Média
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566 notas
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Com exceção de Duna parte 2, conclave é de longe o melhor filme de 2024. Bem construído, personagens complexos, fotografia muito boa e direção eficiente.
A mensagem de que o mundo hoje precisa de líderes QUE QUEREM A PAZ E NÃO A GUERRA, foi lançada sem pieguices, tendo como pano de fundo as tantas sombras e dissonâncias dos bastidores seculares do Vaticano.
eu sou católico apostólico romano e o filme me despertou diversas reflexões que pensava que nem existiam, como por exemplo as intrigas, ambições e dilemas morais dos cardeais que são homens com suas próprias fraquezas e desejos, uma reflexão sobre a natureza humana da igreja e sobre a importância da santidade pessoal de cada membro, o filme também nos mostra os desafios de conciliar a fé com as exigências do poder e as pressões politicas, uma reflexão sobre a importância de escolher líderes que estejam verdadeiramente comprometidos com esses valores. O filme causou muita polêmica devido a revelação do novo papa ser uma pessoa intersexo, gerando debates sobre a interpretação da fé a inclusão e a tradição da igreja católica.
Filme inverossímil. Argumentos e discursos rasos. Filme regular, mas não impressiona.
Na tentativa de abordar questões de corrupção, gênero, escândalos sexuais, ... se perde completamente em cenas absurdas e sem sentido, diálogos superficiais e muito maniqueístas.
Esperava muito mais do filme.
Na tentativa de abordar questões de corrupção, gênero, escândalos sexuais, ... se perde completamente em cenas absurdas e sem sentido, diálogos superficiais e muito maniqueístas.
Esperava muito mais do filme.
Conclave é mais que um filme crítico sobre os bastidores do Vaticano e de uma religião que atravessou os séculos forjando paradigmas.e atuando politicamente.
É um filme que se revela, só ao final, como muito maior. Que, de supetão, além de levar a reflexão sobre a construção histórica das relações de poder e valoração entre homens e mulheres, entre o que é feminino e o que é masculino, yan e ying, chega a tocar em questões maiores, filosóficas e até transcendentais em relação a gênero.
Genial ...
Me emocionei ao final, que é o que tira o filme do lugar comum e une as peças do quebra-cabeças do seu desenvolvimento e participação de Rosselini.
Um filme que nos causa uma surpresa boa.
É como se descobríssemos, só no final, que, na verdade, o plano de fundo da história era o ponto focal. Sensação impactante e interessante.
A atuação do ator principal tb é muito boa.
É um filme que se revela, só ao final, como muito maior. Que, de supetão, além de levar a reflexão sobre a construção histórica das relações de poder e valoração entre homens e mulheres, entre o que é feminino e o que é masculino, yan e ying, chega a tocar em questões maiores, filosóficas e até transcendentais em relação a gênero.
Genial ...
Me emocionei ao final, que é o que tira o filme do lugar comum e une as peças do quebra-cabeças do seu desenvolvimento e participação de Rosselini.
Um filme que nos causa uma surpresa boa.
É como se descobríssemos, só no final, que, na verdade, o plano de fundo da história era o ponto focal. Sensação impactante e interessante.
A atuação do ator principal tb é muito boa.
A ideia do filme é interessante, e realmente foi bem desenvolvido na trama, não dei nota máxima pois acredito ter criado uma expectativa em relação ao roteiro que não foi suprida, não espere grandes reviravoltas na trama, o foi desenvolvido com a intenção de mostrar alguns das
spoiler:
mazelas e corrupções da igreja católica, como a busca ao poder por parte dos padres, e escândalos de alguns pecados cometidos por eles, mostram que em sua essência são egoístas e desprezíveis, além de outros assuntos como abusos sexuais, e a falta de participação ativa das mulheres nos cargos de liderança da igreja. spoiler:
mazelas e corrupções da igreja católica, como a busca ao poder por parte dos padres, e escândalos de alguns pecados cometidos por eles, mostram que em sua essência são egoístas e desprezíveis, além de outros assuntos como abusos sexuais, e a falta de participação ativa das mulheres nos cargos de liderança da igreja. spoiler:
Com muitos segredos, misterios e um pouco de tensão. Conclave é ate interessante nas partes das revelações, mas nas partes dos votos é bem chata e repetitiva
Sinopse:
CONCLAVE acompanha um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha de um novo Papa. Após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) é encarregado de conduzir esse processo confidencial. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja.
Crítica:
"Conclave", dirigido por Edward Berger e adaptado do romance de Robert Harris, é uma obra que provoca reflexão enquanto explora os recantos sombrios e intricados da escolha do próximo papa. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellitto e Isabella Rossellini, o filme aproveita seu potencial dramático para pintar um retrato envolvente do poder, da ambição e da fé.
