentos hilários em que parte da tridimensionalidade dos personagens é
exposta: em Holly, quando sua mãe Patrícia (Kathy Bates) traz à tona o comentário que
ela estava sem tomar banho e; com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo – sem querer
ironizar relacionamentos - que é mais barato namorar do que pagar prostitutas. Os
diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é o que dá força
à narrativa que deveria seguir assim por todo percurso da história. Trata-se de um filme
com um bom enredo, mas que poderia ser contado de outra forma: as amigas e a mãe
de Holly trazem leveza e humor; à história equilibrando o peso emocional, mas são
usadas apenas como suporte cômico ou emocional quando dispunham de potencial
para enriquecer a narrativa .
Ricardo Lens
Como pode um filme ser tão lindo, tão profundo e tão sensível? Me emociono sempre que assisto. ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Passei duas horas consecutivas chorando ao ver essa obra de arte. Toda vez que eu via o nome do Gerry, eu chorava muito. Mesmo assim, eu amei demais esse filme. Em pouco tempo, tornou-se o meu favorito de todos. Os atores são ótimos e o enredo também, é tão ótimo que faz quem está assistindo emergir na história, sentir na pele a dor que a Holly passa. Eu fiquei muito feliz por ela ter conseguido superar, não totalmente, mas por ter conseguido continuar e ter evoluído. Se eu pudesse, eu daria nota 1000 para essa perfeição! Agora partiu chorar mais um pouco com o livro "Clube . eu te amo"!!!
É clichê? Pra caramba. Mas ". Eu Te Amo" entrega o que promete. É um dramalhão sobre perder alguém e ter que seguir a vida. O filme te pega pela emoção, tem atuações que seguram a onda e, no fim, a gente até se envolve na história. Se a ideia é ver um romance pra dar uma chorada e sair achando que vale a pena amar, é uma boa pedida.
Não é pra quem tem coração de pedra..
Não é pra quem tem coração de pedra..
Filme comum, um pouco cansativo e sem muitas emoções. Apesar disso, uma boa atuação dos dois atores .
Filme muito bom, ainda mais se baseando em uma historia real.
É dificil a gente aceitar que uma pessoa amada um dia se vai, e é mais dificil ainda quando esse dia chega. A gente nunca vai estar preparado
Mas o importante é aceitar que terminou, mas que pelo menos as lembranças dos acontecimentos vividos sempre estará nas nossas memórias. Esse filme retrata bem isso
Superar é seguir em frente e continuar sendo feliz. Filme maravilhoso, adorei
É dificil a gente aceitar que uma pessoa amada um dia se vai, e é mais dificil ainda quando esse dia chega. A gente nunca vai estar preparado
Mas o importante é aceitar que terminou, mas que pelo menos as lembranças dos acontecimentos vividos sempre estará nas nossas memórias. Esse filme retrata bem isso
Superar é seguir em frente e continuar sendo feliz. Filme maravilhoso, adorei
tem um site www.7fnwr.com, que esta usando pessoas leigas, para explorar e ganhar dinheiro com criticas feita aqui, neste site, ps tomem providencia, vamos procurar a justiça digital, obrigado!
O filme passa através da protagonista a dor do luto de se perder um cônjuge amado. Nos sentimos na pele dela. Há cenas românticas e um tanto engraçadas. Gerard Butler encantou com o personagem, algo diferente do que se espera de um ator ligado a filmes mais agitados. Pela boa fama do filme no gênero romance, eu esperava mais e me decepcionei. Não me senti presa e não via a hora de acabar.
é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia é paia... :/
P.S. Eu Te Amo
(P.S. I Love You, 2007) O livro homonimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern serve de base para o longa. A grandiosa cena de abertura do filme gera mais expectativa do que, a apresentação do início de um grande filme, pela fraca narrativa causando a falta de verosimilhança no romance dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler) deixa a desejar: Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine - para citar um dos aspectos falhos - na construção de seu personagem (...)
Mas o filme ganha folego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas dos musicais da Broadway) cantando em grande estilo, e Holly fazendo um karaoque dramático, assistindo ela em um filme exibido na TV.
Entretanto deve-se levar em conta momentos hilários em que a tridimensionalidade dos personagens é exposta: com Holly quando sua mãe Patricia (Kathy Bates) tras a baila o comentário que ela estava sem tomar banho e com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo que é mais barato namorar do que pagar prostitutas.
Os diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é que dão força a narrativa que deveria seguir assim por todo curso da história. Trata-se de um filme com um bom enredo mas que poderia ser contado de outra forma.
(P.S. I Love You, 2007) O livro homonimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern serve de base para o longa. A grandiosa cena de abertura do filme gera mais expectativa do que, a apresentação do início de um grande filme, pela fraca narrativa causando a falta de verosimilhança no romance dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler) deixa a desejar: Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine - para citar um dos aspectos falhos - na construção de seu personagem (...)
Mas o filme ganha folego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas dos musicais da Broadway) cantando em grande estilo, e Holly fazendo um karaoque dramático, assistindo ela em um filme exibido na TV.
Entretanto deve-se levar em conta momentos hilários em que a tridimensionalidade dos personagens é exposta: com Holly quando sua mãe Patricia (Kathy Bates) tras a baila o comentário que ela estava sem tomar banho e com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo que é mais barato namorar do que pagar prostitutas.
Os diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é que dão força a narrativa que deveria seguir assim por todo curso da história. Trata-se de um filme com um bom enredo mas que poderia ser contado de outra forma.
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