Conclave
Média
3,9
553 notas

111 Críticas do usuário

5
22 críticas
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Bkoury
Bkoury

2 seguidores 8 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de janeiro de 2025
Filme inverossímil. Argumentos e discursos rasos. Filme regular, mas não impressiona.
Na tentativa de abordar questões de corrupção, gênero, escândalos sexuais, ... se perde completamente em cenas absurdas e sem sentido, diálogos superficiais e muito maniqueístas.
Esperava muito mais do filme.
Márcia
Márcia

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Conclave é mais que um filme crítico sobre os bastidores do Vaticano e de uma religião que atravessou os séculos forjando paradigmas.e atuando politicamente.
É um filme que se revela, só ao final, como muito maior. Que, de supetão, além de levar a reflexão sobre a construção histórica das relações de poder e valoração entre homens e mulheres, entre o que é feminino e o que é masculino, yan e ying, chega a tocar em questões maiores, filosóficas e até transcendentais em relação a gênero.
Genial ...
Me emocionei ao final, que é o que tira o filme do lugar comum e une as peças do quebra-cabeças do seu desenvolvimento e participação de Rosselini.
Um filme que nos causa uma surpresa boa.
É como se descobríssemos, só no final, que, na verdade, o plano de fundo da história era o ponto focal. Sensação impactante e interessante.
A atuação do ator principal tb é muito boa.
João Fernando Passos Dias
João Fernando Passos Dias

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
A ideia do filme é interessante, e realmente foi bem desenvolvido na trama, não dei nota máxima pois acredito ter criado uma expectativa em relação ao roteiro que não foi suprida, não espere grandes reviravoltas na trama, o foi desenvolvido com a intenção de mostrar alguns das spoiler:
mazelas e corrupções da igreja católica, como a busca ao poder por parte dos padres, e escândalos de alguns pecados cometidos por eles, mostram que em sua essência são egoístas e desprezíveis, além de outros assuntos como abusos sexuais, e a falta de participação ativa das mulheres nos cargos de liderança da igreja. spoiler:
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Com muitos segredos, misterios e um pouco de tensão. Conclave é ate interessante nas partes das revelações, mas nas partes dos votos é bem chata e repetitiva
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de abril de 2025
Sinopse:
CONCLAVE acompanha um dos eventos mais secretos e antigos do mundo: a escolha de um novo Papa. Após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) é encarregado de conduzir esse processo confidencial. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja.

Crítica:
"Conclave", dirigido por Edward Berger e adaptado do romance de Robert Harris, é uma obra que provoca reflexão enquanto explora os recantos sombrios e intricados da escolha do próximo papa. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellitto e Isabella Rossellini, o filme aproveita seu potencial dramático para pintar um retrato envolvente do poder, da ambição e da fé.

A narrativa se desenrola em meio à atmosfera tensa do Vaticano, onde os cardeais se reúnem para eleger seu novo líder. Fiennes brilha como o cardeal Thomas Lawrence, que, ao mesmo tempo em que é um homem de fé, se vê enredado em um jogo político profundo e traiçoeiro. O filme habilmente mostra os conflitos internos de Lawrence, balançando entre a tradição e os escândalos que reverberam entre os candidatos. Isso não só mantém o espectador intrigado, mas também levanta perguntas pertinentes sobre a moralidade e a transparência dentro de uma instituição tão venerada.

Berger, conhecido por sua habilidade em construir narrativas tensas, utiliza os corredores do Vaticano como um microcosmo para discutir temas universais de liderança e corrupção. A cinematografia é rica em detalhes, capturando a grandiosidade e a claustrofobia do ambiente vaticano. A trilha sonora, sutil mas impactante, complementa a construção de tensão, elevando momentos cruciais da trama.

Os diálogos, escritos por Peter Straughan, são afiados e reveladores, revelando as motivações pessoais dos cardeais e suas interações complexas, cheias de alianças e rivalidades. Isso transforma o filme em um verdadeiro drama psicológico, onde cada decisão é uma dança cuidadosa entre obrigações e interesses pessoais.

"Conclave" não se limita a ser um thriller político; é uma exploração profunda da fé, do poder e da humanidade inerente em cada um. Ao desenrolar um enredo que mantém o espectador à beira do assento, o filme provoca reflexões sobre até onde os indivíduos irão por sua crença e os pesos das decisões que moldam o futuro de milhões.

Em suma, "Conclave" é uma adição notável ao gênero, que combina excelência dramática com questionamentos filosóficos, fazendo-o não apenas um entretenimento, mas uma reflexão essencial para o público moderno.
Sergio Zuardi
Sergio Zuardi

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2025
Direção de arte impecável, atuações brilhantes e direção primorosa.
Os bastidores de um conclave , onde veteranos cardeais se enfrentam, não se apresentam pela forma pela qual foi retratada.
Faltou sutileza e refinamento.
Ademais, trata-se de crítica ao sistema de escolha do mandatário da Igreja Católica Apostólica Romana que aí está por algum motivo substancial.
Silvana F.
Silvana F.

