Média
3,9
566 notas
5
23 críticas
4
37 críticas
3
19 críticas
2
16 críticas
1
9 críticas
0
10 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Elenco de primeira. Atuações dignas de Oscar. Enredo que te incentiva a desvendar os mistérios, junto do protagonista. Plot twist equipara-se a "um tapa na cara da sociedade"! Filme satisfatório, knxe ficamos ao lado do protagonista do começo ao fim, inclusive respeitando suas próprias decisões!
Conclave, indicado a 8 Óscares, ganhou o de roteiro adaptado. Venceu o BAFTA de melhor filme e, também, de roteiro adaptado. Também foi o vencedor de outros prêmios concedidos por institutos e associações de cinema. Baseado no romance de Robert Harris, e muito bem dirigido por Edward Berger, com ótimas atuações, principalmente do protagonista Ralph Fiennes (de A Lista de Schindler, A Escavação, O Paciente Inglês), nos apresenta como é o ritual de eleição de um Papa. E Roma é tomada pelos Cardeais do mundo católico. Concorrem ao Papado quatro fortes candidatos. O filme nos mostra as intrigas, as tramas e a política que envolvem os cardeais aptos a votar, em reclusão numa ala do Vaticano. Segredos e escândalos de candidatos são descobertos e revelados, tornando o Conclave muito tenso. Podemos entender que é a disputa entre a tradição, o conservadorismo apostólico romano e o progressismo da igreja. Um bonito filme, emocionante, com excelente montagem. E a aplicação de sons tônicos nas cenas de tensas faz toda a diferente. A trilha sonora é do alemão Volker Bertelmann, o mesmo de Nada de Novo no Front. Não conheci ninguém que não tenha gostado. E o final... só vendo o que vai acontecer. Quem será o novo Pontífice? Só pra lembrar, o primeiro Papa foi São Pedro, um pobre pescador, apóstolo de Jesus Cristo.
Toda vez que um papa morre, é preciso colocar outro no lugar do anterior. Essa é a função de um conclave de cardeais, os quais se reúnem em lugar fechado, protegidos do ambiente externo e de informações que podem influenciar o voto.
Isso se mostra bem evidente no filme de mesmo nome, “Conclave”; então não é de estranhar que a película dirigida por Edward Berger não fuja do propósito primário.
Outro ponto que pesa a favor de “Conclave” está no elenco, um bom quesito para os que estão mais acostumados ou enfronhados na sétima arte: nomes como Ralph Fiennes, Isabella Rossellini, John Lithgow e Stanley Tucci fazem pensar na hora de comprar o ingresso na bilheteria.
Thomas Lawrence (vivido por Fiennes) é incumbido de chefiar o colegiado dos cardeais, vindos dos mais variados cantos do mundo, com o objetivo de eleger um novo papa.
Há quatro favoritos: os cardeais Bellini (Tucci), Tremblay (LIthgow), Adeyemi (papel do ator Lucian Msamati) e Tedesco (encarnado no ator Sergio Castellitto). O próprio Lawrence é surpreendido quando seu nome é cogitado para ser papa, o que o faz oscilar entre a ambição e a insegurança para dirigir a enorme Igreja Católica.
Dá para notar o zelo e o cuidado tomados em copiar os cenários do Vaticano. Bem possível que as locações tenham sido feitas fora da sede central do Catolicismo. Se for assim, parabéns à equipe que se encarregou da cenografia. Tão bom ver/rever a Capela Sistina com as obras de Michelângelo perfilando com a tensão das votações.
Nos quartos dos cardeais é que os cochichos, teorias, possibilidades e intrigas se desenrolam. Parecendo um local de confessionário, Lawrence busca a imparcialidade e o seu próprio êxito na condução de um processo marcado por divisões internas, discussões e segredos que, às vezes, passa longe da castidade e da inocência.
Outro destaque de “Conclave” está na indumentária e é claro que, no mínimo, as roupas usadas pelos eclesiásticos têm que imitar a que nós, mortais, vemos nas igrejas e lugares afins.
Mas, caso não fosse ambientado dentro do contexto religioso, “Conclave” teria a mesma atenção? É provável que não, pois mesmo sendo classificado como suspense, a trama em si não despertaria, sendo até bem simplista. Por outro lado, ele tem o artifício de escapar daquelas fitas clichês como, por exemplo, portas rangendo, vultos em longos corredores ou o derramamento de sangue. Aliás, quando se trata de sangue, “Conclave” possui a sabedoria de não derramar uma gota.
À medida que cresce a indecisão quanto à escolha do papa, a trama também cresce na descoberta e na investigação de Thomas Lawrence sobre os principais candidatos ao trono máximo. A discussão travada na cozinha, bem como num ambiente fechado que lembra uma sala de cinema são pontos épicos.
