Embora Planeta dos Macacos: A Origem, Planeta dos Macacos: O Confronto e Planeta dos Macacos: A Guerra não só tenham tido um ótimo desempenho nas bilheterias, como também tenham sido muito elogiados pela crítica, a situação mudou um pouco com Planeta dos Macacos: O Reinado. Com um orçamento de US$ 160 milhões, o filme arrecadou US$ 397 milhões em todo o mundo – um resultado respeitável, mas que fica aquém de seus antecessores.
Além disso, a imprensa foi um tanto comedida em seus elogios, embora o longa ainda tenha sido bastante bem-recebido no geral.
É disto que se trata Planeta dos Macacos: O Reinado
Trezentos anos se passaram desde a morte de César. No oásis para onde o líder dos macacos outrora conduziu seus seguidores, diversas sociedades se desenvolveram ao longo do tempo. Os humanos se tornaram selvagens, enquanto os macacos vivem em comunidades – incluindo Noa (Owen Teague). Ele e sua aldeia, contudo, jamais ouviram falar de César ou de seus feitos.
20th Century Studios
Mas tudo muda quando Proximus César (Kevin Durand) escraviza o povo de Noa. O objetivo do tirano é adquirir tecnologia humana que lhe permita se tornar um governante intocável. Juntamente com a humana Mae (Freya Allan) e o orangotango Raka (Peter Macon), Noa parte em uma jornada para libertar seus entes queridos das garras de Proximus.
Um deleite para os olhos!
Planeta dos Macacos 4 revela um potencial considerável e ideias empolgantes, mas sofre um pouco com a enorme sombra projetada por seus magistrais antecessores. A decisão de criar uma espécie de reboot com personagens novos é certamente a abordagem correta, e a aventura de amadurecimento de Noa oferece momentos encantadores e, especialmente na primeira metade, muitos deleites visuais.
O filme não poupa esforços visualmente, levando os espectadores a uma jornada deslumbrante em um mundo repleto de perigos e maravilhas ao lado dos protagonistas!
Planeta dos Macacos: O Reinado está no Disney+.