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Pior filme que ja assisti. Pura heresia e blasfêmia. É como se defecassem em cima do altar santo de Deus. Não recomendo que ninguem assista e ainda deem um feedback ruim a esse filme
Filme grandioso, figurino impecável e um thriller que beira o suspense, mostrando artimanhas políticas e etc... final totalmente dispensável, que para ter um efeito real devido a emoção que desprenderia, teria que ser melhor trabalhado. Ficou raso demais como apresentado. Uma pena. Ralph Fiennes e Stanley Tucci perfeitos como sempre.
NÃO PERCA ESTE FILME POR NADA! Há quem diga que foi arrastado e lento, talvez seja a plateia dos filmes da Marvel que não tenha gostado. O filme prende desde o início e no seu desenrolar nos deixa aquele suspense e a curiosidade para se chegar ao final e saber "Quem será o papa eleito no conclave?"
A trama gerou polêmica na Igreja Católica após seu lançamento, por expor a tensão existente entre as figuras mais importantes da religião. Entretanto, não é surpresa para ninguém que a igreja católica Apostólica Romana como as demais não é uma igreja fundada por Deus ou Jesus, mas sim pelos homens. E que existem segredos guardados entre eles como, por exemplo, o assassinato do Papa João Paulo I.
O Cardeal Lawrence, vivido por Ralph Fiennes é obrigado a guardar segredos e mais segredos, tanto que pensa em se aposentar, mas o grande segredo lhe será revelado no final do filme (e quem assisti-lo guarde este segredo também, não seja spoiler) e fica a dúvida, será que ele vai guardar este segredo ou vai divulgá-lo no futuro?
Bem que O CONCLAVE merece uma continuação.
A trama gerou polêmica na Igreja Católica após seu lançamento, por expor a tensão existente entre as figuras mais importantes da religião. Entretanto, não é surpresa para ninguém que a igreja católica Apostólica Romana como as demais não é uma igreja fundada por Deus ou Jesus, mas sim pelos homens. E que existem segredos guardados entre eles como, por exemplo, o assassinato do Papa João Paulo I.
O Cardeal Lawrence, vivido por Ralph Fiennes é obrigado a guardar segredos e mais segredos, tanto que pensa em se aposentar, mas o grande segredo lhe será revelado no final do filme (e quem assisti-lo guarde este segredo também, não seja spoiler) e fica a dúvida, será que ele vai guardar este segredo ou vai divulgá-lo no futuro?
Bem que O CONCLAVE merece uma continuação.
É um dos grandes filmes do ano. Bom roteiro, ótimos atores e uma história bastante intensa. Já vi dizerem que exageraram demais, descredbilizando um conclave. Entendo isso como sendo óbvio, pegaram uma situação e criaram histórias dramáticas, vilões e mocinhos ao redor disso, é mais ou menos o que acontece em todo filme. Acho um bom filme e com várias reviravoltas durante o filme(não de chocar/surpreender mas de viradas de jogo mesmo). Gostei bastante.
Conclave foi dirigido por Edward Berger e contou com o roteiro de Peter Straughan.A trama foi baseada no livro com mesmo nome, lançado em 2016 pelo britânico Robert Jarris O filme recebeu 7 indicações para o oscar de 2025: melhor filme, melhor ator (Ralph Fiennes), melhor atriz coadjuvante (Isabella Rossellini), melhor roteiro adaptado, melhor trilha sonora, melhor direção de arte, melhor montagem e melhor figurino. A trama gira em torno do falecimento do papa e a escolha de um novo. Para isso, o cardeal Lawrence (Ralph Fiennes) deve ser o responsável por organizar o conclave, reunindo todos os sacerdotes. Em um verdadeiro jogo político de ambição, a escolha de um novo papa vai ficando difícil. O filme tem uma temática diferente, pois ao pensarmos em um conclave, não um dos assuntos que enchem os olhos. E adicionar a algo tão sem graça as jogadas políticas e de ambições dos principais candidatos faz o filme ganha um entorno muito interessante. O filme nos coloca em um verdadeiro jogo de trono, de um lado temos a escolha de um membro da situação Cardeal Tremblay ( John Lihgow) e outro da oposição e puramente conservador com falar preconceituosas, Cardeal Tedesco (Sergio Castellitto). Ainda temos um candidato africano (o que seria o primeiro papa negro e da África). Para não perder completamente o foco, o roteiro agiu bem em focar praticamente toda a ação em seu personagem principal, Lawrence, pois o mesmo parecia ser o mais justo entre todos, mesmo estando descontente e não querendo ser eleito papa. Mas isso não quer dizer que os personagens coadjuvantes não brilharam, destacamos ainda Isabella Rossellini como Irmã Agnes. Talvez o único pecado do filme seja a aparição de um cardeal secreto, que é o Vicent (Carlos Diehz), não pela falta de explicação, mas que apareceu para ser um elemento final da trama e isso estava na cara desde sua primeira aparição.