Mostra também que a instituição é tão humana quanto as que estamos habituados a frequentar. Não é difícil encontrar fofocas, intrigas, suposições e outras coisas em restaurantes, bares, banheiro. É de se esperar também dentro de um Vaticano, não é mesmo? Caso o leitor tenha dúvida, é só perceber que alguns ambientes possuem um computador como há aos montes nas empresas.
A duração de duas horas exatas da película faz com que se pergunte se há tanto assunto e enredo para
isso. O engano se estabelece quando, nos minutos finais, há uma reviravolta tanto na eleição papal
quanto nas questões pessoais de um dos concorrentes.
O filme tem endereço, ou melhor, público certo para atingir: são para os que adoram o cinema sem
apelos, sem grandes efeitos ou sensacionalista demais. Para os que gostam mesmo de cinema por ser
cinema. Talvez os mais maduros de idade se encantem tanto pelo tema quanto pelo desenvolvimento.
Porém não é um filme para se ignorar, a não ser por aqueles que gostam de diversão. Melhor evitar
“Conclave” como o Diabo foge da cruz.
No mais, o ritmo construído por Berger em imagens e no encadeamento dos diálogos, narrativas e
histórias impressionam e ficam gravados na memória.
É bom lembrar que o enredo escolhido é só uma parte de vários outros que podem ser criados ou
desenvolvidos. A Igreja Católica tem muito para contar. Tanto no plano humano, quanto no histórico,
ideológico, social e/ou policial. “Conclave” é fruto de uma escolha desses âmbitos, mesmo que alguns
torçam o nariz, dependendo a quem se possa dirigir a pergunta de gostar ou não – se a um religioso ou
se a um especialista em cinema ou ao público em geral.
Isso se mostra bem evidente no filme de mesmo nome, “Conclave”; então não é de estranhar que a película dirigida por Edward Berger não fuja do propósito primário.
Outro ponto que pesa a favor de “Conclave” está no elenco, um bom quesito para os que estão mais acostumados ou enfronhados na sétima arte: nomes como Ralph Fiennes, Isabella Rossellini, John Lithgow e Stanley Tucci fazem pensar na hora de comprar o ingresso na bilheteria.
Thomas Lawrence (vivido por Fiennes) é incumbido de chefiar o colegiado dos cardeais, vindos dos mais variados cantos do mundo, com o objetivo de eleger um novo papa.
Há quatro favoritos: os cardeais Bellini (Tucci), Tremblay (LIthgow), Adeyemi (papel do ator Lucian Msamati) e Tedesco (encarnado no ator Sergio Castellitto). O próprio Lawrence é surpreendido quando seu nome é cogitado para ser papa, o que o faz oscilar entre a ambição e a insegurança para dirigir a enorme Igreja Católica.
Dá para notar o zelo e o cuidado tomados em copiar os cenários do Vaticano. Bem possível que as locações tenham sido feitas fora da sede central do Catolicismo. Se for assim, parabéns à equipe que se encarregou da cenografia. Tão bom ver/rever a Capela Sistina com as obras de Michelângelo perfilando com a tensão das votações.
Nos quartos dos cardeais é que os cochichos, teorias, possibilidades e intrigas se desenrolam. Parecendo um local de confessionário, Lawrence busca a imparcialidade e o seu próprio êxito na condução de um processo marcado por divisões internas, discussões e segredos que, às vezes, passa longe da castidade e da inocência.
Outro destaque de “Conclave” está na indumentária e é claro que, no mínimo, as roupas usadas pelos eclesiásticos têm que imitar a que nós, mortais, vemos nas igrejas e lugares afins.
Mas, caso não fosse ambientado dentro do contexto religioso, “Conclave” teria a mesma atenção? É provável que não, pois mesmo sendo classificado como suspense, a trama em si não despertaria, sendo até bem simplista. Por outro lado, ele tem o artifício de escapar daquelas fitas clichês como, por exemplo, portas rangendo, vultos em longos corredores ou o derramamento de sangue. Aliás, quando se trata de sangue, “Conclave” possui a sabedoria de não derramar uma gota.
À medida que cresce a indecisão quanto à escolha do papa, a trama também cresce na descoberta e na investigação de Thomas Lawrence sobre os principais candidatos ao trono máximo. A discussão travada na cozinha, bem como num ambiente fechado que lembra uma sala de cinema são pontos épicos.
Mostra também que a instituição é tão humana quanto as que estamos habituados a frequentar. Não é difícil encontrar fofocas, intrigas, suposições e outras coisas em restaurantes, bares, banheiro. É de se esperar também dentro de um Vaticano, não é mesmo? Caso o leitor tenha dúvida, é só perceber que alguns ambientes possuem um computador como há aos montes nas empresas.