9 seguidores 4 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de janeiro de 2025
Muito longo, repetitivo com cenas desnecessárias. Contexto interessante com excelentes atores. Final imaginava algo diferente e com mais contextualização
Nilton P
Nilton P

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2025
Um roteiro correto que faz uma condução equilibrada da trama. Uma temática bem explorada para os tempos atuais. Cenários e figurinos bem realizados na atmosfera dramática. Atores primorosos e final surpreendente. Alguns erros bobos de alguma pieguice nos discursos humanistas não comprometem a profundidade do argumento. Muito bom.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2025
Conclave, dirigido por Edward Berger, chega com a promessa de ser um drama sofisticado e intrigante, seguindo os passos do aclamado Nada de Novo no Front, que rendeu ao diretor um Oscar de Melhor Filme Internacional em 2023. Trazendo novamente um orçamento de 20 milhões de dólares, Berger se propôs a explorar um dos processos mais sigilosos e fascinantes do mundo: a escolha do novo Papa, durante o tradicional conclave do Vaticano. Com um elenco estelar liderado por Ralph Fiennes e Stanley Tucci, além de uma equipe técnica afiada, o filme parecia destinado a ocupar um lugar de destaque na temporada de premiações. Mas, como tantas produções com alta expectativa, Conclave tropeça em sua própria ambição ao não sustentar o impacto emocional e narrativo que promete.

Desde o início, Conclave impressiona por seu design de produção meticuloso e pela recriação detalhada do processo de seleção papal. A equipe de Berger realizou uma pesquisa profunda para traduzir o sigilo e a grandiosidade do conclave em tela. Cada detalhe do ambiente, desde os figurinos dos cardeais até os cenários claustrofóbicos da Capela Sistina, contribui para uma atmosfera de isolamento que se torna quase palpável. Berger utiliza o espaço para amplificar a tensão e o mistério, enquanto o design de arte, impecável em sua execução, confere um realismo que enriquece a experiência do espectador. Essa ambientação cuidadosamente elaborada é um dos maiores trunfos do filme e, sem dúvida, será lembrada nas categorias técnicas das premiações.

No centro da narrativa está Ralph Fiennes, interpretando o cardeal responsável por organizar o conclave. Com uma performance que equilibra fragilidade emocional e autoridade moral, Fiennes entrega um trabalho digno de destaque. Seu personagem, inicialmente um mero facilitador do processo, se vê imerso em uma teia de segredos, mentiras e dilemas pessoais. A dinâmica entre os cardeais, representados por um elenco diversificado e talentoso, é outro ponto alto do filme. Stanley Tucci, em particular, brilha em suas aparições, trazendo nuances e complexidade ao seu papel. A trama é construída de forma a manter o público intrigado com os mistérios por trás de cada cardeal, suas alianças políticas e convicções morais, que oscilam entre visões conservadoras e liberais.

Berger demonstra habilidade ao manter o público imerso nesse ambiente denso e repleto de tensão durante a primeira metade do filme. Cada cena é carregada de simbolismos e camadas de significado, enquanto os diálogos revelam pedaços importantes da narrativa. A sensação de suspense é cuidadosamente orquestrada, e a trama parece caminhar para um clímax arrebatador. No entanto, o que começa como uma obra intrigante e cheia de potencial, logo se revela previsível e formulaica.

O maior problema de Conclave reside em sua estrutura narrativa. Na metade do filme, praticamente todos os mistérios e segredos apresentados são resolvidos, esvaziando o suspense que sustentava a história até então. O foco retorna à escolha do novo Papa, que deveria ser o ponto central do longa, mas perde força devido à previsibilidade do desfecho. Embora o roteiro tente introduzir um novo plot twist nos minutos finais, ele surge tarde demais e carece de desenvolvimento para causar o impacto desejado. A transição entre a resolução dos mistérios e a retomada da narrativa principal é abrupta e dilui o envolvimento emocional do espectador.

Além disso, Conclave desperdiça a oportunidade de aprofundar questões morais e políticas que poderiam enriquecer a trama. O embate entre as visões conservadoras e liberais dos cardeais é apenas superficialmente explorado, sem que o filme se comprometa a desenvolver um debate mais profundo sobre o impacto dessas escolhas. O roteiro se contenta em pincelar essas questões, deixando de lado a complexidade que o tema merece.

No entanto, nem tudo se perde. A direção de Berger continua sólida, e sua habilidade em criar atmosferas tensas é inegável. A trilha sonora e a fotografia complementam a ambientação, contribuindo para uma experiência visual e sensorial envolvente. O elenco, liderado por Fiennes e Tucci, eleva o material que tem em mãos, trazendo camadas de profundidade mesmo quando o roteiro falha em explorá-las.

Em resumo, Conclave é um filme tecnicamente impressionante, com atuações marcantes e uma premissa fascinante. No entanto, sua incapacidade de sustentar o mistério e a tensão até o final, combinada com a superficialidade na exploração de temas morais, impede que a obra atinja todo o seu potencial. Berger demonstra novamente seu talento para construir narrativas grandiosas, mas aqui, a execução fica aquém das expectativas. Ainda assim, Conclave é uma experiência que vale a pena pela sua atmosfera imersiva e pelas performances de seu elenco, mesmo que a previsibilidade do roteiro deixe um sabor agridoce.
Carlota Herchovicht
Carlota Herchovicht

18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Ainda impactada, e na torcida (desde já!) por algumas estatuetas que irá concorrer. Que narrativa espetacular, com diálogos bem estruturados/densos, fotografia, cenografia incrível e que show de interpretação do Ralph Fiennes e Stanley Tucci❤️ na minha opinião...Fiennes, um fortissimo candidato ao Oscar de melhor ator. O final do filme, é surpreendente, lindo/emocionante com o discurso que elege o novo pontifície. Vaidade, ambição, poder, vícios, xenofobia, racismo e... inúmeras vulnerabilidades, são elementos no qual, expõem o que está nos bastidores dos muros do Vaticano. A minha única crítica: poderiam explorar mais a trilha sonora, entretanto, as poucas existentes são de altíssimo nível.
Nota: ⭐⭐⭐⭐⭐
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