O filme causará um grande impacto pra quem assistir..............................................,..
Se o filme terminasse sem o "grande final", seria bem meia boca, 2 estrelas e meia. Mas pelo final, é zero. Quem escreveu o final foi o pessoal do Hermes e Renato, muito tosco kkkkk
Conclave é um baita filme, com uma tensão constante e reviravoltas que te prendem do começo ao fim. A construção do mundo é muito bem feita, desde os cenários grandiosos da Capela Sistina até os detalhes das vestimentas dos cardeais e o embate de ideais entre os candidatos. A disputa entre liberais e conservadores dentro do Conclave deixa tudo ainda mais interessante, porque mostra como essas divisões políticas estão presentes até na escolha de um Papa.
Vi gente dizendo que o vilão é muito mal e o bonzinho é muito bom, mas não concordo. Na real, todos ali são questionáveis, inclusive o protagonista, que invade o quarto de um Papa morto, pega documentos sigilosos e ainda recebe informação externa no meio do Conclave, que deveria ser algo super secreto.
Se tem um ponto fraco, é que algumas reviravoltas podiam ser mais bem trabalhadas. O filme tem ótimas surpresas, mas algumas acabam sendo meio rasas, e dava pra explorar melhor. Talvez se fosse um pouco mais longo, daria tempo de desenvolver melhor tudo isso. Mas no geral, é um filmaço, e a atuação do protagonista é absurda, com um monólogo inicial que já te coloca dentro da história de cara.
Vi gente dizendo que o vilão é muito mal e o bonzinho é muito bom, mas não concordo. Na real, todos ali são questionáveis, inclusive o protagonista, que invade o quarto de um Papa morto, pega documentos sigilosos e ainda recebe informação externa no meio do Conclave, que deveria ser algo super secreto.
Se tem um ponto fraco, é que algumas reviravoltas podiam ser mais bem trabalhadas. O filme tem ótimas surpresas, mas algumas acabam sendo meio rasas, e dava pra explorar melhor. Talvez se fosse um pouco mais longo, daria tempo de desenvolver melhor tudo isso. Mas no geral, é um filmaço, e a atuação do protagonista é absurda, com um monólogo inicial que já te coloca dentro da história de cara.
Toda vez que um papa morre, é preciso colocar outro no lugar do anterior. Essa é a função de um conclave de cardeais, os quais se reúnem em lugar fechado, protegidos do ambiente externo e de informações que podem influenciar o voto.
Isso se mostra bem evidente no filme de mesmo nome, “Conclave”; então não é de estranhar que a película dirigida por Edward Berger não fuja do propósito primário.
Outro ponto que pesa a favor de “Conclave” está no elenco, um bom quesito para os que estão mais acostumados ou enfronhados na sétima arte: nomes como Ralph Fiennes, Isabella Rossellini, John Lithgow e Stanley Tucci fazem pensar na hora de comprar o ingresso na bilheteria.
Thomas Lawrence (vivido por Fiennes) é incumbido de chefiar o colegiado dos cardeais, vindos dos mais variados cantos do mundo, com o objetivo de eleger um novo papa.