A duração de duas horas exatas da película faz com que se pergunte se há tanto assunto e enredo para
isso. O engano se estabelece quando, nos minutos finais, há uma reviravolta tanto na eleição papal
quanto nas questões pessoais de um dos concorrentes.
O filme tem endereço, ou melhor, público certo para atingir: são para os que adoram o cinema sem
apelos, sem grandes efeitos ou sensacionalista demais. Para os que gostam mesmo de cinema por ser
cinema. Talvez os mais maduros de idade se encantem tanto pelo tema quanto pelo desenvolvimento.
Porém não é um filme para se ignorar, a não ser por aqueles que gostam de diversão. Melhor evitar
“Conclave” como o Diabo foge da cruz.
No mais, o ritmo construído por Berger em imagens e no encadeamento dos diálogos, narrativas e
histórias impressionam e ficam gravados na memória.
É bom lembrar que o enredo escolhido é só uma parte de vários outros que podem ser criados ou
desenvolvidos. A Igreja Católica tem muito para contar. Tanto no plano humano, quanto no histórico,
ideológico, social e/ou policial. “Conclave” é fruto de uma escolha desses âmbitos, mesmo que alguns
torçam o nariz, dependendo a quem se possa dirigir a pergunta de gostar ou não – se a um religioso ou
se a um especialista em cinema ou ao público em geral.
Achei bem interessante. Fala sobre o poder dentro da igreja católica, opiniões e pensamentos diversos e o final me surpreendeu. E uma alerta de spoiller pra quem nao viu ainda nao continue lendo: O padre que assume lá é intersexo (henafrodita). O pessoal que está dizendo que é trans não tem nada a ver. Pesquisem antes de falar bobagens. Para quem viu o filme todo e soube interpretar bem o que a trama quis passar a experiência é ótima, para os alienados e pessoas ignorantes só lamento por vocês.
Crítica para os ABESTALHADOS REVOLTADOS -
Engraçado chamar de blasfêmia um filme que só mostra humanos sendo humanos… dentro daquilo que dizem ser questionar o poder já é ofensa, talvez o problema não esteja no filme.
Mais uma: conclave não falta intensidade, FALTA DISPOSICAO PRA ENXERGAR.
Ah!
O autor que começa dizer querer ser " IMPARCIAL"... Esse tonto esta olhando o filme por um filtro ideológico tão rígido que distorce o que ele propõe.
Ele reduz o filme em militância, ataque a direita e enaltecimento progressista, e só* ignora o básico : o filme não cria heróis puros nem vilões caricatos ele mostra facções humanas disputando poder dentro de uma instituição. E isso não é invenção é o que torna a narrativa interessante. Tanto que o filme foi amplamente elogiado por crítica e público, justamente por esse equilíbrio e complexidade
Engraçado chamar de blasfêmia um filme que só mostra humanos sendo humanos… dentro daquilo que dizem ser questionar o poder já é ofensa, talvez o problema não esteja no filme.
Mais uma: conclave não falta intensidade, FALTA DISPOSICAO PRA ENXERGAR.
Ah!
O autor que começa dizer querer ser " IMPARCIAL"... Esse tonto esta olhando o filme por um filtro ideológico tão rígido que distorce o que ele propõe.
Ele reduz o filme em militância, ataque a direita e enaltecimento progressista, e só* ignora o básico : o filme não cria heróis puros nem vilões caricatos ele mostra facções humanas disputando poder dentro de uma instituição. E isso não é invenção é o que torna a narrativa interessante. Tanto que o filme foi amplamente elogiado por crítica e público, justamente por esse equilíbrio e complexidade
Que filme, mostra todo o processo desde a morte do papa até a eleição, que atuações fantástica e cada polêmica surgia e cativava mais ainda e os plots do final chocante
Final militante tirou a graça do filme.
Desrespeito a religiao. Não sou católico mas Lawrence como papa seria um melhor final
Desrespeito a religiao. Não sou católico mas Lawrence como papa seria um melhor final
O filme tem boas atuações, mas fere os princípios básicos da religião católica. Eu nao sou católico mas entendo que os princípios da religião devem ser respeitados.
Um filme para se ver sem os apegos à igreja católica. Foi bem ressaltado como a vaidade pelo poder domina e governa todos os setores de qualquer comunidade. Os questionamentos sobre a fé e o mistério que nos liga a ela e ao conceito de Deus foram tratados em textos rápidos, achei que seria algo mais aprofundado, sobre o conclave em si, achei muito interessante os detalhes mostrados no filme, fiquei com vontade de ler o livro. De qualquer forma, achei o final utópico, o que representa uma contradição com a realidade retratada no enredo, mas surpreendente. Um filme muito interessante, amei a direção, a fotografia e atuação dos atores, maravilhosos, todos!
Merece, indubitavelmente, meus elogios. Ótima produção, com ritmo, escalada, lógica e que, essencialmente, considera sua atenção.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa