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Nosferatu |
O
diretor F.W. Murnau (Fausto) traz às telas a história
de um vampiro dos Cárpatos que decide se mudar para Bremen,
espalhando o terror na região. Com Max Schreck e Greta
Schröder.
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Ficha
Técnica
Título Original: Nosferatu, Eine Symphonie des
Grauens
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 80 minutos
Ano de Lançamento (Alemanha): 1922
Estúdio: Prana-Film
Distribuição: Film Arts Guild
Direção: F.W. Murnau
Roteiro: Henrik Galeen, baseado em livro de Bram Stoker
Produção: Enrico Dieckmann e Albin Grau
Música: Hans Erdmann, Carlos U. Garza, Richard O'Meara
e Wetfish
Direção de Fotografia: Günther Krampf e Fritz Arno
Wagner
Desenho de Produção: Albin Grau
Elenco
Max Schreck (Conde Orlok / Nosferatu)
Greta Schröder (Ellen Hutter)
Karl Etlinger (Matrose)
John Gottowt (Professor Bulwer)
Ruth Landshoff (Lucy Westrenka)
Georg H. Schnell (Westrenka)
Gustav von Wangenheim (Thomas Hutter)
Gustav Botz (Dr. Sievers)
Sinopse
Hutter (Gustav von Wangenheim), agente imobiliário, viaja
até os Montes Cárpatos para vender um castelo no Mar
Báltico cujo proprietário é o excêntrico
conde Graf Orlock (Max Schreck), que na verdade é um milenar
vampiro que, buscando poder, se muda para Bremen, Alemanha, espalhando
o terror na região. Curiosamente quem pode reverter esta
situação é Ellen (Greta Schröder), a esposa
de Hutter, pois Orlock está atraído por ela.
Pôsters
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Imagens
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Premiações
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Curiosidades
- Originalmente o título de Nosferatu seria "Drácula",
assim como o livro de Bram Stoker em que foi inspirado. Porém,
como o próprio Bram Stoker não autorizou o uso do
nome, o diretor F.W. Murnau resolveu alterá-lo para o título
atual.
- Nosferatu
é a primeira versão da clássica história
do Conde Drácula nos cinemas.
- Nosferatu
já foi refilmado duas vezes, em Nosferatu - O Vampiro
da Noite (1978) e Drácula
de Bram Stoker (1992).
Críticas
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Resumo |
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Cris (Crítica do Leitor): "Ele praticamente
inaugurou o cinema de horror." Texto
completo |
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René Oliveira Jr. (Crítica do
Leitor): "Para quem curte vampiros, rpg, artes ou cinema
mudo. Parada obrigatória!" |
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Leo (Crítica do Leitor): "Aqui está
o filme de terror definitivo." Texto
completo |
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Ricardo Fonseca (Crítica do Leitor):
"E assim nasce o cinema fantástico! Um testemunho
vivo das maiores glórias do cinema." |
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Lucas (Crítica do Leitor): "Este
é o mais clássico filme do mundo! É
ótimo, deve ser assistido." |
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Cristiano Rodrigues (Crítica do Leitor):
"Pra mim um filme que não recomendo assistir
só. Me assusta até hoje. Filmaço. Junto
com O Gabinete do Dr. Caligari e A Última Gargalhada,
temos o que há de melhor do expressionismo alemão
no início da década de 20." |
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Rodrigo (Crítica do Leitor): "Esse filme é realmente atemporal e inesquecível. A genialidade exalada desde a sinistra aparição do Vampiro à trilha sonora pesada e envolvente coroa esse clássico do cinema mudo alemão." |
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Carlos Wagner (Crítica do Leitor): "Apenas o clássico dos clássicos. Diferente do "horror ketchup", é a inspiração para todas as obras futuras." |
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Henrique (Crítica do Leitor): "Ótimo filme. Digno representante do gênero." |
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André (Crítica do Leitor): "Aos olhos do século 21 não teria como me surpreender." Texto completo |
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Rogério Maruno (Crítica do Leitor): "Quando se fala em terror, Nosferatu é digno de clássico." Texto completo |
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Luciano Lira (Crítica do Leitor): "Murnau realizou uma das melhores obras do horror com esse filme que dispensa comentários. Surpreendentemente aterrorizante, nota 10!" |
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Luiz Gonzaga Rocha (Crítica do Leitor): "É o filme que melhor retrata o expressionismo alemão." Texto completo |
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Lorena Viana Mota (Crítica do Leitor): "Esse filme é maravilhoso, devemos tudo o que vemos hoje sobre vampiros a este clássico e, é claro, ao Drácula de 1930, com Bela Lugosi." |
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Paulo (Crítica do Leitor): "Simplesmente o melhor filme de terror de todos os tempos. Inigualável." |
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