Há quatro favoritos: os cardeais Bellini (Tucci), Tremblay (LIthgow), Adeyemi (papel do ator Lucian Msamati) e Tedesco (encarnado no ator Sergio Castellitto). O próprio Lawrence é surpreendido quando seu nome é cogitado para ser papa, o que o faz oscilar entre a ambição e a insegurança para dirigir a enorme Igreja Católica.
Dá para notar o zelo e o cuidado tomados em copiar os cenários do Vaticano. Bem possível que as locações tenham sido feitas fora da sede central do Catolicismo. Se for assim, parabéns à equipe que se encarregou da cenografia. Tão bom ver/rever a Capela Sistina com as obras de Michelângelo perfilando com a tensão das votações.
Nos quartos dos cardeais é que os cochichos, teorias, possibilidades e intrigas se desenrolam. Parecendo um local de confessionário, Lawrence busca a imparcialidade e o seu próprio êxito na condução de um processo marcado por divisões internas, discussões e segredos que, às vezes, passa longe da castidade e da inocência.
Outro destaque de “Conclave” está na indumentária e é claro que, no mínimo, as roupas usadas pelos eclesiásticos têm que imitar a que nós, mortais, vemos nas igrejas e lugares afins.
Mas, caso não fosse ambientado dentro do contexto religioso, “Conclave” teria a mesma atenção? É provável que não, pois mesmo sendo classificado como suspense, a trama em si não despertaria, sendo até bem simplista. Por outro lado, ele tem o artifício de escapar daquelas fitas clichês como, por exemplo, portas rangendo, vultos em longos corredores ou o derramamento de sangue. Aliás, quando se trata de sangue, “Conclave” possui a sabedoria de não derramar uma gota.
À medida que cresce a indecisão quanto à escolha do papa, a trama também cresce na descoberta e na investigação de Thomas Lawrence sobre os principais candidatos ao trono máximo. A discussão travada na cozinha, bem como num ambiente fechado que lembra uma sala de cinema são pontos épicos.
Mostra também que a instituição é tão humana quanto as que estamos habituados a frequentar. Não é difícil encontrar fofocas, intrigas, suposições e outras coisas em restaurantes, bares, banheiro. É de se esperar também dentro de um Vaticano, não é mesmo? Caso o leitor tenha dúvida, é só perceber que alguns ambientes possuem um computador como há aos montes nas empresas.
A duração de duas horas exatas da película faz com que se pergunte se há tanto assunto e enredo para isso. O engano se estabelece quando, nos minutos finais, há uma reviravolta tanto na eleição papal quanto nas questões pessoais de um dos concorrentes.
O filme tem endereço, ou melhor, público certo para atingir: são para os que adoram o cinema sem apelos, sem grandes efeitos ou sensacionalista demais. Para os que gostam mesmo de cinema por ser cinema. Talvez os mais maduros de idade se encantem tanto pelo tema quanto pelo desenvolvimento. Porém não é um filme para se ignorar, a não ser por aqueles que gostam de diversão. Melhor evitar “Conclave” como o Diabo foge da cruz.
No mais, o ritmo construído por Berger em imagens e no encadeamento dos diálogos, narrativas e histórias impressionam e ficam gravados na memória.
É bom lembrar que o enredo escolhido é só uma parte de vários outros que podem ser criados ou desenvolvidos. A Igreja Católica tem muito para contar. Tanto no plano humano, quanto no histórico, ideológico, social e/ou policial. “Conclave” é fruto de uma escolha desses âmbitos, mesmo que alguns torçam o nariz, dependendo a quem se possa dirigir a pergunta de gostar ou não – se a um religioso ou se a um especialista em cinema ou ao público em geral.
Isso se mostra bem evidente no filme de mesmo nome, “Conclave”; então não é de estranhar que a película dirigida por Edward Berger não fuja do propósito primário.
Outro ponto que pesa a favor de “Conclave” está no elenco, um bom quesito para os que estão mais acostumados ou enfronhados na sétima arte: nomes como Ralph Fiennes, Isabella Rossellini, John Lithgow e Stanley Tucci fazem pensar na hora de comprar o ingresso na bilheteria.
