Conclave
Média
3,9
566 notas

114 Críticas do usuário

5
23 críticas
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16 críticas
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Abdul Hadi
Abdul Hadi

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de novembro de 2025
Dirigida por Edward Berger y protagonizada por Ralph Fiennes, la película ofrece suspense e intriga política con un reparto estelar. Si bien algunos críticos argumentan que se centra más en las luchas de poder que en la teología, sigue siendo una película imprescindible para los amantes de los dramas inteligentes. Para quienes disfrutan de las experiencias inmersivas, pueden consultar una detallada simulación de aventura en /
Antoine C.
Antoine C.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
The Perfect Vase Clos !
O caricatural é de propósito e a mensagem límpida é universal
Atuação perfeita de Raph Fiennes
JRusso
JRusso

71 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2025
Ralph Fiennes é um dos grandes atores de sua geração e entrega um trabalho competente em Conclave. O design de produção é refinado e a trilha sonora veste bem os ares de tensão do filme. Talvez para mim o fim tenha sido um pouco decepcionante: o plot twist foi meio tosco, apressado e sem verossimilhança. Uma pena.
Francisco Rüdiger
Francisco Rüdiger

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2025
Surrar a Igreja Católica, cachorro morto em meio à intelectualidade "progressista", tem passe livre, não não põe em risco de "cancelamento" nenhum os responsáveis. Ainda mais se a narrativa se apresenta em termos criptofarsescos, de fácil apelo aos estereótipos e chichês sobre a "Santa Madre" que se cristalizaram nos últimos 50 anos. Quando a bomba explode junto à Capela Sistina, até se chega a pensar, por instante, que a sequência se revelará pesadelo do cardeal "sério" ... Que nada, o escracho simplório, feito para agradar o boçal amestrado, a partir de então, rola solto, sempre em chave "realista". O hermafrodita que engana o cardinalato com mensagem do bem e, na ótica dos criadores, aponta simbolicamente para o espírito que deve passar a ser o da Igreja, para a corrupção ser vencida, serve de apoteose para a canastrice empurrada boca adentro de um público infantilizado. Para ser o American Pie para gente que se acha crítica, politizada e "cult" só faltaram os ruídos de flatulências durante os momentos de silêncio do "Conclave".
Consultorio
Consultorio

7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2025
Filme ambicioso, usa recursos técnicos sem maior sofisticação, sob uma direção convencional.
Figurino, atuações de Ralph Fiennes e Isabela Rosselini, soberbos.
Roteiro enfadonho, tenta emplacar cliches e preconceitos que permeiam a Igreja, há os progressistas, os conservadores, fala-se de racismo, pedofilia, nada alem do tanto já divulgado com vinculação à Igreja Católica.
Com todo o cuidada de não dar spoiler, o climax é totalmente implausível, e um aceno prosélito ao identitarismo
Carlosollyver
Carlosollyver

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2025
É um bom filme e bem desenvolvido. Mas a reviravolta final foi desnecessária. O filme já tinha um viés progressista e critico ao ultraconservadorismo. Ficou caricato e deu munição aos criticos para desprezarem todo enredo e criticas anterores. Também não ficou claro o papel do papa falecido em todos coluios.
Marcio Castro
Marcio Castro

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2025
O filme traz reflexões importantes sobre a essência humana em situações de poder e decisão, entre os quais ideologia, pragmatismo, vaidade, arrogância, compromisso coletivo e moral. A linha tênue que separa as condições e ações humanas é trabalhada profundamente.
WagnerSantos
WagnerSantos

8 seguidores 122 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Uma longa reunião de cardeais para a escolha do novo papa, cercado de intrigas, conspiração e escândalos, mediados por um decano magistralmente interpretado por Ralph Fienes. Embora tenha um final bastante desconfortante, capaz de incomodar os adeptos da fé cristã, o filme tem muitos méritos. Mas essa é uma das propostas da arte: incomodar, tirar da zona de conforto. Os quesitos técnicos do filme são um show a parte: A fotografia é maravilhosa. A direção de arte tratando com esmero cada detalhe do ambiente, é uma obra de arte. Os figurinos com as cores exaltantes da hierarquia dos membros das igrejas, um primor. O roteiro muito bem estruturado com sequencias que conseguem prender. Sem contar os excepcionais diálogos. Vale destacar as atuações, todas, sem exceção, um espetáculo. Um filme digno de disputa em diversas categorias do Oscar.
Vitória Castro
Vitória Castro

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
O Papa morreu, e agora?

A premissa inicial do filme parece levar o espectador a uma busca pelo assassino do falecido pontífice, já que a sua morte vem a ser uma surpresa para os demais membros da Igreja. Entre reviravoltas e segredos, Lawrence (protagonista principal) é encarregado de conduzir o Conclave, isto é, uma reunião do sacro colégio de cardeais, com o objetivo de eleger um novo pontífice.

Os líderes mais poderosos da Igreja Católica reunidos em um só lugar, cada um com seus interesses e todos dispostos a vestir a batina branca, o que poderia dar errado?

De uma forma que nos faz lembrar das intrigas palacianas proporcionadas por Game of Thrones, Conclave, de forma autêntica, nos mostra que para além da fé, outros dilemas precisam ser considerados para que um novo Papa seja eleito.

Temas como o divórcio, homossexualidade, feminismo, visibilidade trans, liberdade religiosa entre outros são discutidos no filme, fazendo o espectador refletir sobre tais questões que vez ou outra tornam-se foco de debate em assembleias religiosas.

Por fim, entre os embates que mais parece um cenário político, o discurso de um dos cardeais me chamou atenção: “A coisa com a qual você está lutando está aqui, dentro de cada um de nós, se cedermos ao ódio agora, se falarmos de “lados” em vez de falar por cada homem e mulher [...] nestes últimos dias nos mostramos pequenos homens mesquinhos, parecemos preocupados apenas conosco mesmos, com Roma, com a eleição e com o poder. Mas essas coisas não são a Igreja. A Igreja não é tradição. A Igreja não é o passado. A Igreja é o que faremos a seguir.”
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.781 seguidores 882 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2025
Um espetáculo... de atuações, de figurino e cenários, de história... queria crer que as pessoas com poder terminassem tocadas por Deua igual aos cardeais do filme...
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