A narrativa se desenrola em meio à atmosfera tensa do Vaticano, onde os cardeais se reúnem para eleger seu novo líder. Fiennes brilha como o cardeal Thomas Lawrence, que, ao mesmo tempo em que é um homem de fé, se vê enredado em um jogo político profundo e traiçoeiro. O filme habilmente mostra os conflitos internos de Lawrence, balançando entre a tradição e os escândalos que reverberam entre os candidatos. Isso não só mantém o espectador intrigado, mas também levanta perguntas pertinentes sobre a moralidade e a transparência dentro de uma instituição tão venerada.
Berger, conhecido por sua habilidade em construir narrativas tensas, utiliza os corredores do Vaticano como um microcosmo para discutir temas universais de liderança e corrupção. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a grandiosidade e a claustrofobia do ambiente vaticano. A trilha sonora, sutil mas impactante, complementa a construção de tensão, elevando momentos cruciais da trama.
Os diálogos, escritos por Peter Straughan, são afiados e reveladores, revelando as motivações pessoais dos cardeais e suas interações complexas, cheias de alianças e rivalidades. Isso transforma o filme em um verdadeiro drama psicológico, onde cada decisão é uma dança cuidadosa entre obrigações e interesses pessoais.
"Conclave" não se limita a ser um thriller político; é uma exploração profunda da fé, do poder e da humanidade inerente em cada um. Ao desenrolar um enredo que mantém o espectador à beira do assento, o filme provoca reflexões sobre até onde os indivíduos irão por sua crença e os pesos das decisões que moldam o futuro de milhões.
Em suma, "Conclave" é uma adição notável ao gênero, que combina excelência dramática com questionamentos filosóficos, fazendo-o não apenas um entretenimento, mas uma reflexão essencial para o público moderno.
CONCLAVE acompanha um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha de um novo Papa. Após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) é encarregado de conduzir esse processo confidencial. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja.
Crítica:
"Conclave", dirigido por Edward Berger e adaptado do romance de Robert Harris, é uma obra que provoca reflexão enquanto explora os recantos sombrios e intricados da escolha do próximo papa. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellitto e Isabella Rossellini, o filme aproveita seu potencial dramático para pintar um retrato envolvente do poder, da ambição e da fé.
A narrativa se desenrola em meio à atmosfera tensa do Vaticano, onde os cardeais se reúnem para eleger seu novo líder. Fiennes brilha como o cardeal Thomas Lawrence, que, ao mesmo tempo em que é um homem de fé, se vê enredado em um jogo político profundo e traiçoeiro. O filme habilmente mostra os conflitos internos de Lawrence, balançando entre a tradição e os escândalos que reverberam entre os candidatos. Isso não só mantém o espectador intrigado, mas também levanta perguntas pertinentes sobre a moralidade e a transparência dentro de uma instituição tão venerada.
Berger, conhecido por sua habilidade em construir narrativas tensas, utiliza os corredores do Vaticano como um microcosmo para discutir temas universais de liderança e corrupção. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a grandiosidade e a claustrofobia do ambiente vaticano. A trilha sonora, sutil mas impactante, complementa a construção de tensão, elevando momentos cruciais da trama.
Os diálogos, escritos por Peter Straughan, são afiados e reveladores, revelando as motivações pessoais dos cardeais e suas interações complexas, cheias de alianças e rivalidades. Isso transforma o filme em um verdadeiro drama psicológico, onde cada decisão é uma dança cuidadosa entre obrigações e interesses pessoais.
"Conclave" não se limita a ser um thriller político; é uma exploração profunda da fé, do poder e da humanidade inerente em cada um. Ao desenrolar um enredo que mantém o espectador à beira do assento, o filme provoca reflexões sobre até onde os indivíduos irão por sua crença e os pesos das decisões que moldam o futuro de milhões.
Em suma, "Conclave" é uma adição notável ao gênero, que combina excelência dramática com questionamentos filosóficos, fazendo-o não apenas um entretenimento, mas uma reflexão essencial para o público moderno.
Direção de arte impecável, atuações brilhantes e direção primorosa.
Os bastidores de um conclave , onde veteranos cardeais se enfrentam, não se apresentam pela forma pela qual foi retratada.
Faltou sutileza e refinamento.
Ademais, trata-se de crítica ao sistema de escolha do mandatário da Igreja Católica Apostólica Romana que aí está por algum motivo substancial.
Os bastidores de um conclave , onde veteranos cardeais se enfrentam, não se apresentam pela forma pela qual foi retratada.
Faltou sutileza e refinamento.
Ademais, trata-se de crítica ao sistema de escolha do mandatário da Igreja Católica Apostólica Romana que aí está por algum motivo substancial.
Muito longo, repetitivo com cenas desnecessárias. Contexto interessante com excelentes atores. Final imaginava algo diferente e com mais contextualização
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