Thomas Lawrence (vivido por Fiennes) é incumbido de chefiar o colegiado dos cardeais, vindos dos mais variados cantos do mundo, com o objetivo de eleger um novo papa.
Há quatro favoritos: os cardeais Bellini (Tucci), Tremblay (LIthgow), Adeyemi (papel do ator Lucian Msamati) e Tedesco (encarnado no ator Sergio Castellitto). O próprio Lawrence é surpreendido quando seu nome é cogitado para ser papa, o que o faz oscilar entre a ambição e a insegurança para dirigir a enorme Igreja Católica.
Dá para notar o zelo e o cuidado tomados em copiar os cenários do Vaticano. Bem possível que as locações tenham sido feitas fora da sede central do Catolicismo. Se for assim, parabéns à equipe que se encarregou da cenografia. Tão bom ver/rever a Capela Sistina com as obras de Michelângelo perfilando com a tensão das votações.
Nos quartos dos cardeais é que os cochichos, teorias, possibilidades e intrigas se desenrolam. Parecendo um local de confessionário, Lawrence busca a imparcialidade e o seu próprio êxito na condução de um processo marcado por divisões internas, discussões e segredos que, às vezes, passa longe da castidade e da inocência.
Outro destaque de “Conclave” está na indumentária e é claro que, no mínimo, as roupas usadas pelos eclesiásticos têm que imitar a que nós, mortais, vemos nas igrejas e lugares afins.
Mas, caso não fosse ambientado dentro do contexto religioso, “Conclave” teria a mesma atenção? É provável que não, pois mesmo sendo classificado como suspense, a trama em si não despertaria, sendo até bem simplista. Por outro lado, ele tem o artifício de escapar daquelas fitas clichês como, por exemplo, portas rangendo, vultos em longos corredores ou o derramamento de sangue. Aliás, quando se trata de sangue, “Conclave” possui a sabedoria de não derramar uma gota.
À medida que cresce a indecisão quanto à escolha do papa, a trama também cresce na descoberta e na investigação de Thomas Lawrence sobre os principais candidatos ao trono máximo. A discussão travada na cozinha, bem como num ambiente fechado que lembra uma sala de cinema são pontos épicos.
Mostra também que a instituição é tão humana quanto as que estamos habituados a frequentar. Não é difícil encontrar fofocas, intrigas, suposições e outras coisas em restaurantes, bares, banheiro. É de se esperar também dentro de um Vaticano, não é mesmo? Caso o leitor tenha dúvida, é só perceber que alguns ambientes possuem um computador como há aos montes nas empresas.
A duração de duas horas exatas da película faz com que se pergunte se há tanto assunto e enredo para isso. O engano se estabelece quando, nos minutos finais, há uma reviravolta tanto na eleição papal quanto nas questões pessoais de um dos concorrentes.
O filme tem endereço, ou melhor, público certo para atingir: são para os que adoram o cinema sem apelos, sem grandes efeitos ou sensacionalista demais. Para os que gostam mesmo de cinema por ser cinema. Talvez os mais maduros de idade se encantem tanto pelo tema quanto pelo desenvolvimento. Porém não é um filme para se ignorar, a não ser por aqueles que gostam de diversão. Melhor evitar “Conclave” como o Diabo foge da cruz.
No mais, o ritmo construído por Berger em imagens e no encadeamento dos diálogos, narrativas e histórias impressionam e ficam gravados na memória.
É bom lembrar que o enredo escolhido é só uma parte de vários outros que podem ser criados ou desenvolvidos. A Igreja Católica tem muito para contar. Tanto no plano humano, quanto no histórico, ideológico, social e/ou policial. “Conclave” é fruto de uma escolha desses âmbitos, mesmo que alguns torçam o nariz, dependendo a quem se possa dirigir a pergunta de gostar ou não – se a um religioso ou se a um especialista em cinema ou ao público em geral.
Filme muito bem feito, com um roteiro impecável! As atuações também são sensacionais! Apesar de ser ficção, qualquer pessoa vai entender como acontece um Conclave e o que está por trás de uma evento tão misterioso. Não se sabe se é o que de fato acontece, mas dá pra ter uma boa imaginação!
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